Questões de Concurso
Comentadas para agente de saneamento
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A análise de turbidez de um sistema de tratamento de água tem seus limites expressos em Unidade Nefelométrica de Turbidez (NTU), que é um parâmetro de aspecto estético de aceitação ou rejeição do produto.
Os valores máximos permitidos para a turbidez na distribuição de água à população são de
O pH ou potencial hidrogeniônico é uma escala logarítmica que mede o grau de acidez, neutralidade ou alcalinidade de uma determinada solução, compreendendo valores de 0 a 14, sendo que o 7 é considerado o valor neutro, o valor 0 (zero) representa a acidez máxima e o valor 14 a alcalinidade máxima.
No sistema de distribuição de água é recomendado que o pH seja mantido na faixa de
As estações de tratamento de esgoto, na sua maioria, fazem o tratamento e o posterior despejo em um corpo receptor (rio, riacho, lagoa, etc.) e têm uma especial atenção com os resíduos gerados no processo de tratamento, principalmente o lodo.
Apesar de ser constituído em sua maior parte por matéria orgânica, o lodo representa riscos ao meio ambiente e, se mal destinado, pode contaminar solos ou outras áreas se for arrastado por água de chuva.
Considere as afirmativas abaixo.
I. O lodo pode ser despejado no corpo receptor (rio, riacho, lago, etc.) para degradação da matéria orgânica pelos microrganismos presentes na água.
II. O lodo pode ser enviado para tratamento térmico (incineração).
III. O lodo pode ser enviado para agricultores próximos à estação para uso como adubo de hortaliças.
IV. O lodo pode ser enviado para aterro sanitário.
Está correto o que se afirma APENAS em
As tubulações utilizadas para transporte de água precisam de derivações ou mudança de curso para chegar a todos os lugares necessários. Essas derivações ou mudanças de curso são realizadas com a integração de conexões e, quanto mais tortuosa ou sinuosa for essa conexão, maior será a perda de carga ou pressão.
Das conexões abaixo, a que causará uma perda de carga menor se instalada em uma tubulação é:
O tabuleiro quadrado de nove casas representado a seguir deve ser colorido de acordo com as seguintes regras:
− Quadrados que ocupam uma mesma linha horizontal não podem ter a mesma cor.
− Quadrados que ocupam uma mesma linha vertical não podem ter a mesma cor.
− Em cada uma das duas diagonais, pode haver, no máximo, dois quadrados com a mesma cor.

Para cobrir o tabuleiro de acordo com as regras, a quantidade mínima de cores necessária é
O concreto é uma mistura de vários componentes, sendo a proporção entre eles definida pela finalidade de seu uso na construção civil. No quadro a seguir, há indicações dessas proporções para alguns usos:

Para fazer o piso de uma determinada obra, a quantidade total de concreto necessária é de 14 latas como as da tabela. Então, a
quantidade de pedra necessária para a produção desse concreto é de
Uma padaria exibe a seguinte tabela de preços:

José compra, nessa padaria, 7 pães franceses, 500 gramas de presunto, 500 gramas de queijo tipo prato e 3 litros de leite
integral. Para pagar, usa uma nota de R$ 50,00. Como troco, José deve receber
Não ameis à distância!
Em uma cidade há um milhão e meio de pessoas, em outra há outros milhões; e as cidades são tão longe uma da outra que nesta é verão quando naquela é inverno. Em cada uma dessas cidades há uma pessoa; e essas pessoas tão distantes acaso podem cultivar em segredo, como plantinha de estufa, um amor à distância?
Andam em ruas tão diferentes e passam o dia falando línguas diversas. Não se telefonam mais; é tão caro e demorado e tão ruim e, além disso, que se diriam? Escrevem-se. Mas uma carta leva dias para chegar; ainda que venha cheia de sentimento, quem sabe se no momento em que é lida já não poderia ter sido escrita? A carta não diz o que a outra pessoa está sentindo, diz o que sentiu na semana passada... e as semanas passam de maneira assustadora.
E ao que ama o que importa é a pessoa amada hoje, agora, aqui − e isso não há. Então a outra pessoa vira retratinho no bolso, borboleta perdida no ar, brisa que a testa recebe na esquina, tudo o que for eco, sombra, imagem, um pequeno fantasma, e nada mais.
(Adaptado de: BRAGA, Rubem. A traição das elegantes. Rio de Janeiro, Record, 1982, p. 34
Não ameis à distância!
Em uma cidade há um milhão e meio de pessoas, em outra há outros milhões; e as cidades são tão longe uma da outra que nesta é verão quando naquela é inverno. Em cada uma dessas cidades há uma pessoa; e essas pessoas tão distantes acaso podem cultivar em segredo, como plantinha de estufa, um amor à distância?
Andam em ruas tão diferentes e passam o dia falando línguas diversas. Não se telefonam mais; é tão caro e demorado e tão ruim e, além disso, que se diriam? Escrevem-se. Mas uma carta leva dias para chegar; ainda que venha cheia de sentimento, quem sabe se no momento em que é lida já não poderia ter sido escrita? A carta não diz o que a outra pessoa está sentindo, diz o que sentiu na semana passada... e as semanas passam de maneira assustadora.
E ao que ama o que importa é a pessoa amada hoje, agora, aqui − e isso não há. Então a outra pessoa vira retratinho no bolso, borboleta perdida no ar, brisa que a testa recebe na esquina, tudo o que for eco, sombra, imagem, um pequeno fantasma, e nada mais.
(Adaptado de: BRAGA, Rubem. A traição das elegantes. Rio de Janeiro, Record, 1982, p. 34
Não ameis à distância!
Em uma cidade há um milhão e meio de pessoas, em outra há outros milhões; e as cidades são tão longe uma da outra que nesta é verão quando naquela é inverno. Em cada uma dessas cidades há uma pessoa; e essas pessoas tão distantes acaso podem cultivar em segredo, como plantinha de estufa, um amor à distância?
Andam em ruas tão diferentes e passam o dia falando línguas diversas. Não se telefonam mais; é tão caro e demorado e tão ruim e, além disso, que se diriam? Escrevem-se. Mas uma carta leva dias para chegar; ainda que venha cheia de sentimento, quem sabe se no momento em que é lida já não poderia ter sido escrita? A carta não diz o que a outra pessoa está sentindo, diz o que sentiu na semana passada... e as semanas passam de maneira assustadora.
E ao que ama o que importa é a pessoa amada hoje, agora, aqui − e isso não há. Então a outra pessoa vira retratinho no bolso, borboleta perdida no ar, brisa que a testa recebe na esquina, tudo o que for eco, sombra, imagem, um pequeno fantasma, e nada mais.
(Adaptado de: BRAGA, Rubem. A traição das elegantes. Rio de Janeiro, Record, 1982, p. 34
Não ameis à distância!
Em uma cidade há um milhão e meio de pessoas, em outra há outros milhões; e as cidades são tão longe uma da outra que nesta é verão quando naquela é inverno. Em cada uma dessas cidades há uma pessoa; e essas pessoas tão distantes acaso podem cultivar em segredo, como plantinha de estufa, um amor à distância?
Andam em ruas tão diferentes e passam o dia falando línguas diversas. Não se telefonam mais; é tão caro e demorado e tão ruim e, além disso, que se diriam? Escrevem-se. Mas uma carta leva dias para chegar; ainda que venha cheia de sentimento, quem sabe se no momento em que é lida já não poderia ter sido escrita? A carta não diz o que a outra pessoa está sentindo, diz o que sentiu na semana passada... e as semanas passam de maneira assustadora.
E ao que ama o que importa é a pessoa amada hoje, agora, aqui − e isso não há. Então a outra pessoa vira retratinho no bolso, borboleta perdida no ar, brisa que a testa recebe na esquina, tudo o que for eco, sombra, imagem, um pequeno fantasma, e nada mais.
(Adaptado de: BRAGA, Rubem. A traição das elegantes. Rio de Janeiro, Record, 1982, p. 34
Não se telefonam mais; é tão caro e demorado e tão ruim e, além disso, que se diriam?
Preservando-se o sentido do texto, a expressão que substitui o sinal de ponto e vírgula na frase acima é
Não ameis à distância!
Em uma cidade há um milhão e meio de pessoas, em outra há outros milhões; e as cidades são tão longe uma da outra que nesta é verão quando naquela é inverno. Em cada uma dessas cidades há uma pessoa; e essas pessoas tão distantes acaso podem cultivar em segredo, como plantinha de estufa, um amor à distância?
Andam em ruas tão diferentes e passam o dia falando línguas diversas. Não se telefonam mais; é tão caro e demorado e tão ruim e, além disso, que se diriam? Escrevem-se. Mas uma carta leva dias para chegar; ainda que venha cheia de sentimento, quem sabe se no momento em que é lida já não poderia ter sido escrita? A carta não diz o que a outra pessoa está sentindo, diz o que sentiu na semana passada... e as semanas passam de maneira assustadora.
E ao que ama o que importa é a pessoa amada hoje, agora, aqui − e isso não há. Então a outra pessoa vira retratinho no bolso, borboleta perdida no ar, brisa que a testa recebe na esquina, tudo o que for eco, sombra, imagem, um pequeno fantasma, e nada mais.
(Adaptado de: BRAGA, Rubem. A traição das elegantes. Rio de Janeiro, Record, 1982, p. 34