Questões de Concurso Comentadas para professor - sociologia

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Q1095408 Sociologia
O que é participação política?

    A participação política envolve a possibilidade de influenciar, de forma efetiva, as políticas locais, regionais, nacionais e internacionais. Calcada a partir da ação intencional, visa a impactar na agenda pública, na participação legal do sistema representativo, a partir do voto,nas campanhas, nas eleições e na estrutura legislativa. A participação política ocorre, também, pela participação nas estruturas, nas atividades e no trabalho partidário, em grupos organizados e em manifestações orientadas a exercer influência na pauta dos atores políticos e institucionais dos governos.
     É muito comum se ouvir comentários de que a juventude hoje não se interessa por política, que é uma geração apática, alienada e consumista que passa a maior parte do seu tempo na frente da TV. Além disso, há inúmeras comparações da atual geração de jovens com aqueles que viveram os anos de ditadura no Brasil na década de 1960 e 1970. Com um tom de saudosismo, se diz que a juventude já não é como antes, que saía às ruas para protestar contra a repressão do governo e se arriscava em associações clandestinas para lutar pela liberdade de expressão e pela democracia.
    Aqueles que estão convencidos de que isso é verdade podem se surpreender. Em novembro de 2005, o IBASE e o Instituto Polis lançaram o resultado da pesquisa Juventude Brasileira e Democracia: participação, esferas e políticas públicas, que ajuda a desmistificar essa apatia da juventude. Foram entrevistados oito mil jovens em sete regiões metropolitanas brasileiras.
     Alguns dados interessantes: 28,1% dos oito mil jovens entrevistados faziam parte de algum grupo; 85,8% dos jovens afirmaram se informar sobre o que acontece no mundo; 89% dos jovens acreditam que as pessoas devem se unir para defender seus interesses; e 85% dos entrevistados disseram que é preciso abrir canais de diálogo entre cidadãos e governo.
     É fato que muitos jovens que desejam participar mais não sabem como fazer. Participação política pode ser bem mais do que votar em uma eleição. Esta é apenas uma das formas, por isso é muito importante tornar público quais os espaços já existentes e de que maneiras é possível participar!

Internet: http://www.infojovem.org.br/  (com adaptações).

Desde  a  Grécia  Antiga,  o  conceito  de  participação  política  vem  sendo  discutido  no Ocidente.  A  participação  política é  um  dos  aspectos  fundantes  das  democracias  atuais,  hoje  sendo uma referência indentitária do modo de vida social no  Ocidente.  Tendo  o  texto  apresentado  e  os  conceitos  de  participação  política,  democracia  e  identidade  como  referências iniciais, julgue os próximos itens.  
Os desafios políticos e sociais próprios da sociedade brasileira contemporânea exigem que a participação política se fixe na representação e decisão por meio do voto, pois este é o canal formal e ativo de possível efetiva ação do cidadão brasileiro.
Alternativas
Q1095396 Sociologia
Foucault: do poder disciplinar à sociedade de controle

    O controle do corpo e o poder exercido sobre ele pelas sociedades disciplinares foi tema das teses de Foucault no século XX. Para o filósofo, os mecanismos do poder nunca foram estudados na história; estudaram‐se as pessoas que detiveram o poder. O poder, em suas estratégias, ao mesmo tempo gerais e sutis, em seus mecanismos, nunca foi estudado. Assim, o corpo submisso, transformado, docilizado e controlado em face de práticas de poder foi objeto de estudo do filósofo, que mostrou, primeiramente em Vigiar e Punir, que a sociedade moderna, por meio de práticas disciplinares, construiu um sistema de poder com base no controle e na submissão dos corpos. Nos termos do filósofo, é pelo estudo dos mecanismos que penetraram nos corpos, nos gestos, nos comportamentos, que é preciso construir a arqueologia das ciências humanas. Para Foucault, nos séculos XVII e XVIII, inaugurou‐se, na sociedade, o momento das disciplinas, que, de forma institucional, se servia da vigilância nas prisões, nas escolas, nos hospitais, nos quartéis e em outras organizações, fabricando corpos submissos, por meio de uma sujeição implantada nos indivíduos que se sabiam observados. Era um tipo de poder microfísico que, nos termos de Foucault, se exerce continuamente por meio da vigilância. O controle, conceito que impera na contemporaneidade, do indivíduo no espaço e no tempo também foi objeto dos estudos foucaultianos. Foucault mostrou que a distribuição dos indivíduos no espaço era orientada pela ideia de se ter cada sujeito em um lugar específico. Tal procedimento teria a finalidade de evitar a formação de grupos, facilitaria o controle das frequências e ausências, assim como determinaria a localização exata de cada um na instituição. O princípio da ordem, desse modo, estabeleceu cada sujeito em um lugar, hierarquicamente controlado.

