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Fonte:tirasarmandinho.tumblr.com/
Na fala do primeiro quadrinho "A verdade é que o mundo não respeita os bons!", a oração "é que o mundo não respeita os bons!" é classificada sintaticamento como:
I.Em licitações, para a execução de obras, deve-se obedecer à seguinte sequência: projeto executivo, projeto básico e execução das obras.
II.As obras e os serviços somente poderão ser licitados quando houver projeto básico aprovado pela autoridade competente e disponível para exame dos interessados em participar do processo licitatório.
III.O conjunto dos elementos necessários e suficientes à execução completa da obra, de acordo com as normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas é denominado como Projeto Executivo.
Dentre as afirmações anteriores, quais estão CORRETAS?
Malandro, preguiçoso, astuto e dado a ser fanfarrão: eis a figura do Arlequim. Sedutor, ele tenta roubar a namorada do Pierrot, a Colombina.
Ele seduz porque é esperto (mais do que inteligente), ressentido (como quase todos nós), cheio de alegria (como desejamos) e repleto de uma vivacidade que aprendemos a admirar na ficção, ainda que um pouco cansativa na vida real. Como em todas as festas, admiramos o palhaço e, nem por isso, desejamos tê-lo sempre em casa.
Toda escola tem arlequim entre alunos e professores. Todo escritório tem o grande “clown”. Há, ao menos, um tio arlequinal por família. Pense: virá a sua cabeça aquele homem ou mulher sempre divertido, apto a explorar as contradições do sistema a seu favor e, por fim, repleto de piadas maliciosas e ligeiramente canalhas. São sempre ricos em gestos de mímica, grandes contadores de causos e, a rigor, personagens permanentes. Importante: o divertido encenador de pantomimas necessita do palco compartilhado com algum Pierrot. Sem a figura triste do último, inexiste a alegria do primeiro. Em toda cena doméstica, ocorrem diálogos de personagens polarizadas, isso faz parte da dinâmica da peça mais clássica que você vive toda semana: “almoço em família”.
O Arlequim é engraçado porque tem a liberdade que o mal confere a quem não sofre com as algemas do decoro. Aqui vem uma maldade extra: ele nos perdoa dos nossos males por ser, publicamente, pior do que todos nós. Na prática, ele nos autoriza a pensar mal, ironizar, fofocar e a vestir todas as carapuças passivo-agressivas porque o faz sem culpa. O Arlequim é um lugar quentinho para aninhar os ódios e dores que eu carrego, envergonhado. Funciona como uma transferência de culpa que absolve meus pecadilhos por ser um réu confesso da arte de humilhar.
Você aprendeu na infância que é feio rir dos outros quando caem e que devemos evitar falar dos defeitos alheios. A boa educação dialogou de forma complexa com nossa sedução pela dor alheia. O que explicaria o trânsito lento para contemplar um acidente, o consumo de notícias de escândalos de famosos e os risos com “videocassetadas”? Nossos pequenos monstrinhos interiores, reprimidos duramente pelos bons costumes da aparência social, podem receber ligeira alforria em casos de desgraça alheia e da presença de um “arlequim”. Os seres do mal saem, riem, alegram-se com a dor alheia, acompanham a piada e a humilhação que não seria permitida a eles pelo hospedeiro e, tranquilos, voltam a dormir na alma de cada um até a próxima chamada externa.
Olhar a perversidade do Arlequim é um desafio. A mirada frontal e direta tem um pouco do poder paralisante de uma Medusa. Ali está quem eu abomino e, ali, estou eu, meu inimigo e meu clone, o que eu temo e aquilo que atrai meu desejo. Ser alguém “do bem” é conseguir lidar com nossos próprios demônios como única chance de mantê-los sob controle. Quando não consigo, há uma chance de eu apoiar todo Arlequim externo para diminuir o peso dos meus.
O autoconhecimento esvazia o humor agressivo dos outros. Esta é minha esperança.
(Leandro Karnal, A sedução do Arlequim. O Estado de S.Paulo, 26.12.2021. Adaptado)
Com base nas especificações da ABNT NBR 7211:2019 – Agregados para concreto, observe a tabela abaixo que apresenta a distribuição granulométrica de um determinado agregado para o conjunto de peneiras da série normal e analise as assertivas a seguir:

I. Com base nos valores apresentados, pode-se afirmar que se trata de um agregado graúdo.
II. O módulo de finura do agregado em questão é aproximadamente 2,838.
III. A dimensão máxima característica do agregado em questão é igual a 2,36 mm.
Quais estão corretas?
No que tange às considerações da ABNT NBR 6489/2019 – Solo: Prova de carga estática em fundação direta, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A prova de carga estática em fundação direta consiste em um método de ensaio onde são aplicados esforços estáticos axiais de compressão à placa e registrados os deslocamentos correspondentes.
( ) Tanto no ensaio com carregamento lento quanto no ensaio com carregamento rápido, o carregamento deve ser executado em estágios iguais e sucessivos, variando entre um tipo e outro o valor da carga aplicada e o tempo de permanência.
( ) A placa para aplicação das cargas ao solo deve ter rigidez equivalente à da fundação prevista, devendo, portanto, ser de concreto armado ou aço.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
De acordo com a ABNT NBR 6118, a armadura mínima de tração, em elementos estruturais armados ou protendidos deve ser determinada pelo dimensionamento da seção a um momento fletor mínimo, respeitada a taxa mínima absoluta de 0,15%. Alternativamente, a armadura mínima pode ser considerada atendida se forem respeitadas as taxas mínimas de armadura apresentadas na tabela abaixo.

Considerando uma viga de concreto armado de seção transversal 20 cm x 40 cm e concreto C30,
assinale a alternativa que apresenta a armadura mínima necessária considerando a taxa mínima para
esse concreto.
Em conformidade com a ABNT NBR 13714:2000, para qualquer sistema de hidrante ou de mangotinhos, o volume mínimo de água da reserva de incêndio, prevista para possibilitar o primeiro combate, deve ser determinado pela equação abaixo, isto é, o volume da reserva (V) em litros será o produto da vazão (Q) em litros/minuto de duas saídas do sistema aplicado, pelo tempo (t), em minutos.
[V = Q * t]
Nesse sentido, sabendo que uma determinada edificação industrial classificada como local, onde há
alto risco de incêndio, a vazão de cada uma das saídas é igual a 0,015 m³/s e que nesses casos
(sistemas do tipo 3 – jato compacto Φ25 mm ou regulável) o tempo a ser considerado é de 30 minutos,
assinale a alternativa que indica corretamente o volume da reserva de incêndio para a situação
apresentada.

