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Q1154874 Português

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De acordo com o texto é incorreto afirmar que:

Alternativas
Q1154873 Português
A IMPORTÂNCIA DO PAI - I
André Gonçalves Fernandes




       A ausência do pai é a principal causa de retrocesso no bem-estar dos filhos. Também é um fator crucial para se compreender, hoje, a crise atual da instituição da família. A diminuição da função paterna tem consequências sobre a estruturação psíquica dos indivíduos, nas fases de infância e de juventude, e, indiretamente, sobre a sociedade.
        A debilitação da imagem masculina, os transtornos de filiação, o acréscimo das condutas ilícitas, a perda de sentido dos limites (toxicomanias, bulimia, anorexia, práticas sexuais heterodoxas e dificuldades de socialização) são alguns dos exemplos mais marcantes e propalados na mídia.
        A sociedade atual valora muito mais a figura materna. Indubitavelmente, a mãe é uma fonte de segurança para os filhos, contudo a relação entre mãe e filho necessita da complementação decorrente da função paterna. O pai é aquele que diz não (tanto ao filho como à mãe), é aquele que introduz a negatividade na vida de um infante e aquele que declara a proibição, a saber, o limite do possível.
         A imagem do pai é imprescindível para o desenvolvimento psicológico equilibrado dos filhos. O pai, com efeito, seria uma espécie de mediador entre o filho e a realidade. Permite ao filho tomar iniciativas e aprender a distinguir entre o certo e o errado e, a partir disso, entender as consequências de uma ou outra escolha.
          O pai ocupa uma posição de terceiro em relação ao filho, de companheiro da mãe e não uma versão masculina desta. Graças à figura do pai, o bebê aprende a se diferenciar da mãe e paulatinamente, ao longo de anos, alcançar sua autonomia psíquica. A criança descobre que não faz as regras, mas que elas existem independentemente dele.
         Em virtude da relação com o pai, o menino e a menina adquirem também sua identidade sexual. A diferença de sexos encarnada pelo pai traz, por outro lado, um papel de revelação e confirmação da identidade sexuada. Tanto o menino quanto a menina têm, com efeito, a tendência, no início da vida, a mimetizar o sexo da mãe e o pai, na medida em que é reconhecido por esta, vai permitir ao filho situar-se sexualmente.
          Por que se impôs em nossa sociedade a ideia de ausência ou pouca importância do pai? Hoje, divulga-se a imagem do pai indigno, incompetente ou pouco afeito às lides domésticas, sustentada pela lei e estereotipada pelos meios de comunicação.
         Na maior parte dos programas de televisão, o pai é apresentado como um sujeito incapaz de assumir um posto na relação educativa, de ocupar seu tempo com os adolescentes, quanto mais enfrentar, com maestria, o papel de proclamar as exigências necessárias para a vida em sociedade para os filhos, incluindo a repreensão quando estritamente conveniente.
          Muitas mulheres evitam que os homens cumpram seu papel de pai quando, mais ou menos conscientemente, elas tomam conta da situação para não lhes deixar o lugar que lhes corresponde. A mãe, assim, afasta o pai da relação familiar, com o risco de culpá-lo em um processo perverso, no qual confirma seu poder e seu sentimento de onipotência sobre os filhos, o homem e o pai.
            Nos dias atuais, as atenções da psicologia e da lei se situam na relação mãe/filho e o pai crê que necessita assumir a condição de uma “segunda mãe” para se fazer aceitar no círculo familiar. Alguns homens, condicionados por este conformismo, chegam a identificar-se como um modelo de pai meio pusilânime, lembrando mais a imagem de um irmão mais velho, conivente com as estripulias éticas do caçula, ou de um tio que só aparece no aniversário com um presente bem caro para “compensar” a ausência sentida pelo sobrinho.
         A falta do pai se explica também pela confusão entre procriação e maternidade, gerada pelo fantasma feminino da partenogênese (fecundação sem a contribuição gênica paterna), já que a sociedade acredita na ideia de que a mulher pode, sem grandes percalços, educar um filho sem um pai.
    O desenvolvimento dos métodos contraceptivos e a trivialização do aborto contribuem, consideravelmente, para sustentar a ilusão de que a mulher domina sozinha a procriação. Tanto que o chavão feminista sustenta: “Meu corpo me pertence”. Afirmar tal slogan é subentender que “a procriação me pertence”, assertiva bastante discutível. Se a maternidade é algo exclusivo da mulher, a procriação é compartilhada pelo homem e pela mulher: não é competência exclusiva desta.
      Os pais devem sentir-se sócios das mães num empreendimento conjunto. A liderança moral que devem exercer na família não pode ser substituída pela erosão conceitual, provocada, sobretudo, pelo feminismo exacerbado. Devem ser exemplo vivo de caráter e de consciência. O respeito filial daí decorrente neutralizará a influência negativa dos colegas na adolescência e será o ponto de apoio firme nos anos de maturidade.