Internet: http://www.ibamendes.com/  (com adaptações).

A compreensão dos comportamentos dos indivíduos em sociedade, a relação desses comportamentos com as instituições sociais e as correntes de pensamento que os analisam formam a base dos conhecimentos sociológicos. Tendo o texto acima, juntamente com a aproximação das análises sociológicas e filosóficas, como referência inicial, julgue os itens de 77 a 84.
Para Foucault, as formas de controle social visam à construção de um indivíduo dócil, útil ao meio social e submisso e se dão por meio de processos e instituições disciplinadoras, como a escola e o quartel.
Alternativas
Q1095395 Sociologia
Foucault: do poder disciplinar à sociedade de controle

    O controle do corpo e o poder exercido sobre ele pelas sociedades disciplinares foi tema das teses de Foucault no século XX. Para o filósofo, os mecanismos do poder nunca foram estudados na história; estudaram‐se as pessoas que detiveram o poder. O poder, em suas estratégias, ao mesmo tempo gerais e sutis, em seus mecanismos, nunca foi estudado. Assim, o corpo submisso, transformado, docilizado e controlado em face de práticas de poder foi objeto de estudo do filósofo, que mostrou, primeiramente em Vigiar e Punir, que a sociedade moderna, por meio de práticas disciplinares, construiu um sistema de poder com base no controle e na submissão dos corpos. Nos termos do filósofo, é pelo estudo dos mecanismos que penetraram nos corpos, nos gestos, nos comportamentos, que é preciso construir a arqueologia das ciências humanas. Para Foucault, nos séculos XVII e XVIII, inaugurou‐se, na sociedade, o momento das disciplinas, que, de forma institucional, se servia da vigilância nas prisões, nas escolas, nos hospitais, nos quartéis e em outras organizações, fabricando corpos submissos, por meio de uma sujeição implantada nos indivíduos que se sabiam observados. Era um tipo de poder microfísico que, nos termos de Foucault, se exerce continuamente por meio da vigilância. O controle, conceito que impera na contemporaneidade, do indivíduo no espaço e no tempo também foi objeto dos estudos foucaultianos. Foucault mostrou que a distribuição dos indivíduos no espaço era orientada pela ideia de se ter cada sujeito em um lugar específico. Tal procedimento teria a finalidade de evitar a formação de grupos, facilitaria o controle das frequências e ausências, assim como determinaria a localização exata de cada um na instituição. O princípio da ordem, desse modo, estabeleceu cada sujeito em um lugar, hierarquicamente controlado.

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A compreensão dos comportamentos dos indivíduos em sociedade, a relação desses comportamentos com as instituições sociais e as correntes de pensamento que os analisam formam a base dos conhecimentos sociológicos. Tendo o texto acima, juntamente com a aproximação das análises sociológicas e filosóficas, como referência inicial, julgue os itens de 77 a 84.
A socialização é um dos espaços de efetivação do controle social. O processo de socialização começa com o trabalho realizado pelo segundo grupo social ao qual o ser humano tem acesso: a escola.
Alternativas
Q1095394 Sociologia
Foucault: do poder disciplinar à sociedade de controle

