Questões de Concurso Comentadas para economista

Foram encontradas 8.683 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q764532 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

A sociedade do espetáculo

    Num admirável e recente livro de ensaios, a escritora Susan Sontag afirmou que “vivemos numa sociedade do espetáculo”. Segundo ela, cada situação deve ser transformada em espetáculo para ser real, ou seja, interessante para o público. A realidade perdeu o prestígio. A realidade só aparece representada de modo espetacular na mídia. A consequência disso é que os cidadãos da modernidade, consumidores da violência como espetáculo, adeptos da proximidade sem risco, se tornaram pessoas instruídas no cinismo.

    Mas quem são os cínicos? Os espectadores, os documentaristas da mídia? Ou, quem sabe, os próprios críticos da mídia? Para estes, é cômodo denunciar as imagens da violência culpando-as pelo que retratam. Ganham, assim, a suposta superioridade de quem estaria desmascarando um falso espetáculo, um truque em que todos caem. Com isso, a violência real acaba sendo poupada de qualquer condenação.

(Baseado em: CALLIGARIS, Contardo. Terra de Ninguém. S. Paulo: Companhia das Letras, 2004, p. 343)

As frases do primeiro parágrafo A realidade perdeu o prestígio. e A realidade só aparece representada de modo espetacular na mídia. podem constituir coerentemente um único período, sem prejuízo para o sentido. Para isso, a conexão entre elas deve ser feita por meio da expressão
Alternativas
Q764531 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

A sociedade do espetáculo

    Num admirável e recente livro de ensaios, a escritora Susan Sontag afirmou que “vivemos numa sociedade do espetáculo”. Segundo ela, cada situação deve ser transformada em espetáculo para ser real, ou seja, interessante para o público. A realidade perdeu o prestígio. A realidade só aparece representada de modo espetacular na mídia. A consequência disso é que os cidadãos da modernidade, consumidores da violência como espetáculo, adeptos da proximidade sem risco, se tornaram pessoas instruídas no cinismo.

    Mas quem são os cínicos? Os espectadores, os documentaristas da mídia? Ou, quem sabe, os próprios críticos da mídia? Para estes, é cômodo denunciar as imagens da violência culpando-as pelo que retratam. Ganham, assim, a suposta superioridade de quem estaria desmascarando um falso espetáculo, um truque em que todos caem. Com isso, a violência real acaba sendo poupada de qualquer condenação.

(Baseado em: CALLIGARIS, Contardo. Terra de Ninguém. S. Paulo: Companhia das Letras, 2004, p. 343)

No segundo parágrafo do texto, admite-se que os próprios críticos da mídia sejam cínicos, pelo fato de que
Alternativas
Q764530 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

A sociedade do espetáculo

    Num admirável e recente livro de ensaios, a escritora Susan Sontag afirmou que “vivemos numa sociedade do espetáculo”. Segundo ela, cada situação deve ser transformada em espetáculo para ser real, ou seja, interessante para o público. A realidade perdeu o prestígio. A realidade só aparece representada de modo espetacular na mídia. A consequência disso é que os cidadãos da modernidade, consumidores da violência como espetáculo, adeptos da proximidade sem risco, se tornaram pessoas instruídas no cinismo.

    Mas quem são os cínicos? Os espectadores, os documentaristas da mídia? Ou, quem sabe, os próprios críticos da mídia? Para estes, é cômodo denunciar as imagens da violência culpando-as pelo que retratam. Ganham, assim, a suposta superioridade de quem estaria desmascarando um falso espetáculo, um truque em que todos caem. Com isso, a violência real acaba sendo poupada de qualquer condenação.

