Questões de Concurso Comentadas para analista de sistemas

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Q916762 Arquitetura de Software
Dentre os principais componentes da arquitetura da informação, NÃO podemos citar
Alternativas
Q916761 Design Gráfico
Qual, dentre as estratégias abaixo, NÃO ajuda num design responsivo para dispositivos móveis?
Alternativas
Q916760 Design Gráfico
Analise as afirmativas abaixo:
I. Um design responsivo usa um layout fluído com medidas flexíveis e valores absolutos. II. As medias queries são fundamentais para permitir um design adaptativo. III. O uso da chamada progressive enhancement (melhoria progressiva) pode ser aplicada para substituir a chamada graceful degradation (degradação graciosa) na criação de interfaces.
Assinale a alternativa que não está INCORRETA.
Alternativas
Q916759 Design Gráfico
Embora o uso de WebP e JPEG-XR sejam boas alternativas para a compressão de imagens, e SVG possa ser usado para imagens vetoriais, é possível que o browser tenha limitações. Assim, podemos usar técnicas como o uso do elemento <picture>, que permite informar várias versões da mesma imagem, usando o atributo type, mas isso causa um problema com a quantidade de URLs diferentes ou de elementos <source> que precisamos definir para cada formato e densidade, por exemplo. Nesse contexto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q916758 Programação
Dentre as alternativas a seguir, assinale a que NÃO se aplica ao conceito de responsividade.
Alternativas
Q916757 Design Gráfico
Adobe After Effects é um programa de criação de gráficos com movimento e efeitos visuais bastante poderosos. Sobre o After Effects, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q916756 Áudio e Vídeo
As ferramentas de áudio e vídeo evoluíram muito, sendo possível manipular facilmente um áudio ou vídeo, cortando ou emendando trechos de gravação. Dentre as alternativas a seguir, assinale a que NÃO se enquadra nas funcionalidades de manipulação de áudio.
Alternativas
Q916755 Design Gráfico
Num CMS (Content Management System), o sistema de gerenciamento é responsável pelo armazenamento de longo prazo dos componentes de conteúdo. Para isso, um CMS NÃO precisa incluir
Alternativas
Q916754 Design Gráfico
O advento da publicação de informação na web causou um aumento na necessidade do gerenciamento de informação. Nesse contexto, há fases que antecedem a publicação da informação. Sobre isso, analise as afirmativas abaixo:
I. Os processos de autoria e aquisição são parte do sistema de coleção (Collection System). II. Um CMS (Content Management System) pode auxiliar o trabalho do autor do conteúdo, fornecendo templates (modelos). III. O fluxo de trabalho do editor e o controle de versões das informações não devem ser controladas pelo CMS. IV. O CMS deve ajudar o autor a trabalhar eficientemente e de forma eficaz.
Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q916753 Programação
As aplicações web e as soluções de e-commerce e e-government aumentaram a demanda por melhores e mais dinâmicos formulários eletrônicos (e-forms). Atualmente, é possível e viável usar HTML para criar e-forms, que possuem inúmeros benefícios, EXCETO:
Alternativas
Q916752 Programação
Sobre gráficos vetorias e sua manipulação usando CSS, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q916751 Design Gráfico
Sobre o tratamento e o uso de imagens bitmap e vetoriais, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q916750 Programação
A linguagem CSS possui inúmeros frameworks, como o W3.CSS e o Bootstrap, além de pré-processadores, que facilitam o trabalho de desenvolvimento de um sítio. Sobre CSS, frameworks e pré-processadores CSS, analise as afirmativas abaixo:
I. Bootstrap é um popular framework HTML, CSS, e JavaScript para desenvolvimento de projetos responsivos e focado para dispositivos móveis nativos. II. Less e Sass são dois pré-processadores CSS. III. O W3.CSS usa apenas CSS padrão, sem JQuery ou JavaScript, e possui várias classes pré-definidas.
Assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q916749 Programação
A linguagem JavaScript permite manipular diversos objetos relacionados ao sítio ou portal; dentre esses objetos, temos o objeto navigator, que representa o browser e que, embora não possua um padrão público que se aplique a ele, a maioria dos browsers o suportam. Dentre as propriedades desse objeto, é INCORRETO afirmar que
Alternativas
Q916748 Arquitetura de Software
Sobre as recomendações de acessibilidade do eMAG v3.1, analise as afirmativas abaixo:
I. A observação desses padrões facilita o acesso ao conte do da Web, independente de certas limitações de ordem técnicas, como uma conexão lenta, a falta de recursos de mídia, etc. II. Para facilitar a implementação das recomendações, no eMAG, elas são separadas por seções, de acordo com as necessidades de implementação. III. Diferente da WCAG internacional, as recomendações de acessibilidade desse documento não estão divididas por níveis de prioridade e sim, por área.
Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q916747 Arquitetura de Software
Sobre o eMAG, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q916746 Arquitetura de Computadores
Diversos conectores permitem enviar a exibição da tela do computador para um televisor ou projetor. Dentre as opções a seguir, assinale aquela que permite não só a passagem de informações de vídeo mas também de áudio.
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Q916745 Noções de Informática
Atualmente, ao se utilizar um sistema online, percebe-se que os aspectos de privacidade e segurança da informação são muito importantes. Dentre as alternativas a seguir, assinale a que NÃO ajuda a aumentar o nível de segurança e a privacidade.
Alternativas
Q874694 Português