    O controle do corpo e o poder exercido sobre ele pelas sociedades disciplinares foi tema das teses de Foucault no século XX. Para o filósofo, os mecanismos do poder nunca foram estudados na história; estudaram‐se as pessoas que detiveram o poder. O poder, em suas estratégias, ao mesmo tempo gerais e sutis, em seus mecanismos, nunca foi estudado. Assim, o corpo submisso, transformado, docilizado e controlado em face de práticas de poder foi objeto de estudo do filósofo, que mostrou, primeiramente em Vigiar e Punir, que a sociedade moderna, por meio de práticas disciplinares, construiu um sistema de poder com base no controle e na submissão dos corpos. Nos termos do filósofo, é pelo estudo dos mecanismos que penetraram nos corpos, nos gestos, nos comportamentos, que é preciso construir a arqueologia das ciências humanas. Para Foucault, nos séculos XVII e XVIII, inaugurou‐se, na sociedade, o momento das disciplinas, que, de forma institucional, se servia da vigilância nas prisões, nas escolas, nos hospitais, nos quartéis e em outras organizações, fabricando corpos submissos, por meio de uma sujeição implantada nos indivíduos que se sabiam observados. Era um tipo de poder microfísico que, nos termos de Foucault, se exerce continuamente por meio da vigilância. O controle, conceito que impera na contemporaneidade, do indivíduo no espaço e no tempo também foi objeto dos estudos foucaultianos. Foucault mostrou que a distribuição dos indivíduos no espaço era orientada pela ideia de se ter cada sujeito em um lugar específico. Tal procedimento teria a finalidade de evitar a formação de grupos, facilitaria o controle das frequências e ausências, assim como determinaria a localização exata de cada um na instituição. O princípio da ordem, desse modo, estabeleceu cada sujeito em um lugar, hierarquicamente controlado.

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A compreensão dos comportamentos dos indivíduos em sociedade, a relação desses comportamentos com as instituições sociais e as correntes de pensamento que os analisam formam a base dos conhecimentos sociológicos. Tendo o texto acima, juntamente com a aproximação das análises sociológicas e filosóficas, como referência inicial, julgue os itens de 77 a 84.
Na sociedade tecnológica contemporânea, os corpos e as mentes, ou seja, os sujeitos, são seduzidos pelos aparatos tecnológicos que são apresentados diariamente como facilitadores do exercício de sua função, cargo ou trabalho. Esses aparelhos carregam em si dispositivos de dominação e acabam levando o controle para dentro das casas das pessoas.
Alternativas
Q1095393 Sociologia
Foucault: do poder disciplinar à sociedade de controle

    O controle do corpo e o poder exercido sobre ele pelas sociedades disciplinares foi tema das teses de Foucault no século XX. Para o filósofo, os mecanismos do poder nunca foram estudados na história; estudaram‐se as pessoas que detiveram o poder. O poder, em suas estratégias, ao mesmo tempo gerais e sutis, em seus mecanismos, nunca foi estudado. Assim, o corpo submisso, transformado, docilizado e controlado em face de práticas de poder foi objeto de estudo do filósofo, que mostrou, primeiramente em Vigiar e Punir, que a sociedade moderna, por meio de práticas disciplinares, construiu um sistema de poder com base no controle e na submissão dos corpos. Nos termos do filósofo, é pelo estudo dos mecanismos que penetraram nos corpos, nos gestos, nos comportamentos, que é preciso construir a arqueologia das ciências humanas. Para Foucault, nos séculos XVII e XVIII, inaugurou‐se, na sociedade, o momento das disciplinas, que, de forma institucional, se servia da vigilância nas prisões, nas escolas, nos hospitais, nos quartéis e em outras organizações, fabricando corpos submissos, por meio de uma sujeição implantada nos indivíduos que se sabiam observados. Era um tipo de poder microfísico que, nos termos de Foucault, se exerce continuamente por meio da vigilância. O controle, conceito que impera na contemporaneidade, do indivíduo no espaço e no tempo também foi objeto dos estudos foucaultianos. Foucault mostrou que a distribuição dos indivíduos no espaço era orientada pela ideia de se ter cada sujeito em um lugar específico. Tal procedimento teria a finalidade de evitar a formação de grupos, facilitaria o controle das frequências e ausências, assim como determinaria a localização exata de cada um na instituição. O princípio da ordem, desse modo, estabeleceu cada sujeito em um lugar, hierarquicamente controlado.

