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Durante a doação de plaquetas por aférese, são raras as reações vasovagais e as relacionadas a hipovolemia.
A plasmaférese tem sido utilizada como terapêutica desde início dos anos 70 do século passado. São indicações de categoria I desse procedimento, pela Sociedade Americana de Aférese: púrpura trombocitopênica trombótica, síndrome de Guillian-Barré, síndrome de Goodpasture, esclerose múltipla e anemia hemolítica autoimune.
O intervalo mínimo entre duas plaquetaféreses em um mesmo doador é de 72 horas.
A recuperação dos componentes sanguíneos nos procedimentos de aférese é realizada unicamente por centrifugação.
O armazenamento de concentrado de hemácias deve ser feito a 4 ºC (± 2 ºC); o de plaquetas, a 22 ºC (± 2 ºC) sob agitação constante; e o de plasma fresco, a, pelo menos, -20 ºC.
O intervalo entre coleta e início do processo de fracionamento do sangue em hemocomponentes é de, no máximo, 12 horas.
Em bolsas de coleta de sangue total, para 450 mL (± 45 mL) coletados, o volume de solução anticoagulante e conservante deve ser de 43 mL.
De acordo com as normas técnicas, na coleta de sangue total, só se permite uma venopunção no doador por bolsa utilizada, e o tempo de coleta não deve ultrapassar 15 minutos.
História prévia de tuberculose pulmonar é causa de inaptidão à doação de sangue por até dois anos após a cura.
O uso de cocaína nasal (inalação) é causa de exclusão definitiva da condição de doador de sangue.
Candidatas a doadora de sangue que estejam grávidas estão impedidas de doar, até por 12 semanas após o parto.
O uso de medicamentos à base de ácido acetilsalicílico contraindica a doação de sangue.
Se o candidato a doador for rejeitado, basta que o profissional da triagem registre isso na ficha de triagem, não havendo necessidade de comunicar a causa da rejeição ao candidato, evitando, assim, situação constrangedora para ambos.
Na entrevista clínica de potencial doador, deve-se utilizar linguagem e terminologia técnicas, visando manter a formalidade entre entrevistador e entrevistado.
A triagem clínica de potenciais doadores de sangue deve ser feita por profissional de saúde de nível superior, devidamente capacitado para essa finalidade, desde que seja supervisionado por um médico responsável.
Doador de repetição é o indivíduo que doa sangue, pelo menos uma vez a cada 13 meses, em diferentes serviços de hemoterapia.
No tratamento da púrpura trombocitopênica familiar, a infusão de plasma fresco congelado é usualmente eficaz como tratamento isolado.
O concentrado de complexo protrombínico é inferior ao fator VII ativado na coagulopatia decorrente da superdosagem de anticoagulantes orais devido à sua menor meia-vida.
O uso de concentrados de fatores da coagulação na coagulação intravascular disseminada (CIVD) geralmente é ineficaz devido à múltipla deficiência desses fatores que caracteriza tal síndrome.
Indivíduos com deficiência de fator XIII podem ser tratados com transfusão de crioprecipitado.