Questões de Concurso Comentadas para professor - biologia

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Q1986435 Português
Texto

   À medida que as pessoas envelhecem, seus sistemas imunológicos naturalmente perdem força. Esse envelhecimento, chamado de imunossenescência, pode ser um importante causador de problemas de saúde relacionados à idade, como câncer e doenças cardiovasculares.

   No entanto, os sistemas imunológicos de diferentes pessoas não envelhecem na mesma velocidade. O estresse, por exemplo, está associado a sinais de envelhecimento acelerado do sistema imunológico.

   Para entender melhor a discrepância entre idade cronológica e idade imunológica, pesquisadores da Universidade da Califórnia e Universidade do Sul da Califórnia analisaram dados do Health and Retirement Study (HRS), uma grande pesquisa feita nos Estados Unidos com adultos acima dos 50 anos. Os pacientes foram questionados sobre diferentes fatores de estresse que vivenciaram, como perda de emprego, discriminação, estresse crônico, além de grandes traumas como morte e doença na família.

   Além disso, o HRS coleta amostras de sangue dos participantes, e analisa a porcentagem dos diferentes tipos de células imunes presentes, incluindo os glóbulos brancos. Essas células desempenham um papel fulcral nas respostas imunes a vírus, bactérias e outros invasores. Esta é a primeira vez que informações tão detalhadas sobre células imunes são coletadas em uma grande pesquisa nacional.

   Ao analisar os dados de 5.744 desses participantes, a equipe de pesquisa descobriu que as pessoas que vivenciaram mais estresse tinham uma proporção menor de células T novas – necessárias para enfrentar novos invasores, aqueles que o sistema imunológico nunca viu antes. Conquanto, esses indivíduos também têm uma proporção maior de células T já especializadas – células mais velhas que esgotaram sua capacidade de combater invasores e, em vez disso, produzem proteínas que podem aumentar a inflamação prejudicial. Pessoas com essas proporções de células T novas e antigas têm um sistema imunológico mais envelhecido.

   Um dos fatores que ajuda a mitigar essa conexão são uma dieta saudável e exercícios regulares. Os cientistas também perceberam que a exposição potencial ao citomegalovirus – um vírus geralmente assintomático, conhecido por acelerar o envelhecimento do sistema imunológico – diminui a relação entre estresse e envelhecimento das células imunes. Apesar de o vírus normalmente ficar dormente no corpo, eles descobriram que o estresse pode aumentar sua força e obrigar o sistema imunológico a combater o vírus reativado. Esse controle da infecção pode resultar em células T mais exaustas circulando pelo corpo e causar inflamação crônica, um importante contribuinte para doenças relacionadas à idade.

   O estudo ajuda a esclarecer a associação entre estresse social e envelhecimento imunológico acelerado. Ele também destaca possíveis maneiras de retardar o envelhecimento imunológico – como melhorar fatores na dieta, tabagismo, exercícios e a forma com que as pessoas lidam com estresse.

   Atualmente, os cientistas continuam a pesquisa, analisando, por exemplo, como as adversidades na infância influenciam o envelhecimento do sistema imunológico. Entender o que influencia esse envelhecimento pode ajudá-los a abordar melhor as diferenças de pessoas idosas na saúde e na doença.


CAPARROZ, L. Estresse social pode acelerar o envelhecimento do sistema imunológico. In: Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/estresse-social-pode-aceleraro-envelhecimento-do-sistema-imunologico/> Último acesso em 23 jun. 2022. (Adaptado)
Ao apresentar a pesquisa sobre o envelhecimento do sistema imunológico, o texto conclui que:
Alternativas
Q1986434 Português
Texto

   À medida que as pessoas envelhecem, seus sistemas imunológicos naturalmente perdem força. Esse envelhecimento, chamado de imunossenescência, pode ser um importante causador de problemas de saúde relacionados à idade, como câncer e doenças cardiovasculares.