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A compreensão dos comportamentos dos indivíduos em sociedade, a relação desses comportamentos com as instituições sociais e as correntes de pensamento que os analisam formam a base dos conhecimentos sociológicos. Tendo o texto acima, juntamente com a aproximação das análises sociológicas e filosóficas, como referência inicial, julgue os itens de 77 a 84.
Nas sociedades atuais, com o uso das tecnologias, todos podem vigiar e ser vigiados, de modo que espaços públicos passaram a estar em permanente sentinela moral. Ou seja, não importa mais onde está quem dá a ordem, pois o poder tornou‐se líquido e dinâmico.
Alternativas
Q1095391 Sociologia
Foucault: do poder disciplinar à sociedade de controle

    O controle do corpo e o poder exercido sobre ele pelas sociedades disciplinares foi tema das teses de Foucault no século XX. Para o filósofo, os mecanismos do poder nunca foram estudados na história; estudaram‐se as pessoas que detiveram o poder. O poder, em suas estratégias, ao mesmo tempo gerais e sutis, em seus mecanismos, nunca foi estudado. Assim, o corpo submisso, transformado, docilizado e controlado em face de práticas de poder foi objeto de estudo do filósofo, que mostrou, primeiramente em Vigiar e Punir, que a sociedade moderna, por meio de práticas disciplinares, construiu um sistema de poder com base no controle e na submissão dos corpos. Nos termos do filósofo, é pelo estudo dos mecanismos que penetraram nos corpos, nos gestos, nos comportamentos, que é preciso construir a arqueologia das ciências humanas. Para Foucault, nos séculos XVII e XVIII, inaugurou‐se, na sociedade, o momento das disciplinas, que, de forma institucional, se servia da vigilância nas prisões, nas escolas, nos hospitais, nos quartéis e em outras organizações, fabricando corpos submissos, por meio de uma sujeição implantada nos indivíduos que se sabiam observados. Era um tipo de poder microfísico que, nos termos de Foucault, se exerce continuamente por meio da vigilância. O controle, conceito que impera na contemporaneidade, do indivíduo no espaço e no tempo também foi objeto dos estudos foucaultianos. Foucault mostrou que a distribuição dos indivíduos no espaço era orientada pela ideia de se ter cada sujeito em um lugar específico. Tal procedimento teria a finalidade de evitar a formação de grupos, facilitaria o controle das frequências e ausências, assim como determinaria a localização exata de cada um na instituição. O princípio da ordem, desse modo, estabeleceu cada sujeito em um lugar, hierarquicamente controlado.

Internet: http://www.ibamendes.com/  (com adaptações).

A compreensão dos comportamentos dos indivíduos em sociedade, a relação desses comportamentos com as instituições sociais e as correntes de pensamento que os analisam formam a base dos conhecimentos sociológicos. Tendo o texto acima, juntamente com a aproximação das análises sociológicas e filosóficas, como referência inicial, julgue os itens de 77 a 84.
O controle social consiste nos mecanismos de intervenção de uma sociedade ou grupo social utilizados para que os indivíduos se comportem de maneira desejável, de acordo com as regras sociais.
Alternativas
Q1095388 Sociologia
Ricos ficam mais ricos, mesmo na retração econômica

