Questões de Concurso
Comentadas para zelador
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I.Dentre os cestos coloridos usados para separar os recicláveis, o papel deve ser descartado nas lixeiras azuis.
II.O vidro deve ser descartado na lixeira vermelha, destinada a materiais recicláveis. Porém, antes de separar esse material, deve-se tomar alguns cuidados, pois ele pode cortar a mão da pessoa responsável pela coleta e separação.
III.Os resíduos plásticos devem ser descartados nas lixeiras verdes. Um grande diferencial desse tipo de material é que a maior parte desses resíduos pode ser reciclada.
IV.Na lixeira amarela, você deve descartar apenas os metais. Assim como os outros materiais, também há uma série de objetos metálicos que não podem ser reciclados, como latas de tinta e de combustíveis, grampos, pilhas ou esponjas de aço.
Está CORRETO o que se afirma em:
Qual das alternativas abaixo expressa corretamente a principal razão para essa dificuldade inicial de aceitação?
Os salários mais altos no Brasil em 2024 permanecem ligados a profissões “historicamente mais bem remuneradas”, aponta levantamento feito pela pesquisadora da consultoria IDados, Ana Tereza Pires, a pedido da IstoÉ Dinheiro. O ranking, elaborado a partir dos dados do primeiro trimestre de 2024, mostra que médicos e engenheiros recebem os maiores salários entre os profissionais com ensino superior [...].
Disponível em: <https://istoedinheiro.com.br/ranking-mostra-as-profissoes-com-melhores-e-piores-salarios-no-brasil-para-quem-temdiploma/#:~:text=No%20lado%20dos%20piores%20sal%C3%A1rios,p%C3 %A1ginas%20de%20internet%20e%20multim%C3%ADdia>. Acesso em: 19 set. 2024
Os profissionais que recebem as menores remunerações, nesse grupo de profissionais com ensino superior, são, respectivamente,
Nesse município, está o Sítio Histórico e Patrimônio Cultural Kalunga, a maior comunidade quilombola do Brasil. Também nesse destino, a 510 km de Goiânia, encontra-se grande parte do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. A cidade é ponto de turismo cultural, de aventura e ecoturismo.
O texto refere-se ao município de
Implementado em 1994, o programa atende 123 milhões de pessoas em quase todos os municípios, segundo o Ministério da Saúde. Ao contrário do modelo de atendimento emergencial ao doente, a estratégia valoriza as ações de acompanhamento da saúde. Ligada a uma Unidade Básica de Saúde, a equipe multifuncional inclui médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agentes comunitários e, em alguns casos, dentista e nutricionista.
Disponível em: <https://noticias.uol.com.br/saude/ultimasnoticias/redacao/2018/06/05/6-programas-de-saude-publica-do-brasil-considerados-referencia-no-mundo.htm>. Acesso em: 20 set. 2024 [Adaptado].
O texto refere-se a qual programa brasileiro de saúde pública?
Leia o texto a seguir.
De origem portuguesa, esse instrumento musical foi trazido ao Brasil durante o período colonial e tornou-se um dos mais emblemáticos da cultura brasileira. Com suas diversas variantes regionais e estilos de tocar, é um símbolo de identidade cultural em todo o país, presente em manifestações como catira, fandango, folia de reis, festas juninas e festas de São João.
Esse instrumento é
Leia o texto a seguir.
Quase um quarto do território brasileiro pegou fogo, ao menos uma vez, no período entre 1985 e 2023. Foram 199,1 milhões de hectares, o equivalente a 23% da extensão territorial brasileira. Da área atingida por incêndio, 68,4% eram vegetação nativa, enquanto 31,6% tinham presença da atividade humana, notadamente a agropecuária.
Disponível em: <https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-
06/quase-1-4-do-territorio-brasileiro-pegou-fogo-nos-ultimos-40-anos>.
Acesso em: 23 set. 2024.
No Brasil, os principais biomas vítimas da ação do fogo, seja de origem natural ou provocada pelo homem, são, respectivamente,
Observe o texto a seguir.
