Questões de Concurso
Comentadas para químico
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(I) Limite de detecção (II) Repetitividade (III) Reprodutibilidade (IV) Incerteza de Medição (V) Exatidão (VI) Precisão
(1) Concordância entre o resultado de uma medição e um valor de referência aceito convencionalmente como verdadeiro (2) Grau de concordância entre resultados de medições sucessivas efetuadas sob as mesmas condições de medição (3) Concentração mínima medida de um analito, com 95% ou 99% de confiança, maior que zero. (4) Grau de concordância entre os resultados das medições, de um mesmo mensurando, efetuadas sob condições variadas de medição. (5) Grau de concordância entre indicações ou valores medidos, obtidos por medições repetidas, no mesmo objeto ou em objetos similares, sob condições especificadas. (6) Parâmetro que caracteriza a dispersão dos valores de uma medição atribuídos a um mensurando.
Em relação à cromatografia gasosa, analise as afirmativas abaixo:
I - São solventes utilizados nos processos de extração: éter dietílico, hexano, acetona.
II - É um método físico-químico de separação de misturas cujos processos ocorrem em duas fases, denominadas móvel e plana.
III - É utilizada na identificação e quantificação de compostos orgânicos na água, como agrotóxicos e pesticidas.
Está(ão) correta (s) apenas:
O lançamento de efluentes sem tratamento adequado em corpos hídricos tem promovido o enriquecimento artificial e a perda da qualidade das suas águas, que caracterizam o processo de eutrofização. De acordo com esse assunto, julgue as afirmativas abaixo:
I - Em um monitoramento para se determinar o nível de trofia do corpo hídrico, são essenciais as análises de fósforo total e clorofila a.
II - Um dos inconvenientes da eutrofização é a proliferação de microalgas que podem produzir substâncias que conferem sabor e odor na água, como geosmina e 2-metilisoborneol (MIB).
III - No processo de eutrofização observa-se um aumento acentuado da concentração de oxigênio dissolvido na água.
São corretas as afirmativas:
I- O grosso da matéria orgânica do esgoto doméstico é formado por ácidos graxos, carboidratos e proteínas; o mau cheiro normalmente associado deriva da decomposição das proteínas sob condições aeróbias.
II- O grau de tratamento de efluentes depende da qualidade desse efluente antes de ser lançado no corpo receptor.
III- O tratamento do efluente pode ser dividido apenas em duas partes: tratamento primário e secundário.
IV- O tratamento secundário é empregado para à remoção, via ação biológica, do material em solução de natureza biodegradável.
Hoje, no Dia Mundial da Água, os brasileiros precisam refletir sobre uma triste realidade: o desperdício de água potável em todos os setores, desde as empresas de saneamento até o cotidiano das famílias e das indústrias. O número é alarmante, mas 35,7% de toda água tratada se perdem em virtude de vazamentos, ligações clandestinas, falta de medição ou medições incorretas no consumo. A pesquisa “Perdas de Água: Entraves ao Avanço do Saneamento Básico e Riscos de Agravamento à Escassez Hídrica no Brasil”, realizada pelo Instituto Trata Brasil, aponta que a simples economia de 10% da água perdida geraria uma receita extra anual de R$ 1,3 bilhão, valor equivalente a 42% do investimento realizado em abastecimento de água em todo o Brasil em 2010.
O mapa do desperdício revela que na Região Norte 51,55% de toda água tratada acaba se perdendo, enquanto na Região Nordeste o índice fica em 44,93%, na Região Centro-Oeste está em 32,59% e no Sudeste é de 35,19%. O menor desperdício está na Região Sul, com 32,29% de toda água tratada se perdendo. O fato é que o planeta não tem muito o que comemorar no Dia Mundial da Água, data criada em 1993, durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), como forma de dar vida à proposta apresentada um ano antes, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, que aconteceu no Rio de Janeiro e culminou com a elaboração da Agenda 21.
Lamentavelmente, desde o dia 22 de março de 1993, pouca coisa tem mudado em relação ao desperdício de água no planeta e, mais grave, os governantes têm feito muito pouco para preservar os mananciais hídricos, tanto que até mesmo em regiões bem abastecidas já começam a ocorrer ações de racionamento em virtude do uso indevido da água potável. A iniciativa da ONU é louvável, mas não gera resultados práticos por falta de vontade e, sobretudo, de comprometimento governamental com as políticas públicas de preservação das riquezas naturais.
(Em: <http://www.progresso.com.br/editorial/desperdicio-de-agua-21-03-2013-17, com adaptações.> Acesso em: 14/05/13.)
Acerca da linguagem empregada no texto, marque a alternativa correta.
Hoje, no Dia Mundial da Água, os brasileiros precisam refletir sobre uma triste realidade: o desperdício de água potável em todos os setores, desde as empresas de saneamento até o cotidiano das famílias e das indústrias. O número é alarmante, mas 35,7% de toda água tratada se perdem em virtude de vazamentos, ligações clandestinas, falta de medição ou medições incorretas no consumo. A pesquisa “Perdas de Água: Entraves ao Avanço do Saneamento Básico e Riscos de Agravamento à Escassez Hídrica no Brasil”, realizada pelo Instituto Trata Brasil, aponta que a simples economia de 10% da água perdida geraria uma receita extra anual de R$ 1,3 bilhão, valor equivalente a 42% do investimento realizado em abastecimento de água em todo o Brasil em 2010.
O mapa do desperdício revela que na Região Norte 51,55% de toda água tratada acaba se perdendo, enquanto na Região Nordeste o índice fica em 44,93%, na Região Centro-Oeste está em 32,59% e no Sudeste é de 35,19%. O menor desperdício está na Região Sul, com 32,29% de toda água tratada se perdendo. O fato é que o planeta não tem muito o que comemorar no Dia Mundial da Água, data criada em 1993, durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), como forma de dar vida à proposta apresentada um ano antes, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, que aconteceu no Rio de Janeiro e culminou com a elaboração da Agenda 21.
Lamentavelmente, desde o dia 22 de março de 1993, pouca coisa tem mudado em relação ao desperdício de água no planeta e, mais grave, os governantes têm feito muito pouco para preservar os mananciais hídricos, tanto que até mesmo em regiões bem abastecidas já começam a ocorrer ações de racionamento em virtude do uso indevido da água potável. A iniciativa da ONU é louvável, mas não gera resultados práticos por falta de vontade e, sobretudo, de comprometimento governamental com as políticas públicas de preservação das riquezas naturais.
(Em: <http://www.progresso.com.br/editorial/desperdicio-de-agua-21-03-2013-17, com adaptações.> Acesso em: 14/05/13.)
Considerando a leitura compreensiva do texto, pode-se concluir que:
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