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Q2386792 Português
O QUE É O PÂNICO SATÂNICO?


 
                 O pânico satânico é um fenômeno midiático e social que surgiu nos EUA na década de 1980. Nessa época, o país passou por uma febre de denúncias contra supostos abusos infantis ligados a rituais de adoração ao diabo.

              Ampliadas pela mídia, as denúncias ganharam ares conspiratórios, com teorias que diziam que havia um grande plano de dominação mundial em curso, encabeçado pelos adoradores do demônio.

         Em todos os casos que foram denunciados e investigados, não foram encontradas evidências de que havia uma conspiração maior por trás do crime, ou mesmo da ligação dos suspeitos com qualquer prática ritualística a nível local.

             Nos casos em que foram encontrados desenhos, objetos ritualísticos e afins nas cenas do crime a conclusão foi de que se tratava de uma alucinação do suspeito causada por algum distúrbio mental ou então numa tentativa de evitar a responsabilização pelo crime, sob a alegação de que estavam diante de pressões vindas de forças malignas.

            À época, o pânico satânico ganhou força diante de uma “crise identitária” dos EUA, que deixaram de ser o país dos sonhos – visão consolidada depois da 2ª Guerra Mundial – e estavam diante de aumento no número de divórcios, aumento de violência, queda nas taxas de adesão religiosa e uma juventude que questionava os valores de seus pais.

         Sociólogos, antropólogos, historiadores e cientistas da religião afirmam que o pânico satânico é inerentemente preconceituoso.

           Isso porque a ideia de que determinadas pessoas ou grupos estão cometendo crimes em nome do diabo normalmente é direcionada a indivíduos que não são cristãos ou que, de alguma forma, têm gostos e comportamentos que fogem do que a sociedade considera normal.

           Há críticas também que apontam que há centenas de crimes que são cometidos por pessoas cristãs, mas que, quando noticiados na mídia, não chegam acompanhados de falas como “imagem de santo foi encontrada na casa do suspeito”.
 
            Além da marginalização de grupos que fogem da tradição cristã, especialistas também apontam que o pânico satânico deixa de lado esforços para elucidar os reais problemas – como as taxas de homicídio e casos de pedofilia.

           Em uma segunda camada, para além do preconceito, o pânico satânico já esteve no cerne de erros jurídicos graves, e impediu a resolução de crimes violentos, em casos hoje famosos em todo o mundo, como o “Caso Evandro” no Brasil ou os “Três de Memphis”, nos EUA. 


(Autoria: Cesar Gaglioni. ADAPTADO. Publicado no
Site Nexo Jornal LTDA, em 16/06/2021. Link para
matéria:
https://www.nexojornal.com.br/expresso/2021/06/
16/por-que-o-panico-satanico-se-perpetua-e-quaisos-riscos-disso)

Após a leitura do texto, podemos dizer que o mesmo é:
Alternativas
Q2386791 Português
O QUE É O PÂNICO SATÂNICO?


 
                 O pânico satânico é um fenômeno midiático e social que surgiu nos EUA na década de 1980. Nessa época, o país passou por uma febre de denúncias contra supostos abusos infantis ligados a rituais de adoração ao diabo.

              Ampliadas pela mídia, as denúncias ganharam ares conspiratórios, com teorias que diziam que havia um grande plano de dominação mundial em curso, encabeçado pelos adoradores do demônio.

         Em todos os casos que foram denunciados e investigados, não foram encontradas evidências de que havia uma conspiração maior por trás do crime, ou mesmo da ligação dos suspeitos com qualquer prática ritualística a nível local.

             Nos casos em que foram encontrados desenhos, objetos ritualísticos e afins nas cenas do crime a conclusão foi de que se tratava de uma alucinação do suspeito causada por algum distúrbio mental ou então numa tentativa de evitar a responsabilização pelo crime, sob a alegação de que estavam diante de pressões vindas de forças malignas.

            À época, o pânico satânico ganhou força diante de uma “crise identitária” dos EUA, que deixaram de ser o país dos sonhos – visão consolidada depois da 2ª Guerra Mundial – e estavam diante de aumento no número de divórcios, aumento de violência, queda nas taxas de adesão religiosa e uma juventude que questionava os valores de seus pais.

