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Q3724736 Medicina
Durante o pré-natal, uma gestante com 30 semanas apresenta sorologia para parvovírus B19 IgM(+) e IgG(+).

Diante desse achado, a conduta mais adequada é
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Q3724735 Medicina
Uma gestante no termo tem indicação de indução do parto. Após o exame clínico, o índice de Bishop é calculado em 10.

Isso significa que
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Q3724734 Medicina
Um laudo ultrassonográfico de uma gestação de 28 semanas evidencia medida do maior bolsão vertical do líquido amniótico de 4 mm. Não há relato de doença materna.

Diante dessa descrição, assinale a opção que apresenta, respectivamente, o diagnóstico e a possível causa. 
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Q3724733 Medicina
Uma primigesta realiza ultrassonografia morfológica de 2º trimestre. Quando o colo uterino é avaliado por via transvaginal, a medida de seu comprimento é de 19 mm. A paciente questiona o que isso significa e o que pode ser feito.

Nesse caso, as respostas para esses questionamentos são: 
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Q3724732 Medicina
Uma gestante com 20 semanas realiza ultrassonografia que evidencia dois fetos. Não foi visualizada membrana amniótica entre eles e foi constatada polidramnia. O feto 1 encontra-se com movimentação reduzida e fixo na parede anterior do útero, não sendo identificada a sua bexiga e Doppler de sua artéria umbilical com diástole zero e ducto venoso normal. O feto 2 está com movimentação ativa, bexiga repleta e Doppler da artéria umbilical normal, mas o ducto venoso com onda A reversa.

O diagnóstico mais provável é
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Q3724731 Medicina
Uma primigesta com 30 semanas realiza uma ultrassonografia obstétrica de rotina que evidencia um feto com peso estimado no percentil 8 e medida de sua circunferência abdominal no percentil 12. Não foram evidenciadas malformações fetais e o volume de líquido amniótico é normal. Ao Doppler, a relação cerebroplacentária está no percentil 44 e as artérias uterinas no percentil no percentil 15.

Diante desses achados, assinale a opção que melhor descreve diagnóstico de conduta.
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Q3724730 Medicina
Gestante com 28 semanas e histórico de três cesarianas anteriores realiza ultrassonografia que evidencia placenta prévia. Nesse caso, a equipe médica deverá se preocupar com a possibilidade da seguinte complicação:
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Q3724729 Medicina
Gestante com 26 semanas realiza teste de Coombs indireto cujo resultado é positivo. O seu tipo sanguíneo é A Rh negativo e a pesquisa para anticorpos irregulares identificou anti-C.

A conduta correta para essa paciente é 
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Q3724728 Medicina
Paciente com 37 semanas de gestação realiza ultrassonografia que evidencia peso fetal estimado de 4120 g (percentil > 99).

A etiologia para esse achado é a
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Q3724727 Medicina
Gestante com 29 semanas tem diagnóstico de diabetes gestacional. No momento faz controle com glicemias capilares e tratamento com dieta. Realizou exames laboratoriais há uma semana com os seguintes resultados: hematócrito 27%, leucócitos: 9900/mm3 , plaquetas 201.000/mm3 . Uma ultrassonografia recente evidenciou feto com peso estimado no percentil 69 e volume do líquido amniótico normal.

Com base nesses dados, é correto afirmar que
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Q3724725 Medicina
Paciente de 29 anos, G2P1, com 18 semanas e 2 dias de gestação, comparece ao serviço de urgência com queixas de dor hipogástrica e discreto sangramento transvaginal, iniciado há 1 dia. Sem comorbidades, apresenta PA 110 × 70 mmHg, encontrando-se afebril. Ao exame ultrassonográfico, confirma-se ausência de batimentos cardíacos fetais, ausência de movimentos e colapso craniano. O útero tem medidas compatíveis com a idade gestacional, sem sinais de infecção ou retenção prolongada. O colo está fechado e longo.

A melhor conduta para esse caso é
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Q3724724 Medicina
Gestante de 35 anos, G3P2, com 31 semanas e 3 dias, previamente hígida, dá entrada na maternidade com queixa súbita de dor abdominal intensa, sangramento transvaginal escuro em pequena quantidade e redução abrupta dos movimentos fetais há 2 horas. Ao exame físico, apresenta: PA: 150 × 100 mmHg, FC: 98 bpm, altura uterina: 36 cm. O útero encontra-se hipertônico, doloroso à palpação, sem intervalos de relaxamento. O exame pélvico mostra colo fechado, sem dilatação. Ausculta fetal: BCF 90 bpm com desacelerações recorrentes. Ultrassonografia à beira-leito evidencia hematoma retroplacentário.

A melhor conduta para esse caso é
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Q3724723 Medicina
Gestante de 32 anos, G2P1, com 28 semanas de gestação, dá entrada no pronto-socorro com febre alta (39,2 °C), mialgia intensa, dispneia progressiva e tosse seca há 48 horas. Apresenta saturação de O₂ de 91% em ar ambiente, taquipneia e estertores finos bibasais. Testagem rápida para influenza A é positiva, e a paciente é admitida com suspeita de síndrome respiratória aguda secundária à infecção viral. O quadro evolui com necessidade de O₂ suplementar e início de antiviral.