   No entanto, os sistemas imunológicos de diferentes pessoas não envelhecem na mesma velocidade. O estresse, por exemplo, está associado a sinais de envelhecimento acelerado do sistema imunológico.

   Para entender melhor a discrepância entre idade cronológica e idade imunológica, pesquisadores da Universidade da Califórnia e Universidade do Sul da Califórnia analisaram dados do Health and Retirement Study (HRS), uma grande pesquisa feita nos Estados Unidos com adultos acima dos 50 anos. Os pacientes foram questionados sobre diferentes fatores de estresse que vivenciaram, como perda de emprego, discriminação, estresse crônico, além de grandes traumas como morte e doença na família.

   Além disso, o HRS coleta amostras de sangue dos participantes, e analisa a porcentagem dos diferentes tipos de células imunes presentes, incluindo os glóbulos brancos. Essas células desempenham um papel fulcral nas respostas imunes a vírus, bactérias e outros invasores. Esta é a primeira vez que informações tão detalhadas sobre células imunes são coletadas em uma grande pesquisa nacional.

   Ao analisar os dados de 5.744 desses participantes, a equipe de pesquisa descobriu que as pessoas que vivenciaram mais estresse tinham uma proporção menor de células T novas – necessárias para enfrentar novos invasores, aqueles que o sistema imunológico nunca viu antes. Conquanto, esses indivíduos também têm uma proporção maior de células T já especializadas – células mais velhas que esgotaram sua capacidade de combater invasores e, em vez disso, produzem proteínas que podem aumentar a inflamação prejudicial. Pessoas com essas proporções de células T novas e antigas têm um sistema imunológico mais envelhecido.

   Um dos fatores que ajuda a mitigar essa conexão são uma dieta saudável e exercícios regulares. Os cientistas também perceberam que a exposição potencial ao citomegalovirus – um vírus geralmente assintomático, conhecido por acelerar o envelhecimento do sistema imunológico – diminui a relação entre estresse e envelhecimento das células imunes. Apesar de o vírus normalmente ficar dormente no corpo, eles descobriram que o estresse pode aumentar sua força e obrigar o sistema imunológico a combater o vírus reativado. Esse controle da infecção pode resultar em células T mais exaustas circulando pelo corpo e causar inflamação crônica, um importante contribuinte para doenças relacionadas à idade.

   O estudo ajuda a esclarecer a associação entre estresse social e envelhecimento imunológico acelerado. Ele também destaca possíveis maneiras de retardar o envelhecimento imunológico – como melhorar fatores na dieta, tabagismo, exercícios e a forma com que as pessoas lidam com estresse.

   Atualmente, os cientistas continuam a pesquisa, analisando, por exemplo, como as adversidades na infância influenciam o envelhecimento do sistema imunológico. Entender o que influencia esse envelhecimento pode ajudá-los a abordar melhor as diferenças de pessoas idosas na saúde e na doença.


CAPARROZ, L. Estresse social pode acelerar o envelhecimento do sistema imunológico. In: Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/estresse-social-pode-aceleraro-envelhecimento-do-sistema-imunologico/> Último acesso em 23 jun. 2022. (Adaptado)
Segundo a pesquisa realizada com os dados do Health and Retirement Study, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q1986433 Português
Texto

   À medida que as pessoas envelhecem, seus sistemas imunológicos naturalmente perdem força. Esse envelhecimento, chamado de imunossenescência, pode ser um importante causador de problemas de saúde relacionados à idade, como câncer e doenças cardiovasculares.

   No entanto, os sistemas imunológicos de diferentes pessoas não envelhecem na mesma velocidade. O estresse, por exemplo, está associado a sinais de envelhecimento acelerado do sistema imunológico.

   Para entender melhor a discrepância entre idade cronológica e idade imunológica, pesquisadores da Universidade da Califórnia e Universidade do Sul da Califórnia analisaram dados do Health and Retirement Study (HRS), uma grande pesquisa feita nos Estados Unidos com adultos acima dos 50 anos. Os pacientes foram questionados sobre diferentes fatores de estresse que vivenciaram, como perda de emprego, discriminação, estresse crônico, além de grandes traumas como morte e doença na família.

