Questões de Concurso Comentadas para técnico de manutenção

Foram encontradas 408 questões

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Q2742450 Português

Texto I


Energia nuclear: ontem e hoje

Guerra e paz

O sucesso do primeiro reator nuclear pode ser comparável em importância à descoberta do fogo, à invenção da máquina a vapor, do automóvel ou avião ou, mais modernamente, à difusão da internet pelo mundo – afinal, tornou possível usar a enorme quantidade de energia armazenada no núcleo atômico.

As circunstâncias daquele momento fizeram com que essa energia fosse primeiramente empregada na guerra, com a produção de três bombas atômicas – duas lançadas sobre o Japão, em agosto de 1945, pondo fim ao conflito. Mas, terminada a “guerra quente” – e iniciada a Guerra Fria –, os reatores nucleares, já a partir de 1950, passaram a ser construídos com propósitos pacíficos.

Mais potentes e tecnologicamente avançadas, essas máquinas começaram a produzir diversos elementos radioativos (molibdênio e iodo, por exemplo) que eram incorporados em quantidades adequadas a produtos farmacêuticos (radiofármacos), que passaram a ser usados na medicina nuclear para diagnóstico e tratamento de doenças.

Na década de 1950, surgiram vários reatores para gerar eletricidade, trazendo bem‐estar e conforto às populações. O pioneiro foi Obminsk (Rússia), em 1954, e, dois anos depois, Calder Hall (Reino Unido), primeira usina nuclear de larga escala, que funcionou por 50 anos.

(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)


Texto II


A reação brasileira

Ainda em 1954, foi lançado ao mar o primeiro submarino com propulsão nuclear, o Nautilus, dos EUA. Pouco depois, vieram navios como o Savannah (EUA, 1962) e o Otto Hahn (Alemanha, 1964) – este último era capaz de navegar impressionantes 40 mil km com apenas 2 kg de urânio‐235.

O Brasil reagiu a esses fatos. Aqui, foram criados, a partir de 1949, institutos e centros de pesquisa voltados fundamentalmente para as questões nucleares. Nessas instituições, tiveram lugar a construção e operação dos primeiros reatores nucleares do país, voltados tanto para a produção de radiofármacos quanto para a pesquisa e formação de pessoal especializado.

Em 1957, o primeiro reator nuclear da América Latina, o IEA‐R1, entrou em operação no então Instituto de Energia Atômica (IEA) – atualmente, Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) na Universidade de São Paulo.

Em 1960, começou a funcionar o reator Triga Mark‐1, no então Instituto de Pesquisas Radioativas (IPR) – hoje, Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) –, na Universidade Federal de Minas Gerais. Cinco anos depois, foi a vez, no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do primeiro reator de pesquisa totalmente construído por empresa brasileira, o Argonauta, no Instituto de Engenharia Nuclear (IEN).

Em 1988, o Brasil inaugurou seu primeiro reator nuclear genuinamente nacional, o Ipen/MB‐01, resultado de parceria entre pesquisadores do Ipen e da Marinha do Brasil. O objetivo primordial daquela máquina, além da pesquisa, é formar recursos humanos.

Atualmente, o Brasil conta com duas unidades nucleares de grande porte para geração de eletricidade: Angra I, em funcionamento há 30 anos, e Angra II, a partir de 2000. Também localizado em Angra dos Reis (RJ), o reator Angra III, em construção, está previsto para entrar em funcionamento em 2016.

(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)


Texto III


O presente e o futuro dos exames de imagem


Para o professor Celso Darío Ramos, do Departamento de Radiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem. Um exemplo citado por ele é PET‐CT, equipamento que possibilita, ao mesmo tempo, indicar a função biológica de determinado órgão do corpo, por meio da tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons), bem como mostrar a anatomia de várias partes do corpo, com o auxílio do CT (tomografia computadorizada).

Celso explica que tanto a tomografia por emissão de pósitrons quanto a computadorizada utilizam radiação para produzir imagens. No caso da medicina nuclear, essa radiação é captada dentro do próprio corpo do paciente graças à injeção de um radiofármaco, uma espécie de glicose que emite uma fraca radiação. “Para analisar um tumor, por exemplo, quanto mais agressivo, mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. Com isso, o equipamento vai identificar as características desse tumor, desde a sua fisiologia ao seu grau de agressividade. Com a medicina nuclear é possível fazer imagens do cérebro para avaliar doenças, bem como da distribuição do sangue no coração”, exemplifica o especialista.

(Disponível em: http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/06/para‐especialistas‐medicina‐nuclear‐ditara‐futuro‐dos‐exames‐de‐imagem.html.)


Texto IV para responder às questões de 16 a 20.