    A parcela 1% mais rica da população mundial concentra hoje 50,1% da riqueza das famílias de todo o mundo, de acordo com relatório do Credit Suisse do ano passado. A elite mundial atualmente possui cerca de 50% da riqueza do planeta, mas a tendência é que o percentual continue a aumentar, segundo o estudo da Biblioteca da Câmara dos Comuns britânica, encomendado pelo deputado trabalhista Liam Byrne. Se as tendências observadas desde a crise financeira de 2008 continuarem, observa o relatório, o chamado 1% terá, em suas mãos, 64% da riqueza global daqui a apenas doze anos. Estudo da Oxfam, divulgado em janeiro deste ano, utilizando também dados do Credit Suisse, apontou que cerca de 7 milhões de pessoas que compõem o grupo dos 1% mais ricos do mundo ficaram com 82% de toda a riqueza global gerada em 2017.
     Rafael Georges da Cruz, coordenador de campanhas da Oxfam Brasil, comenta a concentração de renda entre os mais ricos. “As últimas pesquisas da Oxfam têm revelado que as desigualdades de patrimônio no mundo têm crescido, a concentração do patrimônio no topo, no 1% mais rico, nos bilionários, tem crescido”, afirma. Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), há quinze milhões de brasileiros vivendo na pobreza extrema com até R$ 136 mensais. Pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos (PNCBA), do Dieese, no primeiro trimestre de 2018, o valor da cesta básica subiu em dezoito das vinte capitais pesquisadas. “Em abril, o salário mínimo necessário seria de R$ 3.706,44, ou seja, quase quatro vezes superior ao salário mínimo brasileiro”, conta.

Internet: http://www.brasil247.com/ (com adaptações).

A produção e a distribuição da riqueza são um tema crucial nos estudos sociológicos desde Marx até os dias atuais. Tendo o texto acima e os conceitos da teoria materialista histórico‐dialética própria dos escritos de Karl Marx como referência inicial, julgue os itens de 69 a 76.
O texto confirma a perspectiva marxista da desigualdade social no capitalismo a partir da deturpada e desigual distribuição da riqueza entre os homens, uma vez que, segundo os dados da PNAD, há quinze milhões de brasileiros vivendo na pobreza extrema com até R$ 136 mensais, muito menos que um salário mínimo.
Alternativas
Q1095386 Sociologia
Ricos ficam mais ricos, mesmo na retração econômica

    A parcela 1% mais rica da população mundial concentra hoje 50,1% da riqueza das famílias de todo o mundo, de acordo com relatório do Credit Suisse do ano passado. A elite mundial atualmente possui cerca de 50% da riqueza do planeta, mas a tendência é que o percentual continue a aumentar, segundo o estudo da Biblioteca da Câmara dos Comuns britânica, encomendado pelo deputado trabalhista Liam Byrne. Se as tendências observadas desde a crise financeira de 2008 continuarem, observa o relatório, o chamado 1% terá, em suas mãos, 64% da riqueza global daqui a apenas doze anos. Estudo da Oxfam, divulgado em janeiro deste ano, utilizando também dados do Credit Suisse, apontou que cerca de 7 milhões de pessoas que compõem o grupo dos 1% mais ricos do mundo ficaram com 82% de toda a riqueza global gerada em 2017.
     Rafael Georges da Cruz, coordenador de campanhas da Oxfam Brasil, comenta a concentração de renda entre os mais ricos. “As últimas pesquisas da Oxfam têm revelado que as desigualdades de patrimônio no mundo têm crescido, a concentração do patrimônio no topo, no 1% mais rico, nos bilionários, tem crescido”, afirma. Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), há quinze milhões de brasileiros vivendo na pobreza extrema com até R$ 136 mensais. Pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos (PNCBA), do Dieese, no primeiro trimestre de 2018, o valor da cesta básica subiu em dezoito das vinte capitais pesquisadas. “Em abril, o salário mínimo necessário seria de R$ 3.706,44, ou seja, quase quatro vezes superior ao salário mínimo brasileiro”, conta.