TEXTO 1 


    Os fatos linguísticos sempre estiveram misturados à história dos povos, a seus esforços de expansão e dominação territorial e política, a suas lutas pela hegemonia cultural, a seus intentos proselitistas, a suas necessidades retóricas; enfim, as línguas foram recebendo tratamentos diversos, conforme as também diversas condições sociais e políticas dos grupos, que as tinham como marca de sua identidade.

    Não estranha, portanto, que, historicamente, as questões linguísticas tenham servido a interesses muito diversos e, de acordo com esses interesses, tenham sido vistas em óticas bastante diferentes. “Toda língua são rastros de velhos mistérios”, lembra Guimarães Rosa.

    Se isso é verdade, considerando-se a língua como um todo, é mais verdade ainda entre nós, ocidentais, em relação à gramática, em geral. De fato, herdamos dos gregos a concepção da gramática, em todas as acepções, como uma força controladora que preserva a língua contra as possíveis ameaças de desaparecimento ou até mesmo de declínio, seja pela ação de invasores, seja pela ação dos próprios membros da comunidade de falantes.

    Na verdade, as pessoas sempre sentiram certa compulsão para defender a integridade de sua língua. Ou, de acordo com certas visões, sua pureza ou seu poder de argumentação. Nada mais apropriado para esses intentos do que a compilação de gramáticas, que estabelecessem paradigmas, modelos, normas, capazes de garantir a manutenção da identidade linguística.

    Noutras palavras, se fez necessário, para as comunidades de falantes, um instrumento de controle – a gramática normativa – que disciplinasse o fluxo da própria língua, garantindo sua sobrevivência ou aperfeiçoando suas potencialidades de uso em função dos efeitos retóricos pretendidos.

    Nesse quadro, a criação de paradigmas e modelos em gramáticas foi assumindo feições próprias e constituindo uma garantia de vida e de sucesso para as línguas, sem nunca se ter ausentado totalmente. Nem mesmo quando já não eram tão evidentes as ameaças de desaparecimento ou de descaracterização de seus usos mais modelares.

    Em suma, foi sendo atribuído aos compêndios de gramática um papel de instrumento controlador da língua, ao qual caberia conduzir o comportamento verbal dos usuários, pela imposição de modelos ou de padrões. Mas não foi apenas a função de controle atribuída à gramática que fez com que os estudiosos se interessassem por ela. Sob ângulos bem diferentes, as pessoas sempre se mostraram curiosas por entenderem a suprema prerrogativa da linguagem humana, e isso também motivou o interesse pelo aparecimento de gramáticas, obras nas quais se tentasse explicitar os mecanismos subjacentes à atividade verbal.

    A encruzilhada de fatores tão complexos, historicamente submetidos a interesses políticos, econômicos e sociais diferentes, resultou numa série de concepções e, com o passar dos séculos, deu ensejo à formação de alguns equívocos acerca do que é a gramática e, consequentemente, daquilo que deve constituir seu ensino.

