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Q2911375 Auditoria

Dadas as afirmações em relação à auditoria,


I. O auditor deve obter carta que evidencie a responsabilidade da administração quanto às informações e dados e à preparação e apresentação das demonstrações contábeis submetida aos exames de auditoria.

II. É objetivo da auditoria interna prevenir fraudes ou roubos, sendo que sempre que tiver quaisquer indícios ou comprovações deverá informar a administração, de forma reservada e por escrito.

III. Considerando a auditoria interna, sua função é exclusivamente de validar os processos e transações realizadas, sem ter como objetivo assistir à administração da entidade no cumprimento de suas atribuições.

IV. O auditor interno deve relatar as não-conformidades sem emitir opinião ou sugestões para que sejam feitas as correções ou melhorias necessárias.


verifica-se que

Alternativas
Q2911373 Auditoria

Dadas as afirmações a seguir,


I. O auditor interno é funcionário da empresa, mas como executa auditoria contábil e operacional, deve ter uma certa independência dentro da entidade. Se for subordinado ao departamento contábil ou administrativo, pode sofrer pressões quando da execução de seus trabalhos. Assim, para ter o maior grau possível de independência, deveria ser subordinado à presidência da empresa.

II. A auditoria externa é feita por um profissional totalmente independente da empresa auditada. O objetivo do auditor externo é emitir uma opinião (chamado parecer) sobre as demonstrações financeiras.

III. Fraude é o ato intencional de omissão praticado para manipular documentos, registros e relatórios.

IV. Demonstrações contábeis com não-obediência a princípios contábeis relevantes geram parecer com ressalva.


verifica-se que estão corretas

Alternativas
Q2851782 Noções de Informática
not valid statement found

Na barra de ferramentas Padrão são encontrados os botões com as funções de

Alternativas
Q2851780 Noções de Informática
not valid statement found

As indicações na figura da barra de Status, barra de Menu, barra ferramentas Formatação e barra de Título estão representadas, respectivamente, pelos números

Alternativas
Q2851778 Noções de Informática
not valid statement found

Dadas as afirmativas a seguir,


I. No quadro 1 está selecionado à miniatura do slide 1. Para inserir um novo slide, basta pressionar a tecla ENTER.

II. O quadro 2 representa o Painel de slide.

III. O quadro 3 representa a área para anotações que será visualizada na apresentação ativada pela tecla F5.

IV. A inserção de um novo slide poderá ser feita pela combinação de teclas Ctrl+M.


verifica-se que apenas estão corretas

Alternativas
Q2851771 Noções de Informática

Nas questões abaixo, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que todos os programas mencionados estão em configuração-padrão, em português, que o mouse está configurado para pessoas destras e que expressões como clicar, clique simples e clique duplo referem-se a cliques com o botão esquerdo do mouse. Considere também que não há restrições de proteção e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios e equipamentos mencionados.

Assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q2851769 Noções de Informática

Nas questões abaixo, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que todos os programas mencionados estão em configuração-padrão, em português, que o mouse está configurado para pessoas destras e que expressões como clicar, clique simples e clique duplo referem-se a cliques com o botão esquerdo do mouse. Considere também que não há restrições de proteção e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios e equipamentos mencionados.

Dadas as afirmativas abaixo,


I. O Word e o Excel são aplicativos de software do tipo editor de planilhas.

II. O Internet Explorer é um software apropriado para visualização e edição de arquivos do tipo texto.

III. O Windows XP é um software do tipo sistema operacional, responsável por controlar todo o funcionamento do computador.


está correto o que se afirma em

Alternativas
Q2851744 Português

Analisando as proposições sobre o fragmento abaixo,


“A jovem, descontrolada, insistiu:

– Me dá esse papel aí.”


I. Transpondo a fala da personagem para o discurso indireto, ter-se-á: “A jovem, descontrolada, insistiu em que lhe desse aquele papel ali.”

II. Ocorre no fragmento uma próclise indevida.

III. O verbo empregado na fala da personagem está no presente do indicativo.

IV. O fragmento está na forma de discurso indireto livre.


encontram-se informações corretas em

Alternativas
Q2851740 Português

“É hora de começar a ter vergonha de ser esse rebanho iludido e bobo que corre atrás de miragens e pensa que não tem o direito de reivindicar nada melhor.”

(Lya Luft)


Destacou-se, no fragmento acima, respectivamente,

Alternativas
Q2851739 Português

“Os brasileiros vibraram com a seleção feminina de futebol na copa do mundo. A questão é se esse esporte pode um dia se tornar popular no país.”

