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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Química |
Q732359 Química
Os compostos binários, cujo elemento mais eletronegativo é o oxigênio, classificam‐se em: óxidos, peróxidos e superóxidos, em função do valor no número de oxidação (Nox) do átomo de oxigênio. Assinale a alternativa que apresenta somente peróxidos. (Considere apenas o conceito, independente de sua estabilidade ou não.)
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Química |
Q732358 Química

Para facilitar o trabalho dos químicos, os compostos químicos foram dividos em diversas classes ou funções. Duas funções importantíssimas são os ácidos e as bases. Historicamente, os conceitos que definem os ácidos e as bases mudaram conforme a evolução dos conceitos e o entendimento da química. Diante do exposto, analise as afirmativas.

I. O sueco Svante Arrhenius recebeu o Prêmio Nobel de Química devido aos seus trabalhos de dissociação eletrolítica. Dentro destas teorias, tem‐se as seguintes definições: “ácido é toda substância química que, em água, libera como cátion exclusivamente íons H+” e “base é toda substância química que, em água, libera como ânions exclusivamente íons H+”. Trata‐se da teoria iônica.

II. Em 1923, Johannes Nicolaus Bronsted e Thomas Martin Lowry propuseram, independente, a teoria ácido‐base de Bronsted‐Lowry. Para eles, “ácido é toda substância que libera íons H+” e “base é toda substância que recebe (ou aceita) íons H+”. Trata‐se da teoria protônica.

III. Gilbert Newton Lewis, em 1916, foi um dos grandes responsáveis pelas explicações adequadas sobre as ligações covalentes, a partir do estudo do comportamento dos elétrons. Para Lewis, “ácido é toda substância capaz de aceitar (ou receber pares de elétrons) pares de elétrons de outra substância” e “base é toda substância capaz de doar (ou ceder pares de elétrons) pares de elétrons para outra substância”. Trata‐se da teoria eletrônica.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Química |
Q732357 Química
Os compostos orgânicos, dependendo da função, podem apresentar características de ácidos. Evidentemente, são ácidos muito mais fracos que os ácidos inorgânicos. Assinale a alternativa que apresenta apenas compostos orgânicos com características ácidas
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Química |
Q732356 Química
Sobre as ligações químicas, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Química |
Q732354 Química
Óxidos são compostos em que o elemento mais eletronegativo é o oxigênio com número de oxidação total e igual a – 2 (Nox = – 2). De acordo com o comportamento dos óxidos frente a outras substâncias, eles podem ser classificados em: ácidos, básicos ou anfotéricos. Assinale a alternativa que apresenta um óxido ácido.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Química |
Q732353 Química

Sobre as ligações químicas, analise as afirmativas.

I. A característica principal das ligações iônicas é a grande diferença de eletronegatividade entre os átomos. Um átomo deve ter baixa energia de ionização e o outro uma elevada afinidade eletrônica.

II. A atração eletrostática entre os íons na ligação iônica é a força mais significativa da estabilização da ligação.

III. A baixa energia de ionização necessária para uma ligação iônica é característica dos metais. A alta energia de afinidade eletrônica, que também é necessária para uma ligação iônica, é uma característica dos elementos químicos não metálicos, que necessitam de um, dois ou três elétrons para completar suas camadas de valência.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Química |
Q732350 Química
Sobre os ácidos inorgânicos, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Química |
Q732349 Química
As substâncias que, quando colocadas em água, liberam, exclusivamente, ânions OH– , classificam‐se como bases de Arrhenius. Assinale a alternativa que contém apenas bases de Arrenhius.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Química |
Q732348 Química

Observe a estrutura a seguir, que representa o composto antibiótico conhecido como isopenicilina N, cuja estrutura química possui diversas funções orgânicas.

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que NÃO contém uma função orgânica representada na estrutura isopenicilina N.

Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: CNEN Prova: IDECAN - 2014 - CNEN - Técnico em Química |
Q732347 Química

Sobre as ligações químicas, analise as afirmativas.

I. Nas estruturas de Lewis, a ligação covalente resulta do compartilhamento de um par de elétrons entre dois átomos. Esse compartilhamento é uma característica particular das ligações encontradas na maioria das moléculas orgânicas.

II. Com o desenvolvimento da mecânica quântica, Linus Pauling introduziu o conceito de ressonância para explicar o tipo de situação, em que duas possíveis estruturas de Lewis coexistiriam sob a forma de estruturas ressonantes. Por exemplo, a representação das ligações no O3 é uma média de duas estruturas ressoantes possíveis.

