Questões de Concurso Comentadas para engenheiro de telecomunicações

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Q584884 Português
                                     Em defesa da dúvida

      Numa época em que tantos parecem ter tanta certeza sobre tudo, vale a pena pensar no prestígio que a dúvida já teve. Nos diálogos de Platão, seu amigo Sócrates pulveriza a certeza absoluta de seus contendores abalando-a por meio de sucessivas perguntas, que os acabam convencendo da fragilidade de suas convicções. Séculos mais tarde, o filósofo Descartes ponderou que o maior estímulo para se instituir um método de conhecimento é considerar a presença desafiadora da dúvida, como um primeiro passo.

      Lendo os jornais e revistas de hoje, assistindo na TV a entrevistas de personalidades, o que não falta são especialistas infalíveis em todos os assuntos, na política, na ciência, na economia, nas artes. Todos têm receitas imediatas e seguras para a solução de todos os problemas. A hesitação, a dúvida, o tempo para reflexão são interpretados como incompetência, passividade, absenteísmo. É como se a velocidade tecnológica, que dá o ritmo aos nossos novos hábitos, também ditasse a urgência de constituirmos nossas certezas.

      A dúvida corresponde ao nosso direito de suspender a verdade ilusória das aparências e buscar a verdade funda daquilo que não aparece. Julgar um fato pelo que dele diz um jornal, avaliar um problema pelo ângulo estrito dos que nele estão envolvidos é submeter-se à força de valores já estabelecidos, que deixamos de investigar. A dúvida supõe a necessidade que tem a consciência de se afastar dos julgamentos já produzidos, permitindo-se, assim, o tempo necessário para o exame mais detido da matéria a ser analisada. A dúvida pode ser o primeiro passo para o caminho das afirmações que acabam sendo as mais seguras, porque mais refletidas e devidamente questionadas.

                                                                                      (Cássio da Silveira, inédito)
As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na seguinte frase:
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Q584883 Português
                                     Em defesa da dúvida

      Numa época em que tantos parecem ter tanta certeza sobre tudo, vale a pena pensar no prestígio que a dúvida já teve. Nos diálogos de Platão, seu amigo Sócrates pulveriza a certeza absoluta de seus contendores abalando-a por meio de sucessivas perguntas, que os acabam convencendo da fragilidade de suas convicções. Séculos mais tarde, o filósofo Descartes ponderou que o maior estímulo para se instituir um método de conhecimento é considerar a presença desafiadora da dúvida, como um primeiro passo.

      Lendo os jornais e revistas de hoje, assistindo na TV a entrevistas de personalidades, o que não falta são especialistas infalíveis em todos os assuntos, na política, na ciência, na economia, nas artes. Todos têm receitas imediatas e seguras para a solução de todos os problemas. A hesitação, a dúvida, o tempo para reflexão são interpretados como incompetência, passividade, absenteísmo. É como se a velocidade tecnológica, que dá o ritmo aos nossos novos hábitos, também ditasse a urgência de constituirmos nossas certezas.

      A dúvida corresponde ao nosso direito de suspender a verdade ilusória das aparências e buscar a verdade funda daquilo que não aparece. Julgar um fato pelo que dele diz um jornal, avaliar um problema pelo ângulo estrito dos que nele estão envolvidos é submeter-se à força de valores já estabelecidos, que deixamos de investigar. A dúvida supõe a necessidade que tem a consciência de se afastar dos julgamentos já produzidos, permitindo-se, assim, o tempo necessário para o exame mais detido da matéria a ser analisada. A dúvida pode ser o primeiro passo para o caminho das afirmações que acabam sendo as mais seguras, porque mais refletidas e devidamente questionadas.

                                                                                      (Cássio da Silveira, inédito)
Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
Alternativas
Q584882 Português
                                     Em defesa da dúvida

      Numa época em que tantos parecem ter tanta certeza sobre tudo, vale a pena pensar no prestígio que a dúvida já teve. Nos diálogos de Platão, seu amigo Sócrates pulveriza a certeza absoluta de seus contendores abalando-a por meio de sucessivas perguntas, que os acabam convencendo da fragilidade de suas convicções. Séculos mais tarde, o filósofo Descartes ponderou que o maior estímulo para se instituir um método de conhecimento é considerar a presença desafiadora da dúvida, como um primeiro passo.

