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Q3720962 Radiologia
A blindagem da sala de RM e o próprio equipamento influenciam diretamente a qualidade das imagens dos exames realizados. Uma causa comum de artefatos em RM é a presença de ruído eletrônico, quando sinais de radiofrequência indesejados contaminam os dados da imagem. Esses artefatos surgem como faixas que se estendem pela imagem na direção perpendicular à codificação de frequência, prejudicando a qualidade e a interpretação do exame.
Esse tipo de artefato é conhecido como
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Q3720961 Radiologia
Criança de 9 anos, sexo feminino, iniciou quadro de cefaleia progressiva há 2 meses, associada a vômitos matinais, turvamento visual, instabilidade da marcha, sonolência e irritabilidade.
Ao exame neurológico, observou-se marcha atáxica, nistagmo horizontal bilateral e papiledema. Solicitada RM de crânio, evidenciou volumosa lesão expansiva na fossa posterior, envolvendo o hemisfério cerebelar esquerdo com extensão parcial para o vermis, caracterizada por predominância do componente cístico e nódulo mural sólido bem definido.
A lesão apresentou hipossinal em T1, hipersinal em T2/FLAIR, sem restrição à difusão, e realce intenso e homogêneo do nódulo mural após a administração de contraste.
O diagnóstico mais provável é 
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Q3720960 Radiologia
O divertículo de Meckel é um divertículo intestinal congênito devido à degeneração fibrosa da extremidade umbilical do ducto onfalomesentérico (vitelino), que ocorre ao redor do íleo distal. Ele é considerado a anomalia congênita estrutural mais comum do trato gastrointestinal.
Sobre o divertículo de Meckel, assinale a afirmativa correta.
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Q3720957 Radiologia
Paciente masculino, de 28 anos, submetido a tomografia de abdome devido a suspeita de cálculo renal. A tomografia revela uma estrutura sacular com atenuação média de 4 UH na topografia retrocural, localizada à direita da origem da aorta abdominal e anterior à vértebra L2, sem apresentar realce após a administração de contraste intravenoso.
É provável que essa estrutura anatômica corresponda à(ao)
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Q3720947 Radiologia
Mulher, 56 anos, com diagnóstico de artrite reumatoide há um ano, queixa-se no ambulatório de dor e aumento de volume no punho direito.
Um exemplo de lesão estrutural que deve ser imediatamente reconhecida no exame de imagem é a
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Q3720920 Medicina

Paciente, masculino, 60 anos, apresenta aumento dos níveis séricos de ácido úrico e dor intensa no primeiro dedo do pé.

Entre as seguintes alterações, assinale a que caracteriza a gota de forma mais específica.

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Q3720707 Medicina
Pré-escolar do sexo masculino, 3 anos, residente em área rural de estado endêmico para leishmaniose visceral, é trazido à consulta com história de febre diária há 30 dias, perda ponderal, inapetência e aumento progressivo do abdome. Ao exame físico: palidez cutaneomucosa, hepatoesplenomegalia importante e linfonodomegalia cervical discreta. Hemograma evidencia pancitopenia (Hb 8,1 g/dL, leucócitos 2.300/mm³, plaquetas 78.000/mm³), proteína C reativa elevada e hipergamaglobulinemia. Teste rápido rK39 para leishmaniose foi positivo e a punção de medula óssea confirmou a presença de amastigotas.
A conduta terapêutica inicial mais adequada para esse caso é
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Q3720705 Medicina
Lactente masculino, 8 meses, 8 kg, previamente hígido, é admitido no pronto-socorro com diagnóstico de bronquiolite viral aguda. Apresenta esforço respiratório moderado, tiragem intercostal, batimento de asa nasal, frequência respiratória de 68 irpm, saturação periférica de oxigênio (SpO₂) de 89% em ar ambiente, sem sinais de exaustão. Está afebril, hidratado, normotenso, com ausculta pulmonar evidenciando sibilos difusos. Após falha com cateter nasal convencional com oxigênio a 2 L/min, optou-se pela instituição de oxigenoterapia com cateter nasal de alto fluxo (CNAF).