III. Quando ocorre a ligação química pela transferência de elétrons de um átomo (que fica positivo) para outro átomo (que fica negativo), a ligação formada denomina‐se ligação iônica.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativas

Alternativas
Q515340 Inglês

 text VII 

                                    
            Government of Montenegro launched first round
               for offshore production concession contracts
                              on 7 August 2013.

The Ministry of Economy of Montenegro launched its first bid round for a production concession contract. A total of 3,191 square kilometres of offshore area is Offered, comprising of 13 blocks in the Adriatic Sea.

                  More information about the Round, data availability, and
                  overall procedure can be obtained either by contacting
                                     [email protected] or at
                                           www.petroleum.me

                        (The Economist, September 4th, 2013. Page 86.) 
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Alternativas
Q515331 Português
Texto IV

                        A rosa de Hiroshima


            Pensem nas crianças
            Mudas telepáticas
            Pensem nas meninas
            Cegas inexatas
            Pensem nas mulheres
            Rotas alteradas
            Pensem nas feridas
            Como rosas cálidas
            Mas oh não se esqueçam
            Da rosa da rosa
            Da rosa de Hiroshima
            A rosa hereditária
            A rosa radioativa
            Estúpida e inválida
            A rosa com cirrose
            A antirrosa atômica
            Sem cor sem perfume
            Sem rosa, sem nada.

(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)


A repetição da palavra “rosa”, empregada como um recurso estilístico, no poema de Vinicius de Moraes,
Alternativas
Q515330 Português
Texto IV

                        A rosa de Hiroshima


            Pensem nas crianças
            Mudas telepáticas
            Pensem nas meninas
            Cegas inexatas
            Pensem nas mulheres
            Rotas alteradas
            Pensem nas feridas
            Como rosas cálidas
            Mas oh não se esqueçam
            Da rosa da rosa
            Da rosa de Hiroshima
            A rosa hereditária
            A rosa radioativa
            Estúpida e inválida
            A rosa com cirrose
            A antirrosa atômica
            Sem cor sem perfume
            Sem rosa, sem nada.

(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)


Na linguagem poética, estão presentes recursos estilísticos e efeitos de sentido. Sabendo que o termo “rosa” foi empregado, predominantemente, no sentido conotativo no texto, assinale o verso a seguir que NÃO confirma tal afirmação.
Alternativas
Q515329 Português
Texto IV

                        A rosa de Hiroshima


            Pensem nas crianças
            Mudas telepáticas
            Pensem nas meninas
            Cegas inexatas
            Pensem nas mulheres
            Rotas alteradas
            Pensem nas feridas
            Como rosas cálidas
            Mas oh não se esqueçam
            Da rosa da rosa
            Da rosa de Hiroshima
            A rosa hereditária
            A rosa radioativa
            Estúpida e inválida
            A rosa com cirrose
            A antirrosa atômica
            Sem cor sem perfume
            Sem rosa, sem nada.

(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)


No texto IV, é correto afirmar que o eu lírico tem como interlocutor
Alternativas
Q515328 Português
Texto III

                              O presente e o futuro dos exames de imagem

            Para o professor Celso Darío Ramos, do Departamento de Radiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem. Um exemplo citado por ele é PET-CT, equipamento que possibilita, ao mesmo tempo, indicar a função biológica de determinado órgão do corpo, por meio da tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons), bem como mostrar a anatomia de várias partes do corpo, com o auxílio do CT (tomografia computadorizada).
            Celso explica que tanto a tomografia por emissão de pósitrons quanto a computadorizada utilizam radiação para produzir imagens. No caso da medicina nuclear, essa radiação é captada dentro do próprio corpo do paciente graças à injeção de um radiofármaco, uma espécie de glicose que emite uma fraca radiação. “Para analisar um tumor, por exemplo, quanto mais agressivo, mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. Com isso, o equipamento vai identificar as características desse tumor, desde a sua fisiologia ao seu grau de agressividade. Com a medicina nuclear é possível fazer imagens do cérebro para avaliar doenças, bem como da distribuição do sangue no coração", exemplifica o especialista.

                                     (Disponível em:http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/06/para-
                                       especialistas-medicina-nuclear-ditara-futuro-dos-exames- de-imagem.html
.)



Texto IV

                        A rosa de Hiroshima


            Pensem nas crianças
            Mudas telepáticas
            Pensem nas meninas
            Cegas inexatas
            Pensem nas mulheres
            Rotas alteradas
            Pensem nas feridas
            Como rosas cálidas
            Mas oh não se esqueçam
            Da rosa da rosa
            Da rosa de Hiroshima
            A rosa hereditária
            A rosa radioativa
            Estúpida e inválida
            A rosa com cirrose
            A antirrosa atômica
            Sem cor sem perfume
            Sem rosa, sem nada.