A rosa de Hiroshima


Pensem nas crianças

Mudas telepáticas

Pensem nas meninas

Cegas inexatas

Pensem nas mulheres

Rotas alteradas

Pensem nas feridas

Como rosas cálidas

Mas oh não se esqueçam

Da rosa da rosa

Da rosa de Hiroshima

A rosa hereditária

A rosa radioativa

Estúpida e inválida

A rosa com cirrose

A antirrosa atômica

Sem cor sem perfume

Sem rosa, sem nada.

(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)

Considerando as relações de coerência estabelecidas por determinadas palavras, indique o par de trechos destacados (textos III e IV) cuja relação indicada pelos termos grifados é a mesma.

Alternativas
Q2742449 Português

Texto I


Energia nuclear: ontem e hoje

Guerra e paz

O sucesso do primeiro reator nuclear pode ser comparável em importância à descoberta do fogo, à invenção da máquina a vapor, do automóvel ou avião ou, mais modernamente, à difusão da internet pelo mundo – afinal, tornou possível usar a enorme quantidade de energia armazenada no núcleo atômico.

As circunstâncias daquele momento fizeram com que essa energia fosse primeiramente empregada na guerra, com a produção de três bombas atômicas – duas lançadas sobre o Japão, em agosto de 1945, pondo fim ao conflito. Mas, terminada a “guerra quente” – e iniciada a Guerra Fria –, os reatores nucleares, já a partir de 1950, passaram a ser construídos com propósitos pacíficos.

Mais potentes e tecnologicamente avançadas, essas máquinas começaram a produzir diversos elementos radioativos (molibdênio e iodo, por exemplo) que eram incorporados em quantidades adequadas a produtos farmacêuticos (radiofármacos), que passaram a ser usados na medicina nuclear para diagnóstico e tratamento de doenças.

Na década de 1950, surgiram vários reatores para gerar eletricidade, trazendo bem‐estar e conforto às populações. O pioneiro foi Obminsk (Rússia), em 1954, e, dois anos depois, Calder Hall (Reino Unido), primeira usina nuclear de larga escala, que funcionou por 50 anos.

(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)


Texto II


A reação brasileira

Ainda em 1954, foi lançado ao mar o primeiro submarino com propulsão nuclear, o Nautilus, dos EUA. Pouco depois, vieram navios como o Savannah (EUA, 1962) e o Otto Hahn (Alemanha, 1964) – este último era capaz de navegar impressionantes 40 mil km com apenas 2 kg de urânio‐235.

O Brasil reagiu a esses fatos. Aqui, foram criados, a partir de 1949, institutos e centros de pesquisa voltados fundamentalmente para as questões nucleares. Nessas instituições, tiveram lugar a construção e operação dos primeiros reatores nucleares do país, voltados tanto para a produção de radiofármacos quanto para a pesquisa e formação de pessoal especializado.

Em 1957, o primeiro reator nuclear da América Latina, o IEA‐R1, entrou em operação no então Instituto de Energia Atômica (IEA) – atualmente, Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) na Universidade de São Paulo.

Em 1960, começou a funcionar o reator Triga Mark‐1, no então Instituto de Pesquisas Radioativas (IPR) – hoje, Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) –, na Universidade Federal de Minas Gerais. Cinco anos depois, foi a vez, no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do primeiro reator de pesquisa totalmente construído por empresa brasileira, o Argonauta, no Instituto de Engenharia Nuclear (IEN).

Em 1988, o Brasil inaugurou seu primeiro reator nuclear genuinamente nacional, o Ipen/MB‐01, resultado de parceria entre pesquisadores do Ipen e da Marinha do Brasil. O objetivo primordial daquela máquina, além da pesquisa, é formar recursos humanos.

Atualmente, o Brasil conta com duas unidades nucleares de grande porte para geração de eletricidade: Angra I, em funcionamento há 30 anos, e Angra II, a partir de 2000. Também localizado em Angra dos Reis (RJ), o reator Angra III, em construção, está previsto para entrar em funcionamento em 2016.

(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)


Texto III


O presente e o futuro dos exames de imagem


Para o professor Celso Darío Ramos, do Departamento de Radiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem. Um exemplo citado por ele é PET‐CT, equipamento que possibilita, ao mesmo tempo, indicar a função biológica de determinado órgão do corpo, por meio da tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons), bem como mostrar a anatomia de várias partes do corpo, com o auxílio do CT (tomografia computadorizada).

Celso explica que tanto a tomografia por emissão de pósitrons quanto a computadorizada utilizam radiação para produzir imagens. No caso da medicina nuclear, essa radiação é captada dentro do próprio corpo do paciente graças à injeção de um radiofármaco, uma espécie de glicose que emite uma fraca radiação. “Para analisar um tumor, por exemplo, quanto mais agressivo, mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. Com isso, o equipamento vai identificar as características desse tumor, desde a sua fisiologia ao seu grau de agressividade. Com a medicina nuclear é possível fazer imagens do cérebro para avaliar doenças, bem como da distribuição do sangue no coração”, exemplifica o especialista.