      Lendo os jornais e revistas de hoje, assistindo na TV a entrevistas de personalidades, o que não falta são especialistas infalíveis em todos os assuntos, na política, na ciência, na economia, nas artes. Todos têm receitas imediatas e seguras para a solução de todos os problemas. A hesitação, a dúvida, o tempo para reflexão são interpretados como incompetência, passividade, absenteísmo. É como se a velocidade tecnológica, que dá o ritmo aos nossos novos hábitos, também ditasse a urgência de constituirmos nossas certezas.

      A dúvida corresponde ao nosso direito de suspender a verdade ilusória das aparências e buscar a verdade funda daquilo que não aparece. Julgar um fato pelo que dele diz um jornal, avaliar um problema pelo ângulo estrito dos que nele estão envolvidos é submeter-se à força de valores já estabelecidos, que deixamos de investigar. A dúvida supõe a necessidade que tem a consciência de se afastar dos julgamentos já produzidos, permitindo-se, assim, o tempo necessário para o exame mais detido da matéria a ser analisada. A dúvida pode ser o primeiro passo para o caminho das afirmações que acabam sendo as mais seguras, porque mais refletidas e devidamente questionadas.

                                                                                      (Cássio da Silveira, inédito)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:
Alternativas
Q584881 Português
                                     Em defesa da dúvida

      Numa época em que tantos parecem ter tanta certeza sobre tudo, vale a pena pensar no prestígio que a dúvida já teve. Nos diálogos de Platão, seu amigo Sócrates pulveriza a certeza absoluta de seus contendores abalando-a por meio de sucessivas perguntas, que os acabam convencendo da fragilidade de suas convicções. Séculos mais tarde, o filósofo Descartes ponderou que o maior estímulo para se instituir um método de conhecimento é considerar a presença desafiadora da dúvida, como um primeiro passo.

      Lendo os jornais e revistas de hoje, assistindo na TV a entrevistas de personalidades, o que não falta são especialistas infalíveis em todos os assuntos, na política, na ciência, na economia, nas artes. Todos têm receitas imediatas e seguras para a solução de todos os problemas. A hesitação, a dúvida, o tempo para reflexão são interpretados como incompetência, passividade, absenteísmo. É como se a velocidade tecnológica, que dá o ritmo aos nossos novos hábitos, também ditasse a urgência de constituirmos nossas certezas.

      A dúvida corresponde ao nosso direito de suspender a verdade ilusória das aparências e buscar a verdade funda daquilo que não aparece. Julgar um fato pelo que dele diz um jornal, avaliar um problema pelo ângulo estrito dos que nele estão envolvidos é submeter-se à força de valores já estabelecidos, que deixamos de investigar. A dúvida supõe a necessidade que tem a consciência de se afastar dos julgamentos já produzidos, permitindo-se, assim, o tempo necessário para o exame mais detido da matéria a ser analisada. A dúvida pode ser o primeiro passo para o caminho das afirmações que acabam sendo as mais seguras, porque mais refletidas e devidamente questionadas.

                                                                                      (Cássio da Silveira, inédito)
Considere as afirmações abaixo.

I. Da leitura do 1° parágrafo pode-se deduzir que o método de conhecimento no qual a dúvida exerce um papel importante passou a ser mais reconhecido e utilizado em nossos dias, em função da complexidade da época que estamos atravessando.

II. No 2° parágrafo, é patente o tom irônico com que o autor do texto faz referência aos especialistas infalíveis em todos os assuntos, ironia que se ratifica no segmento Todos têm receitas imediatas e seguras para a solução de todos os problemas.

III. No 3° parágrafo, todos estes três segmentos referem ações a se evitar: suspender a verdade ilusória das aparências, avaliar um problema pelo ângulo estrito dos que nele estão envolvidos e Julgar um fato pelo que dele diz um jornal.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma APENAS em 
Alternativas
Q584880 Português
                                     Em defesa da dúvida

      Numa época em que tantos parecem ter tanta certeza sobre tudo, vale a pena pensar no prestígio que a dúvida já teve. Nos diálogos de Platão, seu amigo Sócrates pulveriza a certeza absoluta de seus contendores abalando-a por meio de sucessivas perguntas, que os acabam convencendo da fragilidade de suas convicções. Séculos mais tarde, o filósofo Descartes ponderou que o maior estímulo para se instituir um método de conhecimento é considerar a presença desafiadora da dúvida, como um primeiro passo.

      Lendo os jornais e revistas de hoje, assistindo na TV a entrevistas de personalidades, o que não falta são especialistas infalíveis em todos os assuntos, na política, na ciência, na economia, nas artes. Todos têm receitas imediatas e seguras para a solução de todos os problemas. A hesitação, a dúvida, o tempo para reflexão são interpretados como incompetência, passividade, absenteísmo. É como se a velocidade tecnológica, que dá o ritmo aos nossos novos hábitos, também ditasse a urgência de constituirmos nossas certezas.

      A dúvida corresponde ao nosso direito de suspender a verdade ilusória das aparências e buscar a verdade funda daquilo que não aparece. Julgar um fato pelo que dele diz um jornal, avaliar um problema pelo ângulo estrito dos que nele estão envolvidos é submeter-se à força de valores já estabelecidos, que deixamos de investigar. A dúvida supõe a necessidade que tem a consciência de se afastar dos julgamentos já produzidos, permitindo-se, assim, o tempo necessário para o exame mais detido da matéria a ser analisada. A dúvida pode ser o primeiro passo para o caminho das afirmações que acabam sendo as mais seguras, porque mais refletidas e devidamente questionadas.

                                                                                      (Cássio da Silveira, inédito)
Diferentemente da maneira pela qual Sócrates e Descartes qualificavam a dúvida, o texto nos lembra que há
Alternativas
Q584879 Português
                                     Em defesa da dúvida

      Numa época em que tantos parecem ter tanta certeza sobre tudo, vale a pena pensar no prestígio que a dúvida já teve. Nos diálogos de Platão, seu amigo Sócrates pulveriza a certeza absoluta de seus contendores abalando-a por meio de sucessivas perguntas, que os acabam convencendo da fragilidade de suas convicções. Séculos mais tarde, o filósofo Descartes ponderou que o maior estímulo para se instituir um método de conhecimento é considerar a presença desafiadora da dúvida, como um primeiro passo.

      Lendo os jornais e revistas de hoje, assistindo na TV a entrevistas de personalidades, o que não falta são especialistas infalíveis em todos os assuntos, na política, na ciência, na economia, nas artes. Todos têm receitas imediatas e seguras para a solução de todos os problemas. A hesitação, a dúvida, o tempo para reflexão são interpretados como incompetência, passividade, absenteísmo. É como se a velocidade tecnológica, que dá o ritmo aos nossos novos hábitos, também ditasse a urgência de constituirmos nossas certezas.

      A dúvida corresponde ao nosso direito de suspender a verdade ilusória das aparências e buscar a verdade funda daquilo que não aparece. Julgar um fato pelo que dele diz um jornal, avaliar um problema pelo ângulo estrito dos que nele estão envolvidos é submeter-se à força de valores já estabelecidos, que deixamos de investigar. A dúvida supõe a necessidade que tem a consciência de se afastar dos julgamentos já produzidos, permitindo-se, assim, o tempo necessário para o exame mais detido da matéria a ser analisada. A dúvida pode ser o primeiro passo para o caminho das afirmações que acabam sendo as mais seguras, porque mais refletidas e devidamente questionadas.

                                                                                      (Cássio da Silveira, inédito)
A valorização da dúvida se deve ao fato de que ela
Alternativas
Ano: 2014 Banca: NC-UFPR Órgão: UNILA
Q1225117 Engenharia de Telecomunicações
Sobre sistemas troncalizados de despacho, considere as seguintes afirmativas:
1. A comunicação se dá de maneira descentralizada, de forma que cada par de dispositivos móveis decide o canal de frequência para a comunicação.
2. O número de usuários pode ser muito maior que o número de canais disponíveis, haja vista que a alocação de canais é centralizada e somente feita no momento em que existe uma comunicação entre dois terminais.
3. Antes de fazer parte de uma comunicação, o dispositivo móvel procura o canal de controle e fica na escuta até que uma comunicação seja estabelecida e um canal de comunicação seja alocado.
4. Sistemas de comunicação troncalizados são em essência redes ad hoc do tipo mesh.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: NC-UFPR Órgão: UNILA
Q1201890 Engenharia de Telecomunicações
Com relação às instalações elétricas de baixa tensão, identifique as seguintes afirmativas como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A NBR 5410 é a norma aplicada a todas as instalações elétricas cuja tensão nominal é igual ou inferior a 1000 V em corrente alternada (CA) ou a 1500 V em corrente contínua (CC).
( ) O uso de dispositivos de proteção kipo diferencial-residual (DR) não dispensa o aterramento das massas dos equipamentos.   ( ) O fator de potência em um sistema elétrico operando em corrente alternada é definido pela razão da potência ativa pela potência aparente.
( ) A quantidade de tomadas de uso específico (TUE´s) em um projeto, segundo a NBR 5410, é determinada tendo como base o número de aparelhos de utilização, com corrente nominal superior a 1A.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: NC-UFPR Órgão: UNILA
Q1201830 Engenharia de Telecomunicações
Em um dado sistema de comunicação via rádio, o múltiplo acesso é garantido alocando uma frequência de portadora por usuário. Será necessário aumentar o número de usuários conectados à mesma estação rádio base. No entanto todas as frequências de canais de comunicação já estão sendo alocadas e não existem margens entre os canais no domínio da frequência. Aumentar a banda total ocupada por esse sistema não é uma opção. Considerando este problema, indique a alternativa correta. 
Alternativas
Q348959 Telecomunicações
A respeito dos tipos de fibra óptica, julgue os próximos itens.

