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( ) A avaliação é um processo em que sua primeira fase se denomina avaliação inicial. ( ) O conhecimento de como cada aluno aprende ao longo do processo de ensino-aprendizagem, para se adaptar às novas necessidades que se colocam, denomina-se avaliação reguladora.
( ) A finalidade da avaliação é ser um instrumento educativo que informa e faz uma valoração do processo de aprendizagem seguido pelo aluno, com o objetivo de lhe oportunizar, em todo momento, as propostas educacionais mais adequadas.
( ) A avaliação final é o termo usado para se referir aos resultados obtidos e aos conhecimentos adquiridos.
( ) O termo avaliação somativa ou integradora se refere ao conhecimento e a avaliação de todo o percurso do aluno.
( ) O objeto de avaliação deve ser sempre o aluno.
A sequência está correta em:
1. Multidisciplinaridade.
2. Interdisciplinaridade.
3. Transdisciplinaridade.
De acordo com as relações disciplinares citadas anteriormente, relacione as colunas a seguir:
( ) É a relação entre duas ou mais disciplinas, que pode ir desde a simples comunicação de ideias até a integração recíproca dos conceitos fundamentais e da teoria do conhecimento, da metodologia e dos dados da pesquisa.
( ) É a organização mais tradicional de conteúdos. Eles são apresentados por matérias independentes umas das outras.
( ) O conjunto de matérias ou disciplinas é proposto simultaneamente, sem que apareçam explicitamente as relações que podem existir entre elas.
( ) É o grau máximo de relações entre as disciplinas, daí que supõe uma integração global dentro de um sistema totalizador.
A sequência está correta em:
TEXTO IV:
Bruno Ribeiro: Uma boa educação passa pela consciência
ambiental?
Daniel Munduruku: Não acredito nisso. Porque a própria ideia de
“sustentabilidade” está baseada na culpa. Ter uma “consciência ambiental”
significa que vocês consideram o meio ambiente como algo a ser explorado. Não
há meios mais ou menos nocivos de explorar a natureza. Vocês teriam que mudar
radicalmente a visão que têm de progresso, desenvolvimento, consumo e
propriedade. O ser humano precisa se sentir integrado ao planeta Terra.
(http://www.consciencia.net/entrevista-daniel-munduruku / fragmento)
(por Adam Nossiter, do New York Times)
Sobre o texto e o contexto econômico e geográfico mundial, analise:
I. Referencia o vazamento constante de petróleo em regiões miseráveis da África e da Ásia Oriental.
II. Comenta a ação poluidora de duas grandes petroleiras – a primeira de origem britânica e holandesa, e a segunda, norte-americana.
III. A região citada pertence à Nigéria, um dos maiores produtores de petróleo do mundo, localizada no Oriente Médio.
IV. Relaciona os acidentes, envolvendo petróleo nessa região com os vazamentos ocorridos no Golfo do México e do navio Valdes Exxon, no Alaska.
Estão corretas apenas as afirmativas:

TEXTO IV:
Bruno Ribeiro: Uma boa educação passa pela consciência
ambiental?
Daniel Munduruku: Não acredito nisso. Porque a própria ideia de
“sustentabilidade” está baseada na culpa. Ter uma “consciência ambiental”
significa que vocês consideram o meio ambiente como algo a ser explorado. Não
há meios mais ou menos nocivos de explorar a natureza. Vocês teriam que mudar
radicalmente a visão que têm de progresso, desenvolvimento, consumo e
propriedade. O ser humano precisa se sentir integrado ao planeta Terra.
(http://www.consciencia.net/entrevista-daniel-munduruku / fragmento)
TEXTO II:
O grande chefe de Washington mandou dizer que quer comprar a nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também de sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Porém, vamos pensar em sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará a nossa terra.
O grande chefe de Washington pode confiar no que o chefe Seattle diz, com a mesma certeza com que os nossos irmãos brancos podem confiar na alteração das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas − elas não empalidecem.
Como podes comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal ideia é-nos estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do resplendor da água. Como podes então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre as coisas do nosso tempo.