(Disponível em: http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/06/para‐especialistas‐medicina‐nuclear‐ditara‐futuro‐dos‐exames‐de‐imagem.html.)


Texto IV para responder às questões de 16 a 20.


A rosa de Hiroshima


Pensem nas crianças

Mudas telepáticas

Pensem nas meninas

Cegas inexatas

Pensem nas mulheres

Rotas alteradas

Pensem nas feridas

Como rosas cálidas

Mas oh não se esqueçam

Da rosa da rosa

Da rosa de Hiroshima

A rosa hereditária

A rosa radioativa

Estúpida e inválida

A rosa com cirrose

A antirrosa atômica

Sem cor sem perfume

Sem rosa, sem nada.

(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)

Considerando que o poema “A rosa de Hiroshima”, de Vinicius de Moraes, faz uma referência ao uso da energia nuclear citado no texto I “Energia nuclear: ontem e hoje”, por ocasião da guerra, é correto afirmar que, em relação ao texto III “O presente e o futuro dos exames de imagem”, existe uma

Alternativas
Q187480 Mecânica
Relacione os tipos de protetores faciais com o tipo de proteção oferecida.
I – Protetor facial com lente transparente de policarbonato.
II – Protetor facial com lente escura.
III – Protetor facial aluminizado.

P – Proteção contra radiações luminosas intensas, infra-vermelhas e ultravioletas.
Q – Proteção contra elementos irritantes e agressivos à vista com respiração auxiliada por filtros.
R – Proteção contra impactos e estilhaços de peças ou materiais.
S – Proteção contra respingos de produtos químicos e impactos de partículas líquidas.
A associação correta é:

Alternativas
Q187479 Mecânica
Sobre os procedimentos para a montagem de tubulações, analise as afirmativas a seguir.
I – Antes do início da montagem de qualquer sistema de tubulações, devem ser instaladas, em suas bases, todos os equipamentos que sejam ligados às tubulações.
II – As ancoragens devem ser soldadas antes dos serviços de montagem, alinhamento e nivelamento das tubulações para dotar o sistema com maior rigidez estrutural.
III – Os desalinhamentos entre eixos de tubos não são corrigidos para um sistema de tubulações de aço carbono devido à grande deformabilidade deste material.
É correto o que se afirma em

Alternativas
Q187478 Mecânica
Sobre os métodos e procedimentos de análise de óleo adotados na manutenção, analise as afirmativas a seguir.
I – Para uma turbina a vapor, a contaminação do óleo por condensado é um aspecto relevante na análise de óleo, assim como, para um motor de combustão, a diluição por combustível possui aspecto significativo.

II – A verificação de água e sedimento possui utilidade prática quando o óleo é coletado de um ponto baixo do sistema onde se encontra estagnado.

III – A ferrografia é adotada na avaliação das condições de desgaste dos equipamentos, tendo como base a análise de partículas presentes no óleo.
É correto o que se afirma em

Alternativas
Q187477 Mecânica
Sobre os procedimentos de instalação de máquinas e equipamentos mecânicos, analise as afirmativas a seguir.
I – Um dos cuidados adotados na lubrificação é retirar os lubrificantes dos tambores imediatamente após o transporte.
II – Os testes em branco correspondem a uma revisão geral da montagem, promovida individualmente para cada equipamento.
III – A verificação dos limites de fim de curso e de parada é um exemplo de teste em vazio.
É correto o que se afirma em

Alternativas
Q187473 Mecânica
O tipo de engrenamento adotado na conversão de um movimento rotacional a linear é feito por:

Alternativas
Q187472 Mecânica
Em relação aos mancais de deslizamento, NÃO representa uma vantagem a adoção de mancais de rolamento o fato de possuírem

Alternativas
Q187469 Mecânica
Sobre a adoção de materiais metálicos na indústria de processos, analise as afirmativas a seguir.
I – Uma das aplicações do ferro fundido maleável está na fabricação de conexões de tubulações para pequenos diâmetros e baixas pressões.
II – Em água salgada, o cobre permanece livre de incrustações, pois a ligeira corrosão que ocorre libera compostos que eliminam os organismos causadores das incrustações.
III – A corrosão sob tensão é um dos grandes problemas verificados em aços inoxidáveis austeníticos, quando em contato com meios corrosivos agressivos como água salgada e ácido clorídrico.
É correto o que se afirma em

Alternativas
Q187464 Mecânica de Autos
Um técnico precisa escolher um motor de indução que gire à velocidade síncrona de 3.600 rpm para instalar em uma linha de 380 V (60 Hz). Qual o número de polos desse motor?