As fibras ópticas multimodo 50/125 podem ser classificadas em OM1, OM2, OM3 e OM4, conforme a largura de banda, a aplicação em redes locais e a distância do enlace de comunicação.

Alternativas
Q348958 Telecomunicações
A respeito dos tipos de fibra óptica, julgue os próximos itens.

A fibra óptica G.655 é classificada como multimodo e pode ser utilizada em sistemas de curta distância, de até 655 metros.

Alternativas
Q348957 Engenharia de Telecomunicações
Julgue os itens a seguir, referentes a WDM e DWDM.

O WDM, em relação ao DWDM, permite o uso de maior comprimento de onda, porque, nele, os sinais são empacotados utilizando o maior espaçamento de onda permitido na banda B.

Alternativas
Q348956 Engenharia de Telecomunicações
Julgue os itens a seguir, referentes a WDM e DWDM.

No DWDM, obtém-se um número maior de canais ópticos reduzindo-se a dispersão cromática de cada canal com o uso de laser de boa qualidade.

Alternativas
Q348955 Engenharia de Telecomunicações

Considerando que uma rede IP com roteadores, switches  e servidores esteja usando o protocolo SNMP v2 e que todos esses elementos tenham sido habilitados e configurados corretamente, julgue os itens subsequentes.


A quantidade de pacotes processados e de pacotes descartados é uma informação que um administrador de rede pode receber de um roteador que processa essas informações em uma estação de gerência de rede por SNMP v2.

Alternativas
Q348954 Engenharia de Telecomunicações

Considerando que uma rede IP com roteadores, switches  e servidores esteja usando o protocolo SNMP v2 e que todos esses elementos tenham sido habilitados e configurados corretamente, julgue os itens subsequentes.


Um switch camada 2 com 24 portas é capaz de gerar informações de bytes de entrada e saída de todas suas portas, bem como de enviar essas informações por SNMP v2.

Alternativas
Q348953 Engenharia de Telecomunicações

Considerando que uma rede IP com roteadores, switches  e servidores esteja usando o protocolo SNMP v2 e que todos esses elementos tenham sido habilitados e configurados corretamente, julgue os itens subsequentes.


O SNMP v2, por padrão, não usa comunidade e seu tráfego é criptografado.

Alternativas
Q348952 Engenharia de Telecomunicações
No que se refere às configurações básicas de MPLS, julgue os itens seguintes.

Ao ser habilitado no MPLS, o LDP (label distribution protocol) altera o TOS (type of service) no protocolo IP em todos os nós no caminho.

Alternativas
Q348951 Engenharia de Telecomunicações
No que se refere às configurações básicas de MPLS, julgue os itens seguintes.

Ao se configurar o MPLS, deve-se definir o protocolo de transporte gerador das informações de etiqueta do MPLS, sendo o UDP o padrão indicado, dada sua velocidade de transmissão.

Alternativas
Q348950 Engenharia de Telecomunicações
JJulgue os itens de 59 a 61, relativos a IPV4 e roteamento.

O BGP não usa parâmetros e pacotes de keepalive, devido ao fato de ser um algoritmo de link state.

Alternativas
Q348949 Engenharia de Telecomunicações
JJulgue os itens de 59 a 61, relativos a IPV4 e roteamento.

Caso o protocolo de roteamento OSPF esteja habilitado entre dois roteadores ligados por um mesmo link e que aceitam os parâmetros de comunicação do OSPF, esses roteadores passarão a ser vizinhos OSPF (OSPF neighbors).

Alternativas
Respostas
961: C
962: B
963: A
964: D
965: B
966: C
967: B
968: E
969: C
970: E
971: E
972: E
973: C
974: C
975: C
976: E
977: E
978: E
979: E
980: C