         Sociólogos, antropólogos, historiadores e cientistas da religião afirmam que o pânico satânico é inerentemente preconceituoso.

           Isso porque a ideia de que determinadas pessoas ou grupos estão cometendo crimes em nome do diabo normalmente é direcionada a indivíduos que não são cristãos ou que, de alguma forma, têm gostos e comportamentos que fogem do que a sociedade considera normal.

           Há críticas também que apontam que há centenas de crimes que são cometidos por pessoas cristãs, mas que, quando noticiados na mídia, não chegam acompanhados de falas como “imagem de santo foi encontrada na casa do suspeito”.
 
            Além da marginalização de grupos que fogem da tradição cristã, especialistas também apontam que o pânico satânico deixa de lado esforços para elucidar os reais problemas – como as taxas de homicídio e casos de pedofilia.

           Em uma segunda camada, para além do preconceito, o pânico satânico já esteve no cerne de erros jurídicos graves, e impediu a resolução de crimes violentos, em casos hoje famosos em todo o mundo, como o “Caso Evandro” no Brasil ou os “Três de Memphis”, nos EUA. 


(Autoria: Cesar Gaglioni. ADAPTADO. Publicado no
Site Nexo Jornal LTDA, em 16/06/2021. Link para
matéria:
https://www.nexojornal.com.br/expresso/2021/06/
16/por-que-o-panico-satanico-se-perpetua-e-quaisos-riscos-disso)

Sobre as consequências do surgimento do pânico satânico, o texto destaca alguns, EXCETO:
Alternativas
Q2386790 Português
O QUE É O PÂNICO SATÂNICO?


 
                 O pânico satânico é um fenômeno midiático e social que surgiu nos EUA na década de 1980. Nessa época, o país passou por uma febre de denúncias contra supostos abusos infantis ligados a rituais de adoração ao diabo.

              Ampliadas pela mídia, as denúncias ganharam ares conspiratórios, com teorias que diziam que havia um grande plano de dominação mundial em curso, encabeçado pelos adoradores do demônio.

         Em todos os casos que foram denunciados e investigados, não foram encontradas evidências de que havia uma conspiração maior por trás do crime, ou mesmo da ligação dos suspeitos com qualquer prática ritualística a nível local.

             Nos casos em que foram encontrados desenhos, objetos ritualísticos e afins nas cenas do crime a conclusão foi de que se tratava de uma alucinação do suspeito causada por algum distúrbio mental ou então numa tentativa de evitar a responsabilização pelo crime, sob a alegação de que estavam diante de pressões vindas de forças malignas.

            À época, o pânico satânico ganhou força diante de uma “crise identitária” dos EUA, que deixaram de ser o país dos sonhos – visão consolidada depois da 2ª Guerra Mundial – e estavam diante de aumento no número de divórcios, aumento de violência, queda nas taxas de adesão religiosa e uma juventude que questionava os valores de seus pais.

         Sociólogos, antropólogos, historiadores e cientistas da religião afirmam que o pânico satânico é inerentemente preconceituoso.

           Isso porque a ideia de que determinadas pessoas ou grupos estão cometendo crimes em nome do diabo normalmente é direcionada a indivíduos que não são cristãos ou que, de alguma forma, têm gostos e comportamentos que fogem do que a sociedade considera normal.

           Há críticas também que apontam que há centenas de crimes que são cometidos por pessoas cristãs, mas que, quando noticiados na mídia, não chegam acompanhados de falas como “imagem de santo foi encontrada na casa do suspeito”.
 
            Além da marginalização de grupos que fogem da tradição cristã, especialistas também apontam que o pânico satânico deixa de lado esforços para elucidar os reais problemas – como as taxas de homicídio e casos de pedofilia.

           Em uma segunda camada, para além do preconceito, o pânico satânico já esteve no cerne de erros jurídicos graves, e impediu a resolução de crimes violentos, em casos hoje famosos em todo o mundo, como o “Caso Evandro” no Brasil ou os “Três de Memphis”, nos EUA. 


