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Q3008074 Português
Texto 1

Melhorar a saúde do idoso requer mudanças culturais
Etarismo ainda é obstáculo para que os mais velhos, cada vez mais numerosos, tenham acesso a atendimento realmente eficaz
Por Claudio L. Lottenberg
26 jul. 2024, 13h




        A população brasileira está envelhecendo. De acordo com o último censo (2022), pessoas com mais de 60 anos representam hoje 15,6% do país. Há pouco mais de uma década, essa faixa correspondia a menos de 11% da população. Entre um censo e outro, o contingente de idosos cresceu impressionantes 56 pontos percentuais. O Brasil envelhece – e envelhece rápido. 
        Essa é uma boa notícia. O aumento de brasileiros na “melhor idade” indica que as condições de saúde da população têm melhorado em linhas gerais, somadas ao avanço da medicina, que nos permite cada vez mais prolongar a vida. No entanto, mudanças demográficas dessa magnitude acarretam sempre desafios, seja do ponto de vista econômico, social, urbanístico ou de políticas públicas. O país está preparado para lidar com uma população mais idosa? Infelizmente, parece que, por enquanto, a resposta é “não”.
        Atenho-me aqui à área da saúde. Há avanços incríveis em campos como genética, robótica e medicina personalizada, os quais podem ampliar, e muito, o arsenal disponível hoje para enfrentar doenças típicas da terceira idade. Mas pouco se fala sobre comportamento, sobre cognição, sobre adaptabilidade. Parecemos muito preocupados em curar os mais velhos, mas será que estamos formando profissionais preparados para conviver e interagir com essa população cada vez mais numerosa?
        A pergunta faz refletir sobre uma espécie de cacoete cultural que precisa ser combatido se quisermos avanços reais na maneira como acolhemos nossos idosos: ainda temos dificuldade em enxergar que a velhice não é um problema ou, pior, uma doença a ser curada, mas simplesmente uma fase da vida [...]. Como qualquer outra fase, ela tem características próprias, que precisam ser levadas em conta, com naturalidade, pelo profissional de saúde. [...].
        Melhorar a saúde dos mais velhos passa, portanto, pelo combate ao etarismo – isto é, o preconceito em razão da idade. Imagine o seguinte experimento: um professor pede a uma turma de universitários que escreva o que vêm à sua mente, sem filtro, quando ouvem a palavra “velho”. Surgem palavras como “fraco”, “debilitado”, “doente”, “curvado”, “lento”, “teimoso”, “solitário”. O professor repete o exercício, dessa vez com a palavra “ancião”. As respostas variam entre “sábio”, “experiente”, “líder”, “conhecimento”, “poder”.
        Esse experimento é real, aconteceu no curso de medicina da Universidade da Califórnia e é descrito pela geriatra norte-americana Louise Aronson em seu livro “Além da envelhescência” [...]. Como indicado pelo título, que brinca com o verbo “envelhecer” e as noções de infância ou adolescência, Aronson propõe que encaremos a velhice como o “terceiro ato” de nossa vida, tão rico quanto os anteriores, e não como “uma expansão repugnante de anos ou décadas”.
        [...] 

Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/coluna-claudio-lottenberg/melhorar-a-saude-do-idoso-requer-mudancas-culturais Acesso em: 29 jul. 2024. Adaptado.
Observe o trecho a seguir, transcrito do Texto 1:

Melhorar a saúde dos mais velhos passa, portanto, pelo combate ao etarismo – isto é, o preconceito em razão da idade.

Sobre esse enunciado, assinale a alternativa que registra uma análise correta.
Alternativas
Q3008073 Português
Texto 1

Melhorar a saúde do idoso requer mudanças culturais
Etarismo ainda é obstáculo para que os mais velhos, cada vez mais numerosos, tenham acesso a atendimento realmente eficaz
Por Claudio L. Lottenberg
26 jul. 2024, 13h




