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Em uma organização que adota o método PEPS (primeiro a entrar, primeiro a sair), os itens mais antigos são utilizados antes dos mais novos, o que ajuda a evitar a obsolescência e a perecibilidade dos materiais em estoque.
No processo de inventário patrimonial, é suficiente que a organização conte apenas os bens disponíveis no almoxarifado, pois os bens em uso não fazem parte desse levantamento.
A atividade de tombamento é fundamental na administração patrimonial, pois garante a identificação e o registro dos bens da organização, permitindo um controle preciso e organizado do patrimônio.
A baixa de um bem patrimonial ocorre apenas quando o bem é totalmente depreciado, sendo sua alienação a única condição para realizar essa ação.
Materiais como papel e toner para impressão são considerados bens patrimoniais, pois são registrados e controlados como parte do ativo permanente da instituição.
Os bens patrimoniais móveis, como mobiliários e equipamentos de informática, devem ser identificados e registrados, para facilitar o controle de sua localização e uso.
Os materiais permanentes que compõem o patrimônio da organização são definidos como itens de longa durabilidade e alto custo e demandam controle rigoroso nos registros patrimoniais, o que não ocorre com os materiais de consumo, por serem de menor valor.
Considerando os conceitos de material e patrimônio, julgue o item a seguir.
Recursos patrimoniais incluem tanto bens imóveis como materiais de uso temporário e itens consumíveis de escritório.
O conceito de depreciação é aplicado aos bens patrimoniais como veículos e equipamentos, para calcular sua perda de valor ao longo do tempo e refletir a condição atual desses ativos no balanço patrimonial.
Há forte correlação entre perdas de itens de estoque, que geram prejuízos, e erros computacionais ou humanos observados nos fluxos dos processos.
A tipologia escolhida para a classificação de materiais pode ser flexibilizada em função da dinâmica e dos processos organizacionais.
São fatores secundários e menos importantes aqueles que dizem respeito à hierarquização da empresa, representada por seu organograma, principalmente no que tange à dinâmica das relações humanas estabelecidas.
Os estilos de liderança são igualmente otimizadores dos resultados organizacionais, independentemente do perfil de cultura e nível de maturidade da empresa.
A representação gráfica da estrutura formal hierárquica da empresa em determinado momento denomina-se organograma, podendo existir vários tipos aplicáveis a diferentes contextos e realidades organizacionais.
Nos últimos anos, o fluxograma tornou-se obsoleto, haja vista o desenvolvimento de novas tecnologias, a exemplo da inteligência artificial.
O estudo de processos compreende conhecimentos e práticas aplicadas, principalmente, à gestão de qualidade total, em todos os ambientes organizacionais, prescindindo-se da necessidade de se compreender e pesquisar melhor a cultura organizacional.
Na administração de recursos materiais, elaborar mapas de cotação pode gerar vantagem competitiva às empresas.
O processo de pesquisa do clima organizacional pode ser realizado de forma sistematizada para otimizar resultados.
O uso do ciclo PDCA é desaconselhável como ferramenta para otimização da melhoria contínua em ambientes organizacionais mais dinâmicos.
A utilização de notação especializada na gestão de processos configura-se como elemento otimizador de melhorias objetivadas por empresas, inclusive na área de compras.