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Leia as afirmativas sobre ergonomia no trabalho e marque V para verdadeiro e F para falso:
( ) A postura inadequada no trabalho pode gerar dores musculares, fadiga e até lesões ocupacionais.
( ) No transporte manual de cargas, a melhor forma de levantar um objeto pesado é dobrando os joelhos e mantendo a coluna ereta.
( ) O uso de equipamentos mecânicos para movimentação de cargas reduz os esforços físicos e deve ser incentivado sempre que possível.
( ) Pequenos desconfortos musculares durante o trabalho são normais e não requerem mudanças nas condições ergonômicas.
A sequência correta é:
Sobre os cuidados básicos na limpeza de ambientes escolares, analise as afirmativas:
I - A utilização de produtos de limpeza deve ser feita conforme as instruções do fabricante, respeitando as diluições recomendadas.
II - A ventilação do ambiente durante a aplicação de produtos químicos é opcional, pois a inalação de substâncias voláteis não apresenta riscos significativos.
III - O uso de EPIs, como luvas e máscaras, deve ser adotado ao manusear produtos químicos de potencial irritante ou tóxico.
IV - A mistura de produtos de limpeza é recomendada para potencializar a remoção de sujeiras difíceis.
Estão corretas as afirmativas:
Leia as afirmativas sobre Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e marque V para verdadeiro e F para falso:
( ) O empregador deve fornecer EPIs adequados aos riscos da atividade sem custo para o trabalhador.
( ) O uso de EPIs pode ser dispensado caso o trabalhador se sinta confortável sem a proteção.
( ) O treinamento para uso correto dos EPIs é obrigatório e deve ser realizado periodicamente.
( ) A higienização e conservação dos EPIs são de responsabilidade exclusiva do trabalhador.
A sequência correta é:
Quais são os sentidos veiculados por cada uma das ocorrências da palavra “como” no parágrafo abaixo? “Philippus Aureolus Theophrastus Bombastus Von Hohenheim, que muito provavelmente não gostava do seu nome (quem gostaria?), resolveu se chamar Paracelso, porque se comparava a um naturalista romano de nome Aulus Cornelius Celsus. Na realidade, o suíço Paracelso (1493-1541) era médico, assim como1 seu pai. Responsável pela cura de dois famosos, o impressor Frobenius e o filósofo Erasmo, foi convidado a dar aulas em uma Universidade na Áustria, mas, como2 se achava muito superior aos colegas, acabou brigando com todo mundo, abandonou a carreira acadêmica e voltou a medicar pelos cantões do Velho Mundo.” MARTINS, Georgina. Os mortos que curam. Ciência Hoje, janeiro/fevereiro de 2025. Coluna Literária.
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/os-mortos-que-curam/. Acesso em: 05 fev. 2025. Adaptado.
Em 2024, comemoramos o centenário de nascimento de uma incrível cientista brasileira, tão influente e importante que seus trabalhos moldaram a agroindústria no Brasil e nos colocaram entre as nações mais produtivas do mundo. Seu nome é Johanna Liesbeth Kubelka Döbereiner. Mesmo com a difícil pronúncia, esse nome tem se tornado cada vez mais conhecido entre não-cientistas, uma verdadeira façanha, reservada àquelas pessoas que realmente se destacam na ciência! Dentre todos os cientistas brasileiros,
Johanna é a sétima mais citada em artigos científicos em todos os tempos, e a mais mencionada entre as mulheres. Johanna não nasceu no Brasil, mas sim na antiga república da Tchecoslováquia, em 28 de novembro de 1924, em uma cidade localizada nos Sudetos, Aussig, uma região de grande influência alemã. Ela teve uma juventude muito difícil – quando tinha apenas 14 anos, a região onde morava foi invadida e anexada pela Alemanha nazista –, vivendo na pele os horrores da guerra. Seus pais tinham origem alemã, mas não apoiavam o regime nazista, e, inclusive, protegeram e auxiliaram cidadãos judeus a escapar da perseguição, o que acabou levando seu pai, Paul Kubelka (1900-1954), à prisão.
