Foram encontradas 1.088 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1661462 Medicina
Paciente com tumor de cólon sigmoide, sem evidência de doença extra-colônica no estadiamento por imagem pré-operatório, foi submetida a retossigmoidectomia vídeolaparoscópica sem intercorrências. Ao analisar o laudo histopatológico do espécime cirúrgico, observamos os seguintes dados: adenocarcinoma moderadamente diferenciado, estadiamento clinico T3 N0 Mx, sem invasão angiolinfatica ou perineural, 7 linfonodos ressecados e livres de neoplasia, margem cirúrgica proximal livre distando 10 cm do tumor e margem cirúrgica distal livre distando 5 cm do tumor. Baseado nos dados supracitados, a melhor conduta neste momento é realizar:
Alternativas
Q1661461 Medicina
Sobre a pesquisa do linfonodo sentinela é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1661460 Medicina
Paciente com carcinoma epidermóide de terço médio de esôfago foi estadiado como cT2 com auxílio de ecoendoscopia. Realizou tomografia computadorizada de tórax, abdome e pelve que evidenciou nódulo de 2cm, captante de contraste, heterogêneo, espiculado e localizado no lobo superior do pulmão esquerdo. Frente a este achado a conduta mais adequada é realizar a:
Alternativas
Q1661459 Medicina
Durante a mobilização do lobo direito do fígado para a realização de uma hepatectomia direita como tratamento de um colangiocarcinoma intrahepático, é necessária ligadura de uma série de pequenas veias que conectam a veia cava inferior retrohepática ao lobo direto do fígado. Estas são chamadas de veias de:
Alternativas
Q1661458 Medicina
Mulher jovem, nulípara, assintomática, realizou uma ultrassonografia solicitada pela ginecologista que evidenciou um tumor hepático hiperecogênico, medindo 4cm, localizado no segmento II. Refere emagrecimento de 4 kg, porém vem fazendo dieta “low-carb” há 6 meses e nega qualquer outro sintoma. Frente ao quadro descrito acima, a hipótese diagnóstica e conduta mais acertadas, respectivamente, são:
Alternativas
Q1661457 Medicina
Idoso, deu entrada no setor de emergência queixando-se de dor abdominal de forte intensidade, de início súbito, há cerca de 12 horas. Ao exame físico notava-se abdome em tábua. Foi realizada rotina radiológica de abdome agudo que evidenciou pneumoperitoneo volumoso. Durante a laparotomia exploradora foi identificada ulceração gástrica perfurada, pré-pilórca (em contato com o piloro), medindo 4 cm no maior diâmetro e grande contaminação da cavidade abdominal. A melhor conduta no caso apresentado é:
Alternativas
Q1661456 Medicina
Dentre as síndromes paraneoplásicas listadas abaixo, a correlação é VERDADEIRA na:
Alternativas
Q1661455 Medicina
Paciente de 56 anos, do sexo masculino, deu entrada no ambulatório de cirurgia oncológica referindo aparecimento de disfagia e emagrecimento importante (acima de 10% do peso corporal). Relata que parou de fumar há cerca de 5 anos e é etilista social de destilados. Trouxe uma esofagograma contrastado, realizado em outra unidade, que relevou afilamento da porção final do esôfago, ao nível da junção esôfago-gástrica. Neste contexto, o primeiro exame a ser solicitado é:
Alternativas
Q1661454 Medicina
Paciente de 40 anos, do sexo feminino, em acompanhamento no ambulatório de endocrinologia e de gastroenterologia, refere aparecimento de diarreia crônica e emagrecimento há cerca de 6 meses. Apesar de diversos exames já realizados, não se identificou a causa da diarreia até o momento. Ao exame físico, nota-se a presença de nódulo cervical anterior, endurecido e aderido a planos profundos. Não foi realizada a punção do nódulo, mas foi realizada a ultrassonografia cervical com dolpplerfluxometria, que indicou a presença de nódulo tireoidiano, localizado no polo superior do lobo esquerdo, com 2,2 cm de maior diâmetro, Chammas IV e com microcalcificações na periferia, além de adenopatia suspeita em cadeia cervical central. Levando em consideração o quadro acima, a histologia mais provável do tumor tireoidiano é:
Alternativas
Q1610317 Português
“Os velhos invejam a saúde e o vigor dos moços, estes não invejam o juízo e a prudência dos velhos: uns conhecem o que perderam, os outros desconhecem o que lhes falta.” (Marquês de Maricá)
Assinale a alternativa que representa a colocação pronominal do vocábulo em destaque:
Alternativas
Q1252137 Matemática

Os seis triângulos que aparecem na figura são equiláteros, com bases no segmento AB que mede 36 cm.

Imagem associada para resolução da questão

A soma dos perímetros dos triângulos, em cm, é:

Alternativas
Q1252136 Matemática
Uma prova com questões de múltipla escolha foi realizada por 100 candidatos em um concurso. O número médio de acertos foi 68. Após um recurso, uma questão foi anulada, isto é, a questão foi considerada correta para todos os candidatos, e a média passou de 68 para 68,4 pontos. O número de candidatos que tinham errado a questão anulada foi de:
Alternativas
Q1252135 Matemática
Uma residência possui duas caixas-d'água que, quando cheias, são capazes de abastecer a casa por 15 dias. Sabendo-se que uma caixa tem o dobro do volume da outra, a menor está completamente cheia e a maior está com metade de sua capacidade, o tempo de abastecimento dessa casa é
Alternativas
Q1252133 Raciocínio Lógico
Antônio, Bruno e Carlos correram uma maratona. Logo após a largada, Antônio estava em primeiro lugar, Bruno em segundo lugar e Carlos em terceiro lugar. Durante a corrida Bruno e Antônio trocaram de posição 5 vezes, Bruno e Carlos trocaram de posição 4 vezes e Antônio e Carlos trocaram de posição 7 vezes. A ordem de chegada foi
Alternativas
Q1252132 Matemática
No reticulado formado por quadradinhos de lado 1 cm foi desenhado o triângulo ABC, cujos vértices coincidem com vértices do quadriculado, como mostra a figura abaixo.
Imagem associada para resolução da questão
É correto afirmar que o
Alternativas
Q1252131 Raciocínio Lógico
Considere a sequência numérica a0 ,a1 .... em que a0 = 1, a1 = 2 e an+1 = an / an-1, n> 1. O termo a2019 é:
Alternativas
Q1252129 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
   Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
   Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
   Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
O trecho destacado em por mais complexa [...] que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou (3º parágrafo) está corretamente reescrito em:
Alternativas
Q1252128 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
   Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
   Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
   Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. (4º parágrafo)
Está correta a seguinte redação alternativa para a frase acima: Simbolicamente, imagina-se alguém que só
Alternativas
Q1252127 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
   Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
   Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
   Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
Um segmento textual está corretamente substituído em:
Alternativas
Q1252125 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
   Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
   Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
   Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
Considere os seguintes trechos:
Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. (2º parágrafo) “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!” (5º parágrafo)
Nos contextos em que são empregados, os termos Talvez e Qualquer atribuem aos elementos a que se vinculam, respectivamente, sentidos de
Alternativas
Respostas
721: A
722: E
723: C
724: D
725: B
726: A
727: D
728: C
729: E
730: C
731: E
732: C
733: E
734: B
735: D
736: A
737: D
738: B
739: A
740: A