        A população brasileira está envelhecendo. De acordo com o último censo (2022), pessoas com mais de 60 anos representam hoje 15,6% do país. Há pouco mais de uma década, essa faixa correspondia a menos de 11% da população. Entre um censo e outro, o contingente de idosos cresceu impressionantes 56 pontos percentuais. O Brasil envelhece – e envelhece rápido. 
        Essa é uma boa notícia. O aumento de brasileiros na “melhor idade” indica que as condições de saúde da população têm melhorado em linhas gerais, somadas ao avanço da medicina, que nos permite cada vez mais prolongar a vida. No entanto, mudanças demográficas dessa magnitude acarretam sempre desafios, seja do ponto de vista econômico, social, urbanístico ou de políticas públicas. O país está preparado para lidar com uma população mais idosa? Infelizmente, parece que, por enquanto, a resposta é “não”.
        Atenho-me aqui à área da saúde. Há avanços incríveis em campos como genética, robótica e medicina personalizada, os quais podem ampliar, e muito, o arsenal disponível hoje para enfrentar doenças típicas da terceira idade. Mas pouco se fala sobre comportamento, sobre cognição, sobre adaptabilidade. Parecemos muito preocupados em curar os mais velhos, mas será que estamos formando profissionais preparados para conviver e interagir com essa população cada vez mais numerosa?
        A pergunta faz refletir sobre uma espécie de cacoete cultural que precisa ser combatido se quisermos avanços reais na maneira como acolhemos nossos idosos: ainda temos dificuldade em enxergar que a velhice não é um problema ou, pior, uma doença a ser curada, mas simplesmente uma fase da vida [...]. Como qualquer outra fase, ela tem características próprias, que precisam ser levadas em conta, com naturalidade, pelo profissional de saúde. [...].
        Melhorar a saúde dos mais velhos passa, portanto, pelo combate ao etarismo – isto é, o preconceito em razão da idade. Imagine o seguinte experimento: um professor pede a uma turma de universitários que escreva o que vêm à sua mente, sem filtro, quando ouvem a palavra “velho”. Surgem palavras como “fraco”, “debilitado”, “doente”, “curvado”, “lento”, “teimoso”, “solitário”. O professor repete o exercício, dessa vez com a palavra “ancião”. As respostas variam entre “sábio”, “experiente”, “líder”, “conhecimento”, “poder”.
        Esse experimento é real, aconteceu no curso de medicina da Universidade da Califórnia e é descrito pela geriatra norte-americana Louise Aronson em seu livro “Além da envelhescência” [...]. Como indicado pelo título, que brinca com o verbo “envelhecer” e as noções de infância ou adolescência, Aronson propõe que encaremos a velhice como o “terceiro ato” de nossa vida, tão rico quanto os anteriores, e não como “uma expansão repugnante de anos ou décadas”.
        [...] 

Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/coluna-claudio-lottenberg/melhorar-a-saude-do-idoso-requer-mudancas-culturais Acesso em: 29 jul. 2024. Adaptado.
Pensando em seus usos sociais, o Texto 1 assume, predominantemente, uma função
Alternativas
Q3008072 Português
Texto 1

Melhorar a saúde do idoso requer mudanças culturais
Etarismo ainda é obstáculo para que os mais velhos, cada vez mais numerosos, tenham acesso a atendimento realmente eficaz
Por Claudio L. Lottenberg
26 jul. 2024, 13h