(Autoria: Cesar Gaglioni. ADAPTADO. Publicado no
Site Nexo Jornal LTDA, em 16/06/2021. Link para
matéria:
https://www.nexojornal.com.br/expresso/2021/06/
16/por-que-o-panico-satanico-se-perpetua-e-quaisos-riscos-disso)

Segundo o texto, o cenário do pós-guerra que se estabeleceu nos EUA:
Alternativas
Q2386789 Português
O QUE É O PÂNICO SATÂNICO?


 
                 O pânico satânico é um fenômeno midiático e social que surgiu nos EUA na década de 1980. Nessa época, o país passou por uma febre de denúncias contra supostos abusos infantis ligados a rituais de adoração ao diabo.

              Ampliadas pela mídia, as denúncias ganharam ares conspiratórios, com teorias que diziam que havia um grande plano de dominação mundial em curso, encabeçado pelos adoradores do demônio.

         Em todos os casos que foram denunciados e investigados, não foram encontradas evidências de que havia uma conspiração maior por trás do crime, ou mesmo da ligação dos suspeitos com qualquer prática ritualística a nível local.

             Nos casos em que foram encontrados desenhos, objetos ritualísticos e afins nas cenas do crime a conclusão foi de que se tratava de uma alucinação do suspeito causada por algum distúrbio mental ou então numa tentativa de evitar a responsabilização pelo crime, sob a alegação de que estavam diante de pressões vindas de forças malignas.

            À época, o pânico satânico ganhou força diante de uma “crise identitária” dos EUA, que deixaram de ser o país dos sonhos – visão consolidada depois da 2ª Guerra Mundial – e estavam diante de aumento no número de divórcios, aumento de violência, queda nas taxas de adesão religiosa e uma juventude que questionava os valores de seus pais.

         Sociólogos, antropólogos, historiadores e cientistas da religião afirmam que o pânico satânico é inerentemente preconceituoso.

           Isso porque a ideia de que determinadas pessoas ou grupos estão cometendo crimes em nome do diabo normalmente é direcionada a indivíduos que não são cristãos ou que, de alguma forma, têm gostos e comportamentos que fogem do que a sociedade considera normal.

           Há críticas também que apontam que há centenas de crimes que são cometidos por pessoas cristãs, mas que, quando noticiados na mídia, não chegam acompanhados de falas como “imagem de santo foi encontrada na casa do suspeito”.
 
            Além da marginalização de grupos que fogem da tradição cristã, especialistas também apontam que o pânico satânico deixa de lado esforços para elucidar os reais problemas – como as taxas de homicídio e casos de pedofilia.

           Em uma segunda camada, para além do preconceito, o pânico satânico já esteve no cerne de erros jurídicos graves, e impediu a resolução de crimes violentos, em casos hoje famosos em todo o mundo, como o “Caso Evandro” no Brasil ou os “Três de Memphis”, nos EUA. 


(Autoria: Cesar Gaglioni. ADAPTADO. Publicado no
Site Nexo Jornal LTDA, em 16/06/2021. Link para
matéria:
https://www.nexojornal.com.br/expresso/2021/06/
16/por-que-o-panico-satanico-se-perpetua-e-quaisos-riscos-disso)

Acerca dos casos denunciados e investigados a partir do pânico satânico, o texto aduz que: 
Alternativas
Q2386788 Português
O QUE É O PÂNICO SATÂNICO?


 
                 O pânico satânico é um fenômeno midiático e social que surgiu nos EUA na década de 1980. Nessa época, o país passou por uma febre de denúncias contra supostos abusos infantis ligados a rituais de adoração ao diabo.

              Ampliadas pela mídia, as denúncias ganharam ares conspiratórios, com teorias que diziam que havia um grande plano de dominação mundial em curso, encabeçado pelos adoradores do demônio.

         Em todos os casos que foram denunciados e investigados, não foram encontradas evidências de que havia uma conspiração maior por trás do crime, ou mesmo da ligação dos suspeitos com qualquer prática ritualística a nível local.