http://miguelitoeducacao.blogspot.com.br/2010/06/textoreflexivos-para-os-pais.html



Considere as seguintes afirmações:

I. De acordo com o texto, a figura do pai é aquela que coíbe, diz não, impõe limites.
II. É essencial para o desenvolvimento psicológico equilibrado dos filhos a presença do pai posto que seja ele, o pai, quem permite ao filho tomar iniciativas e aprender a distinguir entre o certo e o errado e, a partir disso, entender as consequências de uma ou outra escolha.
III. O pai ocupa uma posição de terceiro em relação ao filho, de companheiro da mãe e não uma versão masculina desta. Graças à figura do pai, o bebê aprende a se diferenciar da mãe e, rapidamente passo a passo, ao longo de anos, alcançar sua autonomia psíquica.
IV. É exatamente a posição ocupada pela figura paterna que possibilita o descobrimento de que a criança não faz as regras, mas que elas existem independentemente dele.


Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q1154872 Português
A IMPORTÂNCIA DO PAI - I
André Gonçalves Fernandes




       A ausência do pai é a principal causa de retrocesso no bem-estar dos filhos. Também é um fator crucial para se compreender, hoje, a crise atual da instituição da família. A diminuição da função paterna tem consequências sobre a estruturação psíquica dos indivíduos, nas fases de infância e de juventude, e, indiretamente, sobre a sociedade.
        A debilitação da imagem masculina, os transtornos de filiação, o acréscimo das condutas ilícitas, a perda de sentido dos limites (toxicomanias, bulimia, anorexia, práticas sexuais heterodoxas e dificuldades de socialização) são alguns dos exemplos mais marcantes e propalados na mídia.
        A sociedade atual valora muito mais a figura materna. Indubitavelmente, a mãe é uma fonte de segurança para os filhos, contudo a relação entre mãe e filho necessita da complementação decorrente da função paterna. O pai é aquele que diz não (tanto ao filho como à mãe), é aquele que introduz a negatividade na vida de um infante e aquele que declara a proibição, a saber, o limite do possível.
         A imagem do pai é imprescindível para o desenvolvimento psicológico equilibrado dos filhos. O pai, com efeito, seria uma espécie de mediador entre o filho e a realidade. Permite ao filho tomar iniciativas e aprender a distinguir entre o certo e o errado e, a partir disso, entender as consequências de uma ou outra escolha.
          O pai ocupa uma posição de terceiro em relação ao filho, de companheiro da mãe e não uma versão masculina desta. Graças à figura do pai, o bebê aprende a se diferenciar da mãe e paulatinamente, ao longo de anos, alcançar sua autonomia psíquica. A criança descobre que não faz as regras, mas que elas existem independentemente dele.
         Em virtude da relação com o pai, o menino e a menina adquirem também sua identidade sexual. A diferença de sexos encarnada pelo pai traz, por outro lado, um papel de revelação e confirmação da identidade sexuada. Tanto o menino quanto a menina têm, com efeito, a tendência, no início da vida, a mimetizar o sexo da mãe e o pai, na medida em que é reconhecido por esta, vai permitir ao filho situar-se sexualmente.
