🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Comentadas para analista de sistemas

Questões Discursivas

Foram encontradas 14.695 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1824 Português

O QUE É... DECISÃO


No mundo corporativo, há algo vagamente conhecido
como "processo decisório", que são aqueles insondáveis
critérios adotados pela alta direção da empresa
para chegar a decisões que o funcionário não consegue
entender. Tudo começa com a própria origem da palavra
"decisão", que se formou a partir do verbo latino caedere
(cortar). Dependendo do prefixo que se utiliza, a palavra
assume um significado diferente: "incisão" é cortar para
dentro, "rescisão" é cortar de novo, "concisão" é o que já
foi cortado, e assim por diante. E dis caedere, de onde
veio "decisão", significa "cortar fora". Decidir é, portanto,
extirpar de uma situação tudo o que está atrapalhando e
ficar só com o que interessa.
E, por falar em cortar, todo mundo já deve ter
ouvido a célebre história do não menos célebre rei
Salomão, mas permitam-me recontá-la, transportando
os acontecimentos para uma empresa moderna. Então,
está um dia o rei Salomão em seu palácio, quando duas
mulheres são introduzidas na sala do trono. Aos berros
e puxões de cabelo, as duas disputam a maternidade
de uma criança recém-nascida. Ambas possuem
argumentos sólidos: testemunhos da gravidez recente,
depoimentos das parteiras, certidões de nascimento.
Mas, obviamente, uma das duas está mentindo: havia
perdido o seu bebê e, para compensar a dor, surrupiara
o filho da outra. Como os testes de DNA só seriam
inventados dali a milênios, nenhuma das autoridades
imperiais consultadas pelas litigantes havia conseguido
dar uma solução satisfatória ao impasse.
Então Salomão, em sua sabedoria, chama um
guarda, manda-o cortar a criança ao meio e dar metade
para cada uma das reclamantes. Diante da catástrofe
iminente, a verdadeira mãe suplica: "Não! Se for assim, ó
meu Senhor, dê a criança inteira e viva à outra!", enquanto
a falsa mãe faz aquela cara de "tudo bem, corta aí". Pronto.
Salomão manda entregar o bebê à mãe em pânico, e a
história se encerra com essa salomônica demonstração
de conhecimento da natureza humana.
Mas isso aconteceu antigamente. Se fosse hoje,
com certeza as duas mulheres optariam pela primeira
alternativa (porque ambas teriam feito um curso de Tomada
de Decisões). Aí é que entram os processos decisórios
dos salomões corporativos. Um gerente salomão
perguntaria à mãe putativa A: "Se eu lhe der esse menino,
ó mulher, o que dele esperas no futuro?" E ela diria:
"Quero que ele cresça com liberdade, que aprenda a cantar
com os pássaros e que possa viver 100 anos de felicidade".
E a mesma pergunta seria feita à mãe putativa B, que de
pronto responderia: "Que o menino cresça forte e obediente
e que possa um dia, por Vossa glória e pela glória
de Vosso reino, morrer no campo de batalha". Então, sem
piscar, o gerente salomão ordenaria que o bebê fosse
entregue à mãe putativa B.
Por quê? Porque na salomônica lógica das
empresas, a decisão dificilmente favorece o funcionário
que tem o argumento mais racional, mais sensato, mais
justo ou mais humano. A balança sempre pende para os
putativos que trazem mais benefício para o sistema.

GEHRINGER, Max. Revista Você S/A, jan. 2002.

Nas opções abaixo, as palavras ou expressões destacadas representam sínteses de trechos do texto, EXCETO em uma. Assinale-a.
Alternativas
Q1823 Português

