Questões de Concurso
Comentadas para analista ambiental - engenheiro ambiental
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I. geração de relatórios sobre a qualidade do ar numa dada região;
II. definição da instalação de alarmes para determinados poluentes;
III. controle do processo poluidor;
IV. controle da eficiência ambiental de um equipamento;
V. estudo da formação e degradação de poluentes na atmosfera.
Para o monitoramento de imissões, estão corretos, apenas, os itens
1. Decantador primário assistido;
2. Reator biológico;
3. Digestor anaeróbico;
4. Gradeamento grosso;
w - Processo aeróbico a céu aberto;
x - Separação de sólidos grosseiros;
y - Sedimentação e precipitação química;
z - Digestão microbiológica de lodo com formação de metano.
A associação correta é
One of my earliest memories is of my mother cleaning with
what looked to me like cooking ingredients. She would be listening
to the radio as she poured baking soda, lemon, and vinegar
combinations on the surfaces of our home. Magically these natural
cleaning products kept our home clean and smelling fresh, without
stretching an already thin household budget. Here are a few basic
household ingredients and items you can use to clean your home.
Vinegar naturally cleans like an all-purpose cleaner. Mix a
solution of 1 part water to 1 part vinegar in a new store bought
spray bottle and you have a solution that will clean most areas of
your home. Vinegar is a great natural cleaning product as well as
a disinfectant and deodorizer. Always test on an inconspicuous
area. It is safe to use on most surfaces and has the added bonus of
being incredibly cheap. Improperly diluted vinegar is acidic and
can eat away at tile grout. Never use vinegar on marble surfaces.
Don't worry about your home smelling like vinegar. The smell
disappears when it dries.
Lemon juice is another natural substance that can be used to
clean your home. Lemon juice can be used to dissolve soap scum
and hard water deposits. Lemon is a great substance to clean and
shine brass and copper. Lemon juice can be mixed with vinegar
and or baking soda to make cleaning pastes. Cut a lemon in half
and sprinkle baking soda on the cut section. Use the lemon to
scrub dishes, surfaces, and stains.
Baking soda can be used to scrub surfaces in much the same
way as commercial abrasive cleansers. Baking soda is great as a
deodorizer. Place a box in the refrigerator and freezer to absorb
odors. Put it anywhere you need deodorizing action. Try these three
kitchen ingredients as natural cleaning products in your home.
(http://housekeeping.about.com/cs/environment/a/alternateclean.30.10.2009.
Adaptado)
One of my earliest memories is of my mother cleaning with
what looked to me like cooking ingredients. She would be listening
to the radio as she poured baking soda, lemon, and vinegar
combinations on the surfaces of our home. Magically these natural
cleaning products kept our home clean and smelling fresh, without
stretching an already thin household budget. Here are a few basic
household ingredients and items you can use to clean your home.
Vinegar naturally cleans like an all-purpose cleaner. Mix a
solution of 1 part water to 1 part vinegar in a new store bought
spray bottle and you have a solution that will clean most areas of
your home. Vinegar is a great natural cleaning product as well as
a disinfectant and deodorizer. Always test on an inconspicuous
area. It is safe to use on most surfaces and has the added bonus of
being incredibly cheap. Improperly diluted vinegar is acidic and
can eat away at tile grout. Never use vinegar on marble surfaces.
Don't worry about your home smelling like vinegar. The smell
disappears when it dries.
Lemon juice is another natural substance that can be used to
clean your home. Lemon juice can be used to dissolve soap scum
and hard water deposits. Lemon is a great substance to clean and
shine brass and copper. Lemon juice can be mixed with vinegar
and or baking soda to make cleaning pastes. Cut a lemon in half
and sprinkle baking soda on the cut section. Use the lemon to
scrub dishes, surfaces, and stains.
Baking soda can be used to scrub surfaces in much the same
way as commercial abrasive cleansers. Baking soda is great as a
deodorizer. Place a box in the refrigerator and freezer to absorb
odors. Put it anywhere you need deodorizing action. Try these three
kitchen ingredients as natural cleaning products in your home.
(http://housekeeping.about.com/cs/environment/a/alternateclean.30.10.2009.
Adaptado)
One of my earliest memories is of my mother cleaning with
what looked to me like cooking ingredients. She would be listening
to the radio as she poured baking soda, lemon, and vinegar
combinations on the surfaces of our home. Magically these natural
cleaning products kept our home clean and smelling fresh, without
stretching an already thin household budget. Here are a few basic
household ingredients and items you can use to clean your home.