(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)


Considerando as relações de coerência estabelecidas por determinadas palavras, indique o par de trechos destacados (textos III e IV) cuja relação indicada pelos termos grifados é a mesma.
Alternativas
Q515327 Português
Texto I

                                              Energia nuclear: ontem e hoje


Guerra e paz

      O sucesso do primeiro reator nuclear pode ser comparável em importância à descoberta do fogo, à invenção da máquina a vapor, do automóvel ou avião ou, mais modernamente, à difusão da internet pelo mundo – afinal, tornou possível usar a enorme quantidade de energia armazenada no núcleo atômico.
      As circunstâncias daquele momento fizeram com que essa energia fosse primeiramente empregada na guerra, com a produção de três bombas atômicas – duas lançadas sobre o Japão, em agosto de 1945, pondo fim ao conflito. Mas, terminada a “guerra quente" – e iniciada a Guerra Fria –, os reatores nucleares, já a partir de 1950, passaram a ser construídos com propósitos pacíficos.
      Mais potentes e tecnologicamente avançadas, essas máquinas começaram a produzir diversos elementos radioativos (molibdênio e iodo, por exemplo) que eram incorporados em quantidades adequadas a produtos farmacêuticos (radiofármacos), que passaram a ser usados na medicina nuclear para diagnóstico e tratamento de doenças.
      Na década de 1950, surgiram vários reatores para gerar eletricidade, trazendo bem‐estar e conforto às populações. O pioneiro foi Obminsk (Rússia), em 1954, e, dois anos depois, Calder Hall (Reino Unido), primeira usina nuclear de larga escala, que  funcionou por 50 anos. 

                                     (Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)


Texto III
                                     O presente e o futuro dos exames de imagem


      Para o professor Celso Darío Ramos, do Departamento de Radiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem. Um exemplo citado por ele é PET‐CT, equipamento que possibilita, ao mesmo tempo, indicar a função biológica de determinado órgão do corpo, por meio da tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons), bem como mostrar a anatomia de várias partes do corpo, com o auxílio do CT (tomografia computadorizada).
      Celso explica que tanto a tomografia por emissão de pósitrons quanto a computadorizada utilizam radiação para produzir imagens. No caso da medicina nuclear, essa radiação é captada dentro do próprio corpo do paciente graças à injeção de um radiofármaco, uma espécie de glicose que emite uma fraca radiação. “Para analisar um tumor, por exemplo, quanto mais agressivo, mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. Com isso, o equipamento vai identificar as características desse tumor, desde a sua fisiologia ao seu grau de agressividade. Com a medicina nuclear é possível fazer imagens do cérebro para avaliar doenças, bem como da distribuição do sangue no coração", exemplifica o especialista.

       (Disponível em: http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/20...‐especialistas‐medicina‐
                                                                                   nuclear‐ditara‐futuro‐dos‐exames‐de‐imagem.html
.)







Texto IV

                        A rosa de Hiroshima 


            Pensem nas crianças 
            Mudas telepáticas 
            Pensem nas meninas 
            Cegas inexatas 
            Pensem nas mulheres 
            Rotas alteradas 
            Pensem nas feridas 
            Como rosas cálidas 
            Mas oh não se esqueçam 
            Da rosa da rosa 
            Da rosa de Hiroshima 
            A rosa hereditária 
            A rosa radioativa 
            Estúpida e inválida 
            A rosa com cirrose 
            A antirrosa atômica 
            Sem cor sem perfume 
            Sem rosa, sem nada. 

(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas
 brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001
.) 


Considerando  que  o  poema  “A  rosa  de Hiroshima",  de  Vinicius  de Moraes,  faz  uma  referência  ao  uso  da  energia nuclear citado no texto I “Energia nuclear: ontem e hoje", por ocasião da guerra, é correto afirmar que, em relação ao  texto III “O presente e o futuro dos exames de imagem", existe uma 
Alternativas
Q515326 Português
Texto III

                              O presente e o futuro dos exames de imagem

            Para o professor Celso Darío Ramos, do Departamento de Radiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem. Um exemplo citado por ele é PET-CT, equipamento que possibilita, ao mesmo tempo, indicar a função biológica de determinado órgão do corpo, por meio da tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons), bem como mostrar a anatomia de várias partes do corpo, com o auxílio do CT (tomografia computadorizada).
            Celso explica que tanto a tomografia por emissão de pósitrons quanto a computadorizada utilizam radiação para produzir imagens. No caso da medicina nuclear, essa radiação é captada dentro do próprio corpo do paciente graças à injeção de um radiofármaco, uma espécie de glicose que emite uma fraca radiação. “Para analisar um tumor, por exemplo, quanto mais agressivo, mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. Com isso, o equipamento vai identificar as características desse tumor, desde a sua fisiologia ao seu grau de agressividade. Com a medicina nuclear é possível fazer imagens do cérebro para avaliar doenças, bem como da distribuição do sangue no coração", exemplifica o especialista.