(Veja, 10 out. 2007)


Os termos preposicionados (com a seleção feminina, de futebol, do mundo), no fragmento acima, são, respectivamente,

Alternativas
Q2851736 Português

A questão 09 refere-se ao texto seguinte.


Rios sem discurso

A Gabino Alejandro Carriedo


Quando um rio corta, corta-se de vez

o discurso-rio de água que ele fazia;

cortado, a água se quebra em pedaços,

em poços de água, em água paralítica.

Em situação de poço, a água equivale

a uma palavra em situação dicionária:

isolada, estanque no poço dela mesma;

e porque assim estanque, estancada;

e mais: porque assim estancada, muda,

e muda porque com nenhuma comunica,

porque cortou-se a sintaxe desse rio,

o fio de água por que ele discorria.


MELO NETO, João Cabral de. A educação pela pedra

E depois. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1997.

Marque a opção incorreta sobre o texto.

Alternativas
Q2851734 Português

Dadas as construções a seguir,


I. 30% de meus colegas de faculdade era de esquerda.

II. Mesmo com a grande carga de estudo, todos, havia muito tempo, faziam trabalho voluntário.

III. A maioria se desculpou dizendo que se cansou de ajudar os outros.

IV. Em todas as áreas, haviam muito mais dificuldades para as mulheres do que hoje.

V. Não se faz mais jovens como antigamente.


assinale a seqüência em que há violação à concordância verbal.

Alternativas
Q2851729 Português

As questões de 03 a 06 referem-se ao texto seguinte.


1 ___ “Junto ao tapume da construção, formara-se um grupo

de populares, falando pouco, em voz baixa. A obra parara.

3 Mas, das imediações, vinha o mesmo ruído de serra e de

elevador transportando material, em outras obras que nada

5 tinham com o caso.

O caso era de Sebastião Raimundo (como informou em

7 três linhas, na manhã seguinte, o jornal), que trabalhava no

sétimo andar e, descuidando-se, caíra ao solo. Aí viveu

9 ainda o tempo necessário para que o telefone mais próximo

chamasse a assistência, e a ambulância chegasse,

11 verificando o óbito.

Como não houvesse mais nada a fazer, deixou-se o

13 corpo na mesma posição, à espera de outro veículo, que o

transportasse ao necrotério. Algumas horas depois, era

15 removido.

No intervalo, curiosos procuravam ver, e não viam. O

17 rapaz tombara dentro da área da construção, e a portinhola

do tapume estava cerrada.”

(Carlos Drummond de Andrade)

Dadas as assertivas,


I. Os jornais se ocupam largamente de noticiar os acidentes.

II. O operário tem um enterro singelo.

III. Morto o operário, mesmo assim a obra tem de prosseguir.

IV. Os transeuntes aglomeraram-se no local do acidente.


quais estão corretas?

Alternativas
Q2851725 Português

As questões de 03 a 06 referem-se ao texto seguinte.


1 ___ “Junto ao tapume da construção, formara-se um grupo

de populares, falando pouco, em voz baixa. A obra parara.

3 Mas, das imediações, vinha o mesmo ruído de serra e de

elevador transportando material, em outras obras que nada

5 tinham com o caso.

O caso era de Sebastião Raimundo (como informou em

7 três linhas, na manhã seguinte, o jornal), que trabalhava no

sétimo andar e, descuidando-se, caíra ao solo. Aí viveu

9 ainda o tempo necessário para que o telefone mais próximo

chamasse a assistência, e a ambulância chegasse,

11 verificando o óbito.

Como não houvesse mais nada a fazer, deixou-se o

13 corpo na mesma posição, à espera de outro veículo, que o

transportasse ao necrotério. Algumas horas depois, era

15 removido.

No intervalo, curiosos procuravam ver, e não viam. O

17 rapaz tombara dentro da área da construção, e a portinhola

do tapume estava cerrada.”

(Carlos Drummond de Andrade)

Dadas as assertivas,


I. O operário encontrou a morte ao acaso, uma vez que abusou da sorte.

II. A morte do operário foi manchete do dia.

III. Um caso de morte desse tipo paralisa todas as atividades.

IV. O primeiro período mostra a inquietude dos transeuntes, que se assustaram com o fato.


quais estão erradas?

Alternativas
Q2851724 Português

A questão 02 refere-se ao texto seguinte.