Os parâmetros ventilatórios iniciais mais adequados para uso do CNAF nesse paciente são 
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Q3720699 Medicina
Paciente masculino, 9 anos, previamente hígido, é levado à emergência com febre persistente (picos de 39 ºC há 4 dias), dor abdominal difusa, vômitos, diarreia aquosa e exantema maculopapular em tronco e membros. Há 3 semanas, mãe e irmão apresentaram teste positivo para SARS‑CoV‑2 (variante Ômicron XBB sublinhagem). A criança não foi testada na ocasião e permaneceu assintomática. Exame físico: PA 88/50 mmHg, FC 132 bpm, FR 30 ipm, SpO₂ 96 % em ar ambiente, temperatura 38,8 °C. Conjuntivite não purulenta, hiperemia labial. Ausculta cardíaca normal. Os exames laboratoriais revelam: hemograma: leucócitos 5 300 cél/mm³ (linfócitos 12 %), plaquetas 128 000 /mm³; PCR 195 mg/L, ferritina 780 ng/mL, D‑dímero 2 200 ng/mL; Troponina I 0,23 ng/mL (VR < 0,04); Procalcitonina 0,7 ng/mL; RT‑PCR para SARS‑CoV‑2: negativo; sorologia SARS‑CoV‑2 IgG nucleocapsídeo: positiva. Ecocardiograma: fração de ejeção 50 %, discreta dilatação da artéria coronária direita (Z‑score +2,5).
Com base no quadro apresentado, o diagnóstico mais provável é
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Q3720698 Medicina
Paciente masculino, 5 anos de idade, história de hidronefrose bilateral detectada no pré‑natal. Realizou ablação endoscópica de válvula de uretra posterior (VUP) com 10 dias de vida. Evoluiu com infecções urinárias de repetição no 1º ano, tratadas ambulatorialmente. Está em seguimento nefrológico.
Nas últimas consultas, os pais relatam poliúria (4,2 L/m²/dia), noctúria, atraso de crescimento (P < p3) e episódios de urgência miccional. Exame físico: PA 112/70 mmHg (p95 para idade/estatura), peso 14 kg, estatura 96 cm. Abdome sem massas; bexiga não palpável pós‑micção. Laboratório: creatinina 1,2 mg/dL (eTFG 42 mL/min/1,73 m²), ureia 58 mg/dL, bicarbonato 18 mEq/L, potássio 4,9 mEq/L. Urina de 24 h: proteinúria 240 mg/m²/dia. US recente: rins diminuídos (comprimento 6,5 cm; z‑score –2), córtico‑medular hiperecogênica; bexiga com parede espessada (6 mm) e volume residual 50 mL. O paciente utilizava sulfametoxazol‑trimetoprima profilática desde o primeiro ano, suspensa há 4 meses. Não faz cateterismo intermitente.
Com base no quadro atual e visando retardar a progressão da insuficiência renal crônica, a conduta imediata a ser tomada é 
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Q3720695 Medicina
Paciente feminino, 4 anos e 3 meses, encaminhada ao ambulatório de gastroenterologia pediátrica por atraso de crescimento e episódios de diarreia intermitente há 8 meses. Pais referem distensão abdominal progressiva, irritabilidade e perda ponderal de 1,2 kg no período. No histórico alimentar, a criança consome pão, massas e farináceos diariamente. Gestação sem intercorrências; aleitamento materno exclusivo até 5 meses; alimentação complementar introduzida aos 7 meses.
Antecedentes familiares: mãe com tireoidite de Hashimoto, primo materno com doença celíaca. Exame físico: peso 13,1 kg (< p5), estatura 94 cm (< p5), IMC 14,8 kg/m²; abdome globoso, sem visceromegalias; mucosas hipocrômicas; unhas quebradiças. Sem edemas. Desenvolvimento neuropsicomotor preservado para idade. O laboratório revela: Hemograma: Hb 9,2 g/dL, VCM 70 fL, RDW 17 %; ferritina 9 ng/mL (VR > 15 ng/mL); albumina 4,1 g/dL; PCR < 0,5 mg/dL; IgA sérica total 110 mg/dL (VR 20-150 mg/dL); coprocultura e exame parasitológico negativos.
Considerando o quadro clínico e a suspeita de doença celíaca, o próximo passo diagnóstico mais adequado é 
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Q3720688 Medicina
Menino de 6 anos, previamente hígido, é trazido ao pronto atendimento com lesões cutâneas pruriginosas no abdome, coxas e membros superiores há 5 dias. As lesões iniciaram como pápulas eritematosas que evoluíram para vesículas agrupadas com base eritematosa, com posterior formação de crostas melicéricas. Não há febre ou outros sintomas sistêmicos. A mãe relata que a criança frequenta escola e recentemente teve contato com um primo que apresentou lesões semelhantes.
Ao exame físico, observam-se múltiplas lesões crostosas com áreas de exsudação na região periumbilical e membros superiores, além de algumas vesículas íntegras e pústulas em estágio inicial. Não há sinais de sistêmicos. Não se notam linfadenomegalia, lesões orais ou mucosas.
