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Q4046111 Português

O Texto 1 consiste num recorte da reportagem “Vagalumes, quilombos e máquinas de guerra: como experiências periféricas tensionam o fazer artístico hegemônico e reinventam a própria noção de arte”, do jornalista e sociólogo Chico Laudemir, publicada no ano de 2021 pela Revista Continente. Sua leitura é necessária para responder à questão.



TEXTO 1



SLAM, O SOM DE VOZES SILENCIADAS



[...] Fazendo coro com Roberta Estrela D'Alva e Patrícia Naia, o poeta e curador não binário Tom Grito, uma das figuras centrais da cena Slam do Rio de Janeiro, descreve com o mesmo entusiasmo seu encontro com as batalhas de poesia, em 2013. “Esse negócio é a coisa mais incrível que eu já vi na vida”, pensou durante a sua primeira participação numa batalha nacional do Slam-BR, ao reconhecer naquele formato uma plataforma transgressora de formação política e um mecanismo de visibilidade para vivências periféricas. “O slam é um portal. Um espaço político formativo fora do sistema instituído”, define.


Um conjunto de características faz do slam, ao mesmo tempo, um fenômeno no país e uma tecnologia subversiva – já são mais de 200 espalhados em mais de 20 estados brasileiros. Por um lado, a simplicidade de um formato que não necessita muito mais do que das próprias presenças e, por outro, um conjunto de sujeitos historicamente oprimidos criando uma rede autogestionada de fala e escuta através da poesia.


Para o próprio Marc Smith – a quem é atribuída a criação do conceito –, o slam é a soma de muitas coisas: show, concurso, programa de auditório, bagunça... E dentro das características que compõem essa definição está a de ser copyleft (livre de direitos autorais). “Ele está fora da lógica da propriedade privada e a serviço de todo mundo que quiser. É fácil, é barato e você não precisa de nada mais do que gente querendo ouvir e gente querendo falar”, explica Estrela D'Alva, que além de poeta e uma das precursoras do slam no Brasil é também pesquisadora do tema na sua tese de doutorado em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. Tecnicamente, o slam é uma competição de poesia falada, com júri popular, que tem apenas três regras: poemas autorais, recitados em até três minutos, sem acompanhamento musical. Mas o que ele agencia é o que mais importa aqui. Desde que chegou ao Brasil, país fraturado pela desigualdade, virou o lugar de encontro, fortalecimento e reconhecimento de sujeitos periféricos. 'É um espaço onde vozes sistematicamente silenciadas são ouvidas. Onde presenças invisibilizadas são vistas. É uma plataforma que agencia a formação de comunidade', define a pesquisadora.”



Fonte: https://revistacontinente.com.br/ 

O termo copyleft, de acordo com o texto, refere-se a uma produção artística: 
Alternativas
Q4046110 Português

O Texto 1 consiste num recorte da reportagem “Vagalumes, quilombos e máquinas de guerra: como experiências periféricas tensionam o fazer artístico hegemônico e reinventam a própria noção de arte”, do jornalista e sociólogo Chico Laudemir, publicada no ano de 2021 pela Revista Continente. Sua leitura é necessária para responder à questão.



TEXTO 1



SLAM, O SOM DE VOZES SILENCIADAS



[...] Fazendo coro com Roberta Estrela D'Alva e Patrícia Naia, o poeta e curador não binário Tom Grito, uma das figuras centrais da cena Slam do Rio de Janeiro, descreve com o mesmo entusiasmo seu encontro com as batalhas de poesia, em 2013. “Esse negócio é a coisa mais incrível que eu já vi na vida”, pensou durante a sua primeira participação numa batalha nacional do Slam-BR, ao reconhecer naquele formato uma plataforma transgressora de formação política e um mecanismo de visibilidade para vivências periféricas. “O slam é um portal. Um espaço político formativo fora do sistema instituído”, define.


Um conjunto de características faz do slam, ao mesmo tempo, um fenômeno no país e uma tecnologia subversiva – já são mais de 200 espalhados em mais de 20 estados brasileiros. Por um lado, a simplicidade de um formato que não necessita muito mais do que das próprias presenças e, por outro, um conjunto de sujeitos historicamente oprimidos criando uma rede autogestionada de fala e escuta através da poesia.


Para o próprio Marc Smith – a quem é atribuída a criação do conceito –, o slam é a soma de muitas coisas: show, concurso, programa de auditório, bagunça... E dentro das características que compõem essa definição está a de ser copyleft (livre de direitos autorais). “Ele está fora da lógica da propriedade privada e a serviço de todo mundo que quiser. É fácil, é barato e você não precisa de nada mais do que gente querendo ouvir e gente querendo falar”, explica Estrela D'Alva, que além de poeta e uma das precursoras do slam no Brasil é também pesquisadora do tema na sua tese de doutorado em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. Tecnicamente, o slam é uma competição de poesia falada, com júri popular, que tem apenas três regras: poemas autorais, recitados em até três minutos, sem acompanhamento musical. Mas o que ele agencia é o que mais importa aqui. Desde que chegou ao Brasil, país fraturado pela desigualdade, virou o lugar de encontro, fortalecimento e reconhecimento de sujeitos periféricos. 'É um espaço onde vozes sistematicamente silenciadas são ouvidas. Onde presenças invisibilizadas são vistas. É uma plataforma que agencia a formação de comunidade', define a pesquisadora.”