    Alguns equívocos mais recorrentes e com sérias repercussões para as atividades de ensino são as crenças de que: língua e gramática são a mesma coisa; basta saber gramática para falar, ler e escrever com sucesso; e toda atuação verbal tem que se pautar pela norma prestigiada.

ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola, 2007, p. 35-38. Adaptado. 

Sabemos que as normas ortográficas variam, de tempos em tempos. Assinale a alternativa cujo par de palavras está grafado segundo as normas que vigoram atualmente.
Alternativas
Q874693 Português

TEXTO 1 


    Os fatos linguísticos sempre estiveram misturados à história dos povos, a seus esforços de expansão e dominação territorial e política, a suas lutas pela hegemonia cultural, a seus intentos proselitistas, a suas necessidades retóricas; enfim, as línguas foram recebendo tratamentos diversos, conforme as também diversas condições sociais e políticas dos grupos, que as tinham como marca de sua identidade.

    Não estranha, portanto, que, historicamente, as questões linguísticas tenham servido a interesses muito diversos e, de acordo com esses interesses, tenham sido vistas em óticas bastante diferentes. “Toda língua são rastros de velhos mistérios”, lembra Guimarães Rosa.

    Se isso é verdade, considerando-se a língua como um todo, é mais verdade ainda entre nós, ocidentais, em relação à gramática, em geral. De fato, herdamos dos gregos a concepção da gramática, em todas as acepções, como uma força controladora que preserva a língua contra as possíveis ameaças de desaparecimento ou até mesmo de declínio, seja pela ação de invasores, seja pela ação dos próprios membros da comunidade de falantes.

    Na verdade, as pessoas sempre sentiram certa compulsão para defender a integridade de sua língua. Ou, de acordo com certas visões, sua pureza ou seu poder de argumentação. Nada mais apropriado para esses intentos do que a compilação de gramáticas, que estabelecessem paradigmas, modelos, normas, capazes de garantir a manutenção da identidade linguística.

    Noutras palavras, se fez necessário, para as comunidades de falantes, um instrumento de controle – a gramática normativa – que disciplinasse o fluxo da própria língua, garantindo sua sobrevivência ou aperfeiçoando suas potencialidades de uso em função dos efeitos retóricos pretendidos.

    Nesse quadro, a criação de paradigmas e modelos em gramáticas foi assumindo feições próprias e constituindo uma garantia de vida e de sucesso para as línguas, sem nunca se ter ausentado totalmente. Nem mesmo quando já não eram tão evidentes as ameaças de desaparecimento ou de descaracterização de seus usos mais modelares.

    Em suma, foi sendo atribuído aos compêndios de gramática um papel de instrumento controlador da língua, ao qual caberia conduzir o comportamento verbal dos usuários, pela imposição de modelos ou de padrões. Mas não foi apenas a função de controle atribuída à gramática que fez com que os estudiosos se interessassem por ela. Sob ângulos bem diferentes, as pessoas sempre se mostraram curiosas por entenderem a suprema prerrogativa da linguagem humana, e isso também motivou o interesse pelo aparecimento de gramáticas, obras nas quais se tentasse explicitar os mecanismos subjacentes à atividade verbal.

    A encruzilhada de fatores tão complexos, historicamente submetidos a interesses políticos, econômicos e sociais diferentes, resultou numa série de concepções e, com o passar dos séculos, deu ensejo à formação de alguns equívocos acerca do que é a gramática e, consequentemente, daquilo que deve constituir seu ensino.

    Alguns equívocos mais recorrentes e com sérias repercussões para as atividades de ensino são as crenças de que: língua e gramática são a mesma coisa; basta saber gramática para falar, ler e escrever com sucesso; e toda atuação verbal tem que se pautar pela norma prestigiada.

ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola, 2007, p. 35-38. Adaptado. 

No 8º parágrafo, encontra-se o seguinte trecho: “A encruzilhada de fatores tão complexos [...] resultou numa série de concepções”. Assinale a alternativa em que as normas de regência verbal seriam atendidas, mantendo a coerência desse trecho, se ele fosse alterado.
Alternativas
Respostas
8961: D
8962: A
8963: A
8964: B
8965: E
8966: B
8967: A
8968: B
8969: D
8970: C
8971: D
8972: B
8973: C
8974: C
8975: D
8976: E
8977: C
8978: D
8979: A
8980: C