Quebra-cabeças Pitagórico
Sobre uma folha de papel, desenhe um triângulo retângulo ABC, com ângulo reto no vértice B. A seguir, justaposto a cada um dos lados menores do triângulo, desenhe o quadrado BCDE e o quadrado ABFG. Depois, desenhe o quadrado ACIH, justaposto ao lado AC do triângulo. Agora, trace as duas diagonais do quadrado ABFG, marcando o ponto O, interseção dessas diagonais. Trace a reta r, perpendicular ao lado AC do triângulo e que passe pelo ponto O. Depois, também pelo ponto O, trace a reta s, perpendicular à reta r. Note que essas duas retas dividem o quadrado ABFG em quatro partes de mesma forma e de mesmo tamanho, como mostra a figura a seguir.

KALEFF, A. M.; REI, D. M.; GARCIA, S. S. Quebra-cabeças geométricos e
formas planas. 3. ed. Rio de Janeiro: EdUFF, 2002. [Adaptado].
O texto apresenta a construção de um quebra-cabeças que, ao ser montado, constitui-se como uma prova do Teorema de Pitágoras. Para que isso aconteça, a área da superfície do quadrado ACIH, indicada por SACIH, é igual a
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Menos plástico, mais amor
Eu provavelmente estava distraída quando os guardanapos das lanchonetes começaram a vir em invólucros de plástico. Você precisa abri-los antes de sujar as mãos, senão pode ser complicado demais. Embora essa questão seja importantíssima, o que me intriga de fato é em que momento e por que começamos a exagerar tanto no uso das coisas plásticas.
Vou chamar o fenômeno de hiperassepsia. Será que alguém morreu por um guardanapo contaminado, e eu não fiquei sabendo? E quanto ao copo descartável que acompanha a garrafa também descartável, nós precisamos mesmo dele? Talvez eu possa esboçar duas razões para esse excesso de itens destinados às lixeiras.
Em tempos de álcool gel, é natural que um dispensador de canudos nos pareça uma monstruosa colônia de germes. Melhor embalá-los um a um. No entanto, nesse exato momento, na França, há um funcionário recebendo uma nota de cinco euros e depois entregando um sanduíche a alguém com as mesmas mãos sem luvas. Isso pode causar nojo, mas revela mais sobre diferenças culturais do que reais riscos à saúde.
E o mais importante: o exagero dos plásticos parece estar ligado à tendência de querer agradar a qualquer custo. Só isso explica o que observo cotidianamente nos caixas de supermercado. Embora a maioria de nós seja capaz de pôr objetos dentro de uma sacola, temos empacotadores, instruídos a não colocar no mesmo saco uma pasta de dente e um pacote de biscoitos. A consequência é o uso de uma quantidade absurda de sacolas.
Na minha sacola de pano, sob os olhos atônitos do empacotador que acabo de dispensar, é claro que tudo vai misturado. Continuo viva.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/blog/literatura-em-movimento/menos-plastico-mais-amor/>. Acesso em: 19 set. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Menos plástico, mais amor
Eu provavelmente estava distraída quando os guardanapos das lanchonetes começaram a vir em invólucros de plástico. Você precisa abri-los antes de sujar as mãos, senão pode ser complicado demais. Embora essa questão seja importantíssima, o que me intriga de fato é em que momento e por que começamos a exagerar tanto no uso das coisas plásticas.
Vou chamar o fenômeno de hiperassepsia. Será que alguém morreu por um guardanapo contaminado, e eu não fiquei sabendo? E quanto ao copo descartável que acompanha a garrafa também descartável, nós precisamos mesmo dele? Talvez eu possa esboçar duas razões para esse excesso de itens destinados às lixeiras.
Em tempos de álcool gel, é natural que um dispensador de canudos nos pareça uma monstruosa colônia de germes. Melhor embalá-los um a um. No entanto, nesse exato momento, na França, há um funcionário recebendo uma nota de cinco euros e depois entregando um sanduíche a alguém com as mesmas mãos sem luvas. Isso pode causar nojo, mas revela mais sobre diferenças culturais do que reais riscos à saúde.