          Por que se impôs em nossa sociedade a ideia de ausência ou pouca importância do pai? Hoje, divulga-se a imagem do pai indigno, incompetente ou pouco afeito às lides domésticas, sustentada pela lei e estereotipada pelos meios de comunicação.
         Na maior parte dos programas de televisão, o pai é apresentado como um sujeito incapaz de assumir um posto na relação educativa, de ocupar seu tempo com os adolescentes, quanto mais enfrentar, com maestria, o papel de proclamar as exigências necessárias para a vida em sociedade para os filhos, incluindo a repreensão quando estritamente conveniente.
          Muitas mulheres evitam que os homens cumpram seu papel de pai quando, mais ou menos conscientemente, elas tomam conta da situação para não lhes deixar o lugar que lhes corresponde. A mãe, assim, afasta o pai da relação familiar, com o risco de culpá-lo em um processo perverso, no qual confirma seu poder e seu sentimento de onipotência sobre os filhos, o homem e o pai.
            Nos dias atuais, as atenções da psicologia e da lei se situam na relação mãe/filho e o pai crê que necessita assumir a condição de uma “segunda mãe” para se fazer aceitar no círculo familiar. Alguns homens, condicionados por este conformismo, chegam a identificar-se como um modelo de pai meio pusilânime, lembrando mais a imagem de um irmão mais velho, conivente com as estripulias éticas do caçula, ou de um tio que só aparece no aniversário com um presente bem caro para “compensar” a ausência sentida pelo sobrinho.
         A falta do pai se explica também pela confusão entre procriação e maternidade, gerada pelo fantasma feminino da partenogênese (fecundação sem a contribuição gênica paterna), já que a sociedade acredita na ideia de que a mulher pode, sem grandes percalços, educar um filho sem um pai.
    O desenvolvimento dos métodos contraceptivos e a trivialização do aborto contribuem, consideravelmente, para sustentar a ilusão de que a mulher domina sozinha a procriação. Tanto que o chavão feminista sustenta: “Meu corpo me pertence”. Afirmar tal slogan é subentender que “a procriação me pertence”, assertiva bastante discutível. Se a maternidade é algo exclusivo da mulher, a procriação é compartilhada pelo homem e pela mulher: não é competência exclusiva desta.
      Os pais devem sentir-se sócios das mães num empreendimento conjunto. A liderança moral que devem exercer na família não pode ser substituída pela erosão conceitual, provocada, sobretudo, pelo feminismo exacerbado. Devem ser exemplo vivo de caráter e de consciência. O respeito filial daí decorrente neutralizará a influência negativa dos colegas na adolescência e será o ponto de apoio firme nos anos de maturidade.


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Observe o seguinte fragmento: “O desenvolvimento dos métodos contraceptivos e a trivialização do aborto contribuem, consideravelmente, para sustentar a ilusão de que a mulher domina sozinha a procriação.” O termo destacado não encontra correspondência na alternativa:
Alternativas
Q1154871 Português
A IMPORTÂNCIA DO PAI - I
André Gonçalves Fernandes