O diagnóstico mais provável e a conduta inicial recomendada são
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Q3720674 Medicina
Recém-nascido do sexo masculino, com 3 dias de vida, nascido a termo (39 semanas), parto vaginal sem intercorrências, Apgar 8/9, peso adequado para a idade gestacional. Mãe saudável, sem histórico de infecções ou uso de medicações durante a gestação, realizou pré-natal completo e ultrassonografias, sem alterações estruturais cardíacas detectadas.
Desde o nascimento, o RN apresenta cianose central persistente, não responsiva ao oxigênio suplementar por cateter nasal. Não há desconforto respiratório evidente. À ausculta cardíaca, nota-se sopro sistólico 2+/6+, audível no foco tricúspide. Pulmões com murmúrio vesicular presente e simétrico. A oximetria de pulso revela saturação pré-ductal 85% e pós-ductal de 84%. A gasometria arterial mostra acidose respiratória leve com hipoxemia. À exceção da cianose persistente, e do sopro já relatado não há outras alterações ao exame físico.
Diante da suspeita de cardiopatia congênita cianótica, foi realizado ecocardiograma transtorácico que evidenciou transposição das grandes artérias (TGA), com septo interventricular íntegro e comunicação interatrial pequena. Com base no quadro clínico e nos achados ecocardiográficos, a conduta prioritária imediata é 
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2025 - EBSERH - Ano Adicional - Neurologia |
Q3720458 Medicina
Paciente feminina, 60 anos, apresenta comprometimento da linguagem, sem perda significativa da memória recente há, aproximadamente, dois anos. No exame neurológico, observam-se anomia e déficits de repetição, com preservação da fluência gramatical e da articulação.
Vários médicos levantaram a hipótese diagnóstica de afasia progressiva primária, uma variante da
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2025 - EBSERH - Ano Adicional - Neurologia |
Q3720447 Medicina
Um paciente com AVC extenso na artéria cerebral média direita apresenta descuido ao se barbear do lado esquerdo da face, ignora estímulos visuais do hemicampo visual esquerdo e não reconhece como seus os membros do lado esquerdo do corpo.
Esse quadro neuropsicológico é denominado
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2025 - EBSERH - Ano Adicional - Neurologia |
Q3720444 Medicina
Homem de 45 anos, previamente saudável, observa, pela manhã, ao espelho, desvio da rima labial para a direita. Nega outras queixas neurológicas. Exame neurológico confirma a queixa e não indica outros sinais de envolvimento de nervos cranianos nem sinais de envolvimento motor em membros.
A conduta mais apropriada nas primeiras 72 horas é 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2025 - EBSERH - Ano Adicional - Neurologia |
Q3720442 Medicina
Mulher de 50 anos apresenta queda de pálpebra bilateral, disartria e fraqueza cervical flutuante. O teste para anti-AChR é negativo, mas o anti-MuSK é positivo.
Esse subtipo de miastenia gravis é frequentemente caracterizado por
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2025 - EBSERH - Ano Adicional - Neurologia |
Q3720438 Medicina
Homem de 38 anos é avaliado por quadro progressivo de fraqueza assimétrica em membros superiores, miofasciculações e disartria há 8 meses. Seu pai faleceu com diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica aos 52 anos.
A eletroneuromiografiade evidencia desnervação ativa e crônica em segmentos bulbar, cervical e lombossacro. A suspeita de ELA familiar é levantada.
A alteração genética que representa a causa mais comum de esclerose lateral amiotrófica familiar e que também pode estar presente em casos esporádicos é
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2025 - EBSERH - Ano Adicional - Neurologia |
Q3720434 Medicina
Mulher de 38 anos com miastenia gravis autoimune (anti-AChR positiva) apresenta fraqueza generalizada com oscilação ao longo do dia, além de ptose e fadiga muscular aos esforços. Está em uso de piridostigmina 60 mg de 4/4h, com benefício parcial.
Exame neurológico mostra força grau 4 proximal em membros superiores e inferiores, reflexos normais e sem sinais bulbares graves. A equipe opta por introduzir corticoterapia.

Sobre a conduta imunossupressora mais adequada nesse caso, é
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: EBSERH Prova: FGV - 2025 - EBSERH - Ano Adicional - Neurologia |
Q3720430 Medicina
A paralisia de Todd é um déficit neurológico transitório, caracterizada por fraqueza ou paralisia focal, mais frequentemente hemiparesia ou hemiplegia, relacionada a
Alternativas
Respostas
4541: A
4542: E
4543: B
4544: A
4545: A
4546: A
4547: B
4548: B
4549: B
4550: A
4551: A
4552: E
4553: B
4554: C
4555: E
4556: C
4557: E
4558: E
4559: D
4560: A