(Trecho da carta do chefe indígena Seattle ao presidente norte-americano Franklin Pierce, em 1854 / com adaptações)
TEXTO II:
O grande chefe de Washington mandou dizer que quer comprar a nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também de sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Porém, vamos pensar em sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará a nossa terra.
O grande chefe de Washington pode confiar no que o chefe Seattle diz, com a mesma certeza com que os nossos irmãos brancos podem confiar na alteração das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas − elas não empalidecem.
Como podes comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal ideia é-nos estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do resplendor da água. Como podes então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre as coisas do nosso tempo.
(Trecho da carta do chefe indígena Seattle ao presidente norte-americano Franklin Pierce, em 1854 / com adaptações)
Último dia de aula na escola Walt Whitman. Situada em Bethesda, um bairro intelectualmente sofisticado da região de Washington (DC), é uma das melhores dos Estados Unidos. O pimpolho volta para casa. Poderia estar sonhando com três meses de vadiagem, longe dos livros. Mas o sonho duraria pouco. Ao fim da tarde, chega o pai judeu, carregando uma sacola de livros recém-comprados. Chama o filho, esparrama os livros na mesa da sala e começa a montar o cronograma de leituras, incluindo a cobrança periódica do que terá sido lido. Ignoro quantos pais judeus passaram também nas livrarias. Mas imagino que não foram poucos. (...)
Tais ideias abrem caminho para muitas linhas de atividade. Pais interessados e comprometidos com a educação dos seus filhos podem fazer o mesmo que os judeus de Bethesda. Mas, vamos nos lembrar, se livro fosse cultura, os cupins seriam os seres mais cultos do globo. Só livro lido é cultura. Portanto, cobranças sem dó nem piedade. Mas seria só empurrar livros e mais livros goela abaixo dos filhos? Jamais! É preciso desenvolver o prazer da leitura, e o bom exemplo é essencial. À força, pode sair o tiro pela culatra. Que livros? Não adianta comprar Hegel, Spinoza ou Camões, se as leituras favoritas ainda não passaram muito da Turma da Mônica. É fracasso garantido. Os livros devem andar muito próximo do interesse e da capacidade de compreensão dos leitores, sempre puxando um pouco para cima.
“O pimpolho volta para casa. Poderia estar sonhando com três meses de vadiagem, longe dos livros.”
I. O sujeito de “Poderia estar sonhando” não precisa ser explicitado porque é o mesmo da oração imediatamente anterior.
II. A expressão “longe dos livros” indica uma circunstância que poderia ser deslocada para o início da oração preservando-se a coerência textual.
III. A locução verbal empregada na 2ª oração apresenta uma ideia que poderia ser expressa sem alteração de sentido por “pode sonhar”.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Último dia de aula na escola Walt Whitman. Situada em Bethesda, um bairro intelectualmente sofisticado da região de Washington (DC), é uma das melhores dos Estados Unidos. O pimpolho volta para casa. Poderia estar sonhando com três meses de vadiagem, longe dos livros. Mas o sonho duraria pouco. Ao fim da tarde, chega o pai judeu, carregando uma sacola de livros recém-comprados. Chama o filho, esparrama os livros na mesa da sala e começa a montar o cronograma de leituras, incluindo a cobrança periódica do que terá sido lido. Ignoro quantos pais judeus passaram também nas livrarias. Mas imagino que não foram poucos. (...)
Tais ideias abrem caminho para muitas linhas de atividade. Pais interessados e comprometidos com a educação dos seus filhos podem fazer o mesmo que os judeus de Bethesda. Mas, vamos nos lembrar, se livro fosse cultura, os cupins seriam os seres mais cultos do globo. Só livro lido é cultura. Portanto, cobranças sem dó nem piedade. Mas seria só empurrar livros e mais livros goela abaixo dos filhos? Jamais! É preciso desenvolver o prazer da leitura, e o bom exemplo é essencial. À força, pode sair o tiro pela culatra. Que livros? Não adianta comprar Hegel, Spinoza ou Camões, se as leituras favoritas ainda não passaram muito da Turma da Mônica. É fracasso garantido. Os livros devem andar muito próximo do interesse e da capacidade de compreensão dos leitores, sempre puxando um pouco para cima.