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A produção e a distribuição da riqueza são um tema crucial nos estudos sociológicos desde Marx até os dias atuais. Tendo o texto acima e os conceitos da teoria materialista histórico‐dialética própria dos escritos de Karl Marx como referência inicial, julgue os itens de 69 a 76.
Para Marx, as relações sociais são determinadas pelas formas de produção da vida material e pela maneira como os homens produzem e distribuem essa riqueza para a manutenção da vida e a sobrevivência.
Alternativas
Q1095385 Sociologia
Ricos ficam mais ricos, mesmo na retração econômica

    A parcela 1% mais rica da população mundial concentra hoje 50,1% da riqueza das famílias de todo o mundo, de acordo com relatório do Credit Suisse do ano passado. A elite mundial atualmente possui cerca de 50% da riqueza do planeta, mas a tendência é que o percentual continue a aumentar, segundo o estudo da Biblioteca da Câmara dos Comuns britânica, encomendado pelo deputado trabalhista Liam Byrne. Se as tendências observadas desde a crise financeira de 2008 continuarem, observa o relatório, o chamado 1% terá, em suas mãos, 64% da riqueza global daqui a apenas doze anos. Estudo da Oxfam, divulgado em janeiro deste ano, utilizando também dados do Credit Suisse, apontou que cerca de 7 milhões de pessoas que compõem o grupo dos 1% mais ricos do mundo ficaram com 82% de toda a riqueza global gerada em 2017.
     Rafael Georges da Cruz, coordenador de campanhas da Oxfam Brasil, comenta a concentração de renda entre os mais ricos. “As últimas pesquisas da Oxfam têm revelado que as desigualdades de patrimônio no mundo têm crescido, a concentração do patrimônio no topo, no 1% mais rico, nos bilionários, tem crescido”, afirma. Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), há quinze milhões de brasileiros vivendo na pobreza extrema com até R$ 136 mensais. Pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos (PNCBA), do Dieese, no primeiro trimestre de 2018, o valor da cesta básica subiu em dezoito das vinte capitais pesquisadas. “Em abril, o salário mínimo necessário seria de R$ 3.706,44, ou seja, quase quatro vezes superior ao salário mínimo brasileiro”, conta.

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A produção e a distribuição da riqueza são um tema crucial nos estudos sociológicos desde Marx até os dias atuais. Tendo o texto acima e os conceitos da teoria materialista histórico‐dialética própria dos escritos de Karl Marx como referência inicial, julgue os itens de 69 a 76.
Na dialética marxista, a burguesia seria a antítese e o proletariado, sua tese. A síntese seria a superação da sociedade de classes por uma sem classes, o comunismo.
Alternativas
Q1095384 Sociologia
Ricos ficam mais ricos, mesmo na retração econômica

    A parcela 1% mais rica da população mundial concentra hoje 50,1% da riqueza das famílias de todo o mundo, de acordo com relatório do Credit Suisse do ano passado. A elite mundial atualmente possui cerca de 50% da riqueza do planeta, mas a tendência é que o percentual continue a aumentar, segundo o estudo da Biblioteca da Câmara dos Comuns britânica, encomendado pelo deputado trabalhista Liam Byrne. Se as tendências observadas desde a crise financeira de 2008 continuarem, observa o relatório, o chamado 1% terá, em suas mãos, 64% da riqueza global daqui a apenas doze anos. Estudo da Oxfam, divulgado em janeiro deste ano, utilizando também dados do Credit Suisse, apontou que cerca de 7 milhões de pessoas que compõem o grupo dos 1% mais ricos do mundo ficaram com 82% de toda a riqueza global gerada em 2017.
     Rafael Georges da Cruz, coordenador de campanhas da Oxfam Brasil, comenta a concentração de renda entre os mais ricos. “As últimas pesquisas da Oxfam têm revelado que as desigualdades de patrimônio no mundo têm crescido, a concentração do patrimônio no topo, no 1% mais rico, nos bilionários, tem crescido”, afirma. Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), há quinze milhões de brasileiros vivendo na pobreza extrema com até R$ 136 mensais. Pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos (PNCBA), do Dieese, no primeiro trimestre de 2018, o valor da cesta básica subiu em dezoito das vinte capitais pesquisadas. “Em abril, o salário mínimo necessário seria de R$ 3.706,44, ou seja, quase quatro vezes superior ao salário mínimo brasileiro”, conta.

