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A endoscopia digestiva alta mostrou múltiplas úlceras duodenais e jejunais proximais, além de esofagite erosiva grave. O exame laboratorial revelou gastrina sérica em jejum de 1500 pg/mL (valor de referência < 100 pg/mL), confirmada em duas dosagens.
A próxima conduta para esse paciente é
A endoscopia digestiva alta mostra esofagite grau C de Los Angeles. A pHmetria revelou tempo de exposição ácida total de 12% (normal < 4,2%), e a manometria esofágica demonstrou peristalse preservada e pressão adequada do esfíncter esofagiano inferior. O paciente busca auxílio médico em busca de um tratamento definitivo.
A melhor conduta neste caso é
A melhor conduta terapêutica para esse paciente é
Conforme o guideline da US Multi-Society Task Force, o tempo recomendado para a repetição do exame nesse paciente é de
Exame físico sem alterações. Hemograma com anemia. Realizada endoscopia digestiva alta com identificação de úlcera gástrica em antro medindo 1,8 cm, base parcialmente coberta por coágulo, alguns restos hemáticos e sem sangramento ativo.
Considerando os achados endoscópicos, assinale a opção mais adequada ao caso.
Exames laboratoriais:
• ALT: 92 U/L (valor de referência: até 41 UL); • AST: 85 U/L (valor de referência: até 40 U/L); • GGT: 110 U/L (valor de referência: até 60 U/L); • Bilirrubina total: 1,0 mg/dL (VR: até 1,2 mg/dL); • Albumina: 4,0 g/dL (valor de referência: 3,5 – 5,0 g/dL); • INR: 1,0; • Plaquetas: 145.000 mm3 (valor de referência: 150.000 – 400.000/mm3 ); • Sorologias: anti-HCV (reagente), HBsAg (não reagente), antiHBs (reagente) e anti-HBc total (reagente); • PCR-HCV (RNA viral): 1.200.000 UI/mL; • Genótipo HCV: 1ª; • Elastografia hepática (FibroScan): 12,5 kPa; • Ultrassonografia de abdome: fígado de contornos regulares, parênquima heterogêneo, sem ascite ou lesões focais.
A conduta mais adequada nesse caso é
A endoscopia alta realizada revela erosões não confluentes sobre prega esofágica isolada, uma laceração longitudinal de cerca de 2 cm na mucosa esofágica distal próximo a JEG com coágulo aderido e áreas de enantema no corpo gástrico.
A melhor opção em relação à etiologia do sangramento digestivo é
( ) pseudopólipos ( ) apendicetomia tem efeito “protetor” ( ) Cobblestone ( ) eritema nodoso ( ) câncer de cólon
Associe o número (1) para retocolite ulcerativa e o número (2) para doença de Cronh. Leve em consideração que algumas das condições abaixo podem ocorrer nas duas doenças, mas apresentam maior prevalência em uma das duas.
Assim, a associação correta, na ordem apresentada, é:
Os exames laboratoriais mostravam: leucometria 15000 Hto 38%, glicemia 180 mg/dL, TGO 80, TGP 60, creatinina 4 mg/dL, amilase 500 U/l, triglicerídeos 1200 mg/dL. O paciente foi internado e acompanhado na clínica médica. Cerca de oito semanas após, seu exame revelava uma massa em mesogástrio e novo exame laboratorial revelava leucometria 8000 HTO 40%, glicemia 140 mg/dL, TGO 38, TGP 36, creatinina 2,1 mg/dL, amilase 440 U.
De acordo com esses dados, assinale a melhor opção com relação ao diagnóstico e a complicação apresentada.
A biópsia revelou adenocarcinomas diferenciados com profundidade de invasão T1a e ausência de ulceração ou invasão linfo vascular. Ausência de Helicobacter pylori na biópsia. A paciente apresentava bom estado geral, PA 110-80 mm Hg, corada, RCR 2T, abdômen flácido, fígado e baço impalpáveis. Presença de placas com papilas aveludadas hiper pigmentadas no pescoço e axila. As enzimas hepáticas eram normais e uma TC abdominal foi considerada normal.
A partir do exposto, a melhor conduta terapêutica, levando em consideração a qualidade de vida, é
O diagnóstico mais provável é
O anatomopatológico revela:
– tumor de 4,2 cm infiltrando até a subserosa (pT3); – metástase em 4 linfonodos regionais (pN2); – ausência de metástases à distância (pM0).
O estadiamento patológico (pTNM, AJCC 8ª edição) desse paciente é
Exames recentes mostram:
– Hemograma: anemia ferropriva.
– Sorologias: anticorpos transglutaminase tecidual IgA e antiendomísio IgA negativos, mas paciente possui deficiência seletiva de IgA documentada.
– Endoscopia digestiva alta: mucosa duodenal levemente irregular, pregas parcialmente achatadas, sem erosões visíveis.
– Biópsia duodenal: linfocitose intraepitelial discreta, hiperplasia das criptas, atrofia vilosa parcial em algumas áreas.
Considerando o caso clínico, a conduta diagnóstica mais adequada é
– anastomose íleo-transversa prévia, sem estenose;
– segmento de neo-íleo distal com múltiplas úlceras aftoides, algumas isoladas e outras em pequenos grupos (total estimado: 6-7); uma úlcera curta (entre 1 e 2 cm) confinada à anastomose; mucosa normal entre as ulcerações; ausência de inflamação difusa extensa.
Com base nesses achados, o escore de Rutgeerts mais adequado para classificar esse paciente é
Endoscopia digestiva alta mostra anéis esofágicos concêntricos e estrias longitudinais. Biópsias revelam infiltração com mais de 15 eosinófilos por campo de grande aumento.
O diagnóstico mais provável é
Baseado nos dados fornecidos e na principal hipótese diagnóstica, a melhor abordagem diagnóstica é
Ao exame: paciente hipocorada +/4, eupneica, presença de telangectasias na face e discreta microstomia. Havia edema das mãos e alterações da pigmentação da pele (lesões tipo vitiligo). Uma endoscopia realizada há 3 meses demonstrou erosões confluentes a partir do 1/3 distral do esôfago com discreta redução da luz do órgão. A paciente começou a fazer uso de ranitidina com melhora temporária do seu quadro clínico.
Assinale a opção que seria mais compatível com a manometria esofagena desse paciente.