A alteração fisiológica pulmonar da gestação que contribui de forma mais direta para a gravidade da infecção viral nesse contexto é
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Q3724722 Medicina
Mulher de 34 anos, G2P1, comparece sozinha para ultrassonografia obstétrica de rotina com 32 semanas de gestação, sem queixas. A gravidez evoluía bem, com pré-natal adequado. Durante o exame, o médico ultrassonografista observa ausência de movimentos fetais, ausência de batimentos cardíacos e hidropsia fetal generalizada. Realiza manobras complementares e confirma o óbito fetal intraútero.
Diante do achado, o profissional se depara com a paciente ansiosa, perguntando se está tudo bem com o bebê. O ultrassonografista é responsável por realizar o exame, redigir o laudo e comunicar os achados ao obstetra assistente, mas não é o profissional responsável pelo pré-natal.

A conduta mais apropriada diante dessa situação é
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Q3724721 Medicina
João, homem trans de 27 anos, comparece à maternidade com 39 semanas e 4 dias de gestação, em trabalho de parto ativo. É G1P0, a gestação foi planejada com suspensão prévia do uso de testosterona, e o pré-natal foi acompanhado em Unidade de Saúde da Família com equipe treinada em saúde LGBTQIA+. João manifesta desejo de parto vaginal, com presença de seu companheiro e solicita ser tratado pelo nome social e pronomes masculinos.
Ao exame: altura uterina: 34 cm, ausculta fetal: BCF 142 bpm, dilatação cervical: 6 cm, 90% apagado, apresentação cefálica, bolsa íntegra. Sem fatores de risco para distocia ou contraindicações ao parto vaginal. Durante a admissão, um profissional da equipe registra em prontuário: “Parturiente do sexo feminino com quadro compatível com trabalho de parto ativo. Solicita uso de nome social, apesar de se tratar de mulher biológica.”

Considerando o relato acima, a melhor conduta para o caso é 
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Q3724717 Medicina
Primigesta de 25 anos, com 39 semanas de gestação, encontra-se em trabalho de parto ativo há 6 horas, sob analgesia peridural. Hipertensa crônica em uso de 2g de metildopa ao dia. A bolsa amniótica rompeu espontaneamente há 2 horas, com saída de líquido amniótico meconial espesso. A monitorização eletrônica fetal mostra os seguintes achados nos últimos 15 minutos: linha de base: 175 bpm, variabilidade: mínima, sem acelerações, presença de desacelerações tardias recorrentes a cada contração uterina.
Ao exame vaginal: dilatação cervical de 5 cm, 80% de apagamento, apresentação cefálica em plano -1 de De Lee, sem sinais de prolapso de cordão. A frequência de contrações é de 5 em 10 minutos, com duração de 60 segundos.

A melhor conduta para esse caso é 
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Q3724716 Medicina
Paciente de 22 anos, nulípara, foi submetida a esvaziamento uterino indicado por ultrassonografia compatível com mola hidatiforme. Estava assintomática, com útero aumentado e exame de gonadotrofina coriônica humana (hCG) de 320.000 UI/L no dia do esvaziamento uterino. No seguimento pós-molar ambulatorial, foram obtidas as seguintes dosagens hCG: Semana 1: 42.000 UI/L. Semana 2: 43.100 UI/L. Semana 3: 46.500 UI/L. Semana 4: 51.700 UI/L. Nesse momento, ultrassonografia transvaginal não mostra conteúdo intracavitário, mas exibe vascularização miometrial aumentada. A paciente permanece assintomática e com exame físico normal. RX de tórax normal.

A melhor conduta para esse caso é
Alternativas
Q3724715 Medicina
Paciente de 26 anos, G2P2, comparece à consulta no puerpério imediato (3º dia pós-parto) relatando que seu filho faleceu durante o parto (natimorto). No momento, queixa-se de desconforto mamário crescente, sensação de ingurgitamento e tristeza profunda. Ao exame: mamas ingurgitadas, sensíveis, sem sinais flogísticos. PA: 118 × 76 mmHg, FC: 82 bpm. Sem febre.

A melhor conduta para esse caso é
Alternativas
Q3724714 Medicina
Gestante de 39 anos, G2P1, com 41 semanas e 5 dias, comparece ao ambulatório pré-natal para consulta. Relata boa evolução e ausência de queixas e comorbidades. A ultrassonografia mostra feto único, em apresentação cefálica, líquido amniótico normal e Doppler fetal sem alterações. O peso estimado fetal é de 3.750 g. A gestante tem antecedente de cesariana segmentar transversal há 3 anos, por parada secundária da dilatação. Deseja tentar parto vaginal nesta gestação. Ao exame, apresenta colo uterino com índice de Bishop 4 (2 pontos para dilatação, 1 para apagamento, 0 para consistência, 0 para posição e 1 para altura da apresentação).

A melhor conduta para esse caso é 
Alternativas
Q3724713 Medicina
Gestante de 32 anos, G2P1, comparece à consulta de rotina no terceiro trimestre de pré-natal em uma Unidade Básica de Saúde. Relata que, em sua primeira gestação, teve dificuldade para amamentar, sentia dor intensa nas mamas e interrompeu o aleitamento exclusivo com apenas duas semanas de vida do bebê. Agora demonstra insegurança e ansiedade quanto à amamentação do segundo filho. Refere desejo de tentar novamente, mas está preocupada com a “falta de leite” e comenta que já comprou mamadeiras e fórmula infantil “por precaução”.

A melhor conduta para essa gestante é
Alternativas
Respostas
3701: C
3702: A
3703: D
3704: A
3705: D
3706: E
3707: D
3708: B
3709: B
3710: A
3711: A
3712: E
3713: C
3714: C
3715: B
3716: E
3717: D
3718: B
3719: D
3720: B