Foram encontradas 37.066 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Milly Lacombe
Minhas duas primeiras memórias de infância envolvem meu pai.
Na primeira delas, estou em seus ombros, no meio de uma multidão que cantava, pulava e festejava. Enrolados em uma bandeira do Brasil que minha mãe havia feito na máquina de costura, que ficava no mesmo quarto da TV em branco e preto. Eu tinha três anos, ele tinha 43. A seleção tinha acabado de ser tricampeã mundial de futebol e meu pai e eu celebrávamos no meio de outras centenas de pessoas na rua General Glicério, em Laranjeiras, no Rio.
Na segunda memória, estou subindo com ele a rampa do Maracanã. Eu tinha um pouco mais que três anos, mas não muito mais. Lembro-me da mão dele segurando a minha, lembro-me de olhar para cima e vê-lo ali sorrindo para mim. Lembro-me das pessoas passando em volta, apressadas e felizes. Lembro-me das camisas e bandeiras misturadas: vermelho e preto em alguns; verde, branco e grená em outros. Ele e eu fazíamos parte desse segundo grupo de pessoas. Na minha outra mão, uma almofadinha com as cores do Fluminense, feita por minha mãe na máquina de costura que ficava no mesmo quarto da TV branco e preta. A almofadinha era uma solução à dureza do concreto da arquibancada.
Subindo a rampa, lembro-me de ver, lá bem longe e já no topo, uma abertura para o céu. Era para lá que caminhávamos, meu pai e eu, de mãos dadas. O que haveria ali além do céu? Depois de uma subida, bastante longa para um pequeno corpo que ainda não tinha feito cinco anos, lembro-me de conhecer o que, anos depois, entenderia ser o êxtase que vem com a experiência do sagrado. Ao final da rampa, uma abertura para um campo verde, de marcas brancas e milhares de pessoas cantando ao redor.
Capturada pela imensidão do momento, outra vez olhei para cima e vi meu pai. Ele sorria e não se movia, como quem sabe que seria importante me deixar ali um pouco, apenas sentindo a grandeza do momento, apenas absorvendo uma experiência inaugural de amor e paixão. Depois de um tempo, ele me pegou no colo e subimos os degraus da arquibancada, sendo abençoados por um tanto de pó de arroz a cada passo. Não me lembro de mais nada.
Não me lembro do placar, não me lembro do que aconteceu em campo, não me lembro do que comemos, nem dos sorvetes que não pedi. Lembro-me apenas das sensações e das emoções daquele dia. Mas, mais que qualquer coisa, lembro-me da mão de meu pai na minha. Se fechar os olhos, posso sentir a temperatura e a textura de sua mão na minha. Se fechar os olhos, sinto outra vez a exata pressão que a mão dele fazia na minha, todas as vezes que andávamos assim pelas ruas, e sinto a segurança que aquelas mãos me davam.
Meu pai não está mais aqui, mas a sensação de sua mão na minha está. Pouca coisa, aliás, se manteve presente além dessa sensação. Talvez apenas a emoção de subir uma rampa cujo final é um campo de futebol onde dois times se enfrentarão. O caminho do sagrado, do final de um período escuro, frio e penoso que se abre para uma imensidão de luzes, sonhos e possibilidades.
Anos depois, eu conduziria meu sobrinho pela mesma rampa, mas agora interpretando o papel feito por meu pai.
O que é a vida se não esse contínuo trocar de lugares e essa perpétua caminhada que pode nos levar a encontros grandiosos? Não muita coisa, eu acho. Um passo atrás do outro, uma batalha atrás da outra. Conquistas, fracassos. Vitórias, derrotas. Dias bons, dias ruins. Partidas, chegadas. E lá vamos nós outra vez.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/nosso-estranhoamor/2022/11/[...].shtml (Adaptado) Acesso em: 30 dez. 2022.
Milly Lacombe
Minhas duas primeiras memórias de infância envolvem meu pai.
Na primeira delas, estou em seus ombros, no meio de uma multidão que cantava, pulava e festejava. Enrolados em uma bandeira do Brasil que minha mãe havia feito na máquina de costura, que ficava no mesmo quarto da TV em branco e preto. Eu tinha três anos, ele tinha 43. A seleção tinha acabado de ser tricampeã mundial de futebol e meu pai e eu celebrávamos no meio de outras centenas de pessoas na rua General Glicério, em Laranjeiras, no Rio.
Na segunda memória, estou subindo com ele a rampa do Maracanã. Eu tinha um pouco mais que três anos, mas não muito mais. Lembro-me da mão dele segurando a minha, lembro-me de olhar para cima e vê-lo ali sorrindo para mim. Lembro-me das pessoas passando em volta, apressadas e felizes. Lembro-me das camisas e bandeiras misturadas: vermelho e preto em alguns; verde, branco e grená em outros. Ele e eu fazíamos parte desse segundo grupo de pessoas. Na minha outra mão, uma almofadinha com as cores do Fluminense, feita por minha mãe na máquina de costura que ficava no mesmo quarto da TV branco e preta. A almofadinha era uma solução à dureza do concreto da arquibancada.