   Além disso, o HRS coleta amostras de sangue dos participantes, e analisa a porcentagem dos diferentes tipos de células imunes presentes, incluindo os glóbulos brancos. Essas células desempenham um papel fulcral nas respostas imunes a vírus, bactérias e outros invasores. Esta é a primeira vez que informações tão detalhadas sobre células imunes são coletadas em uma grande pesquisa nacional.

   Ao analisar os dados de 5.744 desses participantes, a equipe de pesquisa descobriu que as pessoas que vivenciaram mais estresse tinham uma proporção menor de células T novas – necessárias para enfrentar novos invasores, aqueles que o sistema imunológico nunca viu antes. Conquanto, esses indivíduos também têm uma proporção maior de células T já especializadas – células mais velhas que esgotaram sua capacidade de combater invasores e, em vez disso, produzem proteínas que podem aumentar a inflamação prejudicial. Pessoas com essas proporções de células T novas e antigas têm um sistema imunológico mais envelhecido.

   Um dos fatores que ajuda a mitigar essa conexão são uma dieta saudável e exercícios regulares. Os cientistas também perceberam que a exposição potencial ao citomegalovirus – um vírus geralmente assintomático, conhecido por acelerar o envelhecimento do sistema imunológico – diminui a relação entre estresse e envelhecimento das células imunes. Apesar de o vírus normalmente ficar dormente no corpo, eles descobriram que o estresse pode aumentar sua força e obrigar o sistema imunológico a combater o vírus reativado. Esse controle da infecção pode resultar em células T mais exaustas circulando pelo corpo e causar inflamação crônica, um importante contribuinte para doenças relacionadas à idade.

   O estudo ajuda a esclarecer a associação entre estresse social e envelhecimento imunológico acelerado. Ele também destaca possíveis maneiras de retardar o envelhecimento imunológico – como melhorar fatores na dieta, tabagismo, exercícios e a forma com que as pessoas lidam com estresse.

   Atualmente, os cientistas continuam a pesquisa, analisando, por exemplo, como as adversidades na infância influenciam o envelhecimento do sistema imunológico. Entender o que influencia esse envelhecimento pode ajudá-los a abordar melhor as diferenças de pessoas idosas na saúde e na doença.


CAPARROZ, L. Estresse social pode acelerar o envelhecimento do sistema imunológico. In: Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/estresse-social-pode-aceleraro-envelhecimento-do-sistema-imunologico/> Último acesso em 23 jun. 2022. (Adaptado)
A palavra ‘discrepância’ no trecho “Para entender melhor a discrepância entre idade cronológica e idade imunológica [...]” significa:
Alternativas
Q1981007 Biologia
Quando entra em contato com a parede intestinal, o quimo estimula a produção de
Alternativas
Q1981006 Biologia

A fenilcetonúria ou PKU, como é mundialmente conhecida, é uma doença genética causada por uma mutação no gene que codifica a enzima fenilalanina-hidroxilase, responsável pela transformação do aminoácido fenilalanina (PHE) em tirosina.

A elevação de fenilalanina no sangue acima de 10mg/dL permite a passagem em quantidade excessiva para o sistema nervoso central, no qual o acúmulo tem efeito tóxico. A PKU é determinada por um alelo recessivo do gene que codifica a enzima e a doença é, comumente, detectada pelo "teste do pezinho".

(adaptado de https://www.scielo.br/j/rn/a/nL4Sv4c8k8hXxjXMRCdcnNh/?lang=pt)


Em um casal, o marido é fenilcetonúrico e a esposa não, porém filha de um casal heterozigoto para a característica.

Eles querem saber a chance de terem uma criança com a doença. A resposta a esta pergunta é

Alternativas
Q1981005 Biologia

“Um parasita do intestino chamado Enterobius vermicularis é o responsável pela infecção conhecida por enterobiose. O tratamento dos doentes é feito com o uso de vermífugo e deve ser estendido para toda a família”.

