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Q1256109 Português
Para Maria da Graça
Paulo Mendes Campos
    Agora, que chegaste à idade avançada de 15 anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice no País das Maravilhas.
    Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti.
    Escuta: se não descobrires um sentido na loucura, acabarás louca. Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade.
    A realidade, Maria, é louca.
    Nem o Papa, ninguém no mundo, pode responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um morcego?"
    Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?" Essa indagação perplexa é lugar-comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.
    A sozinhez (esquece essa palavra que inventei agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de estar aqui sozinha!" O importante é que ela conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os grandes macacos e os cães amestrados) conseguem abrir uma porta bem fechada ou viceversa, isto é, fechar uma porta bem aberta.
    Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial, e temos a presunção petulante de esperar dela grandes consequências. Quando Alice comeu o bolo e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.
    Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria tem de ser grave.
    A gente vive errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes por dia, pois viver é falar de corda em casa de enforcado. Por isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se gostas de gato, experimenta o ponto de vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias de gato se fosses eu?"
    Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados, todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos tão escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A corrida terminou! Mas quem ganhou?" É bobice, Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre onde quiseres, ganhaste. [...]

Adaptado de: https://contobrasileiro.com.br/tag/cronica-de-paulomendes-campos/ Acesso em: 04/02/2020.
Assinale a alternativa em que a utilização do sinal de pontuação esteja INCORRETA.
Alternativas
Q1256107 Português
Para Maria da Graça
Paulo Mendes Campos
    Agora, que chegaste à idade avançada de 15 anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice no País das Maravilhas.
    Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti.
    Escuta: se não descobrires um sentido na loucura, acabarás louca. Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade.
    A realidade, Maria, é louca.
    Nem o Papa, ninguém no mundo, pode responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um morcego?"
    Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?" Essa indagação perplexa é lugar-comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.
    A sozinhez (esquece essa palavra que inventei agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de estar aqui sozinha!" O importante é que ela conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os grandes macacos e os cães amestrados) conseguem abrir uma porta bem fechada ou viceversa, isto é, fechar uma porta bem aberta.
    Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial, e temos a presunção petulante de esperar dela grandes consequências. Quando Alice comeu o bolo e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.
    Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria tem de ser grave.
    A gente vive errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes por dia, pois viver é falar de corda em casa de enforcado. Por isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se gostas de gato, experimenta o ponto de vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias de gato se fosses eu?"
    Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados, todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos tão escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A corrida terminou! Mas quem ganhou?" É bobice, Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre onde quiseres, ganhaste. [...]

Adaptado de: https://contobrasileiro.com.br/tag/cronica-de-paulomendes-campos/ Acesso em: 04/02/2020.
Assinale a alternativa em que a classificação da figura de linguagem presente no trecho dado esteja INCORRETA.
Alternativas
Q1256106 Português
Para Maria da Graça
Paulo Mendes Campos
    Agora, que chegaste à idade avançada de 15 anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice no País das Maravilhas.
    Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti.
    Escuta: se não descobrires um sentido na loucura, acabarás louca. Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade.
    A realidade, Maria, é louca.
    Nem o Papa, ninguém no mundo, pode responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um morcego?"
    Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?" Essa indagação perplexa é lugar-comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.
    A sozinhez (esquece essa palavra que inventei agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de estar aqui sozinha!" O importante é que ela conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os grandes macacos e os cães amestrados) conseguem abrir uma porta bem fechada ou viceversa, isto é, fechar uma porta bem aberta.
    Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial, e temos a presunção petulante de esperar dela grandes consequências. Quando Alice comeu o bolo e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.
    Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria tem de ser grave.
    A gente vive errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes por dia, pois viver é falar de corda em casa de enforcado. Por isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se gostas de gato, experimenta o ponto de vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias de gato se fosses eu?"
    Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados, todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos tão escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A corrida terminou! Mas quem ganhou?" É bobice, Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre onde quiseres, ganhaste. [...]