(Baseado em: CALLIGARIS, Contardo. Terra de Ninguém. S. Paulo: Companhia das Letras, 2004, p. 343)

Um dos efeitos de estarmos vivendo numa sociedade do espetáculo é, segundo a linha de argumentação do texto,
Alternativas
Q764529 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Instituições e riscos

    Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização. Mas para conviver neste pequeno planeta, para se afastar da barbárie, os homens necessitam de princípios e de regras, em suas múltiplas formas de agrupamento. Orientados por tantos e tão diferentes interesses, premidos pelas mais diversas necessidades, organizamo-nos em associações, escolas, igrejas, sindicatos, corporações, clubes, empresas, assembleias, missões etc., confiando em que a força de um objetivo comum viabiliza a unificação de todos no corpo de uma instituição. É o sentido mesmo de uma coletividade organizada que legitima a existência e o funcionamento das instituições.

    Mas é preciso sempre alertar para o fato de que, criadas para permitir o convívio civilizado, as instituições também podem abrigar aqueles que se valem de seu significado coletivo para mascarar interesses particulares. A corrupção e a fraude podem tirar proveito do prestígio de uma instituição, alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável. Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo.

(Teobaldo de Carvalho, inédito)

Os dois últimos períodos do texto são introduzidos pelas expressões Por isso e Sem isso, que nesse contexto se referem, precisamente,
Alternativas
Q764527 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Instituições e riscos

    Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização. Mas para conviver neste pequeno planeta, para se afastar da barbárie, os homens necessitam de princípios e de regras, em suas múltiplas formas de agrupamento. Orientados por tantos e tão diferentes interesses, premidos pelas mais diversas necessidades, organizamo-nos em associações, escolas, igrejas, sindicatos, corporações, clubes, empresas, assembleias, missões etc., confiando em que a força de um objetivo comum viabiliza a unificação de todos no corpo de uma instituição. É o sentido mesmo de uma coletividade organizada que legitima a existência e o funcionamento das instituições.

    Mas é preciso sempre alertar para o fato de que, criadas para permitir o convívio civilizado, as instituições também podem abrigar aqueles que se valem de seu significado coletivo para mascarar interesses particulares. A corrupção e a fraude podem tirar proveito do prestígio de uma instituição, alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável. Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo.

(Teobaldo de Carvalho, inédito)

Estabelecem entre si uma relação de causa e consequência, nesta ordem, os seguintes segmentos:
Alternativas
Q764526 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Instituições e riscos

    Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização. Mas para conviver neste pequeno planeta, para se afastar da barbárie, os homens necessitam de princípios e de regras, em suas múltiplas formas de agrupamento. Orientados por tantos e tão diferentes interesses, premidos pelas mais diversas necessidades, organizamo-nos em associações, escolas, igrejas, sindicatos, corporações, clubes, empresas, assembleias, missões etc., confiando em que a força de um objetivo comum viabiliza a unificação de todos no corpo de uma instituição. É o sentido mesmo de uma coletividade organizada que legitima a existência e o funcionamento das instituições.

    Mas é preciso sempre alertar para o fato de que, criadas para permitir o convívio civilizado, as instituições também podem abrigar aqueles que se valem de seu significado coletivo para mascarar interesses particulares. A corrupção e a fraude podem tirar proveito do prestígio de uma instituição, alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável. Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo.

(Teobaldo de Carvalho, inédito)

Na transposição correta de uma voz verbal para outra resulta adequada a correlação entre tempos e modos em:
Alternativas
Q764525 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Instituições e riscos

    Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização. Mas para conviver neste pequeno planeta, para se afastar da barbárie, os homens necessitam de princípios e de regras, em suas múltiplas formas de agrupamento. Orientados por tantos e tão diferentes interesses, premidos pelas mais diversas necessidades, organizamo-nos em associações, escolas, igrejas, sindicatos, corporações, clubes, empresas, assembleias, missões etc., confiando em que a força de um objetivo comum viabiliza a unificação de todos no corpo de uma instituição. É o sentido mesmo de uma coletividade organizada que legitima a existência e o funcionamento das instituições.

    Mas é preciso sempre alertar para o fato de que, criadas para permitir o convívio civilizado, as instituições também podem abrigar aqueles que se valem de seu significado coletivo para mascarar interesses particulares. A corrupção e a fraude podem tirar proveito do prestígio de uma instituição, alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável. Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo.

