Questões de Concurso
Comentadas para médico hemoterapeuta
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Em pacientes com hemofilia A e baixos títulos de inibidor que apresentam sangramento leve, uma opção terapêutica é o uso de altas doses do fator deficiente.
O uso do DDAVP deve ser avaliado em todos os pacientes com diagnóstico de doença de von-Willebrand do tipo 2B.
São fatores associados à necessidade transfusional pós transplante de medula óssea: doença do enxerto contra o hospedeiro, síndrome de oclusão sinusoidal, infecção e número de células progenitoras infundidas.
Para a prevenção da doença do enxerto contra o hospedeiro relacionada a transfusão, é recomendado o uso rotineiro de hemocomponentes leucorreduzidos.
Em pacientes com leucemia mielóide aguda em quimioterapia de indução de remissão, o limiar de 10x109 plaquetas por litro leva à redução do número de concentrados de plaquetas transfundidos sem aumento de sangramento clinicamente importante.
São objetivos da leucorredução de componentes: redução da aloimunização HLA, prevenção da transmissão de citomegalovírus e prevenção de reação transfusional febril não hemolítica.
A trombocitopenia induzida por heparina é uma contraindicação à transfusão de concentrado de plaquetas.
Devem ser transfundidos concentrados de hemácias sempre que o nível de hemoglobina estiver abaixo de 10 g/dL.
A transfusão de concentrado de plaquetas pode reverter o distúrbio da hemostasia decorrente do uso de ácido acetilsalicílico desde que o número de plaquetas transfundidas supere 10% do total.
A transfusão de sangue com sorologia negativa para citomegalovírus (CMV) está indicada em recém-nascidos com peso inferior a 1.200 g ao nascer, filhos de mãe sabidamente CMV positivo.
Conforme a legislação vigente, não há obrigatoriedade de testagem para malária em todos os doadores de sangue.
O teste de escolha para detecção do HBsAg na triagem de doadores de sangue é o enzimaimunoensaio.
Apenas alguns aloanticorpos estão associados à doença hemolítica perinatal.
A causa mais frequente de refratariedade transfusional a plaquetas é a aloimunização a antígenos leucocitários humanos (HLA).
A refratariedade transfusional plaquetária é diagnosticada após avaliado o incremento plaquetário insatisfatório de uma transfusão de plaquetas.
A púrpura pós-transfusional é caracterizada pelo desenvolvimento súbito de plaquetopenia após transfusão de hemocomponentes em um indivíduo sem antecedente transfusional prévio.
Indivíduos D-negativos que desenvolvem anti-D têm maior probabilidade de desenvolver outros aloanticorpos.
Os indivíduos D parcial normalmente são identificados somente após terem sido aloimunizados.
As proteínas do sistema Rh formam um complexo com a proteína associada ao Rh, fundamental para a expressão dos antígenos.
Recém-nascidos não produzem IgG nem IgM anti-A e anti-B.