       A ausência do pai é a principal causa de retrocesso no bem-estar dos filhos. Também é um fator crucial para se compreender, hoje, a crise atual da instituição da família. A diminuição da função paterna tem consequências sobre a estruturação psíquica dos indivíduos, nas fases de infância e de juventude, e, indiretamente, sobre a sociedade.
        A debilitação da imagem masculina, os transtornos de filiação, o acréscimo das condutas ilícitas, a perda de sentido dos limites (toxicomanias, bulimia, anorexia, práticas sexuais heterodoxas e dificuldades de socialização) são alguns dos exemplos mais marcantes e propalados na mídia.
        A sociedade atual valora muito mais a figura materna. Indubitavelmente, a mãe é uma fonte de segurança para os filhos, contudo a relação entre mãe e filho necessita da complementação decorrente da função paterna. O pai é aquele que diz não (tanto ao filho como à mãe), é aquele que introduz a negatividade na vida de um infante e aquele que declara a proibição, a saber, o limite do possível.
         A imagem do pai é imprescindível para o desenvolvimento psicológico equilibrado dos filhos. O pai, com efeito, seria uma espécie de mediador entre o filho e a realidade. Permite ao filho tomar iniciativas e aprender a distinguir entre o certo e o errado e, a partir disso, entender as consequências de uma ou outra escolha.
          O pai ocupa uma posição de terceiro em relação ao filho, de companheiro da mãe e não uma versão masculina desta. Graças à figura do pai, o bebê aprende a se diferenciar da mãe e paulatinamente, ao longo de anos, alcançar sua autonomia psíquica. A criança descobre que não faz as regras, mas que elas existem independentemente dele.
         Em virtude da relação com o pai, o menino e a menina adquirem também sua identidade sexual. A diferença de sexos encarnada pelo pai traz, por outro lado, um papel de revelação e confirmação da identidade sexuada. Tanto o menino quanto a menina têm, com efeito, a tendência, no início da vida, a mimetizar o sexo da mãe e o pai, na medida em que é reconhecido por esta, vai permitir ao filho situar-se sexualmente.
          Por que se impôs em nossa sociedade a ideia de ausência ou pouca importância do pai? Hoje, divulga-se a imagem do pai indigno, incompetente ou pouco afeito às lides domésticas, sustentada pela lei e estereotipada pelos meios de comunicação.
         Na maior parte dos programas de televisão, o pai é apresentado como um sujeito incapaz de assumir um posto na relação educativa, de ocupar seu tempo com os adolescentes, quanto mais enfrentar, com maestria, o papel de proclamar as exigências necessárias para a vida em sociedade para os filhos, incluindo a repreensão quando estritamente conveniente.
          Muitas mulheres evitam que os homens cumpram seu papel de pai quando, mais ou menos conscientemente, elas tomam conta da situação para não lhes deixar o lugar que lhes corresponde. A mãe, assim, afasta o pai da relação familiar, com o risco de culpá-lo em um processo perverso, no qual confirma seu poder e seu sentimento de onipotência sobre os filhos, o homem e o pai.
            Nos dias atuais, as atenções da psicologia e da lei se situam na relação mãe/filho e o pai crê que necessita assumir a condição de uma “segunda mãe” para se fazer aceitar no círculo familiar. Alguns homens, condicionados por este conformismo, chegam a identificar-se como um modelo de pai meio pusilânime, lembrando mais a imagem de um irmão mais velho, conivente com as estripulias éticas do caçula, ou de um tio que só aparece no aniversário com um presente bem caro para “compensar” a ausência sentida pelo sobrinho.
         A falta do pai se explica também pela confusão entre procriação e maternidade, gerada pelo fantasma feminino da partenogênese (fecundação sem a contribuição gênica paterna), já que a sociedade acredita na ideia de que a mulher pode, sem grandes percalços, educar um filho sem um pai.
    O desenvolvimento dos métodos contraceptivos e a trivialização do aborto contribuem, consideravelmente, para sustentar a ilusão de que a mulher domina sozinha a procriação. Tanto que o chavão feminista sustenta: “Meu corpo me pertence”. Afirmar tal slogan é subentender que “a procriação me pertence”, assertiva bastante discutível. Se a maternidade é algo exclusivo da mulher, a procriação é compartilhada pelo homem e pela mulher: não é competência exclusiva desta.
      Os pais devem sentir-se sócios das mães num empreendimento conjunto. A liderança moral que devem exercer na família não pode ser substituída pela erosão conceitual, provocada, sobretudo, pelo feminismo exacerbado. Devem ser exemplo vivo de caráter e de consciência. O respeito filial daí decorrente neutralizará a influência negativa dos colegas na adolescência e será o ponto de apoio firme nos anos de maturidade.


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Assinale a alternativa incorreta, de acordo com o texto:
Alternativas
Q468925 Biologia
Em 1953, Miller e Urey realizaram experimentos simulando em um sistema fechado as supostas condições da Terra primitiva: altas temperaturas, atmosfera composta pelos gases metano, amônia, hidrogênio e vapor d'água, e muitas descargas elétricas.