                                     (Disponível em:http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/06/para-
                                       especialistas-medicina-nuclear-ditara-futuro-dos-exames- de-imagem.html
.)



O verbo de elocução “exemplifica”, usado ao final do texto para mencionar a fala do especialista, pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
Alternativas
Q515325 Português
Texto III

                              O presente e o futuro dos exames de imagem

            Para o professor Celso Darío Ramos, do Departamento de Radiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem. Um exemplo citado por ele é PET-CT, equipamento que possibilita, ao mesmo tempo, indicar a função biológica de determinado órgão do corpo, por meio da tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons), bem como mostrar a anatomia de várias partes do corpo, com o auxílio do CT (tomografia computadorizada).
            Celso explica que tanto a tomografia por emissão de pósitrons quanto a computadorizada utilizam radiação para produzir imagens. No caso da medicina nuclear, essa radiação é captada dentro do próprio corpo do paciente graças à injeção de um radiofármaco, uma espécie de glicose que emite uma fraca radiação. “Para analisar um tumor, por exemplo, quanto mais agressivo, mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. Com isso, o equipamento vai identificar as características desse tumor, desde a sua fisiologia ao seu grau de agressividade. Com a medicina nuclear é possível fazer imagens do cérebro para avaliar doenças, bem como da distribuição do sangue no coração", exemplifica o especialista.

                                     (Disponível em:http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/06/para-
                                       especialistas-medicina-nuclear-ditara-futuro-dos-exames- de-imagem.html
.)



Em “[...] mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. [...]” (2º§), o termo em destaque tem como referente
Alternativas
Q515324 Português
Texto III

                              O presente e o futuro dos exames de imagem

            Para o professor Celso Darío Ramos, do Departamento de Radiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem. Um exemplo citado por ele é PET-CT, equipamento que possibilita, ao mesmo tempo, indicar a função biológica de determinado órgão do corpo, por meio da tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons), bem como mostrar a anatomia de várias partes do corpo, com o auxílio do CT (tomografia computadorizada).
            Celso explica que tanto a tomografia por emissão de pósitrons quanto a computadorizada utilizam radiação para produzir imagens. No caso da medicina nuclear, essa radiação é captada dentro do próprio corpo do paciente graças à injeção de um radiofármaco, uma espécie de glicose que emite uma fraca radiação. “Para analisar um tumor, por exemplo, quanto mais agressivo, mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. Com isso, o equipamento vai identificar as características desse tumor, desde a sua fisiologia ao seu grau de agressividade. Com a medicina nuclear é possível fazer imagens do cérebro para avaliar doenças, bem como da distribuição do sangue no coração", exemplifica o especialista.

                                     (Disponível em:http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/06/para-
                                       especialistas-medicina-nuclear-ditara-futuro-dos-exames- de-imagem.html
.)



Em “Para o professor Celso Darío Ramos, do Departamento de Radiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) , é da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem.” (1º§), o trecho em destaque indica uma
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Q515323 Português
Texto III

                              O presente e o futuro dos exames de imagem

            Para o professor Celso Darío Ramos, do Departamento de Radiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem. Um exemplo citado por ele é PET-CT, equipamento que possibilita, ao mesmo tempo, indicar a função biológica de determinado órgão do corpo, por meio da tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons), bem como mostrar a anatomia de várias partes do corpo, com o auxílio do CT (tomografia computadorizada).
            Celso explica que tanto a tomografia por emissão de pósitrons quanto a computadorizada utilizam radiação para produzir imagens. No caso da medicina nuclear, essa radiação é captada dentro do próprio corpo do paciente graças à injeção de um radiofármaco, uma espécie de glicose que emite uma fraca radiação. “Para analisar um tumor, por exemplo, quanto mais agressivo, mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. Com isso, o equipamento vai identificar as características desse tumor, desde a sua fisiologia ao seu grau de agressividade. Com a medicina nuclear é possível fazer imagens do cérebro para avaliar doenças, bem como da distribuição do sangue no coração", exemplifica o especialista.

                                     (Disponível em:http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/06/para-
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.)



A transcrição da fala do especialista tem como principal função
Alternativas
Respostas
201: A
202: E
203: A
204: A
205: A
206: A
207: D
208: D
209: D
210: A
211: D
212: C
213: E
214: A
215: E
216: A
217: C
218: B
219: B
220: C