             Nos casos em que foram encontrados desenhos, objetos ritualísticos e afins nas cenas do crime a conclusão foi de que se tratava de uma alucinação do suspeito causada por algum distúrbio mental ou então numa tentativa de evitar a responsabilização pelo crime, sob a alegação de que estavam diante de pressões vindas de forças malignas.

            À época, o pânico satânico ganhou força diante de uma “crise identitária” dos EUA, que deixaram de ser o país dos sonhos – visão consolidada depois da 2ª Guerra Mundial – e estavam diante de aumento no número de divórcios, aumento de violência, queda nas taxas de adesão religiosa e uma juventude que questionava os valores de seus pais.

         Sociólogos, antropólogos, historiadores e cientistas da religião afirmam que o pânico satânico é inerentemente preconceituoso.

           Isso porque a ideia de que determinadas pessoas ou grupos estão cometendo crimes em nome do diabo normalmente é direcionada a indivíduos que não são cristãos ou que, de alguma forma, têm gostos e comportamentos que fogem do que a sociedade considera normal.

           Há críticas também que apontam que há centenas de crimes que são cometidos por pessoas cristãs, mas que, quando noticiados na mídia, não chegam acompanhados de falas como “imagem de santo foi encontrada na casa do suspeito”.
 
            Além da marginalização de grupos que fogem da tradição cristã, especialistas também apontam que o pânico satânico deixa de lado esforços para elucidar os reais problemas – como as taxas de homicídio e casos de pedofilia.

           Em uma segunda camada, para além do preconceito, o pânico satânico já esteve no cerne de erros jurídicos graves, e impediu a resolução de crimes violentos, em casos hoje famosos em todo o mundo, como o “Caso Evandro” no Brasil ou os “Três de Memphis”, nos EUA. 


(Autoria: Cesar Gaglioni. ADAPTADO. Publicado no
Site Nexo Jornal LTDA, em 16/06/2021. Link para
matéria:
https://www.nexojornal.com.br/expresso/2021/06/
16/por-que-o-panico-satanico-se-perpetua-e-quaisos-riscos-disso)

Podemos inferir que o texto apresenta o seguinte posicionamento acerca do pânico satânico: 
Alternativas
Q2386787 Português
O QUE É O PÂNICO SATÂNICO?


 
                 O pânico satânico é um fenômeno midiático e social que surgiu nos EUA na década de 1980. Nessa época, o país passou por uma febre de denúncias contra supostos abusos infantis ligados a rituais de adoração ao diabo.

              Ampliadas pela mídia, as denúncias ganharam ares conspiratórios, com teorias que diziam que havia um grande plano de dominação mundial em curso, encabeçado pelos adoradores do demônio.

         Em todos os casos que foram denunciados e investigados, não foram encontradas evidências de que havia uma conspiração maior por trás do crime, ou mesmo da ligação dos suspeitos com qualquer prática ritualística a nível local.

             Nos casos em que foram encontrados desenhos, objetos ritualísticos e afins nas cenas do crime a conclusão foi de que se tratava de uma alucinação do suspeito causada por algum distúrbio mental ou então numa tentativa de evitar a responsabilização pelo crime, sob a alegação de que estavam diante de pressões vindas de forças malignas.

            À época, o pânico satânico ganhou força diante de uma “crise identitária” dos EUA, que deixaram de ser o país dos sonhos – visão consolidada depois da 2ª Guerra Mundial – e estavam diante de aumento no número de divórcios, aumento de violência, queda nas taxas de adesão religiosa e uma juventude que questionava os valores de seus pais.

         Sociólogos, antropólogos, historiadores e cientistas da religião afirmam que o pânico satânico é inerentemente preconceituoso.

           Isso porque a ideia de que determinadas pessoas ou grupos estão cometendo crimes em nome do diabo normalmente é direcionada a indivíduos que não são cristãos ou que, de alguma forma, têm gostos e comportamentos que fogem do que a sociedade considera normal.

           Há críticas também que apontam que há centenas de crimes que são cometidos por pessoas cristãs, mas que, quando noticiados na mídia, não chegam acompanhados de falas como “imagem de santo foi encontrada na casa do suspeito”.
 