O QUE É... DECISÃO


No mundo corporativo, há algo vagamente conhecido
como "processo decisório", que são aqueles insondáveis
critérios adotados pela alta direção da empresa
para chegar a decisões que o funcionário não consegue
entender. Tudo começa com a própria origem da palavra
"decisão", que se formou a partir do verbo latino caedere
(cortar). Dependendo do prefixo que se utiliza, a palavra
assume um significado diferente: "incisão" é cortar para
dentro, "rescisão" é cortar de novo, "concisão" é o que já
foi cortado, e assim por diante. E dis caedere, de onde
veio "decisão", significa "cortar fora". Decidir é, portanto,
extirpar de uma situação tudo o que está atrapalhando e
ficar só com o que interessa.
E, por falar em cortar, todo mundo já deve ter
ouvido a célebre história do não menos célebre rei
Salomão, mas permitam-me recontá-la, transportando
os acontecimentos para uma empresa moderna. Então,
está um dia o rei Salomão em seu palácio, quando duas
mulheres são introduzidas na sala do trono. Aos berros
e puxões de cabelo, as duas disputam a maternidade
de uma criança recém-nascida. Ambas possuem
argumentos sólidos: testemunhos da gravidez recente,
depoimentos das parteiras, certidões de nascimento.
Mas, obviamente, uma das duas está mentindo: havia
perdido o seu bebê e, para compensar a dor, surrupiara
o filho da outra. Como os testes de DNA só seriam
inventados dali a milênios, nenhuma das autoridades
imperiais consultadas pelas litigantes havia conseguido
dar uma solução satisfatória ao impasse.
Então Salomão, em sua sabedoria, chama um
guarda, manda-o cortar a criança ao meio e dar metade
para cada uma das reclamantes. Diante da catástrofe
iminente, a verdadeira mãe suplica: "Não! Se for assim, ó
meu Senhor, dê a criança inteira e viva à outra!", enquanto
a falsa mãe faz aquela cara de "tudo bem, corta aí". Pronto.
Salomão manda entregar o bebê à mãe em pânico, e a
história se encerra com essa salomônica demonstração
de conhecimento da natureza humana.
Mas isso aconteceu antigamente. Se fosse hoje,
com certeza as duas mulheres optariam pela primeira
alternativa (porque ambas teriam feito um curso de Tomada
de Decisões). Aí é que entram os processos decisórios
dos salomões corporativos. Um gerente salomão
perguntaria à mãe putativa A: "Se eu lhe der esse menino,
ó mulher, o que dele esperas no futuro?" E ela diria:
"Quero que ele cresça com liberdade, que aprenda a cantar
com os pássaros e que possa viver 100 anos de felicidade".
E a mesma pergunta seria feita à mãe putativa B, que de
pronto responderia: "Que o menino cresça forte e obediente
e que possa um dia, por Vossa glória e pela glória
de Vosso reino, morrer no campo de batalha". Então, sem
piscar, o gerente salomão ordenaria que o bebê fosse
entregue à mãe putativa B.
Por quê? Porque na salomônica lógica das
empresas, a decisão dificilmente favorece o funcionário
que tem o argumento mais racional, mais sensato, mais
justo ou mais humano. A balança sempre pende para os
putativos que trazem mais benefício para o sistema.

GEHRINGER, Max. Revista Você S/A, jan. 2002.

As palavras "salomônica" em "salomônica demonstração" (l. 37) e "salomão", em "Um gerente salomão" (l. 43), respectivamente, significam:
Alternativas
Q1822 Português