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A produção e a distribuição da riqueza são um tema crucial nos estudos sociológicos desde Marx até os dias atuais. Tendo o texto acima e os conceitos da teoria materialista histórico‐dialética própria dos escritos de Karl Marx como referência inicial, julgue os itens de 69 a 76.
A explicação para que 1% da população mundial seja mais rica que os outros 99% está na constituição da sociedade capitalista, que, segundo Marx, funciona com base no antagonismo entre duas classes: a burguesia, que detém os modos de produção (fábricas, empresas, terras, comércio etc.), e o proletariado, trabalhadores que vendem sua força de trabalho.
Alternativas
Q1095382 Sociologia
Ricos ficam mais ricos, mesmo na retração econômica

    A parcela 1% mais rica da população mundial concentra hoje 50,1% da riqueza das famílias de todo o mundo, de acordo com relatório do Credit Suisse do ano passado. A elite mundial atualmente possui cerca de 50% da riqueza do planeta, mas a tendência é que o percentual continue a aumentar, segundo o estudo da Biblioteca da Câmara dos Comuns britânica, encomendado pelo deputado trabalhista Liam Byrne. Se as tendências observadas desde a crise financeira de 2008 continuarem, observa o relatório, o chamado 1% terá, em suas mãos, 64% da riqueza global daqui a apenas doze anos. Estudo da Oxfam, divulgado em janeiro deste ano, utilizando também dados do Credit Suisse, apontou que cerca de 7 milhões de pessoas que compõem o grupo dos 1% mais ricos do mundo ficaram com 82% de toda a riqueza global gerada em 2017.
     Rafael Georges da Cruz, coordenador de campanhas da Oxfam Brasil, comenta a concentração de renda entre os mais ricos. “As últimas pesquisas da Oxfam têm revelado que as desigualdades de patrimônio no mundo têm crescido, a concentração do patrimônio no topo, no 1% mais rico, nos bilionários, tem crescido”, afirma. Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), há quinze milhões de brasileiros vivendo na pobreza extrema com até R$ 136 mensais. Pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos (PNCBA), do Dieese, no primeiro trimestre de 2018, o valor da cesta básica subiu em dezoito das vinte capitais pesquisadas. “Em abril, o salário mínimo necessário seria de R$ 3.706,44, ou seja, quase quatro vezes superior ao salário mínimo brasileiro”, conta.

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A produção e a distribuição da riqueza são um tema crucial nos estudos sociológicos desde Marx até os dias atuais. Tendo o texto acima e os conceitos da teoria materialista histórico‐dialética própria dos escritos de Karl Marx como referência inicial, julgue os itens de 69 a 76.
A dialética, conceito utilizado pela teoria marxista para compreender as relações sociais, não considera a natureza como um conglomerado casual de objetos e fenômenos, desligados e isolados uns dos outros e sem nenhuma relação de dependência entre si.
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Q1030143 Pedagogia
A intensa incorporação de jovens ao Ensino Médio brasileiro nos últimos anos tem imposto inúmeros desafios à instituição escolar. O perfil heterogêneo e a origem social diversa desses jovens, associados à estrutura social de exclusão e ao cotidiano de conflitos e violência mais extremada, suscitam novas reflexões e atitudes ao corpo pedagógico das escolas. A respeito dessas modificações mais recentes na relação entre a escola e o contexto socioeconômico dos jovens que a frequentam, é correto afirmar que: 
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Q1030142 Sociologia
O Estado Moderno surge na Europa como uma forma racional de organização social do poder num dado território e com um corpo de auxiliares qualificados à disposição do soberano, sendo sua característica principal: 
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Q1030141 Sociologia

Nesta altura da história (…), as ciências sociais se defrontam com um desafio epistemológico novo. O seu objeto transforma-se de modo visível, em amplas proporções e, sob certos aspectos, espetacularmente. Pela primeira vez, são desafiadas a pensar o mundo como uma sociedade global. As relações, os processos e as estruturas econômicas, políticas, demográficas, geográficas, históricas, culturais e sociais, que se desenvolvem em escala mundial, adquirem preeminência sobre as relações, processos e estruturas que se desenvolvem em escala nacional. O pensamento científico, em suas produções mais notáveis, elaborado primordialmente com base na reflexão sobre a sociedade nacional, não é suficiente para apreender a constituição e os movimentos da sociedade global.