1 ___ “O crescimento vegetativo ou natural da população,

também chamado de movimento demográfico vertical,

3 corresponde à diferença entre a taxa de natalidade e a taxa

de mortalidade num certo período. Pode ser positivo, quando

5 o número de nascimentos é maior, ou negativo, se a

mortalidade for maior. Esse número varia muito de um país

7 para outro em função das desigualdades socioeconômicas e

também oscilou muito ao longo da história.”

(GUIBUR, André. Época. Fascículo III. 2007)


Dadas as assertivas,


I. O ou (linha 1) tem valor de adição; por isso, o verbo corresponder (linha 3) está no singular.

II. Em vez de vírgula após a palavra maior (linha 5), o sinal de pontuação mais adequado seria o ponto-evírgula, pois há no interior do período orações intercaladas.

III. Em “desigualdades socioeconômicas” (linha 7), as palavras são formadas pelo processo de derivação prefixal e aglutinação, respectivamente.

IV. Há dois dígrafos consonantais no último período.


quais são verdadeiras?

Alternativas
Ano: 2007 Banca: CONSULPLAN Órgão: CEPISA
Q1224002 Português
A fadiga da informação
Há uma nova doença no mundo: a fadiga da informação. Antes mesmo da Internet, o problema já era sério, tantos e tão velozes eram os meios de informação existentes, trafegando nas asas da eletrônica, da informática, dos satélites. A Internet levou o processo ao apogeu, criando a nova espécie dos internautas e estourando os limites da capacidade humana de assimilar os conhecimentos e os acontecimentos deste mundo. Pois os instrumentos de comunicação se multiplicaram, mas o potencial de captação do homem – do ponto de vista físico, mental e psicológico – continua restrito. Então, diante do bombardeio crescente de informações, a reação de muitos tende a tornar-se doentia: ficam estressados, perturbam-se e perdem em eficiência no trabalho. 
Já não se trata de imaginar que esse fenômeno possa ocorrer. Na verdade, a síndrome da fadiga da informação está em plena evidência, conforme pesquisa que acaba de ser feita, nos Estados Unidos, na Inglaterra e em outros países, junto a 1.300 executivos. Entre os sintomas da doença apontam-se a paralisia da capacidade analítica, o aumento das ansiedades e das dúvidas, a inclinação para decisões equivocadas e até levianas.
(...)
É claro que esse processo não vai estancar e muito menos regredir. A informação não poderia estar à margem do mercado competitivo. Não há dúvida, porém, de que precisamos aprender a filtrá-la, a ajustá-la ao nosso metabolismo de público-alvo. A eletrônica e a informática estão a nosso serviço, mas não substituem as limitações orgânicas, cerebrais e emocionais do homem. A informação nos faz também sentir as dores do mundo, onde quer que ocorram sob a forma de calamidades, tragédias, adversidades coletivas ou individuais.
(Augusto Marzagão – Revista da Comunicação, Rio de Janeiro, ano 12, nº46, novembro/96, p.20-21)
Em relação ao processo de formação das palavras, sabemos que tal processo ocorre com (entre outros) acréscimo de prefixos. Considerando tal informação, assinale a opção em que os prefixos das palavras têm o mesmo significado entre si: 
Alternativas
Ano: 2007 Banca: FUNRIO Órgão: SUFRAMA
Q1209760 Português
AMAZÔNIA, ECOCÍDIO ANUNCIADO Frei Betto
"Não existe cana na Amazônia. Não temos conhecimento de nenhum projeto na região, nem recente nem antigo", afirmou Reinhold Stephanes, ministro da Agricultura, dando eco ao boato oficial de que a cana se mantém distante da floresta (O Globo, 29-07-2007).