        A população brasileira está envelhecendo. De acordo com o último censo (2022), pessoas com mais de 60 anos representam hoje 15,6% do país. Há pouco mais de uma década, essa faixa correspondia a menos de 11% da população. Entre um censo e outro, o contingente de idosos cresceu impressionantes 56 pontos percentuais. O Brasil envelhece – e envelhece rápido. 
        Essa é uma boa notícia. O aumento de brasileiros na “melhor idade” indica que as condições de saúde da população têm melhorado em linhas gerais, somadas ao avanço da medicina, que nos permite cada vez mais prolongar a vida. No entanto, mudanças demográficas dessa magnitude acarretam sempre desafios, seja do ponto de vista econômico, social, urbanístico ou de políticas públicas. O país está preparado para lidar com uma população mais idosa? Infelizmente, parece que, por enquanto, a resposta é “não”.
        Atenho-me aqui à área da saúde. Há avanços incríveis em campos como genética, robótica e medicina personalizada, os quais podem ampliar, e muito, o arsenal disponível hoje para enfrentar doenças típicas da terceira idade. Mas pouco se fala sobre comportamento, sobre cognição, sobre adaptabilidade. Parecemos muito preocupados em curar os mais velhos, mas será que estamos formando profissionais preparados para conviver e interagir com essa população cada vez mais numerosa?
        A pergunta faz refletir sobre uma espécie de cacoete cultural que precisa ser combatido se quisermos avanços reais na maneira como acolhemos nossos idosos: ainda temos dificuldade em enxergar que a velhice não é um problema ou, pior, uma doença a ser curada, mas simplesmente uma fase da vida [...]. Como qualquer outra fase, ela tem características próprias, que precisam ser levadas em conta, com naturalidade, pelo profissional de saúde. [...].
        Melhorar a saúde dos mais velhos passa, portanto, pelo combate ao etarismo – isto é, o preconceito em razão da idade. Imagine o seguinte experimento: um professor pede a uma turma de universitários que escreva o que vêm à sua mente, sem filtro, quando ouvem a palavra “velho”. Surgem palavras como “fraco”, “debilitado”, “doente”, “curvado”, “lento”, “teimoso”, “solitário”. O professor repete o exercício, dessa vez com a palavra “ancião”. As respostas variam entre “sábio”, “experiente”, “líder”, “conhecimento”, “poder”.
        Esse experimento é real, aconteceu no curso de medicina da Universidade da Califórnia e é descrito pela geriatra norte-americana Louise Aronson em seu livro “Além da envelhescência” [...]. Como indicado pelo título, que brinca com o verbo “envelhecer” e as noções de infância ou adolescência, Aronson propõe que encaremos a velhice como o “terceiro ato” de nossa vida, tão rico quanto os anteriores, e não como “uma expansão repugnante de anos ou décadas”.
        [...] 

Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/coluna-claudio-lottenberg/melhorar-a-saude-do-idoso-requer-mudancas-culturais Acesso em: 29 jul. 2024. Adaptado.
O Texto 1 mostra de que maneira o etarismo se apresenta em nossa sociedade, por exemplo,
Alternativas
Q3008071 Português
Texto 1

Melhorar a saúde do idoso requer mudanças culturais
Etarismo ainda é obstáculo para que os mais velhos, cada vez mais numerosos, tenham acesso a atendimento realmente eficaz
Por Claudio L. Lottenberg
26 jul. 2024, 13h




        A população brasileira está envelhecendo. De acordo com o último censo (2022), pessoas com mais de 60 anos representam hoje 15,6% do país. Há pouco mais de uma década, essa faixa correspondia a menos de 11% da população. Entre um censo e outro, o contingente de idosos cresceu impressionantes 56 pontos percentuais. O Brasil envelhece – e envelhece rápido. 
        Essa é uma boa notícia. O aumento de brasileiros na “melhor idade” indica que as condições de saúde da população têm melhorado em linhas gerais, somadas ao avanço da medicina, que nos permite cada vez mais prolongar a vida. No entanto, mudanças demográficas dessa magnitude acarretam sempre desafios, seja do ponto de vista econômico, social, urbanístico ou de políticas públicas. O país está preparado para lidar com uma população mais idosa? Infelizmente, parece que, por enquanto, a resposta é “não”.
        Atenho-me aqui à área da saúde. Há avanços incríveis em campos como genética, robótica e medicina personalizada, os quais podem ampliar, e muito, o arsenal disponível hoje para enfrentar doenças típicas da terceira idade. Mas pouco se fala sobre comportamento, sobre cognição, sobre adaptabilidade. Parecemos muito preocupados em curar os mais velhos, mas será que estamos formando profissionais preparados para conviver e interagir com essa população cada vez mais numerosa?
        A pergunta faz refletir sobre uma espécie de cacoete cultural que precisa ser combatido se quisermos avanços reais na maneira como acolhemos nossos idosos: ainda temos dificuldade em enxergar que a velhice não é um problema ou, pior, uma doença a ser curada, mas simplesmente uma fase da vida [...]. Como qualquer outra fase, ela tem características próprias, que precisam ser levadas em conta, com naturalidade, pelo profissional de saúde. [...].
        Melhorar a saúde dos mais velhos passa, portanto, pelo combate ao etarismo – isto é, o preconceito em razão da idade. Imagine o seguinte experimento: um professor pede a uma turma de universitários que escreva o que vêm à sua mente, sem filtro, quando ouvem a palavra “velho”. Surgem palavras como “fraco”, “debilitado”, “doente”, “curvado”, “lento”, “teimoso”, “solitário”. O professor repete o exercício, dessa vez com a palavra “ancião”. As respostas variam entre “sábio”, “experiente”, “líder”, “conhecimento”, “poder”.
        Esse experimento é real, aconteceu no curso de medicina da Universidade da Califórnia e é descrito pela geriatra norte-americana Louise Aronson em seu livro “Além da envelhescência” [...]. Como indicado pelo título, que brinca com o verbo “envelhecer” e as noções de infância ou adolescência, Aronson propõe que encaremos a velhice como o “terceiro ato” de nossa vida, tão rico quanto os anteriores, e não como “uma expansão repugnante de anos ou décadas”.
        [...] 

Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/coluna-claudio-lottenberg/melhorar-a-saude-do-idoso-requer-mudancas-culturais Acesso em: 29 jul. 2024. Adaptado.
A análise do conteúdo global e da funcionalidade do Texto 1 indica que ele apresenta como tema central
Alternativas
Q2592307 Química

Considere uma reação do tipo A + B → C + D, sobre a qual foram coletados os dados abaixo:


  Imagem associada para resolução da questão


Qual alternativa apresenta corretamente a ordem global e a constante de velocidade da reação?

Alternativas
Q2592306 Química
A purificação do cobre por meio de eletrólise é um procedimento largamente utilizado nos dias de hoje. Por meio dessa metodologia, é possível obter esse metal com altos graus de pureza.
A célula eletrolítica para purificação do cobre contém solução de sulfato de cobre (CuSO4), o material a ser purificado em um dos eletrodos e outro eletrodo onde se depositará o cobre puro, como representado a seguir:
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://www.saofranciscodeassis.edu.br/rgsn/arquivos/RGSN04/Refino-do-cobre-por-meio-daeletr%C3%B3lise-DAROSCI-OLIVEIRA-p171-182.pdf> (Com adaptações). Acesso em: 17 abr. 2024.  
Sobre essa metodologia, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2592305 Química

Em uma aula de graduação para estudantes do curso de Química, é solicitado que os alunos obtenham furfural a partir de resíduo de cravo da índia. Para isso, o resíduo é tratado com ácido, e o material é submetido a uma destilação simples, onde o destilado contém o material de interesse.


Para isolar o furfural, os alunos devem realizar uma extração líquido-líquido. Em um funil de separação, adiciona-se o destilado aquoso e, em seguida, o solvente orgânico, no caso diclorometano. Após leve agitação, o funil é deixado em repouso e duas fases se formam, como representado na figura a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Dados:

Densidade da água = 1g/cm³

Densidade do diclorometano = 1,33 g/cm³

Coeficiente de distribuição: KD = Concentraçãofase orgânica/Concentraçãofase aquosa > 1


Sobre o procedimento descrito, qual das alternativas apresenta uma afirmação correta?

Alternativas
Q2592304 Química

Em uma turma de Ensino Médio, o professor resolveu confeccionar uma bateria com materiais de baixo custo, para fins didáticos. Utilizando recipientes coletores, pregos galvanizados, pedaços de grafite e tintura de iodo contendo um pouco de iodeto de potássio, três células galvânicas foram montadas e associadas em série, como visto na figura abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


Os alunos foram convidados a medir a tensão gerada pela bateria com auxílio de um multímetro.


DE ARAÚJO, Sayonara Maria Ferreira et al. Confecção de celas galvânicas com materiais de baixo custo para otimização de aulas sobre reações de oxirredução e eletroquímica no ensino médio. (Com adaptações).


Dados:

Potenciais de redução nas condições em que a bateria foi confeccionada:

I3- + 2e- → 3I- E = 0,53V

Zn+2 + 2e- → Zn E = -0,76V


Qual é o valor mais próximo do esperado para a bateria descrita?

Alternativas
Q2592303 Química

Os gráficos abaixo são referentes a uma reação do tipo A → B + C.


No primeiro gráfico, temos a variação da concentração do reagente A em função do tempo de reação:


Imagem associada para resolução da questão


No segundo gráfico, temos a velocidade da reação em função do tempo:


Imagem associada para resolução da questão


Com base nos dois gráficos, o que é possível afirmar sobre a cinética da reação?

Alternativas
Q2592302 Química

Em um laboratório químico, existem diversas vidrarias com diferentes funções e outras com funções similares, porém com diferentes níveis de precisão.