Adaptado de: https://contobrasileiro.com.br/tag/cronica-de-paulomendes-campos/ Acesso em: 04/02/2020.
Sobre os conectivos em destaque no excerto que segue, assinale a alternativa correta.
“Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade.”
Alternativas
Q1256105 Português
Para Maria da Graça
Paulo Mendes Campos
    Agora, que chegaste à idade avançada de 15 anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice no País das Maravilhas.
    Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti.
    Escuta: se não descobrires um sentido na loucura, acabarás louca. Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade.
    A realidade, Maria, é louca.
    Nem o Papa, ninguém no mundo, pode responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um morcego?"
    Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?" Essa indagação perplexa é lugar-comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.
    A sozinhez (esquece essa palavra que inventei agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de estar aqui sozinha!" O importante é que ela conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os grandes macacos e os cães amestrados) conseguem abrir uma porta bem fechada ou viceversa, isto é, fechar uma porta bem aberta.
    Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial, e temos a presunção petulante de esperar dela grandes consequências. Quando Alice comeu o bolo e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.
    Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria tem de ser grave.
    A gente vive errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes por dia, pois viver é falar de corda em casa de enforcado. Por isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se gostas de gato, experimenta o ponto de vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias de gato se fosses eu?"
    Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados, todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos tão escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A corrida terminou! Mas quem ganhou?" É bobice, Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre onde quiseres, ganhaste. [...]

Adaptado de: https://contobrasileiro.com.br/tag/cronica-de-paulomendes-campos/ Acesso em: 04/02/2020.
Considere os sentidos expressos no trecho “Por isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se gostas de gato, experimenta o ponto de vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: ‘‘Gostarias de gato se fosses eu?” e assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: UNICAMP Prova: VUNESP - 2019 - UNICAMP - Ciências Exatas |
Q1028163 Redes de Computadores
Todos os protocolos de comunicação são passíveis de serem mapeados no modelo de referência OSI (Open System Interconnection) da ISO. Por exemplo, o protocolo IP utilizado na Internet é mapeado na camada de
Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: UNICAMP Prova: VUNESP - 2019 - UNICAMP - Ciências Exatas |
Q1028154 Programação
O processo de descrição do hardware de um circuito lógico digital, combinatório e sequencial, para implementação em uma FPGA é feito por meio de linguagens HDL, como:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: UNICAMP Prova: VUNESP - 2019 - UNICAMP - Ciências Exatas |
Q1028153 Arquitetura de Computadores

Um dispositivo de lógica programável tipo FPGA possui uma memória não volátil externa (dataflash) que pode ser gravada por uma interface especial. Essa memória também é conectada aos terminais da FPGA destinados a inicialização (boot) da mesma.


A respeito dessa memória, é correto afirmar que ela desempenha, para a FPGA, o papel fundamental de uma

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Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: UNICAMP Prova: VUNESP - 2019 - UNICAMP - Ciências Exatas |
Q1028133 Inglês

1. What is an analog-digital converter?

An Analog-Digital Converter (ADC) is a widely used electronic component that converts an analog electric signal (usually a voltage) into a digital representation. The ADCs are at the front-end of any digital circuit that needs to process signals coming from the exterior world. Its schematic symbol is:


                      


The output of a microphone, the voltage at a photodiode or the signal of an accelerometer are examples of analog values that need to be converted so that a microprocessor can work with them.


2. How does the ADC convert a signal?


Many ways have been developed to convert an analog signal, each with its strengths and weaknesses. The choice of the ADC for a given application is usually defined by the requirements you have: if you need speed, use a fast ADC; if you need precision, use an accurate ADC; if you are constrained in space, use a compact ADC.

All ADCs work under the same principle: they need to convert a signal to a certain number of bits N. The sequence of bits represents the number and each bit has the double of the weight of the next, starting from the Most Significant Bit (MSB) up to the Least Significant Bit (LSB). In a nutshell, we want to find the sequence of bits bN−1, bN−2, ..., b0 that represents the analog value Vin as Vin=∑n=0N−1bn2nVref2N.

                                (www.onmyphd.com/?p=analog.digital.converter. Adaptado)

No trecho da resposta à segunda pergunta – In a nutshell, we want to find the sequence of bits…–, a expressão destacada equivale, em português, a

Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: UNICAMP Prova: VUNESP - 2019 - UNICAMP - Ciências Exatas |
Q1028132 Inglês

1. What is an analog-digital converter?

An Analog-Digital Converter (ADC) is a widely used electronic component that converts an analog electric signal (usually a voltage) into a digital representation. The ADCs are at the front-end of any digital circuit that needs to process signals coming from the exterior world. Its schematic symbol is:


                      


The output of a microphone, the voltage at a photodiode or the signal of an accelerometer are examples of analog values that need to be converted so that a microprocessor can work with them.


2. How does the ADC convert a signal?


Many ways have been developed to convert an analog signal, each with its strengths and weaknesses. The choice of the ADC for a given application is usually defined by the requirements you have: if you need speed, use a fast ADC; if you need precision, use an accurate ADC; if you are constrained in space, use a compact ADC.