Alternativas
Q187463 Mecânica
Entre os principais sensores utilizados em instrumentação estão:
I – as placas de orifício que, através da medição do diferencial de pressão, permitem calcular a vazão do fluido;
II – os annubars que, assim como as placas de orifício, permitem determinar a vazão do fluido;
III – os ultrassônicos, que permitem determinar o nível de reservatórios;
IV – os termopares, que permitem medir a temperatura em fornos e caldeiras.
São corretos os fatores

Alternativas
Q187462 Mecânica
Sobre os fatores que influenciam na lubrificação de engrenagens fechadas, citam-se:
I – o tipo de engrenamento, onde a direção do engrenamento age no sentido de criar uma cunha de óleo;
II – a rotação do pinhão, onde a velocidade influencia a formação e a manutenção da cunha de óleo;
III – a potência transmitida, que influencia na pressão e, consequentemente, na viscosidade do óleo;
IV – o tipo de acionamento, onde um torque alternado ou variável pode exigir o uso de um óleo menos viscoso.
São corretos APENAS os fatores

Alternativas
Q187461 Mecânica
Ao fazer a manutenção corretiva de um mancal de comando de válvula, em um motor a combustão interna, um técnico consulta o almoxarifado da empresa e recebe a informação de que não existe peça sobressalente em estoque. Considerando o tempo para a chegada de uma nova peça, a urgência do serviço e a condição de trabalho sob lubrificação de contorno a que está submetido o mancal, esse técnico decide fabricar uma nova peça cujo material (ou liga) mais adequado(a) é o

Alternativas
Q187459 Mecânica
Um soldador aplicou uma velocidade de soldagem muito alta durante o processo de união de duas placas através de uma junta com ângulo de chanfro pequeno, o que resultou em descontinuidades estruturais na forma de

Alternativas
Q187458 Mecânica
Para a soldagem de topo de tubos de aço inoxidável, um técnico optou pelo processo TIG, escolhendo o metal de adição de especificação AWS A 5.22. Considerando que o equipamento empregado é para soldagem por corrente contínua, afirma-se que
I – a remoção de qualquer contaminação existente no metal base deve anteceder ao processo de soldagem.
II – o ignitor de alta frequência deve permanecer ligado após a abertura do arco.
III – entre as principais variáveis a serem controladas estão o comprimento do arco e a vazão de gás de proteção.
IV – quanto maior a corrente, maior será a penetração e a largura do cordão.
Está correto APENAS o que se afirma em

Alternativas
Q187455 Mecânica
Os cálculos de operação em processos de usinagem devem levar em conta, entre outros parâmetros, a potência do motor da máquina que será utilizada, objetivando obter o máximo de rendimento. Qual a máxima potência que poderá ser consumida durante um processo de torneamento cuja potência do motor seja igual a 2 CV, o rendimento do motor seja igual a 80%, o rendimento da transmissão seja igual a 50% e o rendimento da máquina seja igual a 80%?

Alternativas
Q187453 Mecânica
O sucesso na fabricação de componentes mecânicos depende diretamente de vários fatores de projeto e de operação, dentre os quais se destaca a indicação correta das tolerâncias dimensionais e geométricas das peças. Assim, a coaxialidade é uma tolerância geométrica de

Alternativas
Q187452 Mecânica
A maioria das operações de forjamento são realizadas a quente, excetuando-se algumas peças pequenas que também podem ser produzidas por forjamento a frio, como parafusos e pinos. No forjamento por matriz fechada o(a)

Alternativas
Q187451 Noções de Informática
Considere a suíte Microsoft Office 2003 para responder às questões de nos 16 a 20.   

Se o Microsoft PowerPoint não suportar um tipo específico de mídia ou recurso e não conseguir tocar um arquivo de som, é possível tentar tocá-lo no Microsoft Windows Media Player, que faz parte do Microsoft Windows e toca arquivos de multimídia no PowerPoint quando são inseridos na apresentação como um

Alternativas
Q187450 Noções de Informática
Considere a suíte Microsoft Office 2003 para responder às questões de nos 16 a 20.   

Utilizando o Microsoft Excel, os usuários podem executar, entre outras, as seguintes tarefas:
I - copiar uma tabela do Word para o Excel por meio da área de transferência do Office;
II - consolidar dados de várias planilhas do Excel em uma única planilha;
III - gravar narrativas online durante a apresentação de uma planilha na Web;
IV - alterar o modo como os dados de tabela dinâmica ou gráfico dinâmico são resumidos.
Estão corretas as tarefas

Alternativas
Respostas
381: E
382: A
383: E
384: A
385: C
386: D
387: B
388: E
389: E
390: A
391: E
392: D
393: C
394: C
395: E
396: B
397: C
398: D
399: B
400: D