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Q3694853 Odontologia
Considere o caso abaixo para responder à questão.


Paciente M.A.S., 15 anos, sexo masculino, compareceu ao ambulatório de Cirurgia Bucomaxilofacial acompanhado da mãe, queixando-se de aumento de volume indolor em região mandibular posterior direita, percebido há cerca de dois meses.

Ao exame físico extraoral, observou-se discreta assimetria facial sem sinais flogísticos. Intraoralmente, notou-se expansão de cortical vestibular na região do ângulo mandibular direito, com mucosa preservada e ausência de mobilidade dentária. Radiografia panorâmica evidenciou imagem radiolúcida unilocular, de limites definidos e corticais regulares, em íntima relação com o germe do dente 48. Diante dos achados, levantou-se a hipótese de lesão odontogênica cística.
Considerando tratar-se de lesão sugestiva de ceratocisto odontogênico mandibular em paciente jovem, analise as assertivas a seguir.

I- A biópsia incisional é recomendada em lesões extensas, quando a remoção completa imediata poderia acarretar risco de fratura mandibular.
II- A biópsia excisional deve ser evitada em ceratocistos, mesmo de pequeno porte, devido à alta taxa de recidiva.
III- A marsupialização é indicada em pacientes jovens, preservando dentes adjacentes e podendo ser seguida de enucleação.
IV- A enucleação simples é suficiente na maioria dos casos, pois o ceratocisto apresenta baixa taxa de recidiva.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3694852 Odontologia
Considere o caso abaixo para responder à questão.


Paciente M.A.S., 15 anos, sexo masculino, compareceu ao ambulatório de Cirurgia Bucomaxilofacial acompanhado da mãe, queixando-se de aumento de volume indolor em região mandibular posterior direita, percebido há cerca de dois meses.

Ao exame físico extraoral, observou-se discreta assimetria facial sem sinais flogísticos. Intraoralmente, notou-se expansão de cortical vestibular na região do ângulo mandibular direito, com mucosa preservada e ausência de mobilidade dentária. Radiografia panorâmica evidenciou imagem radiolúcida unilocular, de limites definidos e corticais regulares, em íntima relação com o germe do dente 48. Diante dos achados, levantou-se a hipótese de lesão odontogênica cística.
Após a radiografia panorâmica, qual exame de imagem apresenta maior acurácia para avaliar a extensão da lesão e sua relação com estruturas anatômicas adjacentes?
Alternativas
Q3694851 Odontologia
Considere o caso abaixo para responder à questão.


Paciente M.A.S., 15 anos, sexo masculino, compareceu ao ambulatório de Cirurgia Bucomaxilofacial acompanhado da mãe, queixando-se de aumento de volume indolor em região mandibular posterior direita, percebido há cerca de dois meses.

Ao exame físico extraoral, observou-se discreta assimetria facial sem sinais flogísticos. Intraoralmente, notou-se expansão de cortical vestibular na região do ângulo mandibular direito, com mucosa preservada e ausência de mobilidade dentária. Radiografia panorâmica evidenciou imagem radiolúcida unilocular, de limites definidos e corticais regulares, em íntima relação com o germe do dente 48. Diante dos achados, levantou-se a hipótese de lesão odontogênica cística.
Considerando a idade do paciente e a hipótese de ceratocisto odontogênico, qual síndrome deve ser investigada pela possível associação com lesões múltiplas?
Alternativas
Q3694850 Odontologia
Considere o caso abaixo para responder à questão.


Paciente F.C.S., 25 anos, sexo feminino, gestante de 24 semanas (2º trimestre), compareceu ao centro de especialidades odontológicas queixando-se de aumento de volume em hemiface esquerda e dor contínua em região posterior da mandíbula esquerda. Ao exame clínico, observou-se aumento de volume gengival na região distal do elemento 37, com halitose, dor à palpação e dificuldade para abertura bucal. A radiografia panorâmica revelou o elemento 38 incluso, mésio-angulado, com parte da coroa exposta à cavidade oral e sem lesões ósseas associadas.
Com base nos achados clínicos e radiográficos descritos, qual o diagnóstico mais provável e a conduta cirúrgica indicada?
Alternativas
Q3694843 Odontologia
Muitos pacientes encaminhados para procedimentos cirúrgicos odontológicos utilizam anticoagulantes orais, como a varfarina, devido a condições como fibrilação atrial, prótese valvar cardíaca ou histórico de tromboembolismo.
A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir.

I- Para intervenções cirúrgicas de pequeno porte, como extrações dentárias, a manutenção da varfarina é considerada segura quando a INR está abaixo de 3,0 ou 3,5, visto que a suspensão pode aumentar o risco de eventos embólicos.
II- O cirurgião-dentista pode suspender a varfarina por conta própria quando julgar necessário, sem necessidade de avaliação médica.
III- Medidas hemostáticas locais (ex.: esponjas hemostáticas, suturas) são fundamentais para o controle de sangramento em pacientes anticoagulados.
IV- O risco de sangramento cresce significativamente em pacientes com INR acima de 4, sendo indicada avaliação médica antes de qualquer procedimento cirúrgico.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3693556 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
A função da linguagem predominante no Texto IV é:
Alternativas
Q3693555 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
Ainda considerando o verso “Sou a criatura do que vejo”, é CORRETO afirmar que se trata de uma:
Alternativas
Q3693548 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Considerando o trecho retirado do Texto I: “Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar”, analise as assertivas que seguem.

I- No aposto “crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos”, o substantivo crises oferece uma explicação sobre a quais culpados pelo quadro desanimador descrito no texto o autor poderia estar se referindo, enquanto o substantivo causas aponta para fatores que poderiam desencadear as crises, tais como a inovação tecnológica e os choques geopolíticos.
II- O referente do sujeito “a conta”, em “a conta aparece em outro lugar”, não pode ser recuperado no texto em si, mas na exterioridade do texto, o que acarreta um problema de coesão.
III- A classe de palavras substantivo é relevante para a coerência do período, uma vez que a intenção do autor é argumentar sobre uma situação, ou seja, sobre algo que está ocorrendo na sociedade, e que exige várias denominações, como ocorre em “múltiplas causas”, “políticas públicas”, “segurança econômica”, por exemplo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693545 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Sobre o propósito comunicativo do Texto I, é CORRETO afirmar que se trata de:
Alternativas
Q3239159 Odontologia
Com base no sistema de estadiamento tumor-linfonodo-metástase (TNM) para o carcinoma oral, assinale a alternativa correta em relação ao tumor primário.
Alternativas
Q3239158 Odontologia
De acordo com a classificação das manifestações orais associadas à infecção pelo HIV em adultos (EC-Clearinghouse on Problems Related to HIV Infection and the WHO Collaborating Centre on Oral Manifestations of the Immunodeficiency Virus), são lesões fortemente associadas à infecção pelo HIV:
Alternativas
Q3239157 Odontologia
Quanto ao sarampo, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3239156 Odontologia
Assinale a alternativa correta em relação à herpes-zoster. 
Alternativas
Q3239153 Odontologia
Os Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) classificam-se como clínicas especializadas que oferecem serviços de odontologia gratuitos à população, sendo correto afirmar que realizam, no mínimo, os seguintes atendimentos:
Alternativas
Q3239152 Odontologia
Em relação aos antibióticos comumente empregados por via oral em adultos no tratamento das infecções bacterianas bucais, com suas respectivas doses de manutenção e intervalos usuais entre as doses, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3239151 Odontologia
Quanto ao regime analgésico para uso na clínica odontológica, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3239150 Odontologia
Segundo as recomendações da British Society for Antimicrobial Chemotherapy – BSAC, em relação à profilaxia da endocardite bacteriana, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3239149 Odontologia
Quanto às características de bolsas periodontais supra-ósseas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3239148 Odontologia

A leucoplasia não constitui um diagnóstico histopatológico específico, mas considera-se uma lesão potencialmente maligna, cuja frequência de transformação maligna é maior do que a mucosa normal.


Um dos locais mais comuns de ocorrência da leucoplasia é

Alternativas
Q3239147 Odontologia
As seguintes características são comuns em pacientes com periodontite crônica:
Alternativas
Respostas
121: D
122: B
123: B
124: C
125: E
126: D
127: E
128: E
129: B
130: C
131: D
132: C
133: A
134: D
135: C
136: A
137: C
138: D
139: B
140: D