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Q3336190 Noções de Informática
Em uma Secretaria da Educação, os professores utilizam o Google Documentos para criar, compartilhar e colaborar em documentos. Um colaborador está esclarecendo a seus colegas, corretamente, que o Google Documentos 
Alternativas
Q3336189 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


A escrita criativa pode ser ensinada?


    É uma pergunta sensata, mas por mais vezes que me tenha sido feita, nunca sei realmente o que responder. Porque se o que as pessoas querem dizer é “pode o amor à linguagem ser ensinado?”, “pode o talento para a narração de histórias ser ensinado?”, então a resposta é não. Talvez seja esta a razão por que a pergunta é formulada tantas vezes num tom cético que sugere que, diferentemente da tabuada de multiplicar ou dos princípios da mecânica automobilística, a criatividade não pode ser transmitida de professor para aluno. Imagine Milton inscrevendo-se num programa de pós-graduação para obter ajuda com *Paraíso perdido*, ou Kafka suportando um seminário em que seus colegas o informam que, francamente, a passagem em que o sujeito acorda uma manhã pensando que é um inseto gigante não os convence. O que me confunde não é a sensatez da pergunta, mas o fato de que ela está sendo feita a uma escritora que ensinou escrita, intermitentemente, por quase 20 anos. Que impressão eu daria sobre mim, meus alunos e as horas que passamos na sala de aula se dissesse que qualquer tentativa de ensinar a escrita de ficção é uma completa perda de tempo? Provavelmente teria de ir em frente e admitir que andei cometendo uma fraude criminosa.



(Adaptado de: PROSE, Francine. Para ler como um escritor: um guia para quem gosta de livros e para quem quer escrevê-los. São Paulo: Zahar, 2008. p. 8-9)
No trecho Talvez seja esta a razão por que a pergunta é formulada tantas vezes, o termo por que pode ser substituído, mantendo o sentido e a adequação gramatical, por: 
Alternativas
Q3336188 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


A escrita criativa pode ser ensinada?


    É uma pergunta sensata, mas por mais vezes que me tenha sido feita, nunca sei realmente o que responder. Porque se o que as pessoas querem dizer é “pode o amor à linguagem ser ensinado?”, “pode o talento para a narração de histórias ser ensinado?”, então a resposta é não. Talvez seja esta a razão por que a pergunta é formulada tantas vezes num tom cético que sugere que, diferentemente da tabuada de multiplicar ou dos princípios da mecânica automobilística, a criatividade não pode ser transmitida de professor para aluno. Imagine Milton inscrevendo-se num programa de pós-graduação para obter ajuda com *Paraíso perdido*, ou Kafka suportando um seminário em que seus colegas o informam que, francamente, a passagem em que o sujeito acorda uma manhã pensando que é um inseto gigante não os convence. O que me confunde não é a sensatez da pergunta, mas o fato de que ela está sendo feita a uma escritora que ensinou escrita, intermitentemente, por quase 20 anos. Que impressão eu daria sobre mim, meus alunos e as horas que passamos na sala de aula se dissesse que qualquer tentativa de ensinar a escrita de ficção é uma completa perda de tempo? Provavelmente teria de ir em frente e admitir que andei cometendo uma fraude criminosa.



(Adaptado de: PROSE, Francine. Para ler como um escritor: um guia para quem gosta de livros e para quem quer escrevê-los. São Paulo: Zahar, 2008. p. 8-9)
O uso de referências como Milton e Kafka no texto serve para ilustrar uma 
Alternativas
Q3336187 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


A escrita criativa pode ser ensinada?


    É uma pergunta sensata, mas por mais vezes que me tenha sido feita, nunca sei realmente o que responder. Porque se o que as pessoas querem dizer é “pode o amor à linguagem ser ensinado?”, “pode o talento para a narração de histórias ser ensinado?”, então a resposta é não. Talvez seja esta a razão por que a pergunta é formulada tantas vezes num tom cético que sugere que, diferentemente da tabuada de multiplicar ou dos princípios da mecânica automobilística, a criatividade não pode ser transmitida de professor para aluno. Imagine Milton inscrevendo-se num programa de pós-graduação para obter ajuda com *Paraíso perdido*, ou Kafka suportando um seminário em que seus colegas o informam que, francamente, a passagem em que o sujeito acorda uma manhã pensando que é um inseto gigante não os convence. O que me confunde não é a sensatez da pergunta, mas o fato de que ela está sendo feita a uma escritora que ensinou escrita, intermitentemente, por quase 20 anos. Que impressão eu daria sobre mim, meus alunos e as horas que passamos na sala de aula se dissesse que qualquer tentativa de ensinar a escrita de ficção é uma completa perda de tempo? Provavelmente teria de ir em frente e admitir que andei cometendo uma fraude criminosa.



(Adaptado de: PROSE, Francine. Para ler como um escritor: um guia para quem gosta de livros e para quem quer escrevê-los. São Paulo: Zahar, 2008. p. 8-9)
A autora expressa, no início do texto, certa hesitação ao comentar sobre a questão frequentemente feita a ela. Essa hesitação pode ser interpretada como: 
Alternativas
Q3336186 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


A escrita criativa pode ser ensinada?


    É uma pergunta sensata, mas por mais vezes que me tenha sido feita, nunca sei realmente o que responder. Porque se o que as pessoas querem dizer é “pode o amor à linguagem ser ensinado?”, “pode o talento para a narração de histórias ser ensinado?”, então a resposta é não. Talvez seja esta a razão por que a pergunta é formulada tantas vezes num tom cético que sugere que, diferentemente da tabuada de multiplicar ou dos princípios da mecânica automobilística, a criatividade não pode ser transmitida de professor para aluno. Imagine Milton inscrevendo-se num programa de pós-graduação para obter ajuda com *Paraíso perdido*, ou Kafka suportando um seminário em que seus colegas o informam que, francamente, a passagem em que o sujeito acorda uma manhã pensando que é um inseto gigante não os convence. O que me confunde não é a sensatez da pergunta, mas o fato de que ela está sendo feita a uma escritora que ensinou escrita, intermitentemente, por quase 20 anos. Que impressão eu daria sobre mim, meus alunos e as horas que passamos na sala de aula se dissesse que qualquer tentativa de ensinar a escrita de ficção é uma completa perda de tempo? Provavelmente teria de ir em frente e admitir que andei cometendo uma fraude criminosa.



(Adaptado de: PROSE, Francine. Para ler como um escritor: um guia para quem gosta de livros e para quem quer escrevê-los. São Paulo: Zahar, 2008. p. 8-9)
No trecho pode o talento para a narração de histórias ser ensinado?, o termo talento significa, no contexto, a capacidade de 
Alternativas
Q3336185 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo


        Durante muito tempo, Thalia pensou que o fato de nascer em uma família ou outra era um mero acidente circunstancial, não um aspecto decisivo que reverberava em cada mínimo detalhe de uma vida. Com o início de carreira no teatro, ela passou a conhecer cada vez mais pessoas – e diferentemente do que aconteceu no período escolar, os amigos se diversificaram, vindos de várias partes da cidade, com experiências diversas. Quase ninguém mencionava os pais, irmãos ou avós; as poucas ocasiões em que Thalia conheceu os parentes de um colega foram sempre momentos furtivos, quando, por exemplo, ia à casa de um deles para estudar um texto ou levar uma encomenda qualquer. As saudações eram feitas em voz baixa, a pessoa da família em geral desaparecia minutos depois e não era mais mencionada. Havia as noites de estreia, claro, e nelas surgiam muitos rostos levemente familiares, para os cumprimentos. Thalia reconhecia em uns e outros as feições dos amigos, sorria para esses rostos como estranhas variações de uma fisionomia, descobria espantada que a aparência única de alguém era na verdade um exemplar previsível dentro de uma série: quando via uma amiga ao lado das irmãs, da mãe, às vezes não conseguia conter um sorriso. Era estranho que fossem tão parecidas, que os olhos se repetissem, o formato da boca, até os gestos ou o timbre da voz. Por um instante, Thalia achava que não fossem exatamente pessoas, e sim reflexos num tipo de projeto teatral – mas logo se via tocando aquela gente, abraçando, reparando nas pequenas diferenças de estatura, marcas de idade, roupas que as distinguiam.


(Adaptado de: MONTENEGRO, Tércia. Um prego no espelho. São Paulo: Companhia das Letras, 2024)
As poucas ocasiões em que Thalia conheceu os parentes de um colega foram sempre momentos furtivos, quando, por exemplo, ia à casa de um deles para estudar um texto ou levar uma encomenda qualquer.

No trecho, a palavra furtivos pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q3336184 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo


        Durante muito tempo, Thalia pensou que o fato de nascer em uma família ou outra era um mero acidente circunstancial, não um aspecto decisivo que reverberava em cada mínimo detalhe de uma vida. Com o início de carreira no teatro, ela passou a conhecer cada vez mais pessoas – e diferentemente do que aconteceu no período escolar, os amigos se diversificaram, vindos de várias partes da cidade, com experiências diversas. Quase ninguém mencionava os pais, irmãos ou avós; as poucas ocasiões em que Thalia conheceu os parentes de um colega foram sempre momentos furtivos, quando, por exemplo, ia à casa de um deles para estudar um texto ou levar uma encomenda qualquer. As saudações eram feitas em voz baixa, a pessoa da família em geral desaparecia minutos depois e não era mais mencionada. Havia as noites de estreia, claro, e nelas surgiam muitos rostos levemente familiares, para os cumprimentos. Thalia reconhecia em uns e outros as feições dos amigos, sorria para esses rostos como estranhas variações de uma fisionomia, descobria espantada que a aparência única de alguém era na verdade um exemplar previsível dentro de uma série: quando via uma amiga ao lado das irmãs, da mãe, às vezes não conseguia conter um sorriso. Era estranho que fossem tão parecidas, que os olhos se repetissem, o formato da boca, até os gestos ou o timbre da voz. Por um instante, Thalia achava que não fossem exatamente pessoas, e sim reflexos num tipo de projeto teatral – mas logo se via tocando aquela gente, abraçando, reparando nas pequenas diferenças de estatura, marcas de idade, roupas que as distinguiam.


(Adaptado de: MONTENEGRO, Tércia. Um prego no espelho. São Paulo: Companhia das Letras, 2024)
De acordo com o texto, as relações familiares e as interações no teatro são caracterizadas, respectivamente, como 
Alternativas
Q3336183 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo


        Durante muito tempo, Thalia pensou que o fato de nascer em uma família ou outra era um mero acidente circunstancial, não um aspecto decisivo que reverberava em cada mínimo detalhe de uma vida. Com o início de carreira no teatro, ela passou a conhecer cada vez mais pessoas – e diferentemente do que aconteceu no período escolar, os amigos se diversificaram, vindos de várias partes da cidade, com experiências diversas. Quase ninguém mencionava os pais, irmãos ou avós; as poucas ocasiões em que Thalia conheceu os parentes de um colega foram sempre momentos furtivos, quando, por exemplo, ia à casa de um deles para estudar um texto ou levar uma encomenda qualquer. As saudações eram feitas em voz baixa, a pessoa da família em geral desaparecia minutos depois e não era mais mencionada. Havia as noites de estreia, claro, e nelas surgiam muitos rostos levemente familiares, para os cumprimentos. Thalia reconhecia em uns e outros as feições dos amigos, sorria para esses rostos como estranhas variações de uma fisionomia, descobria espantada que a aparência única de alguém era na verdade um exemplar previsível dentro de uma série: quando via uma amiga ao lado das irmãs, da mãe, às vezes não conseguia conter um sorriso. Era estranho que fossem tão parecidas, que os olhos se repetissem, o formato da boca, até os gestos ou o timbre da voz. Por um instante, Thalia achava que não fossem exatamente pessoas, e sim reflexos num tipo de projeto teatral – mas logo se via tocando aquela gente, abraçando, reparando nas pequenas diferenças de estatura, marcas de idade, roupas que as distinguiam.


(Adaptado de: MONTENEGRO, Tércia. Um prego no espelho. São Paulo: Companhia das Letras, 2024)
A observação das semelhanças entre os membros das famílias de amigos de Thalia, esteticamente, contribui para que o texto
Alternativas
Q3336182 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo


        Durante muito tempo, Thalia pensou que o fato de nascer em uma família ou outra era um mero acidente circunstancial, não um aspecto decisivo que reverberava em cada mínimo detalhe de uma vida. Com o início de carreira no teatro, ela passou a conhecer cada vez mais pessoas – e diferentemente do que aconteceu no período escolar, os amigos se diversificaram, vindos de várias partes da cidade, com experiências diversas. Quase ninguém mencionava os pais, irmãos ou avós; as poucas ocasiões em que Thalia conheceu os parentes de um colega foram sempre momentos furtivos, quando, por exemplo, ia à casa de um deles para estudar um texto ou levar uma encomenda qualquer. As saudações eram feitas em voz baixa, a pessoa da família em geral desaparecia minutos depois e não era mais mencionada. Havia as noites de estreia, claro, e nelas surgiam muitos rostos levemente familiares, para os cumprimentos. Thalia reconhecia em uns e outros as feições dos amigos, sorria para esses rostos como estranhas variações de uma fisionomia, descobria espantada que a aparência única de alguém era na verdade um exemplar previsível dentro de uma série: quando via uma amiga ao lado das irmãs, da mãe, às vezes não conseguia conter um sorriso. Era estranho que fossem tão parecidas, que os olhos se repetissem, o formato da boca, até os gestos ou o timbre da voz. Por um instante, Thalia achava que não fossem exatamente pessoas, e sim reflexos num tipo de projeto teatral – mas logo se via tocando aquela gente, abraçando, reparando nas pequenas diferenças de estatura, marcas de idade, roupas que as distinguiam.


(Adaptado de: MONTENEGRO, Tércia. Um prego no espelho. São Paulo: Companhia das Letras, 2024)
De acordo com o texto, a influência sobre a percepção de Thalia sugere que a origem familiar: 
Alternativas
Q3336181 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo


        Durante muito tempo, Thalia pensou que o fato de nascer em uma família ou outra era um mero acidente circunstancial, não um aspecto decisivo que reverberava em cada mínimo detalhe de uma vida. Com o início de carreira no teatro, ela passou a conhecer cada vez mais pessoas – e diferentemente do que aconteceu no período escolar, os amigos se diversificaram, vindos de várias partes da cidade, com experiências diversas. Quase ninguém mencionava os pais, irmãos ou avós; as poucas ocasiões em que Thalia conheceu os parentes de um colega foram sempre momentos furtivos, quando, por exemplo, ia à casa de um deles para estudar um texto ou levar uma encomenda qualquer. As saudações eram feitas em voz baixa, a pessoa da família em geral desaparecia minutos depois e não era mais mencionada. Havia as noites de estreia, claro, e nelas surgiam muitos rostos levemente familiares, para os cumprimentos. Thalia reconhecia em uns e outros as feições dos amigos, sorria para esses rostos como estranhas variações de uma fisionomia, descobria espantada que a aparência única de alguém era na verdade um exemplar previsível dentro de uma série: quando via uma amiga ao lado das irmãs, da mãe, às vezes não conseguia conter um sorriso. Era estranho que fossem tão parecidas, que os olhos se repetissem, o formato da boca, até os gestos ou o timbre da voz. Por um instante, Thalia achava que não fossem exatamente pessoas, e sim reflexos num tipo de projeto teatral – mas logo se via tocando aquela gente, abraçando, reparando nas pequenas diferenças de estatura, marcas de idade, roupas que as distinguiam.


(Adaptado de: MONTENEGRO, Tércia. Um prego no espelho. São Paulo: Companhia das Letras, 2024)
No trecho Por um instante, Thalia achava que não fossem exatamente pessoas, e sim reflexos num tipo de projeto teatral, a expressão “e sim” tem como principal objetivo: 
Alternativas
Q3336180 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Desistir


Sempre será mais fácil desistir antes da partida. A tentação será por vezes incontrolável. As razões para ficar se multiplicarão. Haverá sempre apoiadores do abandono nas horas mais áridas. Daremos à desistência outro nome: engano, mudança, impossibilidade, amadurecimento, sensatez. Daremos à desistência outro dono: data, distância, orçamento, meteorologia, imprevisto, discórdia, traição. Antes de partir, podemos achar que a desistência é uma opção segura. Que os meses seguintes serão como os que passaram. Que a vida seguirá como até então seguiu. Contudo desistir é renunciar à chance de partir. A chance de descobrir que a vida pode ser muito diferente do que ela parece ser. Que nosso peito pode aguentar mais trancos, que nossas mãos podem ser mais precisas, que nossa garganta pode projetar mais vozes, que nossos olhos podem ver mais cores do que achávamos possível. Se soubéssemos o tamanho dos desafios da viagem, nunca partiríamos. E nunca descobriríamos que, de alguma forma, poderíamos vencê-los.


(Adaptado de: KLINK, Tamara. Nós: o Atlântico em solitário. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. p. 9-10)
No trecho E nunca descobriríamos que, de alguma forma, poderíamos vencê-los, a palavra forma classifica-se como 
Alternativas
Q3336179 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Desistir


Sempre será mais fácil desistir antes da partida. A tentação será por vezes incontrolável. As razões para ficar se multiplicarão. Haverá sempre apoiadores do abandono nas horas mais áridas. Daremos à desistência outro nome: engano, mudança, impossibilidade, amadurecimento, sensatez. Daremos à desistência outro dono: data, distância, orçamento, meteorologia, imprevisto, discórdia, traição. Antes de partir, podemos achar que a desistência é uma opção segura. Que os meses seguintes serão como os que passaram. Que a vida seguirá como até então seguiu. Contudo desistir é renunciar à chance de partir. A chance de descobrir que a vida pode ser muito diferente do que ela parece ser. Que nosso peito pode aguentar mais trancos, que nossas mãos podem ser mais precisas, que nossa garganta pode projetar mais vozes, que nossos olhos podem ver mais cores do que achávamos possível. Se soubéssemos o tamanho dos desafios da viagem, nunca partiríamos. E nunca descobriríamos que, de alguma forma, poderíamos vencê-los.


(Adaptado de: KLINK, Tamara. Nós: o Atlântico em solitário. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. p. 9-10)
O trecho Que nossos olhos podem ver mais cores do que achávamos possível sugere que a
Alternativas
Q3336178 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Desistir


Sempre será mais fácil desistir antes da partida. A tentação será por vezes incontrolável. As razões para ficar se multiplicarão. Haverá sempre apoiadores do abandono nas horas mais áridas. Daremos à desistência outro nome: engano, mudança, impossibilidade, amadurecimento, sensatez. Daremos à desistência outro dono: data, distância, orçamento, meteorologia, imprevisto, discórdia, traição. Antes de partir, podemos achar que a desistência é uma opção segura. Que os meses seguintes serão como os que passaram. Que a vida seguirá como até então seguiu. Contudo desistir é renunciar à chance de partir. A chance de descobrir que a vida pode ser muito diferente do que ela parece ser. Que nosso peito pode aguentar mais trancos, que nossas mãos podem ser mais precisas, que nossa garganta pode projetar mais vozes, que nossos olhos podem ver mais cores do que achávamos possível. Se soubéssemos o tamanho dos desafios da viagem, nunca partiríamos. E nunca descobriríamos que, de alguma forma, poderíamos vencê-los.


(Adaptado de: KLINK, Tamara. Nós: o Atlântico em solitário. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. p. 9-10)
De acordo com o texto, as pessoas tendem a desistir antes da partida porque 
Alternativas
Q3336177 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Desistir


Sempre será mais fácil desistir antes da partida. A tentação será por vezes incontrolável. As razões para ficar se multiplicarão. Haverá sempre apoiadores do abandono nas horas mais áridas. Daremos à desistência outro nome: engano, mudança, impossibilidade, amadurecimento, sensatez. Daremos à desistência outro dono: data, distância, orçamento, meteorologia, imprevisto, discórdia, traição. Antes de partir, podemos achar que a desistência é uma opção segura. Que os meses seguintes serão como os que passaram. Que a vida seguirá como até então seguiu. Contudo desistir é renunciar à chance de partir. A chance de descobrir que a vida pode ser muito diferente do que ela parece ser. Que nosso peito pode aguentar mais trancos, que nossas mãos podem ser mais precisas, que nossa garganta pode projetar mais vozes, que nossos olhos podem ver mais cores do que achávamos possível. Se soubéssemos o tamanho dos desafios da viagem, nunca partiríamos. E nunca descobriríamos que, de alguma forma, poderíamos vencê-los.


(Adaptado de: KLINK, Tamara. Nós: o Atlântico em solitário. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. p. 9-10)
Com base na análise dos conectivos, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3336176 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Desistir


Sempre será mais fácil desistir antes da partida. A tentação será por vezes incontrolável. As razões para ficar se multiplicarão. Haverá sempre apoiadores do abandono nas horas mais áridas. Daremos à desistência outro nome: engano, mudança, impossibilidade, amadurecimento, sensatez. Daremos à desistência outro dono: data, distância, orçamento, meteorologia, imprevisto, discórdia, traição. Antes de partir, podemos achar que a desistência é uma opção segura. Que os meses seguintes serão como os que passaram. Que a vida seguirá como até então seguiu. Contudo desistir é renunciar à chance de partir. A chance de descobrir que a vida pode ser muito diferente do que ela parece ser. Que nosso peito pode aguentar mais trancos, que nossas mãos podem ser mais precisas, que nossa garganta pode projetar mais vozes, que nossos olhos podem ver mais cores do que achávamos possível. Se soubéssemos o tamanho dos desafios da viagem, nunca partiríamos. E nunca descobriríamos que, de alguma forma, poderíamos vencê-los.


(Adaptado de: KLINK, Tamara. Nós: o Atlântico em solitário. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. p. 9-10)
De acordo com o texto, Desistir se caracteriza como 
Alternativas
Q3336175 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Desistir


Sempre será mais fácil desistir antes da partida. A tentação será por vezes incontrolável. As razões para ficar se multiplicarão. Haverá sempre apoiadores do abandono nas horas mais áridas. Daremos à desistência outro nome: engano, mudança, impossibilidade, amadurecimento, sensatez. Daremos à desistência outro dono: data, distância, orçamento, meteorologia, imprevisto, discórdia, traição. Antes de partir, podemos achar que a desistência é uma opção segura. Que os meses seguintes serão como os que passaram. Que a vida seguirá como até então seguiu. Contudo desistir é renunciar à chance de partir. A chance de descobrir que a vida pode ser muito diferente do que ela parece ser. Que nosso peito pode aguentar mais trancos, que nossas mãos podem ser mais precisas, que nossa garganta pode projetar mais vozes, que nossos olhos podem ver mais cores do que achávamos possível. Se soubéssemos o tamanho dos desafios da viagem, nunca partiríamos. E nunca descobriríamos que, de alguma forma, poderíamos vencê-los.


(Adaptado de: KLINK, Tamara. Nós: o Atlântico em solitário. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. p. 9-10)
Nos segmentos abaixo, o termo “que” é pronome relativo em: 
Alternativas
Q3237833 Pedagogia
São cuidados imprescindíveis que os auxiliares de creche devem ter com as crianças:

I- Atenção para detectar qualquer possibilidade de eventos adversos como quedas, mordidas, febre entre outros;
II- Garantir que a criança esteja sempre utilizando roupas de manga longa, independentemente do clima;
III- Realizar a troca de fraudas sempre no mesmo horário do dia, de preferencia após as refeições.

Dos itens acima:
Alternativas
Q3237832 Pedagogia
A gastroenterite é uma inflamação aguda do trato digestivo. É muito comum, e pode ocorrer em creches e escolas a partir do contato com outras crianças infectadas. O rotavírus é a causa mais comum da gastroenterite.

Considerando um caso em que uma criança foi diagnosticada com gastroenterite, deve-se:
Alternativas
Q3237831 Pedagogia
A escola não se desvincula do seu contexto social. Nesse sentido, as circunstâncias de vida ou atributos pessoais que facilitam que a criança ou o adolescente se torne vítima ou agente de violência em um determinado momento são denominados:
Alternativas
Q3237830 Pedagogia
Um dos trabalhos realizados para lidar com a indisciplina na escola é a chamada ___________________, cujo objetivo é que os alunos aprendam a compreender e gerir as suas emoções, interações e relacionamentos, de modo a manejar e resolver conflitos sem a utilização da violência.

A lacuna deve ser preenchida corretamente pela alternativa:
Alternativas
Respostas
561: D
562: C
563: D
564: A
565: E
566: C
567: E
568: C
569: B
570: A
571: E
572: E
573: B
574: E
575: C
576: A
577: B
578: A
579: C
580: B