All ADCs work under the same principle: they need to convert a signal to a certain number of bits N. The sequence of bits represents the number and each bit has the double of the weight of the next, starting from the Most Significant Bit (MSB) up to the Least Significant Bit (LSB). In a nutshell, we want to find the sequence of bits bN−1, bN−2, ..., b0 that represents the analog value Vin as Vin=∑n=0N−1bn2nVref2N.

                                (www.onmyphd.com/?p=analog.digital.converter. Adaptado)

No trecho da resposta à segunda pergunta – Many ways have been developed to convert an analog signal, each with its strengths and weaknesses. –, a expressão destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
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Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: UNICAMP Prova: VUNESP - 2019 - UNICAMP - Ciências Exatas |
Q1028131 Inglês

1. What is an analog-digital converter?

An Analog-Digital Converter (ADC) is a widely used electronic component that converts an analog electric signal (usually a voltage) into a digital representation. The ADCs are at the front-end of any digital circuit that needs to process signals coming from the exterior world. Its schematic symbol is:


                      


The output of a microphone, the voltage at a photodiode or the signal of an accelerometer are examples of analog values that need to be converted so that a microprocessor can work with them.


2. How does the ADC convert a signal?


Many ways have been developed to convert an analog signal, each with its strengths and weaknesses. The choice of the ADC for a given application is usually defined by the requirements you have: if you need speed, use a fast ADC; if you need precision, use an accurate ADC; if you are constrained in space, use a compact ADC.

All ADCs work under the same principle: they need to convert a signal to a certain number of bits N. The sequence of bits represents the number and each bit has the double of the weight of the next, starting from the Most Significant Bit (MSB) up to the Least Significant Bit (LSB). In a nutshell, we want to find the sequence of bits bN−1, bN−2, ..., b0 that represents the analog value Vin as Vin=∑n=0N−1bn2nVref2N.

                                (www.onmyphd.com/?p=analog.digital.converter. Adaptado)

No trecho da resposta à primeira pergunta – ... that need to be converted so that a microprocessor can work with them. –, a expressão destacada indica
Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: UNICAMP Prova: VUNESP - 2019 - UNICAMP - Ciências Exatas |
Q1028130 Inglês

1. What is an analog-digital converter?

An Analog-Digital Converter (ADC) is a widely used electronic component that converts an analog electric signal (usually a voltage) into a digital representation. The ADCs are at the front-end of any digital circuit that needs to process signals coming from the exterior world. Its schematic symbol is:


                      


The output of a microphone, the voltage at a photodiode or the signal of an accelerometer are examples of analog values that need to be converted so that a microprocessor can work with them.


2. How does the ADC convert a signal?


Many ways have been developed to convert an analog signal, each with its strengths and weaknesses. The choice of the ADC for a given application is usually defined by the requirements you have: if you need speed, use a fast ADC; if you need precision, use an accurate ADC; if you are constrained in space, use a compact ADC.

All ADCs work under the same principle: they need to convert a signal to a certain number of bits N. The sequence of bits represents the number and each bit has the double of the weight of the next, starting from the Most Significant Bit (MSB) up to the Least Significant Bit (LSB). In a nutshell, we want to find the sequence of bits bN−1, bN−2, ..., b0 that represents the analog value Vin as Vin=∑n=0N−1bn2nVref2N.

                                (www.onmyphd.com/?p=analog.digital.converter. Adaptado)

Na primeira resposta, um exemplo de valor analógico a ser convertido em valor digital é
Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: UNICAMP Prova: VUNESP - 2019 - UNICAMP - Ciências Exatas |
Q1028129 Inglês

1. What is an analog-digital converter?

An Analog-Digital Converter (ADC) is a widely used electronic component that converts an analog electric signal (usually a voltage) into a digital representation. The ADCs are at the front-end of any digital circuit that needs to process signals coming from the exterior world. Its schematic symbol is:


                      


The output of a microphone, the voltage at a photodiode or the signal of an accelerometer are examples of analog values that need to be converted so that a microprocessor can work with them.


2. How does the ADC convert a signal?


Many ways have been developed to convert an analog signal, each with its strengths and weaknesses. The choice of the ADC for a given application is usually defined by the requirements you have: if you need speed, use a fast ADC; if you need precision, use an accurate ADC; if you are constrained in space, use a compact ADC.