O QUE É... DECISÃO


No mundo corporativo, há algo vagamente conhecido
como "processo decisório", que são aqueles insondáveis
critérios adotados pela alta direção da empresa
para chegar a decisões que o funcionário não consegue
entender. Tudo começa com a própria origem da palavra
"decisão", que se formou a partir do verbo latino caedere
(cortar). Dependendo do prefixo que se utiliza, a palavra
assume um significado diferente: "incisão" é cortar para
dentro, "rescisão" é cortar de novo, "concisão" é o que já
foi cortado, e assim por diante. E dis caedere, de onde
veio "decisão", significa "cortar fora". Decidir é, portanto,
extirpar de uma situação tudo o que está atrapalhando e
ficar só com o que interessa.
E, por falar em cortar, todo mundo já deve ter
ouvido a célebre história do não menos célebre rei
Salomão, mas permitam-me recontá-la, transportando
os acontecimentos para uma empresa moderna. Então,
está um dia o rei Salomão em seu palácio, quando duas
mulheres são introduzidas na sala do trono. Aos berros
e puxões de cabelo, as duas disputam a maternidade
de uma criança recém-nascida. Ambas possuem
argumentos sólidos: testemunhos da gravidez recente,
depoimentos das parteiras, certidões de nascimento.
Mas, obviamente, uma das duas está mentindo: havia
perdido o seu bebê e, para compensar a dor, surrupiara
o filho da outra. Como os testes de DNA só seriam
inventados dali a milênios, nenhuma das autoridades
imperiais consultadas pelas litigantes havia conseguido
dar uma solução satisfatória ao impasse.
Então Salomão, em sua sabedoria, chama um
guarda, manda-o cortar a criança ao meio e dar metade
para cada uma das reclamantes. Diante da catástrofe
iminente, a verdadeira mãe suplica: "Não! Se for assim, ó
meu Senhor, dê a criança inteira e viva à outra!", enquanto
a falsa mãe faz aquela cara de "tudo bem, corta aí". Pronto.
Salomão manda entregar o bebê à mãe em pânico, e a
história se encerra com essa salomônica demonstração
de conhecimento da natureza humana.
Mas isso aconteceu antigamente. Se fosse hoje,
com certeza as duas mulheres optariam pela primeira
alternativa (porque ambas teriam feito um curso de Tomada
de Decisões). Aí é que entram os processos decisórios
dos salomões corporativos. Um gerente salomão
perguntaria à mãe putativa A: "Se eu lhe der esse menino,
ó mulher, o que dele esperas no futuro?" E ela diria:
"Quero que ele cresça com liberdade, que aprenda a cantar
com os pássaros e que possa viver 100 anos de felicidade".
E a mesma pergunta seria feita à mãe putativa B, que de
pronto responderia: "Que o menino cresça forte e obediente
e que possa um dia, por Vossa glória e pela glória
de Vosso reino, morrer no campo de batalha". Então, sem
piscar, o gerente salomão ordenaria que o bebê fosse
entregue à mãe putativa B.
Por quê? Porque na salomônica lógica das
empresas, a decisão dificilmente favorece o funcionário
que tem o argumento mais racional, mais sensato, mais
justo ou mais humano. A balança sempre pende para os
putativos que trazem mais benefício para o sistema.

GEHRINGER, Max. Revista Você S/A, jan. 2002.

O autor define "processos decisórios" como "aqueles insondáveis critérios adotados pela alta direção da empresa para chegar a decisões que o funcionário não consegue entender." (l. 2-5). Assinale a opção que apresenta a justificativa para tal definição.
Alternativas
Q1821 Português

O QUE É... DECISÃO


No mundo corporativo, há algo vagamente conhecido
como "processo decisório", que são aqueles insondáveis
critérios adotados pela alta direção da empresa
para chegar a decisões que o funcionário não consegue
entender. Tudo começa com a própria origem da palavra
"decisão", que se formou a partir do verbo latino caedere
(cortar). Dependendo do prefixo que se utiliza, a palavra
assume um significado diferente: "incisão" é cortar para
dentro, "rescisão" é cortar de novo, "concisão" é o que já
foi cortado, e assim por diante. E dis caedere, de onde
veio "decisão", significa "cortar fora". Decidir é, portanto,
extirpar de uma situação tudo o que está atrapalhando e
ficar só com o que interessa.
E, por falar em cortar, todo mundo já deve ter
ouvido a célebre história do não menos célebre rei
Salomão, mas permitam-me recontá-la, transportando
os acontecimentos para uma empresa moderna. Então,
está um dia o rei Salomão em seu palácio, quando duas
mulheres são introduzidas na sala do trono. Aos berros
e puxões de cabelo, as duas disputam a maternidade
de uma criança recém-nascida. Ambas possuem
argumentos sólidos: testemunhos da gravidez recente,
depoimentos das parteiras, certidões de nascimento.
Mas, obviamente, uma das duas está mentindo: havia
perdido o seu bebê e, para compensar a dor, surrupiara
o filho da outra. Como os testes de DNA só seriam
inventados dali a milênios, nenhuma das autoridades
imperiais consultadas pelas litigantes havia conseguido
dar uma solução satisfatória ao impasse.
Então Salomão, em sua sabedoria, chama um
guarda, manda-o cortar a criança ao meio e dar metade
para cada uma das reclamantes. Diante da catástrofe
iminente, a verdadeira mãe suplica: "Não! Se for assim, ó
meu Senhor, dê a criança inteira e viva à outra!", enquanto
a falsa mãe faz aquela cara de "tudo bem, corta aí". Pronto.
Salomão manda entregar o bebê à mãe em pânico, e a
história se encerra com essa salomônica demonstração
de conhecimento da natureza humana.
Mas isso aconteceu antigamente. Se fosse hoje,
com certeza as duas mulheres optariam pela primeira
alternativa (porque ambas teriam feito um curso de Tomada
de Decisões). Aí é que entram os processos decisórios
dos salomões corporativos. Um gerente salomão
perguntaria à mãe putativa A: "Se eu lhe der esse menino,
ó mulher, o que dele esperas no futuro?" E ela diria:
"Quero que ele cresça com liberdade, que aprenda a cantar
com os pássaros e que possa viver 100 anos de felicidade".
E a mesma pergunta seria feita à mãe putativa B, que de
pronto responderia: "Que o menino cresça forte e obediente
e que possa um dia, por Vossa glória e pela glória
de Vosso reino, morrer no campo de batalha". Então, sem
piscar, o gerente salomão ordenaria que o bebê fosse
entregue à mãe putativa B.
Por quê? Porque na salomônica lógica das
empresas, a decisão dificilmente favorece o funcionário
que tem o argumento mais racional, mais sensato, mais
justo ou mais humano. A balança sempre pende para os
putativos que trazem mais benefício para o sistema.