Fonte: https://revistacontinente.com.br/ 

Das citações apresentadas no texto, qual delas melhor resume a ideia central pretendida pelo autor? 
Alternativas
Q4046109 Português

O Texto 1 consiste num recorte da reportagem “Vagalumes, quilombos e máquinas de guerra: como experiências periféricas tensionam o fazer artístico hegemônico e reinventam a própria noção de arte”, do jornalista e sociólogo Chico Laudemir, publicada no ano de 2021 pela Revista Continente. Sua leitura é necessária para responder à questão.



TEXTO 1



SLAM, O SOM DE VOZES SILENCIADAS



[...] Fazendo coro com Roberta Estrela D'Alva e Patrícia Naia, o poeta e curador não binário Tom Grito, uma das figuras centrais da cena Slam do Rio de Janeiro, descreve com o mesmo entusiasmo seu encontro com as batalhas de poesia, em 2013. “Esse negócio é a coisa mais incrível que eu já vi na vida”, pensou durante a sua primeira participação numa batalha nacional do Slam-BR, ao reconhecer naquele formato uma plataforma transgressora de formação política e um mecanismo de visibilidade para vivências periféricas. “O slam é um portal. Um espaço político formativo fora do sistema instituído”, define.


Um conjunto de características faz do slam, ao mesmo tempo, um fenômeno no país e uma tecnologia subversiva – já são mais de 200 espalhados em mais de 20 estados brasileiros. Por um lado, a simplicidade de um formato que não necessita muito mais do que das próprias presenças e, por outro, um conjunto de sujeitos historicamente oprimidos criando uma rede autogestionada de fala e escuta através da poesia.


Para o próprio Marc Smith – a quem é atribuída a criação do conceito –, o slam é a soma de muitas coisas: show, concurso, programa de auditório, bagunça... E dentro das características que compõem essa definição está a de ser copyleft (livre de direitos autorais). “Ele está fora da lógica da propriedade privada e a serviço de todo mundo que quiser. É fácil, é barato e você não precisa de nada mais do que gente querendo ouvir e gente querendo falar”, explica Estrela D'Alva, que além de poeta e uma das precursoras do slam no Brasil é também pesquisadora do tema na sua tese de doutorado em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. Tecnicamente, o slam é uma competição de poesia falada, com júri popular, que tem apenas três regras: poemas autorais, recitados em até três minutos, sem acompanhamento musical. Mas o que ele agencia é o que mais importa aqui. Desde que chegou ao Brasil, país fraturado pela desigualdade, virou o lugar de encontro, fortalecimento e reconhecimento de sujeitos periféricos. 'É um espaço onde vozes sistematicamente silenciadas são ouvidas. Onde presenças invisibilizadas são vistas. É uma plataforma que agencia a formação de comunidade', define a pesquisadora.”



Fonte: https://revistacontinente.com.br/ 

Qual das assertivas abaixo melhor define o tema central do texto em questão? 
Alternativas
Q2704030 Comunicação Social

Sobre o código de ética em relação a Publicidade e propaganda, qual das alternativas abaixo não constitui uma infração ética:

Alternativas
Q2704026 Odontologia

São considerados materiais odontológicos restauradores diretos. Marque a assertiva correta:

Alternativas
Q2704024 Odontologia

Em relação a procedimentos de periodontia, assinale a assertiva que contenha apenas instrumentos de periodontia.

Alternativas
Q2704022 Odontologia

Em cirurgias odontológicas para exodontia de Molares posteriores superiores do lado esquerdo são utilizados fórceps e é de fundamental importância o ASB conhecer o instrumental.

Marque a assertiva correta:

Alternativas
Q2704019 Odontologia

Sobre a orientação de medidas preventivas na Dieta Cariogênica, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q2704017 Odontologia

Assinale a alternativa em que contenha apenas materiais de moldagem.

Alternativas
Q2704016 Odontologia

Marque a assertiva correta de como se deve limpar, higienizar e esterilizar os equipamentos odontológicos.

Alternativas
Q2704015 Odontologia

As luva são essenciais na manutenção da biossegurança do consultório odontológico e existem alguns tipos. Marque a assertiva correta:

Alternativas
Q2704014 Odontologia

Um dos motivos principais para escurecimento de película radiográfica é:

Alternativas
Q2704013 Odontologia

Em relação ao processamento do filme radiográfico marque a assertiva que contenha a sequência temporal correta:

Alternativas
Q2703996 História

A revolta dos Cabanos ou Cabanagem foi um movimento popular ocorrido na Província do Grão-Pará, sendo Clemente Malcher uma das lideranças do governo Cabano. Que fato levou a ocorreu que culminou com a morte de Clemente Malcher.

Alternativas
Ano: 2005 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEAD-AM
Q1230920 Odontologia
A autoclave é considerada hoje o meio mais prático e eficaz para esterilização em consultório odontológico. Sobre a esterilização com autoclave, podemos afirmar que:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEAD-AM
Q1196518 Odontologia
Analise os procedimentos listados abaixo.
Remover:    I -  o lençol de borracha e o arco;   II -  os resíduos que estejam sobre a borracha;  III -  o grampo; IV -  os amarrios e cortar a borracha interproximal.
Assinale a opção que representa a ordem técnica correta de remoção do isolamento absoluto com dique de borracha.
Alternativas
Respostas
73: D
74: A
75: B
76: D
77: B
78: A
79: C
80: D
81: A
82: B
83: B
84: A
85: B
86: D
87: D
88: C
89: B
90: D