Questões de Concurso
Comentadas para agente de endemias
Foram encontradas 1.991 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Quando um bebê nasce, a primeira coisa que todo mundo quer saber é o sexo. Nos primeiros dias de vida a diferença parece mais anatômica, mas, à medida que vai crescendo, o bebê começa a se comportar como menino ou menina. Um problema controvertido é saber até que ponto esse comportamento tem base biológica ou é uma questão de aprendizado. Algumas feministas insistem em dizer que todas as diferenças comportamentais são ensinadas e que, deixando-se de lado as discrepâncias biológicas evidentes, a mulher é igual ao homem. Outros dizem que homem é homem e que mulher é mulher e é por razões biológicas que os dois sexos se comportam e até mesmo se movimentam de modo diferente. Os entendidos em cinética têm levantado um certo número de provas que reforçam os argumentos das feministas.
Desde o nascimento, parece que dizemos ao bebê, centenas de vezes por dia, que ele é um menino ou uma menina, mas de maneira sutil e não-verbal. A maioria das pessoas, na verdade, segura o menino e a menina de jeito diferente. Parece que, em nossa sociedade, os meninos, mesmo novinhos, costumam ser cuidados de modo meio abrutalhado. Toda vez que um garoto age de acordo com nossa visão de comportamento masculino, nós lhe damos reforço. Esse reforço pode ser tão delicado como um tom de voz aprovativo, uma ligeira expressão facial de conivência ou até mesmo uma expressão concreta, dita com tolerância, do tipo “não parece um hominho!?”. E é lógico que as meninas são recompensadas por demonstrarem traços femininos. Podemos não repreender os meninos por desejarem brincar com boneca, mas também é raro animá-los a isso. Talvez a ausência total de qualquer reação de nossa parte – a falta de vibrações positivas – diga a ele que anda fazendo coisa que menino não faz.
Não há dúvida que em certo nível subliminar nós também recompensamos ou deixamos de recompensar comportamentos bem mais sutis, pois em certo estágio de desenvolvimento os meninos começam a se movimentar e a se comportar como homens, e as meninas como mulheres. O modo de se movimentar é muito mais aprendido do que inato, variando de cultura para cultura. Para usar apenas um exemplo: o gesto de munheca mole, que nos parece feminino ou efeminado quando em homem, em algumas partes do Oriente Médio é tido como jeito natural de movimentar as mãos tanto para um sexo quanto para o outro.
(Flora Davis, A comunicação não-verbal. São Paulo: Summus,1979)
De acordo com o texto, assinale a alternativa que apresenta a tese defendida pela autora:
O Estado de S. Paulo, 12/8/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema que ele aborda, julgue o item a seguir.
O Brasil é um dos países que menos desmata no planeta.
(www.jornalatribuna.com.br).
A primeira grande leva de imigrantes ocorreram na década de 40 do século passado, quando os nordestinos encontraram na extração da borracha uma maneira de não servir na II Guerra Mundial.
(www.jornalatribuna.com.br).
A partir da década de 70 do século XX, com a abertura de estradas e a expansão da atividade pecuária, o estado recebeu imigrantes das regiões Centro-Oeste, Sul e Norte do país.
(www.jornalatribuna.com.br).
A vegetação natural do estado do Acre é composta basicamente por floresta tropical aberta (baixos platôs e aluvial) e floresta tropical densa (baixos platôs, superfície dissecada da serra do Divisor).
(www.jornalatribuna.com.br).
Nos últimos trinta anos, a população total do estado do Acre subiu de 215 mil habitantes para aproximadamente 547 mil habitantes: 65% na área urbana e 35% na área rural.
(www.jornalatribuna.com.br).
A floresta densa, também conhecida como floresta chuvosa, é caracterizada sobretudo por suas grandes árvores, que emergem de um estado arbóreo uniforme, de 25 a 35 metros de altura.
(www.jornalatribuna.com.br).
A capital ainda concentra o maior número de habitantes: 50% do total. A população indígena acreana, atualmente estimada em 9.300 pessoas, constituem 1,4% da população do estado do Acre.
(www.jornalatribuna.com.br).
O crescimento populacional no estado do Acre, obedeceu, historicamente, a movimentos migratórios determinados por efeitos de políticas públicas.