(https://www.medicina.ufmg.br/observaped/oxiuro/)


O Enterobius vermicularis pertence ao Filo

Alternativas
Q1981004 Biologia

O Estado do Amapá apresenta um conjunto de unidades de paisagem ou ecossistemas complexos. Mas o conhecimento da biodiversidade no estado ainda é relativamente escasso, principalmente de grupos como as briófitas. Sobre as briófitas, analise os itens a seguir:


I. O esporófito normalmente se prende ao chão por meio de rizoides.

II. O anterozoide pode nadar para alcançar a oosfera.

III. Os gametófitos são independentes nutricionalmente dos esporófitos.


Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q1981003 Biologia
No sistema nervoso central humano, a estrutura do encéfalo que se conecta à medula espinal e que é responsável por regular os batimentos cardíacos e os movimentos respiratórios é o
Alternativas
Q1981002 Biologia

A lavra do solo pelos garimpos na extração de ouro representa uma fonte de liberação de metais pesados no curso hídrico.

Na pesquisa feita por Daniel Pandilha, sobre a contaminação da água e da ictiofauna por metais pesados na bacia do rio Cassiporé, no estado do Amapá, o pesquisador obteve, entre outros dados, os que estão na tabela a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


A possível explicação para os dados observados na tabela é o fenômeno da

Alternativas
Q1981001 Biologia

“Em 2017, foi noticiado que no Amapá houve um aumento de até 15% no número de pacientes com doença renal crônica. De janeiro a junho daquele ano, o Hospital de Clínicas Alberto Lima recebeu 76 novos casos que necessitavam de hemodiálise”.

(G1 – O Globo, 30/06/2017)


A hemodiálise é necessária quando os rins não estão conseguindo retirar do sangue os excretas. A urina é produzida no néfron, sendo que a primeira etapa de sua produção ocorre com a passagem de água, sais e excretas 

Alternativas
Q1981000 Biologia

“Uma das figuras mais carismáticas da fauna amazônica vive debaixo da água doce dos rios, os botos. Apesar de não serem bichos pequenos nem particularmente discretos por onde passam, ainda existem lacunas importantes sobre a ocorrência e ecologia dos botos na bacia amazônica. Após um levantamento de dados, comprovou-se a ocorrência de populações de três espécies de botos do estado do Amapá”.

(O Eco, 30 de julho de 2021)


Se compararmos as nadadeiras dos botos com as patas de uma onça, podemos dizer que elas são estruturas 

Alternativas
Q1980999 Biologia

Uma professora de Biologia trouxe para seus alunos um texto sobre uma árvore frequente no local onde eles vivem. Uma passagem do texto diz que “Por ser árvore emergente, ou seja, que cresce acima da floresta, é uma espécie-chave, contribuindo altamente para a biomassa. Cresce rapidamente, principalmente em clareiras”.

(https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/408633/1/Angelim-vermelho-Dinizia.pdf) 


Os alunos pesquisaram e descobriram o que é biomassa e o que ocorre com ela em uma sucessão ecológica. Acertadamente, eles afirmaram que, ao longo da sucessão,

Alternativas
Q1980998 Biologia

“O Amapá está entre os estados com maior riqueza em biodiversidade do Brasil. Dados coletados por pesquisadores em expedições que acontecem desde 2019, mostram que o Parque do Tumucumaque, considerado o maior parque de floresta tropical do mundo, abriga as árvores mais altas do Brasil, todas da espécie de angiosperma angelim vermelho, nativa da região”.