Subindo a rampa, lembro-me de ver, lá bem longe e já no topo, uma abertura para o céu. Era para lá que caminhávamos, meu pai e eu, de mãos dadas. O que haveria ali além do céu? Depois de uma subida, bastante longa para um pequeno corpo que ainda não tinha feito cinco anos, lembro-me de conhecer o que, anos depois, entenderia ser o êxtase que vem com a experiência do sagrado. Ao final da rampa, uma abertura para um campo verde, de marcas brancas e milhares de pessoas cantando ao redor.
Capturada pela imensidão do momento, outra vez olhei para cima e vi meu pai. Ele sorria e não se movia, como quem sabe que seria importante me deixar ali um pouco, apenas sentindo a grandeza do momento, apenas absorvendo uma experiência inaugural de amor e paixão. Depois de um tempo, ele me pegou no colo e subimos os degraus da arquibancada, sendo abençoados por um tanto de pó de arroz a cada passo. Não me lembro de mais nada.
Não me lembro do placar, não me lembro do que aconteceu em campo, não me lembro do que comemos, nem dos sorvetes que não pedi. Lembro-me apenas das sensações e das emoções daquele dia. Mas, mais que qualquer coisa, lembro-me da mão de meu pai na minha. Se fechar os olhos, posso sentir a temperatura e a textura de sua mão na minha. Se fechar os olhos, sinto outra vez a exata pressão que a mão dele fazia na minha, todas as vezes que andávamos assim pelas ruas, e sinto a segurança que aquelas mãos me davam.
Meu pai não está mais aqui, mas a sensação de sua mão na minha está. Pouca coisa, aliás, se manteve presente além dessa sensação. Talvez apenas a emoção de subir uma rampa cujo final é um campo de futebol onde dois times se enfrentarão. O caminho do sagrado, do final de um período escuro, frio e penoso que se abre para uma imensidão de luzes, sonhos e possibilidades.
Anos depois, eu conduziria meu sobrinho pela mesma rampa, mas agora interpretando o papel feito por meu pai.
O que é a vida se não esse contínuo trocar de lugares e essa perpétua caminhada que pode nos levar a encontros grandiosos? Não muita coisa, eu acho. Um passo atrás do outro, uma batalha atrás da outra. Conquistas, fracassos. Vitórias, derrotas. Dias bons, dias ruins. Partidas, chegadas. E lá vamos nós outra vez.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/nosso-estranhoamor/2022/11/[...].shtml (Adaptado) Acesso em: 30 dez. 2022.
Milly Lacombe
Minhas duas primeiras memórias de infância envolvem meu pai.
Na primeira delas, estou em seus ombros, no meio de uma multidão que cantava, pulava e festejava. Enrolados em uma bandeira do Brasil que minha mãe havia feito na máquina de costura, que ficava no mesmo quarto da TV em branco e preto. Eu tinha três anos, ele tinha 43. A seleção tinha acabado de ser tricampeã mundial de futebol e meu pai e eu celebrávamos no meio de outras centenas de pessoas na rua General Glicério, em Laranjeiras, no Rio.
Na segunda memória, estou subindo com ele a rampa do Maracanã. Eu tinha um pouco mais que três anos, mas não muito mais. Lembro-me da mão dele segurando a minha, lembro-me de olhar para cima e vê-lo ali sorrindo para mim. Lembro-me das pessoas passando em volta, apressadas e felizes. Lembro-me das camisas e bandeiras misturadas: vermelho e preto em alguns; verde, branco e grená em outros. Ele e eu fazíamos parte desse segundo grupo de pessoas. Na minha outra mão, uma almofadinha com as cores do Fluminense, feita por minha mãe na máquina de costura que ficava no mesmo quarto da TV branco e preta. A almofadinha era uma solução à dureza do concreto da arquibancada.
Subindo a rampa, lembro-me de ver, lá bem longe e já no topo, uma abertura para o céu. Era para lá que caminhávamos, meu pai e eu, de mãos dadas. O que haveria ali além do céu? Depois de uma subida, bastante longa para um pequeno corpo que ainda não tinha feito cinco anos, lembro-me de conhecer o que, anos depois, entenderia ser o êxtase que vem com a experiência do sagrado. Ao final da rampa, uma abertura para um campo verde, de marcas brancas e milhares de pessoas cantando ao redor.