            Além da marginalização de grupos que fogem da tradição cristã, especialistas também apontam que o pânico satânico deixa de lado esforços para elucidar os reais problemas – como as taxas de homicídio e casos de pedofilia.

           Em uma segunda camada, para além do preconceito, o pânico satânico já esteve no cerne de erros jurídicos graves, e impediu a resolução de crimes violentos, em casos hoje famosos em todo o mundo, como o “Caso Evandro” no Brasil ou os “Três de Memphis”, nos EUA. 


(Autoria: Cesar Gaglioni. ADAPTADO. Publicado no
Site Nexo Jornal LTDA, em 16/06/2021. Link para
matéria:
https://www.nexojornal.com.br/expresso/2021/06/
16/por-que-o-panico-satanico-se-perpetua-e-quaisos-riscos-disso)

Baseado no que dispõe o texto, assinale a alternativa incorreta sobre pânico satânico: 
Alternativas
Q2372427 Matemática
As ruas Arco-íris, Bandeja e Cruz cruzam as principais avenidas de uma determinada cidade, como mostra a figura abaixo.

Imagem associada para resolução da questão


Considere que as três ruas citadas são paralelas entre si e as avenidas são transversais as três ruas. Saindo da região norte em direção a região sul, ao longo das avenidas, assinale o item verdadeiro.
Alternativas
Q2372425 Português
Texto para as questão:

Cursos de licenciatura bons são parte essencial da construção de uma rede de ensino e uma educação de qualidade. No entanto, o país está falhando em atrair novos profissionais para a área. Segundo o estudo “Risco de apagão de professores no Brasil” produzido pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior (Semespe), em 2040 o Brasil poderá ter um déficit de 235 mil docentes na educação básica.

(Trecho do texto: Crise da educação: Formação de professores de elite perdeu quase 50 mil alunos em 10 anos. Disponível em: https://www.plural.jor.br/noticias/vizinhanca/crise-da-educacaoformacao-de- professores-de-elite-perdeu-quase-50-mil-alunos-em-10-anos/

O segundo período do texto: “No entanto, o país está falhando em atrair novos profissionais para a área”, é iniciado por uma oração 
Alternativas
Q2372424 Português
Texto para a questão:


Qualidade de vida é destaque da maior feira de tecnologia do mundo


Valéria França


Anteriormente, a Consumer Eletronic Show (CES) era conhecida pela grande quantidade de produtos direcionados ao consumidor, com lançamentos de aparelhos celulares, televisores e carros. No ano passado, a apresentação de robôs domésticos e corporativos transformaram-se em vitrines do evento. Havia um modelo, por exemplo, que ajudava a recolher flores e outro a limpar a neve do solo. Além de funcionais, eram bem bonitinhos. Mas ao longo dos anos, a feira ampliou gradativamente o enfoque e passou a olhar também para a saúde digital. Assim, “segurança humana” será o tema da edição de 2024, que promete inovações para ajudar a resolver os maiores desafios mundiais, como acesso aos cuidados da saúde e despoluição do meio ambiente.


Com 3.200 empresas participantes, a feira acontece de 9 a 12 de janeiro, em Las Vegas, e como tem o privilégio de abrir o calendário de eventos do setor, costuma ditar tendências para o mercado. Steve Koening, vice-presidente da Associação de Tecnologia do Consumidor (CTA), grupo que organiza a CES, fala sobre o objetivo de apresentar “tecnologia com propósito” de tornar a vida melhor.


2 jan 2024, 14h27
Disponível em: https://veja.abril.com.br/tecnologia/qualidade-de-vida-e-destaque-da-maior-feira-de-
tecnologia-do-mundo/. Acesso em: 3 jan. 2024.
Quanto ao uso de vírgulas nos períodos destacados do texto, pode-se afirmar que:
I. No ano passado, a apresentação de robôs domésticos e corporativos transformaram-se em vitrines do evento.
II. Havia um modelo, por exemplo, que ajudava a recolher flores e outro a limpar a neve do solo.
III. Steve Koening, vice-presidente da Associação de Tecnologia do Consumidor (CTA), [...]
Alternativas
Q2372423 Português
Texto para a questão:


Qualidade de vida é destaque da maior feira de tecnologia do mundo


Valéria França


Anteriormente, a Consumer Eletronic Show (CES) era conhecida pela grande quantidade de produtos direcionados ao consumidor, com lançamentos de aparelhos celulares, televisores e carros. No ano passado, a apresentação de robôs domésticos e corporativos transformaram-se em vitrines do evento. Havia um modelo, por exemplo, que ajudava a recolher flores e outro a limpar a neve do solo. Além de funcionais, eram bem bonitinhos. Mas ao longo dos anos, a feira ampliou gradativamente o enfoque e passou a olhar também para a saúde digital. Assim, “segurança humana” será o tema da edição de 2024, que promete inovações para ajudar a resolver os maiores desafios mundiais, como acesso aos cuidados da saúde e despoluição do meio ambiente.


Com 3.200 empresas participantes, a feira acontece de 9 a 12 de janeiro, em Las Vegas, e como tem o privilégio de abrir o calendário de eventos do setor, costuma ditar tendências para o mercado. Steve Koening, vice-presidente da Associação de Tecnologia do Consumidor (CTA), grupo que organiza a CES, fala sobre o objetivo de apresentar “tecnologia com propósito” de tornar a vida melhor.


2 jan 2024, 14h27
Disponível em: https://veja.abril.com.br/tecnologia/qualidade-de-vida-e-destaque-da-maior-feira-de-
tecnologia-do-mundo/. Acesso em: 3 jan. 2024.
A função da linguagem predominante no texto é: 
Alternativas
Q2372422 Português
Texto para a questão:


Qualidade de vida é destaque da maior feira de tecnologia do mundo


Valéria França


Anteriormente, a Consumer Eletronic Show (CES) era conhecida pela grande quantidade de produtos direcionados ao consumidor, com lançamentos de aparelhos celulares, televisores e carros. No ano passado, a apresentação de robôs domésticos e corporativos transformaram-se em vitrines do evento. Havia um modelo, por exemplo, que ajudava a recolher flores e outro a limpar a neve do solo. Além de funcionais, eram bem bonitinhos. Mas ao longo dos anos, a feira ampliou gradativamente o enfoque e passou a olhar também para a saúde digital. Assim, “segurança humana” será o tema da edição de 2024, que promete inovações para ajudar a resolver os maiores desafios mundiais, como acesso aos cuidados da saúde e despoluição do meio ambiente.


Com 3.200 empresas participantes, a feira acontece de 9 a 12 de janeiro, em Las Vegas, e como tem o privilégio de abrir o calendário de eventos do setor, costuma ditar tendências para o mercado. Steve Koening, vice-presidente da Associação de Tecnologia do Consumidor (CTA), grupo que organiza a CES, fala sobre o objetivo de apresentar “tecnologia com propósito” de tornar a vida melhor.


2 jan 2024, 14h27
Disponível em: https://veja.abril.com.br/tecnologia/qualidade-de-vida-e-destaque-da-maior-feira-de-
tecnologia-do-mundo/. Acesso em: 3 jan. 2024.
O registro linguístico usado no texto de Valéria França, publicado na Revista Veja,
Alternativas
Q2372421 Português
Texto para a questão.

[...]
A educação é central tanto para a reprodução do racismo como para o seu enfrentamento. “A educação sempre foi um campo de batalha para nós, negros”, enfatiza a filósofa Sueli Carneiro, criadora do portal Geledés, em entrevista para o vídeo “Gestão Escolar para Equidade Racial”, do Instituto Unibanco. A batalha começa ainda no século XIX, com a luta abolicionista, que já pautava o acesso à educação. A Frente Negra Brasileira, nas décadas de 1930 e 1940, permanece na construção de massivo processo para facilitar o acesso à educação, e o movimento negro, desde a constituinte até o presente, mantém-se nessa mesma luta.

