Questões de Concurso Comentadas para técnico de laboratório - biologia

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Q836442 Biologia
Algumas substâncias como os anabolizantes aumentam a síntese de determinadas proteínas nas células musculares. Uma das estruturas citoplasmáticas, responsável por essa função é:
Alternativas
Q836441 Biologia
Em relação à estrutura molecular da membrana plasmática de uma célula animal e do seu funcionamento, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q836440 Biologia
A Membrana plasmática é uma estrutura que delimita a célula do seu meio, porém permite o intercambio entre a célula e o meio. Considerando os diferentes processos de passagem através da membrana plasmática, assinale a proposição correta.
Alternativas
Q836426 Português

                                         CISÃO


        Há alguns anos havia uma clara separação entre cultura humanística e cultura científica. As duas não se falavam, tinham vocabulários diferentes. Nenhuma comunicação era possível entre elas, nem por sinais metafóricos: seus códigos simplesmente não combinavam. A divisão continuou até há pouco. Hoje as duas culturas estão na internet e usam a linguagem universal dos impulsos eletrônicos. Conversa-se, pelo menos, entre os dois lados do abismo.

      Mas há uma separação que se agrava, entre facções de uma mesma ciência, ou pseudociência: facções com o mesmo vocabulário e os mesmos códigos, mas que não se entendem. Economistas de um lado e de outro do abismo lidam com os mesmos números, recebem os mesmos dados, analisam as mesmas estatísticas – e veem e preveem coisas diferentes. Há dias o Elio Gaspari escreveu sobre a controvérsia que está havendo a respeito das taxas de juros entre economistas brasileiros, todos da mesma escola, com a mesma formação e a mesma informação, e nenhum deles adepto de qualquer heresia econômica. A cisão é inexplicável, a não ser que se procure sua causa no terreno movediço dos egos em choque.

      Ou então a explicação é antiga: o mundo da ciência econômica, como todos os mundos, também está dividido entre humanistas e seus contrários. Antes de divergirem nas suas interpretações e receitas, os economistas divergem no seu coeficiente de consciência social. Não é o caso da polêmica citada pelo Gaspari, em que nenhum dos contendores pode remotamente ser chamado “de esquerda”. Mas o menor desafio à ortodoxia vigente já vale como um ponto para o humanismo.

      “Consciência social” é um termo escorregadio. Não se trata de compaixão, ou de ter ou não ter coração. Nenhum lado tem monopólio dos bons sentimentos, todos têm consciência da desigualdade crescente, no país e no mundo, entre os poucos que têm dinheiro e poder e a maioria de despossuídos, e da explosão a que pode levar. Ou a que, segundo alguns, já levou. A doença é clara, discute-se a cura. Ela certamente não virá com a insistência num pensamento liberal único e a vassalagem irreversível ao capital financeiro, A divisão reportada por Gaspari é, entre outras coisas, sobre a persistência de um conservadorismo econômico que ainda não se deu conta de que a prancha acabou, e os tubarões estão esperando lá embaixo.

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Cisão. Gazeta do Povo, Curitiba, p. 24. 11 e 12 fev 2017. 

Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, de acordo com o significado no texto, as seguintes palavras: cisão, facções, controvérsia e adepto.
Alternativas
Q836425 Português

                                         CISÃO


        Há alguns anos havia uma clara separação entre cultura humanística e cultura científica. As duas não se falavam, tinham vocabulários diferentes. Nenhuma comunicação era possível entre elas, nem por sinais metafóricos: seus códigos simplesmente não combinavam. A divisão continuou até há pouco. Hoje as duas culturas estão na internet e usam a linguagem universal dos impulsos eletrônicos. Conversa-se, pelo menos, entre os dois lados do abismo.

      Mas há uma separação que se agrava, entre facções de uma mesma ciência, ou pseudociência: facções com o mesmo vocabulário e os mesmos códigos, mas que não se entendem. Economistas de um lado e de outro do abismo lidam com os mesmos números, recebem os mesmos dados, analisam as mesmas estatísticas – e veem e preveem coisas diferentes. Há dias o Elio Gaspari escreveu sobre a controvérsia que está havendo a respeito das taxas de juros entre economistas brasileiros, todos da mesma escola, com a mesma formação e a mesma informação, e nenhum deles adepto de qualquer heresia econômica. A cisão é inexplicável, a não ser que se procure sua causa no terreno movediço dos egos em choque.

      Ou então a explicação é antiga: o mundo da ciência econômica, como todos os mundos, também está dividido entre humanistas e seus contrários. Antes de divergirem nas suas interpretações e receitas, os economistas divergem no seu coeficiente de consciência social. Não é o caso da polêmica citada pelo Gaspari, em que nenhum dos contendores pode remotamente ser chamado “de esquerda”. Mas o menor desafio à ortodoxia vigente já vale como um ponto para o humanismo.