Dados oficiais revelam que o plantio de cana-de-açúcar avança sobre a Amazônia, apesar das negativas do governo  federal. Projetos sucroalcooleiros instalados no Acre, Maranhão, Pará e Tocantins vivem momento de expansão acelerada. A região não só é fértil como também competitiva. Lula se equivocou ao afirmar que a cana "fica muito distante da Amazônia".
Segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento – Conab –, vinculada ao Ministério da Agricultura, a safra de cana na Amazônia Legal – que compreende estados como Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins –, aumentou de 17,6 milhões de toneladas para 19,3 milhões de toneladas no período 2007/2008.
Esse cultivo na Amazônia atrai, inclusive, investidores estrangeiros. O fundo de investimento Cooper Fund, de aposentadas estadunidenses, agora é sócio do grupo TG Agro Industrial/Costa Pinto, que produz álcool em Aldeias Altas, no Maranhão. No município de Campestre do Maranhão, o empresário Celso Izar, da Maity Bioenergia, negocia com investidores estrangeiros quatro projetos, cada um orçado em US$ 130 milhões, para produzir 1,2 milhão de toneladas de cana. A empresa produz atualmente um milhão de toneladas.
O Greenpeace acredita que o governo não tem condições de fazer valer a proibição do plantio de cana na Amazônia. Ainda que haja leis proibitivas, como o governo pretende fiscalizar? Não basta proibir, é preciso inibir o plantio. Seria bem mais eficiente se o governo levasse a efeito o que cogitou o presidente Lula: fechar a torneira dos bancos públicos aos investidores e parar de liberar financiamentos. Só assim seria possível coibir novos projetos.
Outro problema grave na região amazônica é a extração ilegal de madeira nobre: ipê, cedro, freijó, angelim, jatobá. A cada dia, 3.500 caminhões circulam no interior da floresta, carregando madeira ilegal. Com a escassez no mundo, o preço do metro cúbico da madeira retirada da Amazônia é pago, pelos madeireiros aos proprietários da área, em média R$ 25 por metro cúbico. Depois, eles serram e exportam em pranchas ou blocos quadrados.
Na Europa, a mesma madeira é vendida pelos comerciantes locais aos fabricantes de móveis ou consumidores comuns a um preço equivalente a R$ 3.200 o metro cúbico. Uma diferença de 1.280%!! O Brasil é o segundo maior exportador de madeira do mundo, atrás da Indonésia.
Nos últimos 37 anos, desde que a ditadura acionou a corrida para a Amazônia, foram desmatados 70 milhões de hectares, dos quais 78% são ocupados por 80 milhões de cabeças de gado. No entanto, pela madeira exportada o Brasil amealhou apenas US$ 2,8 bilhões.
Menos do que um ano de exportações da Embraer, fabricante de aviões.
Pecuaristas desmatam para abrir pasto. Basta conferir. Os maiores produtores de carne estão exatamente nos municípios paraenses onde há mais desmatamento: São Félix do Xingu, Conceição do Araguaia, Marabá, Redenção, Cumaru do Norte, Ourilândia e Palestina do Pará. Detalhe: 62% dos casos de trabalho escravo ocorrem em fazendas de pecuária.
Grandes empresas, que possuem vastas extensões de terra na Amazônia legal, desmatam para plantar eucalipto e transformá-lo em carvão vegetal destinado às suas siderúrgicas na região. Põem abaixo a floresta tropical mais rica em biodiversidade do mundo e implantam o monocultivo de eucalipto, sem nenhuma diversidade vegetal, e o transformam em carvão, que aumenta o aquecimento global. Enquanto as empresas se agigantam, a nação fica com o ônus da degradação ambiental. A Amazônia é vítima de um ecocídio em função da ganância do capital. Se a sociedade não pressionar e o governo não agir, no futuro haverá ali um novo Saara, com graves conseqüências para a sobrevivência da humanidade e da Terra.
(http://www.amazonia.org.br/opiniao/artigo_detail.cfm?id=261438, acessado em 12/02/2008)