GEHRINGER, Max. Revista Você S/A, jan. 2002.

De acordo com a origem da palavra "decisão" oferecida pelo texto, a paráfrase adequada para "processo decisório" é processo de:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: NCE-UFRJ Órgão: Ministério das Cidades
Q1236052 Redes de Computadores
Dados os endereços IP e suas respectivas máscaras de sub-rede, o item que contém um endereço de broadcast é:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: NCE-UFRJ Órgão: Ministério das Cidades
Q1235911 Engenharia de Software
Observe os atributos de um sistema de informação:
I-Quantidade de arquivos internos. II-Quantidade de transações de entrada. III-Quantidade de relatórios de saída.
Os itens que fazem parte dos atributos utilizados pela métrica de pontos de função visando avaliar a funcionalidade de um sistema de informação:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: NCE-UFRJ Órgão: Ministério das Cidades
Q1235843 Noções de Informática
A porta padrão e o protocolo de transporte usados pelo protocolo HTTP são, respectivamente:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: NCE-UFRJ Órgão: Ministério das Cidades
Q1229199 Engenharia de Software
Considere as seguintes assertivas sobre o diagramas de casos de uso (DCU) da UML:
I- Um ator pode aparecer somente em um único DCU. II- Um ator pode participar de vários casos de uso. III- Um caso de uso pode estar relacionado a outro caso de uso.
As assertivas corretas são:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: NCE-UFRJ Órgão: Ministério das Cidades
Q1229037 Engenharia de Software
Considere as seguintes qualidades do projeto de um sistema de informação:
I- Coesão. II- Acoplamento. III- Reutilização.
Para obter uma boa qualidade de projeto, o projetista deve tentar:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: NCE-UFRJ Órgão: Ministério das Cidades
Q1228870 Noções de Informática
Considere as seguintes assertivas sobre sistemas baseados em computadores:
I- Sistema on-line é aquele que aceita entradas diretamente da área onde foram gerados. II- Sistema de tempo real é aquele que controla um ambiente: recebendo,processando e retornando dados de forma suficientemente rápida para afetar o ambiente. III- Os sistemas transacionais suportam as atividades do dia-a-dia das empresas.
As assertivas corretas são:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: NCE-UFRJ Órgão: Ministério das Cidades
Q1228637 Engenharia de Software
Considere os seguintes componentes da especificação de um sistema de informação (SI):
I- Diagrama de Contexto. II- Lista de eventos. III- Mini-especificação de um processo.
Os itens que fazem parte do modelo ambiental de um SI são:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: FCC Órgão: CEAL
Q1227725 Redes de Computadores
Na arquitetura TCP/IP,
Alternativas
Ano: 2005 Banca: FCC Órgão: CEAL
Q1227569 Inglês
  Someone on your left speaks French and someone on your right speaks English; both individuals need to speak to each other. The systems analyst is the middleman, assessing the needs of the end-user and translating them into programming or turning over the programming responsibility to the development department. What are the business requirements? Who will comprise the user community? How large is the application going to be? Will it be internal or external? These are all questions facing the systems analyst, who spends much of the day in front of the computer poring over these issues.    With a new product, other elements come into play, such as network location, user community, type of machine, and portability. If the analyst is reviewing an established product, the user community will dictate its changes and enhancements. "One of the biggest surprises in my 25 years of technology work is that people who have a creative background as opposed to a degree in computer science tend to make better systems analysts," says one seasoned professional. "The best analysts I've come across came from backgrounds in theater, art, and filmmaking. But they were all able to see and grasp big-picture concepts very quickly, and break them down into subcomponents. People who have a computer science or math background tend to be very technical, and sometimes that can be a hindrance." Systems analysts need to be independent thinkers – people who can "think out of the box" by grasping concepts quickly and seeing the big picture as opposed to the small details. "I also look for someone who is self-motivated. Here take the ball and run with it and come back if you have any issues," says one employer who heads up a technology group. (http://www.princetonreview.com/cte/profiles/dayInLife.asp?careerID=210)
A tradução correta da frase Who will comprise the user community?, do texto acima, é:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: FCC Órgão: CEAL
Q1227563 Inglês
  Someone on your left speaks French and someone on your right speaks English; both individuals need to speak to each other. The systems analyst is the middleman, assessing the needs of the end-user and translating them into programming or turning over the programming responsibility to the development department. What are the business requirements? Who will comprise the user community? How large is the application going to be? Will it be internal or external? These are all questions facing the systems analyst, who spends much of the day in front of the computer poring over these issues.    With a new product, other elements come into play, such as network location, user community, type of machine, and portability. If the analyst is reviewing an established product, the user community will dictate its changes and enhancements. "One of the biggest surprises in my 25 years of technology work is that people who have a creative background as opposed to a degree in computer science tend to make better systems analysts," says one seasoned professional. "The best analysts I've come across came from backgrounds in theater, art, and filmmaking. But they were all able to see and grasp big-picture concepts very quickly, and break them down into subcomponents. People who have a computer science or math background tend to be very technical, and sometimes that can be a hindrance." Systems analysts need to be independent thinkers – people who can "think out of the box" by grasping concepts quickly and seeing the big picture as opposed to the small details. "I also look for someone who is self-motivated. Here take the ball and run with it and come back if you have any issues," says one employer who heads up a technology group. (http://www.princetonreview.com/cte/profiles/dayInLife.asp?careerID=210)
 No texto, poring over significa
Alternativas
Ano: 2005 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CESAN
Q1227557 Redes de Computadores
Julgue o item a seguir, com relação aos protocolos IP e ARP.
O endereço de loopback deve ser 127.0.0.1. 