Vinegar naturally cleans like an all-purpose cleaner. Mix a
solution of 1 part water to 1 part vinegar in a new store bought
spray bottle and you have a solution that will clean most areas of
your home. Vinegar is a great natural cleaning product as well as
a disinfectant and deodorizer. Always test on an inconspicuous
area. It is safe to use on most surfaces and has the added bonus of
being incredibly cheap. Improperly diluted vinegar is acidic and
can eat away at tile grout. Never use vinegar on marble surfaces.
Don't worry about your home smelling like vinegar. The smell
disappears when it dries.
Lemon juice is another natural substance that can be used to
clean your home. Lemon juice can be used to dissolve soap scum
and hard water deposits. Lemon is a great substance to clean and
shine brass and copper. Lemon juice can be mixed with vinegar
and or baking soda to make cleaning pastes. Cut a lemon in half
and sprinkle baking soda on the cut section. Use the lemon to
scrub dishes, surfaces, and stains.
Baking soda can be used to scrub surfaces in much the same
way as commercial abrasive cleansers. Baking soda is great as a
deodorizer. Place a box in the refrigerator and freezer to absorb
odors. Put it anywhere you need deodorizing action. Try these three
kitchen ingredients as natural cleaning products in your home.
(http://housekeeping.about.com/cs/environment/a/alternateclean.30.10.2009.
Adaptado)

The blank in - how __________ can you live? - is correctly filled with
o que provavelmente já me salvou a vida algumas vezes, mas
não pense que minhas relações com ele são uma maravilha. A
cada aperfeiçoamento no funcionamento da caranguejola, tenho
um motivo para sobressalto, até me acostumar com a novidade
e passar a dominá-la também. Uma delas é um novo e infernal
corretor automático de texto.
Ao perceber que as teclas estão sendo acionadas para formar
determinada palavra, o corretor, ligeiro que nem raposa, antecipase
e termina de escrevê-la por mim. Não sei se, com isso, está
apenas querendo se exibir ou se acha que errarei na grafia e
oferece-se para completá-la. Até aí tudo bem. Só que, ao fazer
isso, ele se atrapalha com os acentos, escreve o que não é para
escrever e me obriga a teclar retrocessos e humilhá-lo com uma
correção mecânica, o que faço com sádico prazer.
Se quero me referir, por exemplo, ao grande sambista do
Estácio Alcebiades Barcellos, co-autor de "Agora é Cinza", inventor
do surdo e mais conhecido como Bide, ele intromete um
cretiníssimo circunflexo e transforma Bide em Bidê. O arquiteto
francês Le Corbusier torna-se Lê Corbusier. (...)
(Ruy Castro, Folha de S.Paulo, 16.11.2009)
o que provavelmente já me salvou a vida algumas vezes, mas
não pense que minhas relações com ele são uma maravilha. A
cada aperfeiçoamento no funcionamento da caranguejola, tenho
um motivo para sobressalto, até me acostumar com a novidade
e passar a dominá-la também. Uma delas é um novo e infernal
corretor automático de texto.
Ao perceber que as teclas estão sendo acionadas para formar
determinada palavra, o corretor, ligeiro que nem raposa, antecipase
e termina de escrevê-la por mim. Não sei se, com isso, está
apenas querendo se exibir ou se acha que errarei na grafia e
oferece-se para completá-la. Até aí tudo bem. Só que, ao fazer
isso, ele se atrapalha com os acentos, escreve o que não é para
escrever e me obriga a teclar retrocessos e humilhá-lo com uma
correção mecânica, o que faço com sádico prazer.
Se quero me referir, por exemplo, ao grande sambista do
Estácio Alcebiades Barcellos, co-autor de "Agora é Cinza", inventor
do surdo e mais conhecido como Bide, ele intromete um
cretiníssimo circunflexo e transforma Bide em Bidê. O arquiteto
francês Le Corbusier torna-se Lê Corbusier. (...)
(Ruy Castro, Folha de S.Paulo, 16.11.2009)
o que provavelmente já me salvou a vida algumas vezes, mas
não pense que minhas relações com ele são uma maravilha. A
cada aperfeiçoamento no funcionamento da caranguejola, tenho
um motivo para sobressalto, até me acostumar com a novidade
e passar a dominá-la também. Uma delas é um novo e infernal
corretor automático de texto.
