Questões de Concurso Comentadas para profissional de nível superior

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Q3957190 Saúde Pública
No contexto da Atenção em Urgência e Emergência no SUS, o Protocolo de Acolhimento com Classificação de Risco estabelece que:
Alternativas
Q3957189 Serviço Social
A Lei nº 8.080/1990, que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde e a organização e funcionamento do SUS, estabelece princípios fundamentais. Qual dos itens abaixo faz parte das diretrizes organizacionais do SUS conforme a lei e sua regulamentação constitucional?
Alternativas
Q3957188 Direito Constitucional
Conforme a Constituição Federal de 1988 — Título VIII, Capítulo II — Da Seguridade Social, qual é a definição constitucional que embasa o Sistema Único de Saúde (SUS)?
Alternativas
Q3957187 Meio Ambiente
O Brasil atualizou relatórios internacionais de adaptação climática dentro do Acordo de Paris, destacando estratégias de enfrentamento às mudanças do clima.
Sobre esse tema, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3957177 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  
Analisando a ênfase nos elementos de comunicação empregados no texto, predominam nele, as seguintes funções de linguagem:
Alternativas
Q3957176 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  
Considerando as palavras extraídas do texto, a única que é formada pelo processo de composição por justaposição é:
Alternativas
Q3957175 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  
Considere a palavra “antidepressivos” e marque a alternativa que apresenta o número de letras e o número de fonemas na sua formação:
Alternativas
Q3957174 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  
Analise as palavras a seguir e marque a alternativa que apresenta um hiato, um dígrafo, um ditongo crescente e um tritongo respectivamente:
Alternativas
Q3957173 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  
Analise as palavras abaixo e marque a alternativa que apresenta aquelas que são acentuadas pela mesma regra:
Alternativas
Q3957171 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  
Analise as afirmações abaixo sobre os termos da oração e à compreensão textual:

I. O verbo da oração: “A ciência então evoluiu” é intransitivo.
II. (...) “alta dose de desconhecimento e preconceito “ tem a função sintática de complemento verbal do verbo “recaía”.
III. A expressão “As condições de saúde mental” é o sujeito de todo o período onde está localizado.
IV. A expressão “Ao longo de boa parte do século XX” tem a função sintática de adjunto adverbial de lugar.


Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3957170 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  
Observe o fragmento: “Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico.” Sobre o emprego das vírgulas, nesse trecho, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3957169 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  

Analise as afirmações sobre o texto e marque V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa:


( ) Nesse contexto, o uso da norma padrão expressa formalismo próprio do gênero.

( ) Nota-se inadequação linguística como “diagnósticos “fast-food” no texto.

( ) Os argumentos apresentados conferem credibilidade à exposição do assunto.

( ) No decorrer do texto há muitas opiniões controversas sobre o assunto.



A alternativa correta é: 

Alternativas
Q3957168 Português
TEXTO 01


Saúde mental: especialistas alertam
para a perigosa ‘epidemia de diagnósticos’


    Ao longo de boa parte do século XX, recaía sobre o sofrimento psíquico alta dose de desconhecimento e preconceito, e o tormento era logo alojado no escaninho da inadequação social, da fraqueza e até do desvio moral. Quem deixasse entrever uma instabilidade emocional mais profunda não raro se via afastado da vida em sociedade e acabava internado num hospital.( ) A ciência então evoluiu, encontrando formas eficazes de duelar contra os males da mente, que ganharam nomenclaturas hoje tão difundidas – depressão, ansiedade e outros tantos transtornos.
    ( ) Os especialistas têm observado um efeito colateral: o diagnóstico dessas doenças disparou de forma preocupante. Uma ala séria da medicina mundial afirma haver aí excessos tanto por parte dos profissionais, que estariam se precipitando ao prescrever remédios de tarja preta sem uma observação mais consistente do paciente, como por parte de pessoas que, diante de cansaço, estresse e tristeza, recorrem por conta própria a ansiolíticos e antidepressivos – sobretudo a turma jovem. Um dos mais respeitados estudiosos do tema, o psiquiatra Luis Augusto Rohde, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, lançou um alerta sobre a questão que reverberou no meio médico. “As condições de saúde mental não funcionam como um teste de gravidez, com resultado positivo ou negativo. O ponto de corte é sempre em alguma medida , arbitrário”, afirma ele, que diz estar em curso uma epidemia dos “diagnósticos fast-food”, fruto de consultas rápidas e inexperiência. “Quando o médico não tem formação adequada, há o risco de indicar remédios inadequados que podem levar à dependência”, enfatiza. (...) “Existe uma confusão muito grande sobre o que é , de fato, um transtorno mental e o que faz parte das tensões normais da vida”, observa Miriam Gorender, diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria. (...)
     Em seu best-seller Nação Dopamina, a psiquiatra Anna Lembke, da Universidade de Stanford, descreve o mundo de hoje em um desequilíbrio crônico entre prazer e dor, no qual as pessoas, cercadas de estímulos recompensadores, tendem a rejeitar o desconforto. É nesse ponto que se abre a brecha para o que o filósofo francês Michel Foucault ( 1926 – 1984) chamou de “medicalização da vida”, referindo-se à propensão humana de transformar sentimentos e emoções em condições médicas. “Nem toda criança agitada tem TDAH, assim como nem todo adulto distraído está doente”, resume o neuropediatra Mauro Muszkat. Nada como ciência elevada, bons médicos e sensatez para navegar em meio à tamanha complexidade e manter a mente saudável.