(Teobaldo de Carvalho, inédito)

Está clara e correta a seguinte redação de um livre comentário sobre o texto:
Alternativas
Q764524 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Instituições e riscos

    Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização. Mas para conviver neste pequeno planeta, para se afastar da barbárie, os homens necessitam de princípios e de regras, em suas múltiplas formas de agrupamento. Orientados por tantos e tão diferentes interesses, premidos pelas mais diversas necessidades, organizamo-nos em associações, escolas, igrejas, sindicatos, corporações, clubes, empresas, assembleias, missões etc., confiando em que a força de um objetivo comum viabiliza a unificação de todos no corpo de uma instituição. É o sentido mesmo de uma coletividade organizada que legitima a existência e o funcionamento das instituições.

    Mas é preciso sempre alertar para o fato de que, criadas para permitir o convívio civilizado, as instituições também podem abrigar aqueles que se valem de seu significado coletivo para mascarar interesses particulares. A corrupção e a fraude podem tirar proveito do prestígio de uma instituição, alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável. Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo.

(Teobaldo de Carvalho, inédito)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:
Alternativas
Q764523 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Instituições e riscos

    Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização. Mas para conviver neste pequeno planeta, para se afastar da barbárie, os homens necessitam de princípios e de regras, em suas múltiplas formas de agrupamento. Orientados por tantos e tão diferentes interesses, premidos pelas mais diversas necessidades, organizamo-nos em associações, escolas, igrejas, sindicatos, corporações, clubes, empresas, assembleias, missões etc., confiando em que a força de um objetivo comum viabiliza a unificação de todos no corpo de uma instituição. É o sentido mesmo de uma coletividade organizada que legitima a existência e o funcionamento das instituições.

    Mas é preciso sempre alertar para o fato de que, criadas para permitir o convívio civilizado, as instituições também podem abrigar aqueles que se valem de seu significado coletivo para mascarar interesses particulares. A corrupção e a fraude podem tirar proveito do prestígio de uma instituição, alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável. Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo.

(Teobaldo de Carvalho, inédito)

Atente para as seguintes afirmações: I. A frase inicial Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização constitui uma premissa, a partir da qual se compreende que a criação das instituições humanas atende a uma simples imposição da natureza. II. Costuma ocorrer, no interior de uma instituição, que a sua legitimidade repouse em princípios e regras de funcionamento, em vez de se apoiar na espontaneidade dos instintos humanos. III. A relação estabelecida entre um parasita oportunista e um hospedeiro saudável ilustra, de modo figurado, a afirmação de que a vitalidade de uma boa instituição pode servir a propósitos alheios aos seus. Em relação ao texto está correto o que se afirma em
Alternativas
Q764522 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Instituições e riscos

    Sem convívio não há vida, sem convívio não há civilização. Mas para conviver neste pequeno planeta, para se afastar da barbárie, os homens necessitam de princípios e de regras, em suas múltiplas formas de agrupamento. Orientados por tantos e tão diferentes interesses, premidos pelas mais diversas necessidades, organizamo-nos em associações, escolas, igrejas, sindicatos, corporações, clubes, empresas, assembleias, missões etc., confiando em que a força de um objetivo comum viabiliza a unificação de todos no corpo de uma instituição. É o sentido mesmo de uma coletividade organizada que legitima a existência e o funcionamento das instituições.

    Mas é preciso sempre alertar para o fato de que, criadas para permitir o convívio civilizado, as instituições também podem abrigar aqueles que se valem de seu significado coletivo para mascarar interesses particulares. A corrupção e a fraude podem tirar proveito do prestígio de uma instituição, alimentando-se de sua força como um parasita oportunista se aproveita do hospedeiro saudável. Não faltam exemplos de deturpações e desvios do bom caminho institucional, provocados exatamente por aqueles que deveriam promover a garantia do melhor roteiro. Por isso, não há como deixar de sermos vigilantes no acompanhamento das organizações todas que regem nossa vida: observemos sempre se são de fato os princípios do bem coletivo que estão orientando a ação institucional. Sem isso, deixaremos que a necessidade original de convívio, em vez de propiciar a saúde do empreendimento social, dê lugar ao atendimento do egoísmo mais primitivo.

(Teobaldo de Carvalho, inédito)

A argumentação desenvolvida no texto pretende, essencialmente, demonstrar que as instituições humanas,
Alternativas
Q748839 Economia

Determinada empresa atua no mercado oligopolizado possuindo sua função custo mensal de fabricação de seu produto dada por C = x3/3 – 2x2 + 10x + 10, sendo seu preço de venda dado por p = 10 – x. Analisando as condições do mercado e as funções conhecidas, assinale a alternativa que expressa o preço que deve ser cobrado para maximizar o lucro dessa empresa.

Alternativas
Q748838 Economia
A elasticidade-preço da demanda é uma medida de sensibilidade que avalia como as variações de preço podem afetar as quantidades procuradas. Em determinada empresa, um economista avaliou que quando o preço foi de R$ 10 a quantidade demandada foi de 100 e quando o preço se alterou para R$ 12 a quantidade procurada foi de 90 unidades. De posse das informações prestadas, assinale o valor apurado da elasticidade-preço da demanda.
Alternativas
Q748837 Economia

Os países utilizam-se da contabilidade nacional para dimensionar seus agregados macroeconômicos. Analise as afirmativas, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) Os agregados básicos são: produto, renda, consumo, poupança, investimento, absorção interna e despesa. ( ) O produto corresponde ao valor bruto da produção de uma economia em um período de tempo, descontado o valor de todos os produtos intermediários utilizados no processo produtivo e identifica-se com o valor adicionado pela firma ou setor (produto líquido). ( ) O valor adicionado é obtido mediante a diferença entre o valor do produto bruto do setor analisado e o valor de seu consumo intermediário. Por exemplo: o produto do setor siderúrgico de determinado ano corresponde ao valor bruto de sua produção total, subtraídos os gastos com minério de ferro, carvão, energia e outros bens e serviços consumidos pelo setor. ( ) A renda nacional é obtida pelo somatório do consumo mais investimento mais exportações menos importações mais arrecadação menos gastos do setor público.

A sequência está correta em

Alternativas
Q748836 Economia
Um dos meios de intervenção estatal na economia se dá mediante a aplicação de impostos ad valorem sobre o preço do bem ou serviço produzido pelas empresas atuantes em determinado mercado. Considerando o mercado de concorrência perfeita, onde são conhecidas as funções de demanda e oferta abaixo, assinale a alternativa que espelha, aproximadamente, o novo preço de equilíbrio caso o governo institua um imposto ad valorem de 10% junto ao produtor.
Demanda: p = 160 – 3x Oferta: p = 20 + 0,5x
Alternativas
Q748833 Economia
Determinada economista deseja apurar a variação de sua produção diária. Portanto estimou que sua função custo diário de produção de um bem/serviço hipotético é dado por C = 500 + 4x. Sabendo-se que em determinado mês o custo diário oscilou entre o máximo de R$ 10.000,00 e um mínimo de R$ 12.000,00, assinale, a seguir, em que intervalo variou a produção (dada em quantidades) diária nesse mês.
Alternativas
Q748832 Economia
A década de 1990 foi extremamente negativa no que se refere ao mercado de trabalho, em consequência para o crescimento e desenvolvimento da economia nacional. Assinale, dentre as alternativas fornecidas a seguir, aquela que NÃO condiz com o ocorrido durante essa década.
Alternativas
Q748831 Economia