Ao perceber que as teclas estão sendo acionadas para formar
determinada palavra, o corretor, ligeiro que nem raposa, antecipase
e termina de escrevê-la por mim. Não sei se, com isso, está
apenas querendo se exibir ou se acha que errarei na grafia e
oferece-se para completá-la. Até aí tudo bem. Só que, ao fazer
isso, ele se atrapalha com os acentos, escreve o que não é para
escrever e me obriga a teclar retrocessos e humilhá-lo com uma
correção mecânica, o que faço com sádico prazer.
Se quero me referir, por exemplo, ao grande sambista do
Estácio Alcebiades Barcellos, co-autor de "Agora é Cinza", inventor
do surdo e mais conhecido como Bide, ele intromete um
cretiníssimo circunflexo e transforma Bide em Bidê. O arquiteto
francês Le Corbusier torna-se Lê Corbusier. (...)
(Ruy Castro, Folha de S.Paulo, 16.11.2009)
o que provavelmente já me salvou a vida algumas vezes, mas
não pense que minhas relações com ele são uma maravilha. A
cada aperfeiçoamento no funcionamento da caranguejola, tenho
um motivo para sobressalto, até me acostumar com a novidade
e passar a dominá-la também. Uma delas é um novo e infernal
corretor automático de texto.
Ao perceber que as teclas estão sendo acionadas para formar
determinada palavra, o corretor, ligeiro que nem raposa, antecipase
e termina de escrevê-la por mim. Não sei se, com isso, está
apenas querendo se exibir ou se acha que errarei na grafia e
oferece-se para completá-la. Até aí tudo bem. Só que, ao fazer
isso, ele se atrapalha com os acentos, escreve o que não é para
escrever e me obriga a teclar retrocessos e humilhá-lo com uma
correção mecânica, o que faço com sádico prazer.
Se quero me referir, por exemplo, ao grande sambista do
Estácio Alcebiades Barcellos, co-autor de "Agora é Cinza", inventor
do surdo e mais conhecido como Bide, ele intromete um
cretiníssimo circunflexo e transforma Bide em Bidê. O arquiteto
francês Le Corbusier torna-se Lê Corbusier. (...)
(Ruy Castro, Folha de S.Paulo, 16.11.2009)
o que provavelmente já me salvou a vida algumas vezes, mas
não pense que minhas relações com ele são uma maravilha. A
cada aperfeiçoamento no funcionamento da caranguejola, tenho
um motivo para sobressalto, até me acostumar com a novidade
e passar a dominá-la também. Uma delas é um novo e infernal
corretor automático de texto.
Ao perceber que as teclas estão sendo acionadas para formar
determinada palavra, o corretor, ligeiro que nem raposa, antecipase
e termina de escrevê-la por mim. Não sei se, com isso, está
apenas querendo se exibir ou se acha que errarei na grafia e
oferece-se para completá-la. Até aí tudo bem. Só que, ao fazer
isso, ele se atrapalha com os acentos, escreve o que não é para
escrever e me obriga a teclar retrocessos e humilhá-lo com uma
correção mecânica, o que faço com sádico prazer.
Se quero me referir, por exemplo, ao grande sambista do
Estácio Alcebiades Barcellos, co-autor de "Agora é Cinza", inventor
do surdo e mais conhecido como Bide, ele intromete um
cretiníssimo circunflexo e transforma Bide em Bidê. O arquiteto
francês Le Corbusier torna-se Lê Corbusier. (...)
(Ruy Castro, Folha de S.Paulo, 16.11.2009)
que não deveria causar maior surpresa nem revolta. Franceses
deliciam-se com cavalos e rãs, chineses devoram tudo o que se
mexe - aí inclusos escorpiões e gafanhotos - e boa parte das
coisas que não se mexem também. Os papuas da Nova Guiné,
até algumas décadas atrás, fartavam-se no consumo ritual dos
miolos de familiares mortos. Só pararam porque o hábito estava
lhes passando o kuru, uma doença neurológica grave.
Nosso consolidadíssimo costume de comer vacas configura,
aos olhos dos hinduístas, nada menos do que deicídio.
A não ser que estejamos prontos a definir e impor um universal
alimentar, é preciso tolerar as práticas culinárias alheias, por mais
exóticas ou repugnantes que nos pareçam.
(Hélio Schwartsman, Folha de S.Paulo, 14.11.2009)
que não deveria causar maior surpresa nem revolta. Franceses
deliciam-se com cavalos e rãs, chineses devoram tudo o que se
mexe - aí inclusos escorpiões e gafanhotos - e boa parte das
coisas que não se mexem também. Os papuas da Nova Guiné,
até algumas décadas atrás, fartavam-se no consumo ritual dos
miolos de familiares mortos. Só pararam porque o hábito estava
lhes passando o kuru, uma doença neurológica grave.
