Questões de Concurso Comentadas para analista de sistemas

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Q1022588 Noções de Informática
As versões 32 bits e 64 bits do sistema operacional Windows referem-se:
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Q1022587 Noções de Informática
Qual é o resultado da combinação das teclas CTRL e L sobre um texto em edição, em uma área do Microsoft Word?
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Q1022586 Noções de Informática
Em um navegador Web, como o Mozilla Firefox ou o Google Chrome, a função complementos/extensões significa:
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Q1022585 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD, 2016), o Estado do Tocantins recebe um número significativo de migrantes de outros estados. Em relação à dinâmica migratória, a maior parte dos imigrantes esse estado é oriunda de
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Q1022584 História e Geografia de Estados e Municípios
O Estado do Tocantins possui o décimo quarto maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país, segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD, 2010). Os municípios desse estado que apresentam os dois maiores IDHs são:
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Q1022583 História e Geografia de Estados e Municípios
Segundo a Secretaria da Saúde do Estado do Tocantins, doze casos de Zica Vírus foram confirmados, nesse estado, durante o ano de 2015, número considerado pequeno em relação às ocorrências em estados como São Paulo e Pernambuco. Sabendo-se que o principal vetor do Zica Vírus é o mosquito Aedes aegypti, o número de casos dessa doença no Estado do Tocantins justifica-se pela
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Q1022582 História e Geografia de Estados e Municípios
A energia hidrelétrica é uma das principais fontes de abastecimento energético da população brasileira. No caso do Estado do Tocantins, diferente da média nacional, o consumo de energia destina-se majoritariamente à finalidade
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Q1022581 Conhecimentos Gerais
Uma parte significativa dos conflitos sociais no Brasil ocorre na região da Amazônia Legal, da qual o Estado do Tocantins faz parte. Na divisa entre esse Estado e o do Pará ocorrem frequentes conflitos relacionados
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Q1022580 História e Geografia de Estados e Municípios
A localização de centros urbanos e a de suas respectivas redes urbanas são importantes elementos para o planejamento de um estado ou região. Dentre os três municípios mais populosos do Estado do Tocantins, dois possuem seu núcleo urbano localizado
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Q1022579 História e Geografia de Estados e Municípios
Os povos indígenas constituem parte importante da população e da cultura tocantinenses. A maior área indígena, em extensão, localizada no Estado do Tocantins é a Terra Indígena
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Q1022578 História e Geografia de Estados e Municípios
A pecuária tem um importante papel na economia do Estado do Tocantins. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2015), as duas principais Microrregiões produtoras de bovinos deste estado são:
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Q1022577 História e Geografia de Estados e Municípios
O Estado do Tocantins, após sua criação, vem passando por um aumento em sua população total. Mas o crescimento tem sido maior nas áreas urbanas, motivo pelo qual a população do estado passou a ser majoritariamente urbana na década de
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Q1022576 Geografia
O Cerrado, segundo maior Bioma em extensão do Brasil, abrange estados como Tocantins, Goiás e Mato Grosso. Dentre os estados que não possuem formações vegetais típicas de Cerrado, estão
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Q1022567 Português
O emprego do pronome 'nossas', na expressão “nossas icamiabas”, no trecho “Essa história não tem nada a ver com nossas icamiabas”, no terceiro parágrafo, constrói sentimento de
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Q961400 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
O termo “que” dos segmentos em destaque apresenta-se com classificação morfológica DIFERENTE dos demais em:
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Q961399 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
Pode-se afirmar que o segundo parágrafo do texto transcrito
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Q961398 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
O verbo haver possui inúmeras acepções, a forma apresentada na locução “Há de haver uma razão que explique tamanha ruína.” (1º§) está de acordo com a exigência linguística da norma culta da língua assim como em:
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Q961397 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
Mantendo a correção linguística e a coesão textual, assinale a reescrita correta para o trecho “Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução.” (1º§)
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Q961396 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
Acerca das indagações que dão início ao trecho transcrito pode-se afirmar que:
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Q947102 Inglês

Cow Threat


Cows are walking machines. They transform materials (grass, hay, water, and feed) into finished products (milk, beef, leather, and so on).

As any factory, cows produce waste. Solid waste is eliminated through the rear end of these ‘complex machines’, and it is used as fertilizer.

The fermentation process in their four stomachs produces gas. These walking machines have two chimneys: one in the front end, and other in the rear end. Gaseous emissions through the front end chimney are called burps. Cows burp a lot. Every minute and half these burps release methane gas. Methane is dangerous to the planet because it contributes to the greenhouse effect.

The world population is growing very fast. That means there are more people eating beef. Consequently, there is more cattle – more walking machines – producing more methane gas.

This is the problem, but very few people want to change their eating habits. What about you? 

Analyze these sentences:


1. The words people and cattle are being used in the text as nouns in the singular form.

2. In “…and it is used as fertilizer.”, the underlined word is an example of the comparative of equality.

3. The word in bold in “Consequently, there is more cattle” can be replaced by therefore without changing its meaning.


Choose the alternative which presents the correct ones.

Alternativas
Respostas
8921: A
8922: C
8923: B
8924: B
8925: D
8926: A
8927: D
8928: C
8929: B
8930: A
8931: D
8932: B
8933: A
8934: D
8935: C
8936: A
8937: B
8938: D
8939: B
8940: C