      “Consciência social” é um termo escorregadio. Não se trata de compaixão, ou de ter ou não ter coração. Nenhum lado tem monopólio dos bons sentimentos, todos têm consciência da desigualdade crescente, no país e no mundo, entre os poucos que têm dinheiro e poder e a maioria de despossuídos, e da explosão a que pode levar. Ou a que, segundo alguns, já levou. A doença é clara, discute-se a cura. Ela certamente não virá com a insistência num pensamento liberal único e a vassalagem irreversível ao capital financeiro, A divisão reportada por Gaspari é, entre outras coisas, sobre a persistência de um conservadorismo econômico que ainda não se deu conta de que a prancha acabou, e os tubarões estão esperando lá embaixo.

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Cisão. Gazeta do Povo, Curitiba, p. 24. 11 e 12 fev 2017. 

Estabeleça a relação entre os vocábulos da coluna I e seus significados na coluna II.


Coluna 1

( 1 ) Heresia

( 2 ) Vassalagem

( 3 ) Irreversível


Coluna 2

( ) blasfêmia, sacrilégio.

( ) submissão, obediência.

( ) inconvertível.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência adequada.


Alternativas
Q836424 Português

                                         CISÃO


        Há alguns anos havia uma clara separação entre cultura humanística e cultura científica. As duas não se falavam, tinham vocabulários diferentes. Nenhuma comunicação era possível entre elas, nem por sinais metafóricos: seus códigos simplesmente não combinavam. A divisão continuou até há pouco. Hoje as duas culturas estão na internet e usam a linguagem universal dos impulsos eletrônicos. Conversa-se, pelo menos, entre os dois lados do abismo.

      Mas há uma separação que se agrava, entre facções de uma mesma ciência, ou pseudociência: facções com o mesmo vocabulário e os mesmos códigos, mas que não se entendem. Economistas de um lado e de outro do abismo lidam com os mesmos números, recebem os mesmos dados, analisam as mesmas estatísticas – e veem e preveem coisas diferentes. Há dias o Elio Gaspari escreveu sobre a controvérsia que está havendo a respeito das taxas de juros entre economistas brasileiros, todos da mesma escola, com a mesma formação e a mesma informação, e nenhum deles adepto de qualquer heresia econômica. A cisão é inexplicável, a não ser que se procure sua causa no terreno movediço dos egos em choque.

      Ou então a explicação é antiga: o mundo da ciência econômica, como todos os mundos, também está dividido entre humanistas e seus contrários. Antes de divergirem nas suas interpretações e receitas, os economistas divergem no seu coeficiente de consciência social. Não é o caso da polêmica citada pelo Gaspari, em que nenhum dos contendores pode remotamente ser chamado “de esquerda”. Mas o menor desafio à ortodoxia vigente já vale como um ponto para o humanismo.

      “Consciência social” é um termo escorregadio. Não se trata de compaixão, ou de ter ou não ter coração. Nenhum lado tem monopólio dos bons sentimentos, todos têm consciência da desigualdade crescente, no país e no mundo, entre os poucos que têm dinheiro e poder e a maioria de despossuídos, e da explosão a que pode levar. Ou a que, segundo alguns, já levou. A doença é clara, discute-se a cura. Ela certamente não virá com a insistência num pensamento liberal único e a vassalagem irreversível ao capital financeiro, A divisão reportada por Gaspari é, entre outras coisas, sobre a persistência de um conservadorismo econômico que ainda não se deu conta de que a prancha acabou, e os tubarões estão esperando lá embaixo.

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Cisão. Gazeta do Povo, Curitiba, p. 24. 11 e 12 fev 2017. 

No trecho retirado do texto: “Ela certamente não virá”, o termo negritado refere-se a:
Alternativas
Q836422 Português

                                         CISÃO


        Há alguns anos havia uma clara separação entre cultura humanística e cultura científica. As duas não se falavam, tinham vocabulários diferentes. Nenhuma comunicação era possível entre elas, nem por sinais metafóricos: seus códigos simplesmente não combinavam. A divisão continuou até há pouco. Hoje as duas culturas estão na internet e usam a linguagem universal dos impulsos eletrônicos. Conversa-se, pelo menos, entre os dois lados do abismo.

      Mas há uma separação que se agrava, entre facções de uma mesma ciência, ou pseudociência: facções com o mesmo vocabulário e os mesmos códigos, mas que não se entendem. Economistas de um lado e de outro do abismo lidam com os mesmos números, recebem os mesmos dados, analisam as mesmas estatísticas – e veem e preveem coisas diferentes. Há dias o Elio Gaspari escreveu sobre a controvérsia que está havendo a respeito das taxas de juros entre economistas brasileiros, todos da mesma escola, com a mesma formação e a mesma informação, e nenhum deles adepto de qualquer heresia econômica. A cisão é inexplicável, a não ser que se procure sua causa no terreno movediço dos egos em choque.

      Ou então a explicação é antiga: o mundo da ciência econômica, como todos os mundos, também está dividido entre humanistas e seus contrários. Antes de divergirem nas suas interpretações e receitas, os economistas divergem no seu coeficiente de consciência social. Não é o caso da polêmica citada pelo Gaspari, em que nenhum dos contendores pode remotamente ser chamado “de esquerda”. Mas o menor desafio à ortodoxia vigente já vale como um ponto para o humanismo.

      “Consciência social” é um termo escorregadio. Não se trata de compaixão, ou de ter ou não ter coração. Nenhum lado tem monopólio dos bons sentimentos, todos têm consciência da desigualdade crescente, no país e no mundo, entre os poucos que têm dinheiro e poder e a maioria de despossuídos, e da explosão a que pode levar. Ou a que, segundo alguns, já levou. A doença é clara, discute-se a cura. Ela certamente não virá com a insistência num pensamento liberal único e a vassalagem irreversível ao capital financeiro, A divisão reportada por Gaspari é, entre outras coisas, sobre a persistência de um conservadorismo econômico que ainda não se deu conta de que a prancha acabou, e os tubarões estão esperando lá embaixo.

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Cisão. Gazeta do Povo, Curitiba, p. 24. 11 e 12 fev 2017. 

Para o autor, uma das formas de explicar a cisão dos economistas é:
Alternativas
Q831493 Português

                                         CISÃO

      Há alguns anos havia uma clara separação entre cultura humanística e cultura científica. As duas não se falavam, tinham vocabulários diferentes. Nenhuma comunicação era possível entre elas, nem por sinais metafóricos: seus códigos simplesmente não combinavam. A divisão continuou até há pouco. Hoje as duas culturas estão na internet e usam a linguagem universal dos impulsos eletrônicos. Conversa-se, pelo menos, entre os dois lados do abismo.

       Mas há uma separação que se agrava, entre facções de uma mesma ciência, ou pseudociência: facções com o mesmo vocabulário e os mesmos códigos, mas que não se entendem. Economistas de um lado e de outro do abismo lidam com os mesmos números, recebem os mesmos dados, analisam as mesmas estatísticas – e veem e preveem coisas diferentes. Há dias o Elio Gaspari escreveu sobre a controvérsia que está havendo a respeito das taxas de juros entre economistas brasileiros, todos da mesma escola, com a mesma formação e a mesma informação, e nenhum deles adepto de qualquer heresia econômica. A cisão é inexplicável, a não ser que se procure sua causa no terreno movediço dos egos em choque.

      Ou então a explicação é antiga: o mundo da ciência econômica, como todos os mundos, também está dividido entre humanistas e seus contrários. Antes de divergirem nas suas interpretações e receitas, os economistas divergem no seu coeficiente de consciência social. Não é o caso da polêmica citada pelo Gaspari, em que nenhum dos contendores pode remotamente ser chamado “de esquerda”. Mas o menor desafio à ortodoxia vigente já vale como um ponto para o humanismo.

      “Consciência social” é um termo escorregadio. Não se trata de compaixão, ou de ter ou não ter coração. Nenhum lado tem monopólio dos bons sentimentos, todos têm consciência da desigualdade crescente, no país e no mundo, entre os poucos que têm dinheiro e poder e a maioria de despossuídos, e da explosão a que pode levar. Ou a que, segundo alguns, já levou. A doença é clara, discute-se a cura. Ela certamente não virá com a insistência num pensamento liberal único e a vassalagem irreversível ao capital financeiro, A divisão reportada por Gaspari é, entre outras coisas, sobre a persistência de um conservadorismo econômico que ainda não se deu conta de que a prancha acabou, e os tubarões estão esperando lá embaixo. 

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Cisão. Gazeta do Povo, Curitiba, p. 24. 11 e 12 fev 2017.

