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Q3925044 Sociologia
O documento de Pluralidade Cultural propõe o combate a todas as formas de discriminação. A atitude psicológica e social caracterizada pela visão de mundo onde o indivíduo considera o seu próprio grupo étnico ou cultura como o centro de tudo e superior aos demais é definida como: 
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Q3925043 Pedagogia
A abordagem da Orientação Sexual na escola, segundo os PCN, deve superar visões reducionistas e moralistas. A intervenção pedagógica organiza-se em três blocos de conteúdos: Corpo Humano, Relações de Gênero e a prevenção de:
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Q3925042 Pedagogia
O documento do Tema Transversal Ética estrutura o trabalho pedagógico em quatro eixos de conteúdo fundamentais. O eixo que pressupõe o reconhecimento da igualdade de direitos e a repulsa às injustiças, baseando-se na equidade como princípio de conduta, é a: 
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Q3925041 Pedagogia
Os PCN definiram critérios específicos para a eleição dos Temas Transversais que permeiam a educação básica. O critério que evidencia a gravidade dos problemas sociais e a necessidade premente de atuação da escola na busca de soluções concretas para a realidade brasileira é tecnicamente denominado:
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Q3925040 Gestão de Pessoas
As teorias das relações humanas aplicadas à educação enfatizam aspectos socioemocionais do trabalho coletivo. A abordagem que reconhece importância de grupos informais, motivação intrínseca e clima organizacional nas relações escolares fundamenta-se em: 
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Q3925039 Pedagogia
A mediação escolar constitui competência fundamental do orientador educacional nas relações interpessoais. Durante conflito entre docentes sobre metodologias divergentes, a postura mediadora adequada baseia-se no princípio da:
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Q3925038 Pedagogia
A construção coletiva do Projeto Político-Pedagógico constitui eixo central da gestão democrática. O orientador educacional atua como articulador entre diferentes segmentos da comunidade escolar nesse processo. O princípio que fundamenta essa participação ampliada é a:
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Q3925037 Pedagogia
O trabalho coletivo na escola pressupõe diferentes níveis de integração profissional. Quando orientadores educacionais, professores e psicólogos atuam de forma justaposta, cada um em sua especialidade sem integração metodológica, essa prática caracteriza trabalho: 
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Q3925036 Pedagogia
A Orientação Educacional passou por diferentes abordagens teóricas ao longo de sua história no Brasil. A perspectiva crítica, fundamentada em Paulo Freire, compreende a prática orientadora como processo de conscientização e transformação social. Essa abordagem caracteriza-se pela ênfase na: 
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Q3922292 Noções de Informática
Considerando o uso de ferramentas digitais baseadas em inteligência artificial no ambiente de trabalho, assinale a alternativa correta acerca do Microsoft Copilot: 
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Q3922280 Português

Q10.png (625×184)


BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em .<https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-dearmandinho>. 


Na oração “Preconceito se trata com educação!”, empregada na charge acima, é correto afirmar que:

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Q3922279 Secretariado
Entre os documentos comuns na comunicação técnica oficial, qual é o objetivo principal de uma ata?
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Q3922278 Redação Oficial
Em relação à redação técnica oficial, é correto afirmar que a linguagem deve apresentar-se:
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Q3922277 Português
“Um bom livro é um diálogo ininterrupto(1) entre nós e o texto, entre nós e um autor que se torna real(2). Um livro bom é um diálogo sem fim(3).” (Antônio Lobo Antunes)

Considerando os elementos identificados por números no enunciado acima, assinale a afirmativa correta: 
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Q3922276 Português
Assinale a alternativa cujo termo destacado se refere ao agente, o ser que pratica a ação expressa pelo verbo.
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Q3922275 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada, de natureza pronominal, substitui algo apresentado posteriormente.
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Q3922274 Português
Assinale a alternativa em que a palavra “onda” está sendo empregada em sentido figurado.
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Q3922273 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
A visão sobre história repassada pelo texto “A velocidade da história” é a de que essa área do conhecimento humano:
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Q3922272 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
“Era (...) tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo”.

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
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Q3922271 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velocidade da história 


    Num de seus contos mais notáveis, Jorge Luis Borges fala de uma equipe de cartógrafos que imaginou um mapa tão perfeito e detalhado que, uma vez estendido sobre a plataforma geográfica, correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada. Ou seja, o gigantesco mapa era tão extraordinário quanto minucioso, mas não servia para grande coisa. 

    Era tão vasto que se tornava impraticável consultá-lo; e tão minudente que melhor seria percorrer a própria região a pé ou a cavalo, conferindo relevos, depressões, platôs e planícies.

    Borges não diz, mas é de se supor que durante a preparação do tal mapa passaram-se tantos e tantos anos que alguns dos cartógrafos terão sido surpreendidos pela morte; que os demais envelheceram a ponto de serem substituídos por cartógrafos da nova geração; que os estudantes que aguardavam a espantosa novidade concluíram seus cursos, receberam seus diplomas e decidiram conhecer a geografia que lhes era possível sem o concurso do mapa.

    Mas, principalmente, nesse entretempo, havia acontecido um sem número de revoluções e a geografia já era outra. As fronteiras tinham-se alargado aqui e estreitado ali, novas cidades haviam surgido, rios tinham sido desviados e grandes represas construídas na esteira da expansão industrial e da demanda urbana.

    Enfim, antes mesmo de dar-se por terminado e impresso, o grande mapa já era um documento de arquivo, uma relíquia do passado.

    Se tivesse sobrevivido à derrocada do sistema soviético a partir de 1989, Borges teria talvez sorrido à ideia quase surreal de que todos os mapas-múndi se desatualizavam de uma só vez, como o fantástico (porém inútil) mapa de seus cartógrafos. (...)

    A velocidade da história parece sugerir, muito borgianamente, que os novos mapas cheguem a seu destino – isto é, a seus leitores – no bojo de veículos que demonstrem ser tão rápidos quanto a própria história. (...)


MARTINS FILHO, José. A velocidade da história. Folha de S. Paulo. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/8/14/painel/2.ht
ml>. 
De acordo com o texto “A velocidade da história”, a ideia de construir um mapa que “correspondia em extensão a cada milímetro da região cartografada” era:
Alternativas
Respostas
221: D
222: B
223: A
224: C
225: B
226: D
227: A
228: C
229: E
230: B
231: D
232: A
233: B
234: E
235: C
236: E
237: D
238: C
239: B
240: A