A economia brasileira, sobretudo após a industrialização ocorrida incipientemente a partir da segunda metade do século XX, perpassou por várias tentativas de programas econômicos elaborados pelo Estado sempre objetivando a promoção do crescimento e o desenvolvimento econômico, bem como da estabilidade dos preços dos bens e serviços disponíveis para população. Dentro desse contexto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Durante o Plano de Metas promovido no governo de Juscelino Kubitschek, o desenvolvimento industrial foi liderado pelo crescimento do departamento produtor de bens de capital e do departamento produtor de bens de consumo duráveis. Suas taxas anuais de crescimento médio no período 1955/1962 foram de 26,40% e 23,90%, respectivamente.
( ) Após um período de intenso crescimento do PIB entre 1956 e 1962, a economia brasileira sofreu uma desaceleração que perdurou até 1967. Entre 1962 e 1967, a taxa média de crescimento do PIB caiu à metade daquela alcançada no período anterior. A formação bruta de capital fixo que crescia até 1962, torna-se negativa em 1963, juntamente com a produção industrial nacional. A inflação disparou e atingiu 90% no ano de 1964.
( ) O Plano de Ação Econômica de Governo (PAEG) impôs uma série de transformações institucionais na economia nacional, em especial as consubstanciadas nas reformas bancária e tributária. Entretanto, as políticas monetária e creditícia foram do tipo stop-and-go, alternando com período de expansão da moeda e do crédito com outros de forte contração monetária, atingindo duramente a atividade econômica e provocando falências, concordatas e desemprego.
( ) O intenso crescimento econômico que houve durante o período chamado de “milagre econômico” trouxe grandes benefícios para as classes de maior renda, incluindo-se, aí, a parte da classe média assalariada que fornecia os quadros técnicos necessários à gestão da economia, como engenheiros, economistas, administradores, analistas de sistema e outros. Verificou-se também que a renda dos brasileiros neste período concentrou-se ainda mais, sobretudo, em consequência do valor real do salário mínimo.

A sequência está correta em

Alternativas
Q748830 Economia

A inflação é um sintoma derivado da alta generalizada de preços e provoca a redução do poder de compra interno da moeda, afetando em especial os mais pobres. A inflação representa uma média ponderada da elevação de preços. Utilizando-se dos conceitos de inflação produzidos pela ciência econômica, relacione adequadamente as colunas a seguir.

1. Inflação de custos.
2. Inflação de demanda.
3. Inflação de demanda e de custos.

( ) Aumento real da massa salarial.
( ) Aumento real da carga tributária.
( ) Aumento real dos aluguéis.
( ) Aumento real dos juros bancários.
( ) Crescente aumento da margem real de lucro empresarial.
( ) Aumento real da taxa de câmbio.
( ) Aumento da quantidade de moeda do sistema econômico.

A sequência está correta em

Alternativas
Q748829 Economia
Um economista da Secretaria de Administração do município de Natal (RN), necessitando conhecer o padrão familiar dos munícipes mais ricos, com base em pesquisas por ele conduzidas, verificou, que na média quando a renda familiar foi de R$ 6.000,00, seu consumo foi de R$ 5.600,00 e que, quando a renda familiar foi de R$ 7.000,00, seu consumo foi de R$ 6.200,00. Considerando essas informações e todas demais variáveis constantes, admitindo ainda o consumo como função linear da renda, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q748827 Economia
Após levantamentos internos elaborados por seus economistas, a Secretaria de Administração de Natal (RN) estimou que a produção anual em horas de serviços públicos prestados (P) é função da quantidade (x) de funcionários empregados nesta produção, sendo ela dada pela relação P = 100 + 1.900x – x2 . Levando em conta esses dados econômicos, assinale a alternativa que apresenta corretamente o valor da produção marginal (PMg) de serviços públicos prestados anualmente (em horas) quando são utilizados 180 servidores nesta secretaria.
Alternativas
Respostas
4901: C
4902: D
4903: E
4904: D
4905: B
4906: C
4907: A
4908: E
4909: C
4910: D
4911: D
4912: D
4913: B
4914: C
4915: D
4916: A
4917: A
4918: D
4919: B
4920: C