Último dia de aula na escola Walt Whitman. Situada em Bethesda, um bairro intelectualmente sofisticado da região de Washington (DC), é uma das melhores dos Estados Unidos. O pimpolho volta para casa. Poderia estar sonhando com três meses de vadiagem, longe dos livros. Mas o sonho duraria pouco. Ao fim da tarde, chega o pai judeu, carregando uma sacola de livros recém-comprados. Chama o filho, esparrama os livros na mesa da sala e começa a montar o cronograma de leituras, incluindo a cobrança periódica do que terá sido lido. Ignoro quantos pais judeus passaram também nas livrarias. Mas imagino que não foram poucos. (...)
Tais ideias abrem caminho para muitas linhas de atividade. Pais interessados e comprometidos com a educação dos seus filhos podem fazer o mesmo que os judeus de Bethesda. Mas, vamos nos lembrar, se livro fosse cultura, os cupins seriam os seres mais cultos do globo. Só livro lido é cultura. Portanto, cobranças sem dó nem piedade. Mas seria só empurrar livros e mais livros goela abaixo dos filhos? Jamais! É preciso desenvolver o prazer da leitura, e o bom exemplo é essencial. À força, pode sair o tiro pela culatra. Que livros? Não adianta comprar Hegel, Spinoza ou Camões, se as leituras favoritas ainda não passaram muito da Turma da Mônica. É fracasso garantido. Os livros devem andar muito próximo do interesse e da capacidade de compreensão dos leitores, sempre puxando um pouco para cima.
Último dia de aula na escola Walt Whitman. Situada em Bethesda, um bairro intelectualmente sofisticado da região de Washington (DC), é uma das melhores dos Estados Unidos. O pimpolho volta para casa. Poderia estar sonhando com três meses de vadiagem, longe dos livros. Mas o sonho duraria pouco. Ao fim da tarde, chega o pai judeu, carregando uma sacola de livros recém-comprados. Chama o filho, esparrama os livros na mesa da sala e começa a montar o cronograma de leituras, incluindo a cobrança periódica do que terá sido lido. Ignoro quantos pais judeus passaram também nas livrarias. Mas imagino que não foram poucos. (...)
Tais ideias abrem caminho para muitas linhas de atividade. Pais interessados e comprometidos com a educação dos seus filhos podem fazer o mesmo que os judeus de Bethesda. Mas, vamos nos lembrar, se livro fosse cultura, os cupins seriam os seres mais cultos do globo. Só livro lido é cultura. Portanto, cobranças sem dó nem piedade. Mas seria só empurrar livros e mais livros goela abaixo dos filhos? Jamais! É preciso desenvolver o prazer da leitura, e o bom exemplo é essencial. À força, pode sair o tiro pela culatra. Que livros? Não adianta comprar Hegel, Spinoza ou Camões, se as leituras favoritas ainda não passaram muito da Turma da Mônica. É fracasso garantido. Os livros devem andar muito próximo do interesse e da capacidade de compreensão dos leitores, sempre puxando um pouco para cima.

Analise as afirmativas:
I. Dos dez monarcas, apenas dois representam a tradicional nobreza europeia.
II. O mais rico se encontra numa das maiores nações produtoras de petróleo do planeta.
III. Três monarcas presentes na lista são xeiques árabes.
IV. Mohammed IV e Haji Hassanal Bolkiah são os únicos africanos presentes na lista.
Estão corretas apenas as afirmativas:
I. Mesmo com a crise, a imigração aumentou significativamente nos 27 países da União Europeia, devido ao envelhecimento da força de trabalho, mantendo vários setores com vagas ociosas.
II. As restrições à imigração aumentaram amplamente desde que uma crise financeira abarcou o mundo, em 2008.
III. A migração de mão-de-obra é um problema futuro que vai necessitar da implantação de leis protecionistas de mercado, no intuito de preservar as vagas de trabalho para a população ativa dos países desenvolvidos. Vamos precisar suprir faltas de mão-de-obra e fazer frente a desafios demográficos.
IV. O fluxo de imigrantes caiu em 2008, e continuou a declinar em 2009, revertendo cinco anos de aumentos médios anuais.
Estão adequadas ao enunciado apenas as afirmativas: