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Q3303370 Fonoaudiologia
Observe a descrção do exercício a seguir.

Utiliza-se um chiclete envolto na gaze; o terapeuta deve segurar a ponta da gaze e o paciente deve tentar passar o chiclete de um lado para o outro. Conforme o paciente vai evoluindo, o exercício torna-se mais complexo: coloca-se uma consistência pastosa grossa, coesa, no meio da língua e se pede que o paciente movimente o alimento pela boca, sem engolir e sem perdê-lo. Colocá-lo na ponta da língua, do lado esquerdo, do lado direito, contra o palato e cuspir coesamente sem deixar resíduos na cavidade oral.

Assinale a alternativa que aponta corretamente o objetivo do exercício apresentado.
Alternativas
Q3303369 Fonoaudiologia
A primeira linha de defesa das vias aéreas contra a aspiração é a função normal da laringe durante a deglutição, que inclui a elevação e anteriorização da laringe, a retroversão da epiglote e o fechamento glótico. Se o material aspirado atingir zonas mais distais, onde já ocorre a hematose, ele será retirado
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Q3303368 Fisioterapia
Frente a uma gama de doenças, desenvolveram-se vários métodos de ventilação artificial, tais como a ventilação mecânica por pressão positiva e negativa. Quando se faz necessária a utilização da ventilação invasiva com pressão positiva, é preciso obter acesso às vias aéreas inferiores pela via translaríngea, com uma cânula, introduzida por via oral ou nasal, ou diretamente na traqueia por meio da traqueostomia.

Assinale a alternativa que apresenta uma característica correta quanto à intubação oral.
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Q3303367 Medicina
De acordo com Furkim e Santini (1999), as doenças do neurônio motor que causam degeneração predominantemente de neurônios motores inferiores na ponte e na medula, apresentam quadro clínico de
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Q3303366 Fonoaudiologia
De acordo com Furkim e Santini (1999), o controle neurológico da deglutição foi estudado por meio de eletromiografias, de lesões no sistema nervoso central e periférico, remoção de músculos específicos e também por estimulação elétrica. Segundo elas, a deglutição pode ser disparada por diferentes centros nervosos, mesmo depois da remoção total das regiões corticais e subcorticais, acima do tronco cerebral.

As autoras ainda afirmam que 
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Q3303364 Fonoaudiologia
Assinale a alternativa que apresenta a característica correta do exame de fluxometria.
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Q3303363 Fonoaudiologia
De acordo com Behlau (2019), a voz feminilizada apresenta um tom agudo no limite superior à faixa masculina, entre               , já na tessitura feminina, acima de _________. Segundo ela, na realidade brasileira, vozes femininas abaixo de                já apresentam um pitch grave para os padrões culturais do país.

Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, as frequências que preenchem as lacunas do excerto.
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Q3303362 Fonoaudiologia
A avaliação dos registos vocais é um procedimento de natureza essencialmente auditiva, porém a análise acústica, em especial a espectrografia, pode oferecer informações diferenciais. Os principais registros vocais são: basal, modal e elevado.

Assinale a alternativa que corretamente descreve o Registro Modal.
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Q3303361 Fonoaudiologia
Associe os tipos de voz (1, 2, 3, 4) à sua respectiva descrição (a, b, c, d).

1. Voz rouca.
2. Voz sussurrada.
3. Voz polifônica.
4. Voz presbifônica.

a. Representa uma condição extrema de irregularidade na qualidade vocal na qual se encontram elementos de aspereza, diplofonia, entre outras. Ocorre frequentemente no pós-operatório de laringectomias parciais, com reconstrução glótica realizada com retalhos de tecido; o tamanho do espaço glótico remanescente, a natureza da funcionalidade das estruturas e o tipo de compensação utilizada pelo paciente definirão o seu grau.
b. É a mais comum manifestação de alteração vocal. É uma qualidade do tipo ruidosa, o que contrasta com a suavidade e a sensação de harmonia da voz normal e indica irregularidade da vibração das pregas vocais.
c. É a produção vocal na qual nenhuma parte do ar é modulada pela glote. A configuração laríngea dessa emissão pode ser a de um triângulo completo anteroposterior ou a de um pequeno triângulo exclusivamente posterior, com oclusão da região fonatória.
d. É uma voz com grau variado de deterioração, que se expressa pela falta de sustentação na frequência, intensidade e qualidade de emissão, com constantes quebras de sonoridade. É mais acentuada no sexo masculino.

Assinale a alternativa que apresenta a associação correta. 
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Q3303360 Medicina
Daube, Reagan & Sandok (in Behlau – 2019) reconhecem quatro divisões principais do sistema motor, denominadas, pelos autores, como: as vias finais comuns, as vias de ativação direta, as vias de ativação indireta e os circuitos de controle.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente as atribuições dos circuitos de controle.
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Q3303073 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


    Seventeen of 34 types of cancer have become more common in younger generations in the United States, the broadest study of its kind to date has found. The analysis, published in August 2024 in The Lancet Public Health, examined data from 23.7 million people born between 1920 and 1990 and diagnosed with cancer between 2000 and 2019. It found, for example, that people born in 1990 were 2.6 to 3.6 times more likely to develop cancers of the small intestine, kidney, and pancreas than those born in 1955, and 2.6 times more likely to develop endometrial cancer than someone born in 1930. The findings suggest people are increasingly being exposed to carcinogens during early life or young adulthood. However, younger birth cohorts were at the same or lower risk of death from most types of cancer than older ones.


(www.science.org. Agosto de 2024. Adaptado)
No trecho do texto – However, younger birth cohorts were at the same or lower risk... –, o termo destacado em negrito pode ser substituído, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q3303072 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


    Seventeen of 34 types of cancer have become more common in younger generations in the United States, the broadest study of its kind to date has found. The analysis, published in August 2024 in The Lancet Public Health, examined data from 23.7 million people born between 1920 and 1990 and diagnosed with cancer between 2000 and 2019. It found, for example, that people born in 1990 were 2.6 to 3.6 times more likely to develop cancers of the small intestine, kidney, and pancreas than those born in 1955, and 2.6 times more likely to develop endometrial cancer than someone born in 1930. The findings suggest people are increasingly being exposed to carcinogens during early life or young adulthood. However, younger birth cohorts were at the same or lower risk of death from most types of cancer than older ones.


(www.science.org. Agosto de 2024. Adaptado)
O estudo, publicado no periódico The Lancet Public Health, descobriu que
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Q3303071 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


     In a study of more than 100,000 people, researchers found that those with less healthy lifestyles were more likely to reduce their risk of colorectal cancer with regular aspirin use than those with healthier behaviors (JAMA Oncol 2024 Aug 1). Regular aspirin use was defined as two or more 325 mg tablets a week or a daily 81 mg dose; less healthy lifestyles were characterized by higher body mass index, smoking, greater alcohol consumption, less physical activity, and poorer diet. Those with the unhealthiest lifestyles had a 3.4% chance of developing colorectal cancer if they didn’t take aspirin regularly, whereas those who did had a 2.1% chance of developing the disease. In contrast, people with the healthiest lifestyles had a 1.5% chance of developing colorectal cancer if they took aspirin regularly and a 1.6% chance if they didn’t. This result suggests that physicians can pursue a nuanced approach when prescribing aspirin for disease prevention.


(https://aacrjournals.org. 26 de julho a 01 de agosto 2024. Adaptado) 
No trecho do texto – ... whereas those who did had a 2.1% chance of developing the disease... –, o termo destacado em negrito, no contexto, expressa
Alternativas
Q3303070 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


     In a study of more than 100,000 people, researchers found that those with less healthy lifestyles were more likely to reduce their risk of colorectal cancer with regular aspirin use than those with healthier behaviors (JAMA Oncol 2024 Aug 1). Regular aspirin use was defined as two or more 325 mg tablets a week or a daily 81 mg dose; less healthy lifestyles were characterized by higher body mass index, smoking, greater alcohol consumption, less physical activity, and poorer diet. Those with the unhealthiest lifestyles had a 3.4% chance of developing colorectal cancer if they didn’t take aspirin regularly, whereas those who did had a 2.1% chance of developing the disease. In contrast, people with the healthiest lifestyles had a 1.5% chance of developing colorectal cancer if they took aspirin regularly and a 1.6% chance if they didn’t. This result suggests that physicians can pursue a nuanced approach when prescribing aspirin for disease prevention.


(https://aacrjournals.org. 26 de julho a 01 de agosto 2024. Adaptado) 
According to the study described in the text,
Alternativas
Q3303069 Inglês
Leia o texto para responder à questão.


     In a study of more than 100,000 people, researchers found that those with less healthy lifestyles were more likely to reduce their risk of colorectal cancer with regular aspirin use than those with healthier behaviors (JAMA Oncol 2024 Aug 1). Regular aspirin use was defined as two or more 325 mg tablets a week or a daily 81 mg dose; less healthy lifestyles were characterized by higher body mass index, smoking, greater alcohol consumption, less physical activity, and poorer diet. Those with the unhealthiest lifestyles had a 3.4% chance of developing colorectal cancer if they didn’t take aspirin regularly, whereas those who did had a 2.1% chance of developing the disease. In contrast, people with the healthiest lifestyles had a 1.5% chance of developing colorectal cancer if they took aspirin regularly and a 1.6% chance if they didn’t. This result suggests that physicians can pursue a nuanced approach when prescribing aspirin for disease prevention.


(https://aacrjournals.org. 26 de julho a 01 de agosto 2024. Adaptado) 
The text is mainly about
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Q3303068 Português
Leia o texto para responder à questão.


O bem-vindo retorno das vacinas


     Depois de anos de quedas sucessivas na cobertura vacinal, o Brasil saiu, enfim, do indesejável ranking dos 20 países com mais crianças não vacinadas. A auspiciosa notícia vem do relatório divulgado recentemente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sobre os níveis de vacinação no mundo.

    A melhora dos índices de cobertura vacinal do Brasil destoa do que acontece no panorama global – de acordo com o relatório, a taxa de imunização no mundo ficou estagnada. A título de exemplo, o número de crianças que não receberam nenhuma dose da DTP1, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, caiu de 418 mil em 2022 para 103 mil em 2023 no Brasil.

   Em abril, o Ministério da Saúde já havia apresentado dados que mostravam o aumento da cobertura vacinal no País. Na ocasião, informou que 13 dos 16 imunizantes do calendário infantil tiveram alta na adesão. Motivo suficiente, na época, para reconhecer os méritos da atual gestão da pasta, que buscou revigorar em 2023 o Programa Nacional de Imunizações.

   Não é uma vitória trivial e, portanto, deve ser comemorada. Mas mantê-la exigirá vigilância e trabalho. Por exemplo, as coberturas vacinais da maioria dos imunizantes seguem abaixo da meta. E o próprio Ministério da Saúde informou ter pesquisas segundo as quais 20% da população não confia ou confia pouco em algumas vacinas – índice que, no passado, não passava de 5%.

   Convém reconhecer que a queda na cobertura vacinal já vinha apresentando piora desde 2016, com números decrescentes entre os imunizantes do calendário infantil. Uma evidência de que só a confiança da população nas vacinas não basta. É preciso fazer campanha permanente.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 22.07.2024. Adaptado) 
O termo destacado em negrito expressa circunstância de tempo em:
Alternativas
Q3303067 Português
Leia o texto para responder à questão.


O bem-vindo retorno das vacinas


     Depois de anos de quedas sucessivas na cobertura vacinal, o Brasil saiu, enfim, do indesejável ranking dos 20 países com mais crianças não vacinadas. A auspiciosa notícia vem do relatório divulgado recentemente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sobre os níveis de vacinação no mundo.

    A melhora dos índices de cobertura vacinal do Brasil destoa do que acontece no panorama global – de acordo com o relatório, a taxa de imunização no mundo ficou estagnada. A título de exemplo, o número de crianças que não receberam nenhuma dose da DTP1, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, caiu de 418 mil em 2022 para 103 mil em 2023 no Brasil.

   Em abril, o Ministério da Saúde já havia apresentado dados que mostravam o aumento da cobertura vacinal no País. Na ocasião, informou que 13 dos 16 imunizantes do calendário infantil tiveram alta na adesão. Motivo suficiente, na época, para reconhecer os méritos da atual gestão da pasta, que buscou revigorar em 2023 o Programa Nacional de Imunizações.

   Não é uma vitória trivial e, portanto, deve ser comemorada. Mas mantê-la exigirá vigilância e trabalho. Por exemplo, as coberturas vacinais da maioria dos imunizantes seguem abaixo da meta. E o próprio Ministério da Saúde informou ter pesquisas segundo as quais 20% da população não confia ou confia pouco em algumas vacinas – índice que, no passado, não passava de 5%.

   Convém reconhecer que a queda na cobertura vacinal já vinha apresentando piora desde 2016, com números decrescentes entre os imunizantes do calendário infantil. Uma evidência de que só a confiança da população nas vacinas não basta. É preciso fazer campanha permanente.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 22.07.2024. Adaptado) 
A concordância verbal e a concordância nominal estão em conformidade com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3303066 Português
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O bem-vindo retorno das vacinas


     Depois de anos de quedas sucessivas na cobertura vacinal, o Brasil saiu, enfim, do indesejável ranking dos 20 países com mais crianças não vacinadas. A auspiciosa notícia vem do relatório divulgado recentemente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sobre os níveis de vacinação no mundo.

    A melhora dos índices de cobertura vacinal do Brasil destoa do que acontece no panorama global – de acordo com o relatório, a taxa de imunização no mundo ficou estagnada. A título de exemplo, o número de crianças que não receberam nenhuma dose da DTP1, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, caiu de 418 mil em 2022 para 103 mil em 2023 no Brasil.

   Em abril, o Ministério da Saúde já havia apresentado dados que mostravam o aumento da cobertura vacinal no País. Na ocasião, informou que 13 dos 16 imunizantes do calendário infantil tiveram alta na adesão. Motivo suficiente, na época, para reconhecer os méritos da atual gestão da pasta, que buscou revigorar em 2023 o Programa Nacional de Imunizações.

   Não é uma vitória trivial e, portanto, deve ser comemorada. Mas mantê-la exigirá vigilância e trabalho. Por exemplo, as coberturas vacinais da maioria dos imunizantes seguem abaixo da meta. E o próprio Ministério da Saúde informou ter pesquisas segundo as quais 20% da população não confia ou confia pouco em algumas vacinas – índice que, no passado, não passava de 5%.

   Convém reconhecer que a queda na cobertura vacinal já vinha apresentando piora desde 2016, com números decrescentes entre os imunizantes do calendário infantil. Uma evidência de que só a confiança da população nas vacinas não basta. É preciso fazer campanha permanente.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 22.07.2024. Adaptado) 
Assinale a alternativa em que a reescrita de informações do texto atende à norma-padrão de pontuação e de regência verbal.
Alternativas
Q3303065 Português
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O bem-vindo retorno das vacinas


     Depois de anos de quedas sucessivas na cobertura vacinal, o Brasil saiu, enfim, do indesejável ranking dos 20 países com mais crianças não vacinadas. A auspiciosa notícia vem do relatório divulgado recentemente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sobre os níveis de vacinação no mundo.

    A melhora dos índices de cobertura vacinal do Brasil destoa do que acontece no panorama global – de acordo com o relatório, a taxa de imunização no mundo ficou estagnada. A título de exemplo, o número de crianças que não receberam nenhuma dose da DTP1, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, caiu de 418 mil em 2022 para 103 mil em 2023 no Brasil.

   Em abril, o Ministério da Saúde já havia apresentado dados que mostravam o aumento da cobertura vacinal no País. Na ocasião, informou que 13 dos 16 imunizantes do calendário infantil tiveram alta na adesão. Motivo suficiente, na época, para reconhecer os méritos da atual gestão da pasta, que buscou revigorar em 2023 o Programa Nacional de Imunizações.

   Não é uma vitória trivial e, portanto, deve ser comemorada. Mas mantê-la exigirá vigilância e trabalho. Por exemplo, as coberturas vacinais da maioria dos imunizantes seguem abaixo da meta. E o próprio Ministério da Saúde informou ter pesquisas segundo as quais 20% da população não confia ou confia pouco em algumas vacinas – índice que, no passado, não passava de 5%.

   Convém reconhecer que a queda na cobertura vacinal já vinha apresentando piora desde 2016, com números decrescentes entre os imunizantes do calendário infantil. Uma evidência de que só a confiança da população nas vacinas não basta. É preciso fazer campanha permanente.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 22.07.2024. Adaptado) 
O editorial reconhece que é um desafio para o país manter
Alternativas
Q3303064 Português
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O bem-vindo retorno das vacinas


     Depois de anos de quedas sucessivas na cobertura vacinal, o Brasil saiu, enfim, do indesejável ranking dos 20 países com mais crianças não vacinadas. A auspiciosa notícia vem do relatório divulgado recentemente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sobre os níveis de vacinação no mundo.

    A melhora dos índices de cobertura vacinal do Brasil destoa do que acontece no panorama global – de acordo com o relatório, a taxa de imunização no mundo ficou estagnada. A título de exemplo, o número de crianças que não receberam nenhuma dose da DTP1, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, caiu de 418 mil em 2022 para 103 mil em 2023 no Brasil.

   Em abril, o Ministério da Saúde já havia apresentado dados que mostravam o aumento da cobertura vacinal no País. Na ocasião, informou que 13 dos 16 imunizantes do calendário infantil tiveram alta na adesão. Motivo suficiente, na época, para reconhecer os méritos da atual gestão da pasta, que buscou revigorar em 2023 o Programa Nacional de Imunizações.

   Não é uma vitória trivial e, portanto, deve ser comemorada. Mas mantê-la exigirá vigilância e trabalho. Por exemplo, as coberturas vacinais da maioria dos imunizantes seguem abaixo da meta. E o próprio Ministério da Saúde informou ter pesquisas segundo as quais 20% da população não confia ou confia pouco em algumas vacinas – índice que, no passado, não passava de 5%.

   Convém reconhecer que a queda na cobertura vacinal já vinha apresentando piora desde 2016, com números decrescentes entre os imunizantes do calendário infantil. Uma evidência de que só a confiança da população nas vacinas não basta. É preciso fazer campanha permanente.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 22.07.2024. Adaptado) 
O editorial deixa claro que considera a notícia relativa ao relatório divulgado recentemente pela Organização Mundial da Saúde como
Alternativas
Respostas
7801: D
7802: D
7803: A
7804: B
7805: B
7806: E
7807: A
7808: B
7809: B
7810: C
7811: B
7812: E
7813: A
7814: D
7815: C
7816: E
7817: A
7818: C
7819: B
7820: D