Alternativas
Ano: 2005 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CESAN
Q1221017 Redes de Computadores
No referente a redes de comunicação de dados, julgue o item subseqüente.
Em situações de alto retardo, o controle on-off é melhor que o embasado em janelas. 
Alternativas
Ano: 2005 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CESAN
Q1221010 Redes de Computadores
No referente a redes de comunicação de dados, julgue o item subseqüente.
A técnica de bit stuffing é empregada para que os caracteres usados para delimitação dos quadros não ocorram nos dados destes.
Alternativas
Ano: 2005 Banca: FCC Órgão: CEAL
Q1220164 Direito Empresarial (Comercial)
 A pirataria de software é combatida no Brasil pela Lei nO 9.609/98 e é fiscalizada por: 
Alternativas
Ano: 2005 Banca: NCE-UFRJ Órgão: Ministério das Cidades
Q1209623 Banco de Dados
A especificação de chaves estrangeiras para atributos de uma tabela R em relação a ela própria é uma característica necessária nos SGBD para a tradução de diagramas ER que contêm:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: CODERN
Q1205691 Arquitetura de Computadores
O padrão Serial ATA é um novo padrão de discos rígidos que começa a aparecer no mercado. Esse padrão possui a propriedade de
Alternativas
Respostas
14461: C
14462: A
14463: A
14464: B
14465: B
14466: E
14467: E
14468: D
14469: D
14470: E
14471: D
14472: C
14473: B
14474: A
14475: E
14476: E
14477: C
14478: C
14479: E
14480: A