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Numa titulação é preciso saber com precisão quando a solução que está sendo padronizada reagiu completamente com o padrão primário. Sobre o ponto final da reação, analise as afirmativas.
I. Ponto de equivalência ou ponto final teórico corresponde ao ponto da titulação em que é adicionada a quantidade de reagente padrão exatamente equivalente à quantidade de analito.
II. É calculado com base na estequiometria da reação envolvida na titulação.
III. Ponto final é o ponto da titulação onde ocorre uma alteração física associada à condição de equivalência. É indicado pela súbita mudança de alguma propriedade física da solução.
IV. A determinação do ponto final pode ser feita pelo uso de indicadores visuais que causam mudança na cor da solução num ponto muito próximo ao ponto de equivalência.
V. A determinação do ponto final pode ser feita, ainda, por métodos instrumentais e respondem a certas propriedades da solução, que mudam de características durante a titulação, tais como: medida de pH, condutividade, potencial, corrente, temperatura, absorbância etc.
Estão corretas as afirmativas
Para facilitar o trabalho dos químicos, os compostos químicos foram dividos em diversas classes ou funções. Duas funções importantíssimas são os ácidos e as bases. Historicamente, os conceitos que definem os ácidos e as bases mudaram conforme a evolução dos conceitos e o entendimento da química. Diante do exposto, analise as afirmativas.
I. O sueco Svante Arrhenius recebeu o Prêmio Nobel de Química devido aos seus trabalhos de dissociação eletrolítica. Dentro destas teorias, tem‐se as seguintes definições: “ácido é toda substância química que, em água, libera como cátion exclusivamente íons H+” e “base é toda substância química que, em água, libera como ânions exclusivamente íons H+”. Trata‐se da teoria iônica.
II. Em 1923, Johannes Nicolaus Bronsted e Thomas Martin Lowry propuseram, independente, a teoria ácido‐base de Bronsted‐Lowry. Para eles, “ácido é toda substância que libera íons H+” e “base é toda substância que recebe (ou aceita) íons H+”. Trata‐se da teoria protônica.
III. Gilbert Newton Lewis, em 1916, foi um dos grandes responsáveis pelas explicações adequadas sobre as ligações covalentes, a partir do estudo do comportamento dos elétrons. Para Lewis, “ácido é toda substância capaz de aceitar (ou receber pares de elétrons) pares de elétrons de outra substância” e “base é toda substância capaz de doar (ou ceder pares de elétrons) pares de elétrons para outra substância”. Trata‐se da teoria eletrônica.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Sobre as ligações químicas, analise as afirmativas.
I. A característica principal das ligações iônicas é a grande diferença de eletronegatividade entre os átomos. Um átomo deve ter baixa energia de ionização e o outro uma elevada afinidade eletrônica.
II. A atração eletrostática entre os íons na ligação iônica é a força mais significativa da estabilização da ligação.
III. A baixa energia de ionização necessária para uma ligação iônica é característica dos metais. A alta energia de afinidade eletrônica, que também é necessária para uma ligação iônica, é uma característica dos elementos químicos não metálicos, que necessitam de um, dois ou três elétrons para completar suas camadas de valência.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Observe a estrutura a seguir, que representa o composto antibiótico conhecido como isopenicilina N, cuja estrutura química possui diversas funções orgânicas.

Assinale a alternativa que NÃO contém uma função orgânica representada na estrutura isopenicilina N.
Sobre as ligações químicas, analise as afirmativas.
I. Nas estruturas de Lewis, a ligação covalente resulta do compartilhamento de um par de elétrons entre dois átomos. Esse compartilhamento é uma característica particular das ligações encontradas na maioria das moléculas orgânicas.
II. Com o desenvolvimento da mecânica quântica, Linus Pauling introduziu o conceito de ressonância para explicar o tipo de situação, em que duas possíveis estruturas de Lewis coexistiriam sob a forma de estruturas ressonantes. Por exemplo, a representação das ligações no O3 é uma média de duas estruturas ressoantes possíveis.
III. Quando ocorre a ligação química pela transferência de elétrons de um átomo (que fica positivo) para outro átomo (que fica negativo), a ligação formada denomina‐se ligação iônica.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativas
text VII

Government of Montenegro launched first round
for offshore production concession contracts
on 7 August 2013.
The Ministry of Economy of Montenegro launched its first bid round for a production concession contract. A total of 3,191 square kilometres of offshore area is Offered, comprising of 13 blocks in the Adriatic Sea.
More information about the Round, data availability, and
overall procedure can be obtained either by contacting
[email protected] or at
www.petroleum.me
(The Economist, September 4th, 2013. Page 86.)
A rosa de Hiroshima
Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A antirrosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa, sem nada.
(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)
A rosa de Hiroshima
Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A antirrosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa, sem nada.
(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)
A rosa de Hiroshima
Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A antirrosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa, sem nada.
(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)