Os resultados demonstraram que nas condições testadas ocorreu a síntese espontânea de moléculas de
Alternativas
Q468924 Biologia
As doenças causadas pela falta de saneamento básico são responsáveis por 65% das internações no Sistema Único de Saúde (SUS) e poderiam ser evitadas com a construção de
Alternativas
Q468922 Biologia
Considere as seguintes etapas:

I. Ingestão de cisticercos presentes na carne de porco mal cozida.

II. Desenvolvimento dos cisticercos em tênia no intestino humano.

III. Contaminação por ovos de tênia dos alimentos ingeridos por uma pessoa.

IV. Eclosão de ovos da tênia e liberação do embrião hexacanto.

V. Fixação do embrião hexacanto no cérebro da pessoa.

Sobre essas etapas, está correto afirmar que
Alternativas
Q468921 Biologia
O suco do açaí produzido artesanalmente pode ser hoje um dos principais responsáveis por surtos da doença de Chagas no Brasil. Entre junho de 2006 e junho de 2007, 116 pessoas foram contaminadas após ingerirem a bebida nos estados do Amapá, Amazonas e Pará. A contaminação do suco acontece quando o inseto portador do protozoário que causa a doença é triturado junto com a fruta. De acordo com o parasitologista Aldo Valente, do Instituto Evandro Chagas (IEC), órgão vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, surtos da doença de Chagas transmitida por via oral acontecem desde 1968.

(Alto risco no açaí. Revista Ciência Hoje, edição 243, 2007)

Com relação ao agente causador e às formas de transmissão da doença de Chagas, está correto afirmar que
Alternativas
Q468920 Biologia
Os rins são responsáveis pela filtração do sangue e pela formação da urina. Ao se comparar a concentração de excretas e outras substâncias no sangue da artéria renal e na veia renal, tem-se que são maiores as concentrações de gás
Alternativas
Q468918 Biologia
Doenças emergentes são aquelas novas que promovem significativo impacto sobre o ser humano, devido à sua gravidade e à potencialidade de deixar sequelas limitadoras e morte ou pelas repercussões sociais relacionadas com a sua prevalência. As doenças reemergentes são as que reaparecem após período de declínio significativo ou com risco de aumento no futuro próximo.

(http://www.medicina.ufmg.br/rmmg/index.php/rmmg/article/viewFile/114/96. Acesso em 20/09/2011.)

A respeito da emergência ou a reemergência de certas doenças, está correto afirmar que, no caso da
Alternativas
Q468917 Biologia
No caso do Brasil, a geração do lixo ainda é, em sua maioria, de procedência orgânica; contudo, nos últimos anos vem se incorporando o modo de consumo de países ricos, o que tem levado a uma intensificação do uso de produtos descartáveis. Sem dúvida, a associação do crescimento populacional à intensa urbanização e às mudanças de consumo estão mudando o perfil do lixo brasileiro. Porém, essa "modernidade" não está sendo acompanhada das medidas necessárias para dar ao lixo gerado um destino adequado. Segundo a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB), realizado em 1989 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o brasileiro convive com a maioria do lixo que produz. São 241.614 toneladas de lixo produzidas diariamente no país. Fica a céu aberto (lixão) 76% de todo esse lixo. Apenas 24% recebe tratamento mais adequado.

(Lixo, desafios e compromissos. http://qnesc.sbq.org.br/online/cadernos/01/lixo.pdf. Acesso em 20/09/2011)

Sobre a questão do lixo, está correto afirmar:
Alternativas
Q468914 Biologia
São consideradas exóticas as espécies animais ou vegetais que se instalam em locais onde não são naturalmente encontradas. As maneiras pelas quais essas espécies chegam e se instalam nessas novas localidades são variadas, mas elas, geralmente, acabam afetando as espécies nativas. Sob certas circunstâncias, as espécies nativas podem até mesmo ser extintas devido à ocorrência de
Alternativas
Q468913 Biologia
Dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que a quantidade de partos em adolescentes de 10 a 19 anos na rede pública caiu 22,4% de 2005 a 2009. O Ministério da Saúde atribui essa tendência às campanhas destinadas aos adolescentes e à ampliação do acesso ao planejamento familiar. Qualquer pessoa pode retirar preservativos nos postos de saúde. Além disso, nesses locais, os adolescentes também recebem o apoio de um profissional de saúde para avaliar qual o método contraceptivo mais adequado ao estilo de vida dos parceiros.