(IANNI, Octavio. Globalização: novo paradigma das ciências sociais. Estudos Avançados, v. 8, n. 21, 1994, p. 147-163) 


Conforme o trecho acima, o “paradigma da globalização” tem provocado inúmeras implicações para a reflexão e a prática das ciências sociais mundo afora. Sobre esse amplo e controverso processo, é correto afirmar que: 

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Q1030140 Sociologia
Ao estudar as “formas elementares da vida religiosa”, Émile Durkheim constatou que as representações religiosas, tal como as categorias do conhecimento, são representações coletivas, esboçando, assim, os fundamentos de uma teoria social do conhecimento. De acordo com essa descoberta fundamental:  
Alternativas
Q1030139 Sociologia
O conceito de cultura é polissêmico e resulta de um longo processo de estudos, pesquisas e discussões sobre sua natureza, dinâmica, abrangência, história e sentido para os grupos e sociedades humanas que lhes correspondem. Quanto ao conceito antropológico de “cultura”, é INCORRETO afirmar que:  
Alternativas
Q1030138 Sociologia
As análises da indústria cultural empreendidas pelos alemães Theodor W. Adorno e Max Horkheimer partiram das relações entre cultura e ideologia nas sociedades capitalistas de meados do século XX e consistiram em inúmeras considerações sobre as mudanças nas concepções artísticas e sua imbricação com o mercado e o consumo de bens culturais. Referente à “indústria cultural”: 
Alternativas
Q1030137 Sociologia

A moderna noção de cidadania emergiu do liberalismo do século XVIII e definiu orientações e preceitos que gradualmente permitiriam a incorporação dos direitos civis, políticos e sociais ao cotidiano dos cidadãos, sendo seus marcos jurídicos principais a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789) e a Constituição Americana (1787). Considere as afirmativas abaixo a respeito desse novo contexto. 


I. Os direitos políticos que emergiram nesse período relacionam-se com as garantias materiais dos cidadãos, enquanto os direitos civis referem-se às relações entre os indivíduos e o Estado, e os direitos sociais, por sua vez, correspondem às garantias individuais, como a liberdade de culto.


II. A obra que sintetizou esse momento de expansão liberal dos direitos dos cidadãos foi o Leviatã de John Locke.


III. Surge pela primeira vez a concepção segundo a qual todo cidadão é um sujeito de direitos, ou seja, tem direito a ter direitos, e lhe é assegurada a participação social e política numa dada comunidade.


IV. A conquista e extensão dos direitos da cidadania ocorreu aos poucos, estritamente devido às concessões das classes dominantes.


V. Ao conceito de cidadania correspondia um conceito de democracia diferente da antiga democracia dos gregos, pois, ao contrário desta, o poder deveria ser exercido indiretamente pelo povo por meio de seus representantes eleitos.


Está correto o que se afirma APENAS em 

Alternativas
Q1030136 Sociologia
As mutações observadas mais recentemente no mundo do trabalho são amplas e envolvem inúmeras dimensões da vida social contemporânea. A respeito de tais mudanças é correto afirmar:
Alternativas
Q1030135 Sociologia
Considerados os pensadores que estabeleceram as bases e os fundamentos da Sociologia como “ciência da sociedade”, Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber propuseram diferentes teorias e métodos para a investigação e explicação da vida em sociedade, consoantes às realidades nacionais das quais procediam. Os termos que expressam os princípios metodológicos desses autores, respectivamente, são:
Alternativas
Respostas
2541: E
2542: C
2543: E
2544: C
2545: C
2546: C
2547: C
2548: E
2549: E
2550: C
2551: C
2552: C
2553: A
2554: A
2555: C
2556: D
2557: B
2558: D
2559: E
2560: E