Assinale a alternativa que traz as vidrarias correspondentes à descrição a seguir:


São tubos calibrados que apresentam torneira, normalmente de teflon ou vidro. Capazes de dispensar volumes com precisão de acordo com a capacidade da vidraria.

Alternativas
Q2592301 Química

Um químico observa que, durante a dissolução de um certo sal em água, o recipiente em que a solução está sendo preparada se resfria.


A explicação química mais coerente para esse fenômeno é:

Alternativas
Q2592300 Química

O metano (CH4) é um gás produzido durante o processo natural de digestão dos alimentos pelos rebanhos bovinos. A relevância desse gás, considerado fundamental na estratégia de mitigação do aquecimento global, se reflete no fato de o Brasil ter aderido ao Pacto Mundial do Metano na COP26, realizada na Escócia em 2021, se comprometendo a reduzir sua emissão.


Na combustão completa do metano, ele reage com oxigênio (O2) e produz gás carbônico (CO2) e água (H2O).


Disponível em: <https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/73172252/nova-metodologia-mede-emissao-de-metano-em-reprodutores-bovinos#:~:text=equipamento%20no%20dorso),

Emiss%C3%A3o%20de%20metano%20%C3%A9%20decorrente%20do%20processo%20de%20digest%C3%A3o%20dos,digest%C3%A3o%20dos%20alimentos%20pelos%20animais>. (Com adaptações) Acesso em: 17 abr. 2024.


Dados:


Substância ΔHf0 (KJmol-1)

CH4(g) -74,8

CO2(g) -393,5

H2O(l) -285,8


Assinale a alternativa que apresenta o calor liberado pela combustão completa de oito gramas de gás metano.


Considere que a reação ocorre em condições padrão.

Alternativas
Q2592299 Química

Qual das alternativas apresenta um procedimento correto em caso de exposição a um produto químico perigoso?

Alternativas
Q2592298 Química

Sobre o armazenamento seguro de produtos químicos, é incorreto afirmar que:

Alternativas
Q2592297 Química

Em um recipiente fechado, são adicionados hidrogênio e nitrogênio, ambos no estado gasoso. No recipiente são ajustadas as condições para que o material reaja segundo a equação abaixo:


Keq

3H2(g) + N2(g) ⇄ 2NH3(g)


Depois de atingido o equilíbrio, a concentração de hidrogênio (H2(g)) é igual a 0,34 molL-1, e a de amônia (NH3(g)) é igual a 0,44 molL-1.


Dados: Keq = 6,1 mol-2L2


Qual a concentração de nitrogênio (N2(g)) no equilíbrio?

Alternativas
Q2592296 Química

Algumas substâncias podem ser obtidas a partir de diferentes matérias-primas submetidas às mesmas condições.


O composto X, por exemplo, pode ser obtido a partir de um aldeído, um éster ou um ácido carboxílico, como representado na figura abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


A alternativa que contém a representação estrutural do composto X é:

Alternativas
Q2592295 Química

Um técnico necessita preparar uma solução contendo ácido clorídrico e ácido acético em mistura, com concentrações de 0,05 mol/L e 0,06 mol/L, respectivamente.


No laboratório, ele dispõe de água destilada e um balão volumétrico de 500 mL, além das demais vidrarias necessárias. No almoxarifado, ele dispõe de soluções cujos rótulos estão representados abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


Dados:

Massa molar do ácido clorídrico: 36,5 g/mol

Massa molar do ácido acético: 60 g/mol


Qual das opções a seguir apresenta os volumes corretos de cada ácido que o técnico deve usar para que obtenha a solução de que precisa?

Alternativas
Q2592294 Química

O brometo de pinavério, cuja estrutura está representada abaixo, tem efeitos antiespasmódicos no músculo liso gastrointestinal e pode aliviar os principais sintomas da síndrome do intestino irritável. Esse medicamento é comercializado em comprimidos contendo 100 mg do princípio ativo.


Imagem associada para resolução da questão


Um analista dissolve completamente um comprimido de brometo de pinavério obtendo 200 mL de solução, depois toma 50 mL desse material e trata com solução de nitrato de prata, gerando massa de brometo de prata que se precipita no recipiente.


BOR, Serhat et al. Efficacy of pinaverium bromide in the treatment of irritable bowel syndrome: a systematic review and meta-analysis. Therapeutic advances in gastroenterology, v. 14, p. 17562848211033740, 2021. (usado com adaptações).


