Questões de Concurso
Comentadas para médico oftalmologista
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Paciente do sexo masculino, 33 anos de idade, chega ao consultório queixando-se de dor, vermelhidão e embaçamento visual bilateral há 2 dias. Relatava ter aftas orais recorrentes e ser portador de eritema nodoso.
O exame oftalmológico mostrou:
Refração subjetiva: OD +0.25 D.E. = 20/60
OE +0.50 D.E. = 20/80
Biomicroscopia de segmento anterior:
Células +++ em câmara anterior de AO
Discreto hipópio em olho E
Tonometria de aplanação: 19 mmHg em AO (14:30 hs)
Mapeamento de retina: Vitreíte ++, edema de papila e áreas de vasculite retiniana difusas em AO.
A principal hipótese diagnóstica para esse caso é
A partir do Microsoft Word 2010, em sua configuração original, um usuário está editando o seguinte documento e clicou uma vez com o botão principal do mouse sobre o número 1 da lista numerada, deixando esse marcador selecionado e os demais destacados, conforme a imagem a seguir.

Assinale a alternativa que apresenta o resultado correto quando o usuário pressiona a tecla DEL.
O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse nesta terça- -feira (17 de abril) que o Brasil vai entrar com uma ação na Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa do embargo às importações brasileiras.
(Época, abr. 2018. Disponível em: <https://goo.gl/YmQKKB>. Adaptado)
A notícia trata do embargo à importação
Elas vão substituir você
Quando, em 1956, o cientista da computação americano John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade, porém largamente enfadonhas.
“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para construir um programa de computador que saiba e, também, conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava, milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem, feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média, alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano das realidades.
E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração que se confunde com a história. No entanto, no momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais afetadas serão as administrativas e as industriais.
Um estudo publicado pela consultoria americana McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas como repetitivas serão automatizadas na próxima década. Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado da mecanização avançada será de até 800 milhões de pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair no desemprego.
Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.
(Veja, 31.01.2018. Adaptado)
Elas vão substituir você
Quando, em 1956, o cientista da computação americano John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade, porém largamente enfadonhas.
“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para construir um programa de computador que saiba e, também, conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava, milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem, feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média, alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano das realidades.
E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração que se confunde com a história. No entanto, no momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais afetadas serão as administrativas e as industriais.
Um estudo publicado pela consultoria americana McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas como repetitivas serão automatizadas na próxima década. Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado da mecanização avançada será de até 800 milhões de pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair no desemprego.
Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.
(Veja, 31.01.2018. Adaptado)
Com relação às leis da motilidade ocular, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Pares agonista-antagonistas são músculos do mesmo olho que movem o olho em direções opostas.
( ) A lei de Sherrington afirma que, durante qualquer movimento conjugado, ocorre um fluxo igual e simultâneo de inervação para os músculos sinergistas contralaterais.
( ) A lei de Hering afirma que o aumento da inervação para determinado músculo extraocular é acompanhado de uma diminuição recíproca da inervação para o seu antagonista.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
Paciente de 28 anos é atendido com história de trauma contuso em olho direito há duas semanas. Apresenta-se com queixa de visão dupla. Ao exame oftalmológico, observa-se enoftalmo à direita, com hipoestesia da pálpebra inferior, região malar e lado do nariz, e teste de ducção forçada positivo.
Sobre esse quadro clínico, a principal suspeita diagnóstica é