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Se um sistema de transmissão digital, que utiliza a modulação 256-QAM, opera com uma taxa de transmissão de 106 baud (ou símbolos-por-segundo), ele é capaz de transmitir bits à taxa de 8 Mbps.
Aplicações que requerem técnica de modulação que tenha eficiência espectral maior que 3 bps/Hz podem utilizar o esquema PSK (phase shift keying) ou o esquema QAM (quadrature amplitude modulation). Geralmente, usa-se mais o esquema PSK, porque ele requer uma banda de transmissão mais estreita e é mais robusto a não-linearidades.
A modulação QPSK (quaternary phase shift keying) é um esquema de modulação digital robusto e, por isso, ela é muito utilizada em sistemas de comunicação digital que utilizam canal com baixa razão sinal-ruído.
Em meios de transmissão não-guiada, como a atmosfera terrestre, é praticamente impossível transmitir sinais de banda básica porque não é técnica e economicamente viável a construção de antenas que radiem ou recebam eficientemente tais sinais.
Para transmissão de dados a taxas elevadas, três opções de meio de transmissão são o cabo coaxial, os enlaces terrestres de microondas e a fibra óptica. Se a distância entre transmissor e receptor é grande, geralmente é preciso usar repetidores para compensar a atenuação do sinal causada pelo meio de transmissão. Quando se usa fibra óptica ou microondas, o espaço entre repetidores pode ser de dezenas de quilômetros. Contudo, o cabo coaxial requer um espaço bem menor entre repetidores.
O par trançado é um meio de transmissão guiada que tem uma banda passante muito estreita, suficiente apenas para se transmitir sinais de banda estreita, como os sinais analógicos de voz ou de dados digitais a taxas até em torno de 64 kbps.
Correio Braziliense, 1.º/6/2004, p. 16 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, julgue o item a seguir.
A ação terrorista no Oriente Médio torna-se ainda mais incompreensível quando se sabe que a política norte-americana do presidente George W. Bush para a região amenizou o drama palestino-israelense e se manifesta aberta a toda e qualquer negociação de paz para essa parte tradicionalmente explosiva do mundo.
Correio Braziliense, 1.º/6/2004, p. 16 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, julgue o item a seguir.
A instabilidade no Oriente Médio, aliada a outros fatores, como o aumento da demanda, exerce importante papel para a especulação em torno do preço do barril de petróleo nos mercados mundiais, fato que acontece com relativa freqüência e que se repete, uma vez mais, nos últimos meses do primeiro semestre de 2004.
Correio Braziliense, 1.º/6/2004, p. 16 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, julgue o item a seguir.
Além de ter apoiado a invasão do Iraque, a Arábia Saudita — fiel aliada dos EUA no Oriente Médio — ofereceu seu território para servir de base norte-americana quando do ataque ao país de Saddam Hussein.
Correio Braziliense, 1.º/6/2004, p. 16 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, julgue o item a seguir.
A Al-Qaeda, que assumiu os atentados contra a Arábia Saudita, é a organização terrorista comandada por Osama bin Laden que, provavelmente por estratégia, não atua fora dos limites geográficos do Oriente Médio, talvez para enfraquecer os governos árabes aliados do Ocidente.
Correio Braziliense, 1.º/6/2004, p. 16 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema por ele abordado, julgue o item a seguir.
Os sucessivos ataques terroristas à Arábia Saudita parecem ter objetivo bem definido, qual seja, o de enfraquecer o Estado que é berço do Islamismo e maior produtor mundial de petróleo, ainda hoje matéria-prima essencial para a economia contemporânea.
A escolha da sede da conferência promovida pelo Banco Mundial para tratar do combate à pobreza não poderia ser mais simbólica: Xangai é, ao lado de Hong Kong, a área mais miserável da China, onde a economia de mercado encontra mais dificuldade para se instalar.
O combate à pobreza, que o texto menciona, constitui tema prioritário na atual agenda governamental brasileira, tanto interna quanto externamente. Assim, ele se mostra recorrente nas reuniões de cúpula das quais participa o presidente Lula.
O tamanho da comitiva brasileira, especialmente no que tange à quantidade de empresários, demonstra haver uma preocupação por parte do país de se inserir na atual economia mundial globalizada de forma competitiva, ampliando mercados e o volume de suas transações.
Produtos agrícolas, como a soja, e siderúrgicos estão entre as prioridades de importação chinesa junto ao Brasil.
Primeiro governante brasileiro a visitar a China, Lula conseguiu feito inédito na história das relações entre os dois países: a assinatura de convênio para a cooperação na área espacial, algo impensável até agora.
Ao proceder simultaneamente à abertura política e econômica, praticamente afastando a hegemonia do Partido Comunista na condução do Estado e propiciando à iniciativa privada a direção da economia, a China transformou-se radicalmente e ostenta, hoje, uma das mais altas taxas mundiais de crescimento econômico.
Aparentemente vitoriosa, a viagem de Lula à China não rendeu o dividendo político mais esperado pelo Palácio do Planalto, ou seja, o apoio de Pequim à pretensão brasileira de ter assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Normalmente, a assinatura de contratos e ações voltadas para o incremento das relações comerciais não fazem parte da agenda de chefes de Estado e de governo em suas missões internacionais, sendo essas ocasiões propícias, quase que exclusivamente, ao debate dos grandes temas políticos mundiais.
Há quem afirme que uma aproximação entre Brasil, Rússia, Índia e China é possibilidade concreta para um futuro próximo e corresponderia ao fortalecimento desses países ante as economias mais poderosas do planeta, como os Estados Unidos da América (EUA) e a União Européia.