Considerando as características dos métodos anticoncepcionais, as adolescentes devem optar

(Brasil acelera redução de gravidez na adolescência. Portal da Saúde. www.saude.gov.br. Acesso em 20/09/2011.)
Alternativas
Q468912 Biologia
Cientistas descobriram que nas dunas de margens do rio São Francisco, próximo ao povoado de Santo Inácio, Bahia, há duas populações de lagartos parecidos, mas de espécies diferentes. Essas espécies-irmãs, o Tropidurus amathites e o Tropidurus divaricatus, vivem em margens diferentes do rio e apresentam diferenças físicas e genéticas muito pequenas. Tudo indica que há 2 milhões de anos atrás ocorreu a separação de um ancestral comum, talvez em consequência da última era glacial ou então devido a uma alteração no curso do rio.

(Ciência Hoje On-line. Acesso em 26/09/2010)

Em relação ao processo de especiação ocorrido com os lagartos, está correto afirmar:
Alternativas
Q468911 Biologia
Na Biologia há um consenso em torno da hipótese de que a vida surgiu e se diversificou em ambiente aquático e somente depois, de forma gradativa, os organismos conquistaram o ambiente terrestre.

Com relação à conquista do meio terrestre pelos animais cordados, é correto afirmar que
Alternativas
Q468910 Biologia
As diferentes formas de relevo em Minas Gerais, somadas às especificidades de solo e clima, propiciaram paisagens muito variadas, recobertas por vegetações características, adaptadas a cada um dos inúmeros ambientes particulares inseridos no domínio de três biomas brasileiros: o Cerrado, a Mata Atlântica e a Caatinga.

(Instituto Estadual de Florestas. http://www.ief.mg.gov.br/florestas. Acesso em 20/09/2011.)

Sobre esses biomas é correto afirmar:
Alternativas
Q468909 Biologia
Ninguém é só osso, ou só músculo, ou só veias ou nervos. Cada corpo é único e funciona de forma integrada. Cada sistema desempenha uma função que colabora para manter todo o organismo. Quando um desses sistemas não vai bem, o corpo todo reclama. Além disso, há órgãos que podem fazer parar todo o resto quando não estão funcionando. São os chamados órgãos vitais.

(http://crv.educacao.mg.gov.br/sistema_crv/banco_objetos_crv/Sistemas_do_corpo_humano_e_suas_integracoes.pdf)

O exemplo que ilustra corretamente o funcionamento integrado do corpo humano é:
Alternativas
Q468908 Biologia
Durante o chamado Inverno da Fome na Holanda (1944-1945), mulheres grávidas subnutridas geraram crianças com peso abaixo do normal. Anos depois, quando essas crianças já haviam se tornado pessoas adultas e tiveram filhos, verificou-se que os seus bebês nasciam com peso abaixo da média, ainda que todas as mães tivessem recebido uma dieta adequada durante a gravidez. Esse fato sugeriu a possibilidade de ocorrer a transmissão de caracteres adquiridos em seres humanos, o que é compatível com a explicação de
Alternativas
Q468906 Biologia
Alguns constituintes básicos das células, presentes em todos os seres vivos, são moléculas orgânicas de grandes dimensões, as macromoléculas, genericamente conhecidas como carboidratos, lipídios e proteínas que atuam como material estrutural e de reserva dos seres vivos.

Considerando a constituição química geral de plantas e animais, está correto afirmar que
Alternativas
Respostas
4401: B
4402: A
4403: A
4404: C
4405: A
4406: B
4407: C
4408: B
4409: C
4410: B
4411: C
4412: A
4413: B
4414: D
4415: A
4416: D
4417: B
4418: D
4419: A
4420: D