E o mais importante: o exagero dos plásticos parece estar ligado à tendência de querer agradar a qualquer custo. Só isso explica o que observo cotidianamente nos caixas de supermercado. Embora a maioria de nós seja capaz de pôr objetos dentro de uma sacola, temos empacotadores, instruídos a não colocar no mesmo saco uma pasta de dente e um pacote de biscoitos. A consequência é o uso de uma quantidade absurda de sacolas.
Na minha sacola de pano, sob os olhos atônitos do empacotador que acabo de dispensar, é claro que tudo vai misturado. Continuo viva.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/blog/literatura-em-movimento/menos-plastico-mais-amor/>. Acesso em: 19 set. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Menos plástico, mais amor
Eu provavelmente estava distraída quando os guardanapos das lanchonetes começaram a vir em invólucros de plástico. Você precisa abri-los antes de sujar as mãos, senão pode ser complicado demais. Embora essa questão seja importantíssima, o que me intriga de fato é em que momento e por que começamos a exagerar tanto no uso das coisas plásticas.
Vou chamar o fenômeno de hiperassepsia. Será que alguém morreu por um guardanapo contaminado, e eu não fiquei sabendo? E quanto ao copo descartável que acompanha a garrafa também descartável, nós precisamos mesmo dele? Talvez eu possa esboçar duas razões para esse excesso de itens destinados às lixeiras.
Em tempos de álcool gel, é natural que um dispensador de canudos nos pareça uma monstruosa colônia de germes. Melhor embalá-los um a um. No entanto, nesse exato momento, na França, há um funcionário recebendo uma nota de cinco euros e depois entregando um sanduíche a alguém com as mesmas mãos sem luvas. Isso pode causar nojo, mas revela mais sobre diferenças culturais do que reais riscos à saúde.
E o mais importante: o exagero dos plásticos parece estar ligado à tendência de querer agradar a qualquer custo. Só isso explica o que observo cotidianamente nos caixas de supermercado. Embora a maioria de nós seja capaz de pôr objetos dentro de uma sacola, temos empacotadores, instruídos a não colocar no mesmo saco uma pasta de dente e um pacote de biscoitos. A consequência é o uso de uma quantidade absurda de sacolas.
Na minha sacola de pano, sob os olhos atônitos do empacotador que acabo de dispensar, é claro que tudo vai misturado. Continuo viva.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/blog/literatura-em-movimento/menos-plastico-mais-amor/>. Acesso em: 19 set. 2024. [Adaptado].
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Menos plástico, mais amor
Eu provavelmente estava distraída quando os guardanapos das lanchonetes começaram a vir em invólucros de plástico. Você precisa abri-los antes de sujar as mãos, senão pode ser complicado demais. Embora essa questão seja importantíssima, o que me intriga de fato é em que momento e por que começamos a exagerar tanto no uso das coisas plásticas.
Vou chamar o fenômeno de hiperassepsia. Será que alguém morreu por um guardanapo contaminado, e eu não fiquei sabendo? E quanto ao copo descartável que acompanha a garrafa também descartável, nós precisamos mesmo dele? Talvez eu possa esboçar duas razões para esse excesso de itens destinados às lixeiras.
Em tempos de álcool gel, é natural que um dispensador de canudos nos pareça uma monstruosa colônia de germes. Melhor embalá-los um a um. No entanto, nesse exato momento, na França, há um funcionário recebendo uma nota de cinco euros e depois entregando um sanduíche a alguém com as mesmas mãos sem luvas. Isso pode causar nojo, mas revela mais sobre diferenças culturais do que reais riscos à saúde.
E o mais importante: o exagero dos plásticos parece estar ligado à tendência de querer agradar a qualquer custo. Só isso explica o que observo cotidianamente nos caixas de supermercado. Embora a maioria de nós seja capaz de pôr objetos dentro de uma sacola, temos empacotadores, instruídos a não colocar no mesmo saco uma pasta de dente e um pacote de biscoitos. A consequência é o uso de uma quantidade absurda de sacolas.
Na minha sacola de pano, sob os olhos atônitos do empacotador que acabo de dispensar, é claro que tudo vai misturado. Continuo viva.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/blog/literatura-em-movimento/menos-plastico-mais-amor/>. Acesso em: 19 set. 2024. [Adaptado].