Capturada pela imensidão do momento, outra vez olhei para cima e vi meu pai. Ele sorria e não se movia, como quem sabe que seria importante me deixar ali um pouco, apenas sentindo a grandeza do momento, apenas absorvendo uma experiência inaugural de amor e paixão. Depois de um tempo, ele me pegou no colo e subimos os degraus da arquibancada, sendo abençoados por um tanto de pó de arroz a cada passo. Não me lembro de mais nada.
Não me lembro do placar, não me lembro do que aconteceu em campo, não me lembro do que comemos, nem dos sorvetes que não pedi. Lembro-me apenas das sensações e das emoções daquele dia. Mas, mais que qualquer coisa, lembro-me da mão de meu pai na minha. Se fechar os olhos, posso sentir a temperatura e a textura de sua mão na minha. Se fechar os olhos, sinto outra vez a exata pressão que a mão dele fazia na minha, todas as vezes que andávamos assim pelas ruas, e sinto a segurança que aquelas mãos me davam.
Meu pai não está mais aqui, mas a sensação de sua mão na minha está. Pouca coisa, aliás, se manteve presente além dessa sensação. Talvez apenas a emoção de subir uma rampa cujo final é um campo de futebol onde dois times se enfrentarão. O caminho do sagrado, do final de um período escuro, frio e penoso que se abre para uma imensidão de luzes, sonhos e possibilidades.
Anos depois, eu conduziria meu sobrinho pela mesma rampa, mas agora interpretando o papel feito por meu pai.
O que é a vida se não esse contínuo trocar de lugares e essa perpétua caminhada que pode nos levar a encontros grandiosos? Não muita coisa, eu acho. Um passo atrás do outro, uma batalha atrás da outra. Conquistas, fracassos. Vitórias, derrotas. Dias bons, dias ruins. Partidas, chegadas. E lá vamos nós outra vez.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/nosso-estranhoamor/2022/11/[...].shtml (Adaptado) Acesso em: 30 dez. 2022.
Antes do início da guerra da Ucrânia, especialistas de todo o mundo acreditavam que o conflito poderia ser decidido em dias (ou até em horas). Porém, já se passaram meses. Desde então, inúmeros desdobramentos aconteceram, como reuniões e moções na ONU, sanções, ameaças de uso de bombas nucleares táticas e a anexação de mais regiões da Ucrânia por parte do governo russo.
Internet:<www.cnnbrasil.com.br>
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item acerca do conflito entre Rússia e Ucrânia.
O fato de a Rússia usar drones mostra-se como um
diferencial da guerra, já que a Ucrânia não possui esse
poder de ataque.
Antes do início da guerra da Ucrânia, especialistas de todo o mundo acreditavam que o conflito poderia ser decidido em dias (ou até em horas). Porém, já se passaram meses. Desde então, inúmeros desdobramentos aconteceram, como reuniões e moções na ONU, sanções, ameaças de uso de bombas nucleares táticas e a anexação de mais regiões da Ucrânia por parte do governo russo.
Internet:<www.cnnbrasil.com.br>
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item acerca do conflito entre Rússia e Ucrânia.
As mensagens de Ano Novo dos presidentes Vladimir
Putin e Volodymyr Zelensky remeteram ao mesmo
conteúdo, com relação à guerra na Ucrânia: a defesa
territorial e a busca da vitória como fim para o conflito.
Antes do início da guerra da Ucrânia, especialistas de todo o mundo acreditavam que o conflito poderia ser decidido em dias (ou até em horas). Porém, já se passaram meses. Desde então, inúmeros desdobramentos aconteceram, como reuniões e moções na ONU, sanções, ameaças de uso de bombas nucleares táticas e a anexação de mais regiões da Ucrânia por parte do governo russo.
Internet:<www.cnnbrasil.com.br>
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item acerca do conflito entre Rússia e Ucrânia.
A perda e o desgaste das tropas russas na guerra da
Ucrânia deixaram evidente uma abertura de
negociações de paz pelo presidente Putin, o que aponta
para o fim de uma guerra que já dura um ano
ininterrupto.
Antes do início da guerra da Ucrânia, especialistas de todo o mundo acreditavam que o conflito poderia ser decidido em dias (ou até em horas). Porém, já se passaram meses. Desde então, inúmeros desdobramentos aconteceram, como reuniões e moções na ONU, sanções, ameaças de uso de bombas nucleares táticas e a anexação de mais regiões da Ucrânia por parte do governo russo.
Internet:<www.cnnbrasil.com.br>
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item acerca do conflito entre Rússia e Ucrânia.
O uso de tecnologia é essencial na guerra
contemporânea, mas pode ser também um revés, como
foi, por exemplo, no caso da morte de militares russos
por um míssil ucraniano que foi localizado pelo uso de
seus celulares.