Nosso consolidadíssimo costume de comer vacas configura,
aos olhos dos hinduístas, nada menos do que deicídio.
A não ser que estejamos prontos a definir e impor um universal
alimentar, é preciso tolerar as práticas culinárias alheias, por mais
exóticas ou repugnantes que nos pareçam.
(Hélio Schwartsman, Folha de S.Paulo, 14.11.2009)
que não deveria causar maior surpresa nem revolta. Franceses
deliciam-se com cavalos e rãs, chineses devoram tudo o que se
mexe - aí inclusos escorpiões e gafanhotos - e boa parte das
coisas que não se mexem também. Os papuas da Nova Guiné,
até algumas décadas atrás, fartavam-se no consumo ritual dos
miolos de familiares mortos. Só pararam porque o hábito estava
lhes passando o kuru, uma doença neurológica grave.
Nosso consolidadíssimo costume de comer vacas configura,
aos olhos dos hinduístas, nada menos do que deicídio.
A não ser que estejamos prontos a definir e impor um universal
alimentar, é preciso tolerar as práticas culinárias alheias, por mais
exóticas ou repugnantes que nos pareçam.
(Hélio Schwartsman, Folha de S.Paulo, 14.11.2009)
que não deveria causar maior surpresa nem revolta. Franceses
deliciam-se com cavalos e rãs, chineses devoram tudo o que se
mexe - aí inclusos escorpiões e gafanhotos - e boa parte das
coisas que não se mexem também. Os papuas da Nova Guiné,
até algumas décadas atrás, fartavam-se no consumo ritual dos
miolos de familiares mortos. Só pararam porque o hábito estava
lhes passando o kuru, uma doença neurológica grave.
Nosso consolidadíssimo costume de comer vacas configura,
aos olhos dos hinduístas, nada menos do que deicídio.
A não ser que estejamos prontos a definir e impor um universal
alimentar, é preciso tolerar as práticas culinárias alheias, por mais
exóticas ou repugnantes que nos pareçam.
(Hélio Schwartsman, Folha de S.Paulo, 14.11.2009)
consideramos os tempos modernos? A resposta transcende em
muito o progresso da ciência, da tecnologia, do capitalismo e da
democracia.
O passado remoto foi repleto de cientistas brilhantes, de matemáticos,
de inventores, de tecnólogos e de filósofos políticos.
Centenas de anos antes do nascimento de Cristo, os céus haviam
sido mapeados, a grande biblioteca de Alexandria fora construída
e a geometria de Euclides era ensinada. A demanda por inovações
tecnológicas para fins bélicos era tão insaciável quanto atualmente.
Carvão, óleo, ferro e cobre estiveram a serviço dos seres humanos
por milênios, e as viagens e comunicações marcaram os primórdios
da civilização conhecida.
A ideia revolucionária que define a fronteira entre os tempos
modernos e o passado é o domínio do risco: a noção de que o
futuro é mais do que um capricho dos deuses e de que homens e
mulheres não são passivos ante a natureza. Até os seres humanos
descobrirem como transpor essa fronteira, o futuro era um espelho
do passado ou o domínio obscuro de oráculos e adivinhos que detinham
o monopólio sobre o conhecimento dos eventos previstos.
(Peter L. Bernstein, Desafio aos Deuses)
consideramos os tempos modernos? A resposta transcende em
muito o progresso da ciência, da tecnologia, do capitalismo e da
democracia.
O passado remoto foi repleto de cientistas brilhantes, de matemáticos,
de inventores, de tecnólogos e de filósofos políticos.
Centenas de anos antes do nascimento de Cristo, os céus haviam
sido mapeados, a grande biblioteca de Alexandria fora construída
e a geometria de Euclides era ensinada. A demanda por inovações
tecnológicas para fins bélicos era tão insaciável quanto atualmente.
Carvão, óleo, ferro e cobre estiveram a serviço dos seres humanos
por milênios, e as viagens e comunicações marcaram os primórdios
da civilização conhecida.
A ideia revolucionária que define a fronteira entre os tempos
modernos e o passado é o domínio do risco: a noção de que o
futuro é mais do que um capricho dos deuses e de que homens e
mulheres não são passivos ante a natureza. Até os seres humanos
descobrirem como transpor essa fronteira, o futuro era um espelho
do passado ou o domínio obscuro de oráculos e adivinhos que detinham
o monopólio sobre o conhecimento dos eventos previstos.
(Peter L. Bernstein, Desafio aos Deuses)