Com o fim da guerra, em 1945, a região foi devolvida à Tchecoslováquia, mas, infelizmente, as consequências da guerra continuaram a atormentar a vida familiar. O governo tchecoslovaco passou a perseguir cidadãos de origem alemã, e sua mãe, Margarethe Kubelka, foi aprisionada, morrendo em um campo de concentração naquele mesmo ano. Seu pai conseguiu escapar, junto com seu irmão mais novo, para a Alemanha Oriental, mas acabou se separando de Johanna, que ficou junto de seus avós, onde trabalhava em uma fazenda para se sustentar.
Johanna começou seu curso universitário em 1947, na Universidade de Munique, Alemanha. Talvez influenciada pela vida na fazenda, decidiu estudar ciências agrárias. Formou-se em 1950, com um trabalho de conclusão de curso sobre o assunto que viria a marcar sua carreira: bactérias fixadoras de nitrogênio e sua associação com plantas. LOBO, Leandro. A ‘brasileira’ que revolucionou a agronomia. Ciência Hoje, janeiro/fevereiro de 2025.
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/a-brasileira-que-revolucionou-a-agronomia/. Acesso em: 05 fev. 2025. Adaptado
Em 2024, comemoramos o centenário de nascimento de uma incrível cientista brasileira, tão influente e importante que seus trabalhos moldaram a agroindústria no Brasil e nos colocaram entre as nações mais produtivas do mundo. Seu nome é Johanna Liesbeth Kubelka Döbereiner. Mesmo com a difícil pronúncia, esse nome tem se tornado cada vez mais conhecido entre não-cientistas, uma verdadeira façanha, reservada àquelas pessoas que realmente se destacam na ciência! Dentre todos os cientistas brasileiros,
Johanna é a sétima mais citada em artigos científicos em todos os tempos, e a mais mencionada entre as mulheres. Johanna não nasceu no Brasil, mas sim na antiga república da Tchecoslováquia, em 28 de novembro de 1924, em uma cidade localizada nos Sudetos, Aussig, uma região de grande influência alemã. Ela teve uma juventude muito difícil – quando tinha apenas 14 anos, a região onde morava foi invadida e anexada pela Alemanha nazista –, vivendo na pele os horrores da guerra. Seus pais tinham origem alemã, mas não apoiavam o regime nazista, e, inclusive, protegeram e auxiliaram cidadãos judeus a escapar da perseguição, o que acabou levando seu pai, Paul Kubelka (1900-1954), à prisão.
Com o fim da guerra, em 1945, a região foi devolvida à Tchecoslováquia, mas, infelizmente, as consequências da guerra continuaram a atormentar a vida familiar. O governo tchecoslovaco passou a perseguir cidadãos de origem alemã, e sua mãe, Margarethe Kubelka, foi aprisionada, morrendo em um campo de concentração naquele mesmo ano. Seu pai conseguiu escapar, junto com seu irmão mais novo, para a Alemanha Oriental, mas acabou se separando de Johanna, que ficou junto de seus avós, onde trabalhava em uma fazenda para se sustentar.
Johanna começou seu curso universitário em 1947, na Universidade de Munique, Alemanha. Talvez influenciada pela vida na fazenda, decidiu estudar ciências agrárias. Formou-se em 1950, com um trabalho de conclusão de curso sobre o assunto que viria a marcar sua carreira: bactérias fixadoras de nitrogênio e sua associação com plantas. LOBO, Leandro. A ‘brasileira’ que revolucionou a agronomia. Ciência Hoje, janeiro/fevereiro de 2025.
Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/a-brasileira-que-revolucionou-a-agronomia/. Acesso em: 05 fev. 2025. Adaptado
“Uma equipe internacional de paleontólogos e cientistas climáticos do México, EUA e Espanha descobriu um novo gênero e espécie dentro da família Ornithomimidae. O achado revelou um dinossauro inédito e desconhecido que habitou a Terra há cerca de 73 milhões de anos.” NOVA espécie de dinossauro que viveu há 73 milhões de anos é identificada no México. Planeta, 04 de fevereiro de 2025.
Disponível em: https://revistaplaneta.com.br/nova-especie-de-dinossauro-que-viveu-ha-73-milhoes-de-anos-e-identificada-no-mexico /. Acesso em: 05 fev. 2025.
Disponível em: https://revistaplaneta.com.br/nova-especie-de-dinossauro-que-viveu-ha-73-milhoes-de-anos-e-identificada-no-mexico /. Acesso em: 05 fev. 2025.
Nesse parágrafo, a expressão “O achado” faz referência