A fim de que mantenha o mesmo sentido, é possível substituir o título do texto por:
Alternativas
Q803879 Biologia
Considere que um pesquisador precisa manter suas culturas de Escherichia coli sempre vivas e ativas em um experimento de curta duração. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o método indicado para a manutenção dessas culturas.
Alternativas
Q803877 Engenharia Ambiental e Sanitária
O gerenciamento de resíduos químicos e biológicos baseia-se, entre outros, no conceito ambiental dos TRÊS R’s da sustentabilidade. Esse conceito ambiental pode ser definido como:
Alternativas
Q803876 Química
Considere que, em uma aula de preparo de soluções, um professor orientou seus alunos a prepararem 200 mL de solução de NaOH a 1 mol. Dado: massa molar do NaOH 39,9971 g/mol. Assinale a alternativa que apresenta os equipamentos que devem ser usados pelos alunos para medir os reagentes a fim de se garantir a acurácia das medições.
Alternativas
Q803875 Biologia
São problemas que podem ocorrer quando se conservam microrganismos por longos períodos, EXCETO:
Alternativas
Q803874 Técnicas em Laboratório
Analise a situação hipotética a seguir. Durante a limpeza de um banheiro com uma solução bem diluída de soda cáustica, uma servidora foi molhada nas mãos e pernas. Qual a medida de primeiros socorros imediata para se tomar nessa situação?
Alternativas
Q803873 Técnicas em Laboratório
Considere que, em um laboratório, um técnico foi picado enquanto manuseava escorpionídeos. São medidas corretas de atendimento imediato a esse técnico, EXCETO:
Alternativas
Q803872 Biologia
As técnicas de eletroforese são usadas para a separação e análise de amostras de biomoléculas. Essas técnicas diferenciam trechos de amostras que migram por um campo elétrico em um gel. Essas técnicas são utilizadas para as seguintes biomoléculas:
Alternativas
Q803871 Técnicas em Laboratório
A fim de manter a motilidade e viabilidade reprodutiva de espermatozoides humanos e de outros animais, os bancos de sêmen mantêm as amostras conservadas, em longo prazo, no seguinte tipo de material:
Alternativas
Q803869 Biologia
São estruturas celulares que podem ser observadas ao microscópio ótico em uma lâmina à fresco, EXCETO:
Alternativas
Q803868 Biologia
Considere que, em uma visita técnica, um professor e seu grupo de alunos coletaram flores e folhas com o objetivo de montar um herbário para a sua escola. Assinale a afirmativa que apresenta a melhor maneira de conservação das amostras para esse fim.
Alternativas
Q803867 Biologia
Resistência aos transgênicos está caindo, diz Abramilho.
A resistência aos grãos transgênicos está diminuindo no mundo. É, em que acredita, o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), Alysson Paolinelli. Em nota divulgada pela entidade, ele lembra que mercados onde o plantio desse tipo de grão é proibido compram milho de países onde se cultiva organismos geneticamente modificados. “A resistência vai caindo aos poucos e a tecnologia vai dominando os campos porque só traz vantagens”, diz ele, no comunicado. Paolinelli ressalta que o mercado europeu, por exemplo, compra milho dos Estados Unidos, do Brasil e da Argentina, onde a tecnologia é largamente utilizada. Situação semelhante é vista na Coreia do Sul que, só do Brasil, importa 4,5 milhões de toneladas do cereal. Nesta safra, a área de milho transgênico no Brasil deve ficar estável em relação ao ciclo passado, informa a Abramilho com base em dados da consultoria Celeres. A estimativa é de 15,7 milhões de hectares semeados com organismos modificados, que somam 22 tecnologias aprovadas no país.
Disponível em:: <https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/
milho/184884-resistencia-aos-transgenicos-esta-caindo-dizabramilho.html#.WIn1CrYrIkg>  . Acesso em: 26 jan. 2017.
Para se diferenciar o milho transgênico do convencional, a técnica laboratorial apropriada é:
Alternativas
Q803866 Biologia
Resistência aos transgênicos está caindo, diz Abramilho.
A resistência aos grãos transgênicos está diminuindo no mundo. É, em que acredita, o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), Alysson Paolinelli. Em nota divulgada pela entidade, ele lembra que mercados onde o plantio desse tipo de grão é proibido compram milho de países onde se cultiva organismos geneticamente modificados. “A resistência vai caindo aos poucos e a tecnologia vai dominando os campos porque só traz vantagens”, diz ele, no comunicado. Paolinelli ressalta que o mercado europeu, por exemplo, compra milho dos Estados Unidos, do Brasil e da Argentina, onde a tecnologia é largamente utilizada. Situação semelhante é vista na Coreia do Sul que, só do Brasil, importa 4,5 milhões de toneladas do cereal. Nesta safra, a área de milho transgênico no Brasil deve ficar estável em relação ao ciclo passado, informa a Abramilho com base em dados da consultoria Celeres. A estimativa é de 15,7 milhões de hectares semeados com organismos modificados, que somam 22 tecnologias aprovadas no país.
Disponível em:: <https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/
milho/184884-resistencia-aos-transgenicos-esta-caindo-dizabramilho.html#.WIn1CrYrIkg>  . Acesso em: 26 jan. 2017.
Os indivíduos produzidos pela técnica descrita no texto também são conhecidos como:
Alternativas
Respostas
1421: C
1422: D
1423: B
1424: E
1425: C
1426: D
1427: B
1428: E
1429: B
1430: B
1431: D
1432: C
1433: C
1434: C
1435: D
1436: B
1437: C
1438: D
1439: A
1440: A