O grande mito da democracia racial continua sendo reiterado quando até mesmo as imagens de luta e enfrentamento do racismo só são amplamente divulgadas se internacionais. O papel do movimento negro brasileiro na garantia do acesso à educação e na construção de uma agenda político-pedagógica rumo a um currículo e uma prática educacional antirracistas é central, garantindo nos últimos trinta anos conquistas fundamentais, como as ações afirmativas e a Lei nº 10.639/2003, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), tornando obrigatório o ensino da cultura e história africana, atualizada depois pela Lei nº 11.645/2008, que contemplou a história e cultura indígena

(Trecho retirado de O papel central da escola no enfrentamento do racismo. Crédito: Nathalie Bohm/Instituto Unibanco. Disponível em: https://www.geledes.org.br/o-papel-central-da-escola-no- enfrentamento-do-racismo/. Acesso em: 03 jan. 2024.

Considerando o contexto de uso, pode-se atribuir às palavras “massivo” e “reiterado” – presentes no texto – sem prejuízo de sentido, os seguintes sinônimos respectivamente
Alternativas
Q2372420 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto, considerando a necessidade (ou não) de uso do acento grave (crase):

Nenhuma outra eleição de 2024 deve produzir um impacto tão grande no mundo quanto ___dos Estados Unidos. [...] O próximo presidente americano pode definir o futuro do apoio ___ Ucrânia, o papel do país no Oriente Médio e ___ relações com adversários importantes como a China – além de dar ___ cartas em outros temas importantes como economia e combate ___ mudanças climáticas. 

(Texto adaptado)
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c19yze824xmo. Acesso em: 02 jan. 2024
Alternativas
Q2372419 Português
Nos versos da canção composta por Dudu Falcão:

“Eu gosto do meu quarto do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer na minha confusão
É o meu ponto de vista não aceito turistas
  Meu mundo tá fechado pra visitação”, os dois verbos destacados são classificados, respectivamente, como:
Alternativas
Q2372418 Português
Texto para a questão:


Urna eletrônica: segurança, integridade e
transparência nas eleições


[...]

Sem conexão – Embora seja eletrônica, a urna funciona de forma isolada, ou seja, não dispõe de nenhum mecanismo que permita sua conexão com dispositivos de redes, como internet e bluetooth. A urna também não é equipada com o hardware necessário para se conectar a uma rede ou mesmo qualquer forma de conexão com ou sem fio. O único cabo que ela possui é o de energia. Além disso, o sistema operacional Linux contido na urna é preparado pela Justiça Eleitoral de forma a não incluir nenhum mecanismo de software que permita a conexão com redes ou o acesso remoto. Isso inviabiliza ataque ou invasão de hackers no dia da votação.

[...]


Disponível em: https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2020/Novembro/urna-eletronica-
seguranca-integridade-e-transparencia-nas-eleicoes.
Em: “Isso inviabiliza ataque ou invasão de hackers no dia da votação”, o pronome demonstrativo tem a função de: 
Alternativas
Q2372417 Português
Texto para a questão:


Urna eletrônica: segurança, integridade e
transparência nas eleições


[...]

Sem conexão – Embora seja eletrônica, a urna funciona de forma isolada, ou seja, não dispõe de nenhum mecanismo que permita sua conexão com dispositivos de redes, como internet e bluetooth. A urna também não é equipada com o hardware necessário para se conectar a uma rede ou mesmo qualquer forma de conexão com ou sem fio. O único cabo que ela possui é o de energia. Além disso, o sistema operacional Linux contido na urna é preparado pela Justiça Eleitoral de forma a não incluir nenhum mecanismo de software que permita a conexão com redes ou o acesso remoto. Isso inviabiliza ataque ou invasão de hackers no dia da votação.

[...]


Disponível em: https://www.tse.jus.br/comunicacao/noticias/2020/Novembro/urna-eletronica-
seguranca-integridade-e-transparencia-nas-eleicoes.
Em: “não dispõe de nenhum mecanismo que permita sua conexão com dispositivos de redes...”, o termo destacado exerce a função sintática de:
Alternativas
Respostas
1421: A
1422: C
1423: C
1424: A
1425: C
1426: A
1427: B
1428: D
1429: B
1430: D
1431: C
1432: A
1433: B
1434: C
1435: A
1436: D
1437: B
1438: A
1439: D
1440: C