Dados:

Massa molar do brometo de pinavério: 591 g/mol

Massa molar do brometo de prata: 188 g/mol


Desconsiderando possíveis interferentes e impurezas e considerando que o nitrato de prata está em excesso, qual das alternativas é a mais próxima da massa de brometo de prata que foi formada?

Alternativas
Q2592293 Química

Nos procedimentos de lavagens de vidrarias de laboratório, é comum incluir uma etapa de enxágue com um solvente que elimine tinta de canetas ou outros componentes com baixa solubilidade em água. O técnico do laboratório de Química Geral costuma usar etanol 92% (álcool etílico) nesse processo, mas está sem o produto, pois as entregas das compras atrasaram. Contudo ele possui as seguintes opções com boas quantidades no almoxarifado:


A

B

C


Imagem associada para resolução da questão


Imagem associada para resolução da questão


Imagem associada para resolução da questão

D

E

F


Imagem associada para resolução da questão


Imagem associada para resolução da questão


Imagem associada para resolução da questão

G

H


Imagem associada para resolução da questão


Imagem associada para resolução da questão



ATKINS, P.; JONES, L.; LAVERMAN, L. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 7 ed. Porto Alegre: Bookman, 2018. (material do professor, usado com adaptações)


Querendo o técnico usar um composto similar, quais opções disponíveis no almoxarifado apresentam a mesma função orgânica e, portanto, poderiam ser consideradas para substituir o etanol de lavagem?

Alternativas
Q2592291 Química

Leia o texto para responder às questões de 32 a 34. Ao ser contratado, o técnico observou que foram acumulados, no laboratório, vários frascos com resíduos químicos que devem ser tratados e/ou encaminhados para descarte correto. Consultando uma central de resíduos já estabelecida, ele encontrou algumas informações que poderiam auxiliar nesse processo. Por exemplo, soluções aquosas de sais inorgânicos de metais alcalinos e alcalinos terrosos: NaCl, KCl, CaCl2, MgCl2, Na2SO4, MgSO4 e tampões PO43-, não contaminados com outros produtos, devem ser diluídos e descartados diretamente na rede de esgoto. Soluções de ácidos ou bases inorgânicas: H2SO4, HCl, H3PO4, HNO3, KOH, NaOH, Na2CO3, K2CO3, NaHCO3, KHCO3. devem ser diluídas e neutralizadas, podendo, então, serem desprezadas na rede de esgoto, desde que não contaminadas com outros produtos.


A primeira etapa foi a identificação dos frascos buscando segregar os resíduos que são passíveis de destruição /neutralização no próprio laboratório, para posterior descarte na pia. Três frascos foram separados, pois se enquadravam nessa situação. Eles estavam classificados como descrito abaixo:


Frasco

Quantidade

Composição sugerida

1

9,6L

Resíduo da reação de H2SO412 mol L-1 com Magnésio metálico e água de lavagem.

2

12,4L

Solução de Bicarbonato de sódio (NaHCO3) e Ácido clorídrico (HCl).

3

11,2L

Resíduo de KOH 6 mol L-1 com água de lavagem.


Prezando pela segurança, este técnico buscou confirmar o máximo de informações apresentadas nesses rótulos, antes de proceder a qualquer tratamento. Assim, ele realizou alguns ensaios com amostras dos resíduos de forma a verificar aspecto físico, coloração, presença de precipitados, pH e ainda testes qualitativos para íons.


Disponível em: <https://www.sgas.ufscar.br/degr/residuos/residuos-quimicos/tratamento-no-laboratorio> (Com adaptações). Acesso em: 17. Abr. 2024.

A composição indicada nos rótulos aponta que o frasco 1 contém uma substância ácida, a solução do frasco 2 apresenta um sal neutro enquanto a solução do frasco 3 apresenta uma substância de caráter básico.


Dentre as alternativas, qual apresenta uma substância ácida, neutra e básica, respectivamente, de acordo com a teoria ácido-base de Bronsted?

Alternativas
Respostas
481: A
482: D
483: E
484: B
485: B
486: A
487: D
488: A
489: B
490: D
491: D
492: A
493: C
494: B
495: B
496: A
497: D
498: B
499: A
500: D