(veja.abril.com.br/saúde/saúde-mental-especialistas-alertam -para-a-perigosa-epidemia-de-diagnosticos/textoadaptado. Acesso em: 7 fev. 2026)  
Considere a leitura integral do texto e marque a alternativa correta quanto ao gênero textual predominante nele:
Alternativas
Q2671276 Pedagogia

Analise as assertivas abaixo acerca dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento no Campo de Experiências: traços, sons, cores e formas:


1. Expressar suas emoções, sentimentos, necessidades e ideias cantando, dançando, esculpindo, desenhando, encenando. 2. Conviver e fruir com os colegas e professores manifestações artísticas e culturais da sua comunidade e de outras culturas – artes plásticas, música, dança, teatro, cinema, folguedos e festas populares.

3. Explorar gestos, expressões, sons da língua, rimas, imagens, textos escritos, além dos sentidos das palavras, nas poesias, parlendas, canções e nos enredos de histórias, apropriando-se desses elementos para criar novas falas, enredos, histórias e escritas convencionais ou não.

4. Expressar suas observações, explicações e representações sobre objetos, organismos vivos, fenômenos da natureza, características do ambiente.

5. Brincar com diferentes parceiros desenvolvendo sua imaginação e solidariedade.


O resultado da somatória dos números correspondentes apenas aos direitos de aprendizagem e desenvolvimento deste Campo de Experiências é:

Alternativas
Q2671274 Pedagogia

A respeito das categorias da ação pedagógica (espaço, tempo e materiais), analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) O espaço na instituição de Educação Infantil deve propiciar condições para que as crianças possam usufruí-lo em benefício do seu desenvolvimento e aprendizagem.

( ) Particularmente, as crianças de zero a um ano de idade não necessitam de um espaço especialmente preparado onde possam engatinhar livremente, ensaiar os primeiros passos, brincar, uma vez que estas habilidades motoras devem ser treinadas pelas famílias.

( ) Os brinquedos e demais materiais precisam estar dispostos de forma acessível somente ao professor, pensando numa organização que possibilite manter a sala de aula em ordem, sem bagunça.

( ) Recursos materiais entendidos como mobiliário, espelhos, brinquedos, livros, lápis, papéis, tintas, pincéis, tesouras, cola, massa de modelar, argila, jogos diversos, blocos para construções, material de sucata, roupas, panos para brincar, e etc., devem ter presença obrigatória nas instituições de Educação Infantil de forma cuidadosamente planejada.

( ) A organização do tempo deve prever possibilidades diversas e muitas vezes simultâneas de atividades, como atividades mais ou menos movimentadas, individuais ou em grupos, com maior ou menor grau de concentração; de repouso, alimentação e higiene; atividades referentes aos diferentes eixos de trabalho.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2671272 Pedagogia

Analise as assertivas abaixo a respeito da organização de um Cesto dos Tesouros e assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q2671271 Pedagogia

Sobre o currículo da Educação Infantil, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. O currículo da Educação Infantil é concebido como um conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico.

II. As práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da Educação Infantil têm como eixos norteadores as interações e a brincadeira, garantindo experiências que promovam o conhecimento de si e do mundo.

III. Os conteúdos que emergem dessa etapa apresentam uma profunda relação com a vida cotidiana, entre eles, a alimentação, a higiene, o repouso, o domínio do corpo, o brincar, o movimento, a exploração de si e do entorno, dentre muitas outras linguagens.

IV. O currículo da Educação Infantil não precisa levar em conta o cuidar e o educar, compreendendo o cuidado apenas como aspectos físicos, sem a necessidade de integrá-los às ações educativas, as quais devem garantir os direitos e os interesses de aprendizagem das crianças.

Alternativas
Respostas
1: A
2: A
3: A
4: B
5: B
6: A
7: A
8: B
9: A
10: D
11: B
12: A
13: C
14: C
15: B
16: A
17: A
18: B
19: D
20: E