Em “Ainda que haja leis proibitivas...”, o verbo permanece no singular porque
Alternativas
Ano: 2007 Banca: FUNRIO Órgão: SUFRAMA
Q1190882 Administração Financeira e Orçamentária
As despesas públicas com planejamento e execução de obras, inclusive com a aquisição de imóveis considerados necessários à realização das mesmas, com a aquisição de instalações, equipamentos e material permanente, são classificadas no seguinte grupo de natureza das despesas de
Alternativas
Ano: 2007 Banca: FUNRIO Órgão: SUFRAMA
Q1190701 Administração Financeira e Orçamentária
A despesa pública que não consta da lei do orçamento e constitui uma saída financeira decorrente da devolução de recursos recebidos anteriormente é classificada como
Alternativas
Ano: 2007 Banca: FUNRIO Órgão: SUFRAMA
Q1185780 Português
AMAZÔNIA, ECOCÍDIO ANUNCIADO Frei Betto
"Não existe cana na Amazônia. Não temos conhecimento de nenhum projeto na região, nem recente nem antigo", afirmou Reinhold Stephanes, ministro da Agricultura, dando eco ao boato oficial de que a cana se mantém distante da floresta (O Globo, 29-07-2007).
Dados oficiais revelam que o plantio de cana-de-açúcar avança sobre a Amazônia, apesar das negativas do governo federal. Projetos sucroalcooleiros instalados no Acre, Maranhão, Pará e Tocantins vivem momento de expansão acelerada. A região não só é fértil como também competitiva. Lula se equivocou ao afirmar que a cana "fica muito distante da Amazônia".
Segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento – Conab –, vinculada ao Ministério da Agricultura, a safra de cana na Amazônia Legal – que compreende estados como Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins –, aumentou de 17,6 milhões de toneladas para 19,3 milhões de toneladas no período 2007/2008.
Esse cultivo na Amazônia atrai, inclusive, investidores estrangeiros. O fundo de investimento Cooper Fund, de aposentadas estadunidenses, agora é sócio do grupo TG Agro Industrial/Costa Pinto, que produz álcool em Aldeias Altas, no Maranhão. No município de Campestre do Maranhão, o empresário Celso Izar, da Maity Bioenergia, negocia com investidores estrangeiros quatro projetos, cada um orçado em US$ 130 milhões, para produzir 1,2 milhão de toneladas de cana. A empresa produz atualmente um milhão de toneladas.
O Greenpeace acredita que o governo não tem condições de fazer valer a proibição do plantio de cana na Amazônia. Ainda que haja leis proibitivas, como o governo pretende fiscalizar? Não basta proibir, é preciso inibir o plantio. Seria bem mais eficiente se o governo levasse a efeito o que cogitou o presidente Lula: fechar a torneira dos bancos públicos aos investidores e parar de liberar financiamentos. Só assim seria possível coibir novos projetos.
Outro problema grave na região amazônica é a extração ilegal de madeira nobre: ipê, cedro, freijó, angelim, jatobá. A cada dia, 3.500 caminhões circulam no interior da floresta, carregando madeira ilegal. Com a escassez no mundo, o preço do metro cúbico da madeira retirada da Amazônia é pago, pelos madeireiros aos proprietários da área, em média R$ 25 por metro cúbico. Depois, eles serram e exportam em pranchas ou blocos quadrados.
Na Europa, a mesma madeira é vendida pelos comerciantes locais aos fabricantes de móveis ou consumidores comuns a um preço equivalente a R$ 3.200 o metro cúbico. Uma diferença de 1.280%!! O Brasil é o segundo maior exportador de madeira do mundo, atrás da Indonésia.
Nos últimos 37 anos, desde que a ditadura acionou a corrida para a Amazônia, foram desmatados 70 milhões de hectares, dos quais 78% são ocupados por 80 milhões de cabeças de gado. No entanto, pela madeira exportada o Brasil amealhou apenas US$ 2,8 bilhões.
Menos do que um ano de exportações da Embraer, fabricante de aviões.
Pecuaristas desmatam para abrir pasto. Basta conferir. Os maiores produtores de carne estão exatamente nos municípios paraenses onde há mais desmatamento: São Félix do Xingu, Conceição do Araguaia, Marabá, Redenção, Cumaru do Norte, Ourilândia e Palestina do Pará. Detalhe: 62% dos casos de trabalho escravo ocorrem em fazendas de pecuária. Grandes empresas, que possuem vastas extensões de terra na Amazônia legal, desmatam para plantar eucalipto e transformá-lo em carvão vegetal destinado às suas siderúrgicas na região. Põem abaixo a floresta tropical mais rica em biodiversidade do mundo e implantam o monocultivo de eucalipto, sem nenhuma diversidade vegetal, e o transformam em carvão, que aumenta o aquecimento global. Enquanto as empresas se agigantam, a nação fica com o ônus da degradação ambiental.
A Amazônia é vítima de um ecocídio em função da ganância do capital. Se a sociedade não pressionar e o governo não agir, no futuro haverá ali um novo Saara, com graves conseqüências para a sobrevivência da humanidade e da Terra.
(http://www.amazonia.org.br/opiniao/artigo_detail.cfm?id=261438, acessado em 12/02/2008)
Lula se equivocou ao afirmar que a cana “fica muito distante da Amazônia”. 
As aspas, no trecho destacado do segundo parágrafo, são empregadas para
Alternativas
Respostas
10981: E
10982: E
10983: E
10984: C
10985: D
10986: E
10987: C
10988: D
10989: A
10990: C
10991: D
10992: C
10993: E
10994: D
10995: E
10996: C
10997: B
10998: B
10999: E
11000: B