All ADCs work under the same principle: they need to convert a signal to a certain number of bits N. The sequence of bits represents the number and each bit has the double of the weight of the next, starting from the Most Significant Bit (MSB) up to the Least Significant Bit (LSB). In a nutshell, we want to find the sequence of bits bN−1, bN−2, ..., b0 that represents the analog value Vin as Vin=∑n=0N−1bn2nVref2N.

                                (www.onmyphd.com/?p=analog.digital.converter. Adaptado)

According to the first answer, the Analog-Digital Converter
Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: UNICAMP Prova: VUNESP - 2019 - UNICAMP - Ciências Exatas |
Q1028125 Matemática
O desvio padrão dos valores 2, 6, 4, 3 e 5 é, aproximadamente,
Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: UNICAMP Prova: VUNESP - 2019 - UNICAMP - Ciências Exatas |
Q1028124 Estatística

Considere as informações do gráfico.


Imagem associada para resolução da questão


Com base nas informações apresentadas no gráfico, é correto afirmar que

Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: UNICAMP Prova: VUNESP - 2019 - UNICAMP - Ciências Exatas |
Q1028123 Matemática
Com os dígitos 1, 2, 3, 4, 5 e 6 escreveram-se números inteiros com três algarismos, que foram, todos, distribuídos a pessoas que participariam do sorteio de dois desses números. Sabendo-se que cada pessoa recebeu apenas um desses números, a probabilidade de serem sorteadas a pessoa com o número par e iniciado por 5 e a pessoa com o número par e com o elemento da dezena igual a 5 é:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: UNICAMP Prova: VUNESP - 2019 - UNICAMP - Ciências Exatas |
Q1028122 Matemática

Um reservatório com formato interno de paralelepípedo reto retangular, com 3 metros de altura, está com 12,6 m3 de água, o que corresponde a três quintos do seu volume máximo. Sabendo-se que a diferença entre as medidas das arestas da base desse reservatório é de 1,5 metro, é correto afirmar que o perímetro da base desse reservatório mede

Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: UNICAMP Prova: VUNESP - 2019 - UNICAMP - Ciências Exatas |
Q1028118 Matemática
Suponha que, nos últimos 20 anos, uma universidade publicou, rigorosamente, a cada dois anos, editais para a contratação de um profissional para uma área A; a cada três anos, editais para a contratação de um profissional para uma área B; e, a cada 18 meses, editais para a contratação de um profissional para uma área C. Se, no ano de 2018, essa universidade publicou os 3 editais e já contratou os profissionais, então, o número de profissionais contratados todas as vezes em que os três editais foram publicados em um mesmo ano, desde o ano 2000 até o ano 2018, é igual a
Alternativas
Q1028116 Matemática
No ano de 2017, uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que, no Brasil, para cada pessoa obesa, há quatro pessoas não obesas. Isso nos leva corretamente a afirmar que, na época da pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, a razão entre o número de brasileiros obesos e o número total de brasileiros era igual a
Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: UNICAMP Prova: VUNESP - 2019 - UNICAMP - Ciências Exatas |
Q1028115 Matemática

Considere a seguinte informação, apresentada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em 20 de novembro de 2018.


“O aumento no preço do tomate foi o grande destaque na análise das hortaliças nas principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) do país. Desta vez, a elevação foi unânime e teve percentuais significativos, com maior alta de 145%, em Vitória (ES), seguida de 127% em Goiânia (GO) e 105% em Belo Horizonte (MG).”

(https://www.conab.gov.br/ultimas-noticias/2579-boletim-prohort-mostra-que-tomate-e-a-hortalica-com-maior-alta-de-precos)


Supondo que em Vitória, após essa informação, o tomate estivesse sendo vendido ao preço de R$ 3,92, é correto afirmar que, nesse preço, com base na informação dada, estaria embutido um aumentado de 

Alternativas
Ano: 2019 Banca: VUNESP Órgão: UNICAMP Prova: VUNESP - 2019 - UNICAMP - Ciências Exatas |
Q1028114 Matemática

Considere as informações a seguir, apresentadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sobre a cidade de Campinas.


Imagem associada para resolução da questão


Com base nas informações apresentadas, é correto afirmar que a população estimada, em 2018, comparada com a população identificada no censo de 2010, cresceu em, aproximadamente,

Alternativas
Respostas
121: A
122: E
123: C
124: E
125: A
126: C
127: D
128: B
129: E
130: A
131: D
132: C
133: D
134: A
135: D
136: A
137: B
138: C
139: B
140: E