(adaptado de G1 – O Globo, 30/06/2022)


O angelim vermelho, Dinizia excelsa, é uma árvore da mata de terra firme da Amazônia e chega a mais de 60m de altura e 2m de diâmetro. No angelim vermelho, como nas demais angiospermas, a planta propriamente dita, com seus mais de 60m de altura é o 

Alternativas
Q1980997 Biologia

Em abril de 1909, o sanitarista Oswaldo Cruz anunciou à Associação Nacional de Medicina o resultado das pesquisas realizadas pelo médico Carlos Chagas. O trabalho do médico é considerado único na história da medicina, por incluir todo o ciclo da doença – ele identificou o agente etiológico e seu ciclo evolutivo; o inseto vetor e seus hábitos de vida; os reservatórios domésticos e a patologia da doença de Chagas.

Com relação à referida doença, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.


( ) O agente etiológico é o protozoário flagelado Leishmania chagasi. São reservatórios do parasita, os mamíferos como gambás e tatus (no ciclo silvestre) e cães e gatos (no ciclo doméstico).

( ) A principal forma de transmissão da doença ocorre através da picada do percevejo da espécie Triatoma infestans. Outras formas possíveis são a transfusão de sangue contaminado com o parasita, a forma congênita e a ingestão de alimentos contaminados pelo parasita.

( ) A doença de Chagas causa hipertrofia de órgãos afetados pelo parasita, principalmente o coração, levando à insuficiência cardíaca crônica.


As afirmativas são, respectivamente,

Alternativas
Q1980996 Biologia

Segundo o Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa), o estado possui quase 50% da herpetofauna da região amazônica. O Amapá é o quarto estado da região com maior diversidade de anfíbios e o terceiro em répteis.


Anfíbios e répteis apresentam em comum

Alternativas
Q1980995 Biologia

A detecção de bactérias resistentes a antibióticos triplicou durante a pandemia. Segundo o Laboratório de Pesquisa em Infecção Hospitalar do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), ao longo da emergência sanitária causada pelo SARS-Cov-2, foi observado um aumento na disseminação das chamadas ‘superbactérias’, devido ao aumento do uso de antibióticos nos hospitais.


Esse aumento no número de bactérias resistentes pode ser explicado porque

Alternativas
Q1980994 Biologia

Os chamados medicamentos biológicos são produzidos, em sua maior parte, por meio da tecnologia do DNA recombinante. Essa tecnologia modifica geneticamente uma célula, que passa a produzir uma proteína de interesse farmacológico. A modificação ocorre por meio da inserção de trechos de DNA de um outro organismo na molécula de DNA da célula. Para tal, são utilizadas enzimas que “cortam” a molécula de DNA em trechos específicos.


As enzimas em questão são as

Alternativas
Q1980993 Biologia

A figura a seguir mostra uma hipótese filogenética para os primatas. Ela está baseada em evidências de muitos genes, morfologia e fósseis.


Imagem associada para resolução da questão


Com relação à evolução dos primatas e à filogenia apresentada, analise as afirmativas a seguir.


I. Quando comparados os genomas, verifica-se maior semelhança genética entre chimpanzés e seres humanos do que entre chimpanzés e gorilas.

II. O clado formado por macacos do Novo e do Velho Mundo, é considerado monofilético, enquanto o clado dos Hominoides é parafilético.

III. O surgimento dos primeiros hominoides, os orangotangos, deu-se entre 10 e 20 milhões de anos atrás. Os seres humanos são os hominoides mais recentes, tendo surgido há cerca de 6 milhões de anos.


Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q1980992 Biologia

Observe o gráfico que mostra a variação de hormônios durante o ciclo menstrual, com ocorrência de gravidez. 


Imagem associada para resolução da questão


Pode-se afirmar corretamente que

Alternativas
Q1980991 Biologia

Os principais microrganismos responsáveis por infecções do trato urinário em pessoas atendidas pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Macapá, no período de 2009 a 2012, foram: Escherichia coli, Staphylococcus sp., Acinetobacter baumanii e Candida albicans.

Entre os organismos citados,

Alternativas
Respostas
1301: A
1302: D
1303: C
1304: C
1305: C
1306: C
1307: D
1308: C
1309: A
1310: B
1311: B
1312: A
1313: E
1314: B
1315: E
1316: C
1317: D
1318: A
1319: D
1320: A