Antes do início da guerra da Ucrânia, especialistas de todo o mundo acreditavam que o conflito poderia ser decidido em dias (ou até em horas). Porém, já se passaram meses. Desde então, inúmeros desdobramentos aconteceram, como reuniões e moções na ONU, sanções, ameaças de uso de bombas nucleares táticas e a anexação de mais regiões da Ucrânia por parte do governo russo.
Internet:<www.cnnbrasil.com.br>
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item acerca do conflito entre Rússia e Ucrânia.
Em meio à invasão ucraniana, o presidente russo
Vladimir Putin espera uma visita diplomática do
presidente da China, Xi Jinping, para que o mundo a veja
como uma demonstração pública do apoio de Pequim a
Moscou.
No que diz respeito a acontecimentos atuais mundiais que envolvem política, sociedade, relações internacionais, sustentabilidade e economia, julgue o item.
A estimativa do Fundo Monetário Internacional é a de
que a economia global cresça exponencialmente no
transcorrer do ano e países como China e Estados Unidos
liderem o ranking.
No que diz respeito a acontecimentos atuais mundiais que envolvem política, sociedade, relações internacionais, sustentabilidade e economia, julgue o item.
O governo da Coreia do Norte pediu o aumento do seu
arsenal bélico, testando armas de capacidade nuclear,
por achar que está sendo ameaçado pela Coreia do Sul e
pelos Estados Unidos.
No que diz respeito a acontecimentos atuais mundiais que envolvem política, sociedade, relações internacionais, sustentabilidade e economia, julgue o item.
Às mulheres sob o comando do Talibã, no Afeganistão, é
cerceado o acesso à educação, a academias, a estádios
de esportes, a praças, a jardins, além de outros lugares
públicos, mas não às que trabalham em ONGs locais e
internacionais.
No que diz respeito a acontecimentos atuais mundiais que envolvem política, sociedade, relações internacionais, sustentabilidade e economia, julgue o item.
Pela primeira vez na história, a COP 27, conferência do
clima da Organização das Nações Unidas (ONU), aprovou
uma resolução sobre um tipo de financiamento climático
para países vulneráveis à crise do clima.
No que diz respeito a acontecimentos atuais mundiais que envolvem política, sociedade, relações internacionais, sustentabilidade e economia, julgue o item.
O mundo atingiu 8 bilhões de habitantes e esse
crescimento se deu por causa da redução da expectativa
de vida e do aumento da mortalidade entre os mais
idosos da população.
No que diz respeito a acontecimentos atuais mundiais que envolvem política, sociedade, relações internacionais, sustentabilidade e economia, julgue o item.
Pela primeira vez, a Copa do Mundo aconteceu em um
país muçulmano, o Catar, localidade em que as mulheres
continuam sujeitas ao sistema de tutela masculina, mas
que marcou a estreia de uma mulher como principal
árbitra de uma partida.
No que diz respeito a acontecimentos atuais mundiais que envolvem política, sociedade, relações internacionais, sustentabilidade e economia, julgue o item.
A possibilidade de fim da guerra na Ucrânia é remota e a
estratégia de ataque e posicionamento das tropas
perante a mudança das estações do ano na Europa é
completamente nula.
No que diz respeito a acontecimentos atuais mundiais que envolvem política, sociedade, relações internacionais, sustentabilidade e economia, julgue o item.
A morte do maior jogador de futebol de todos os
tempos, Pelé, fez surgir algumas histórias pouco
comentadas na imprensa, como, por exemplo, a do fato
de uma partida amistosa do time do Santos ter parado
uma guerra civil na Nigéria.
No que diz respeito a acontecimentos atuais mundiais que envolvem política, sociedade, relações internacionais, sustentabilidade e economia, julgue o item.
Após as eleições legislativas, Benjamin Netanyahu foi
empossado como primeiro-ministro de Israel, para um
governo de coalizão com partidos de centro-esquerda e
da direita parlamentar israelense.
Julgue os item, relativo ao profissional de educação física e ao Conselho Federal e aos Conselhos Regionais de Educação Física.
O exercício das atividades de educação física sem
registro no Sistema CONFEF/CREFs não constitui
infração disciplinar.
Julgue os item, relativo ao profissional de educação física e ao Conselho Federal e aos Conselhos Regionais de Educação Física.
O Conselho Federal de Educação Física será composto de
vinte conselheiros titulares e de oito suplentes,
escolhidos em eleição direta, por meio de voto pessoal,
secreto e obrigatório dos profissionais inscritos nos
Conselhos Regionais, para mandato de quatro anos,
admitida uma reeleição.
Julgue os item, relativo ao profissional de educação física e ao Conselho Federal e aos Conselhos Regionais de Educação Física.
O Conselho Federal de Educação Física manterá,
definitivamente, sua sede e seu foro no município do Rio
de Janeiro, estado do Rio de Janeiro.