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Q892368 Português

Leia o texto a seguir e responda a QUESTÃO.


Texto I


O padrão de beleza imposto pela mídia

    Temos vivido a era dos direitos humanos, mas por desconhecer o poder de influência que a mídia, através dos meios de comunicação, exerce em nossas vidas, em como penetra em nossa mente, não percebemos que nossos direitos jamais foram tão violados como nos dias de hoje. Temos visto um verdadeiro massacre humano, de mulheres, adolescentes se matando para atingir um inatingível padrão de beleza imposto pela mídia. Em uma sociedade democrática, as mulheres tornaram-se escravas da indústria da beleza, tão difundida pelos meios de comunicação, os quais tem dilacerado a nossa juventude, pessoas que estão perdendo o prazer de viver, tornando-se solitárias, por estarem inconformadas com sua forma física, controlam alimentos que ingerem, para não engordar; esta escravidão assassina a autoestima, produz uma guerra contra o espelho e gera uma auto rejeição terrível.
    As cobranças que as mulheres têm feito a si mesmas para atingir o padrão de beleza imposto pela mídia, tem lhes prejudicado em todos os sentidos, tanto psicológicos, como em seu corpo. A sociedade exige uma dupla ou tripla jornada de trabalho (cuidar da casa, do marido, das crianças, do emprego, do curso de especialização, do cabelo, da estética, entre outros). Diante de tudo isso, vem o stress, a não aceitação de seu corpo, as dietas malucas, distúrbios alimentares e mais tarde doenças como bulimia e anorexia nervosa.
    Os meios de comunicações têm imposto um estereotipado padrão de beleza feminina, os comerciais, desfiles, novelas, propagandas tem mostrado que para ser aceito na sociedade deve ser magra, vestir manequim 36. Nas capas das revistas, vemos belos corpos de modelos magérrimas, a pura perfeição. Diante disso, vem a cobrança de ser assim, para se sentir bonita e atraente, sexy, bem vista e aceita pela sociedade.
    O discurso da mídia decorre de uma pluralidade de produtos e avanços tecnológicos a fim de aprimorar a estética e forma física. Vemos todos os dias surgirem novos produtos de emagrecimento, são pílulas, sucos, comidas diet, light e zero, aparelhos de ginásticas, academias com uma imensidão de aparelhos, vídeos com séries de exercícios para se fazer em casa e perder medidas, revistas especializadas em perda de peso em tantos dias, cosméticos, cirurgias plásticas, redução de estômago.
    O país pode estar na maior crise financeira de todos os tempos, mas a indústria da moda não para de crescer. Para todos os lugares que se olha, se vê a influência ao culto de um corpo perfeito, uma barriga saradinha, uma constante luta contra a balança, uma conta de calorias presente em cada refeição. Os meios de comunicação apresentam diariamente o glamour da glória e do sucesso, de pessoas magras e em forma se dando bem em tudo que fazem, sem sofrer nenhum tipo de preconceito, apenas bem e com intensa ascensão social.

Fonte: adaptado de: SILVA, H. V. Cristina. Disponível em: < http://observatoriodaimprensa.com.br/diretorioacademico/_ed794_o_padrao_de_beleza_impost o_pela_midia/>. Acesso em: 8 fev. 2018.
Os elementos em destaque, “exerce” e “violados” (1.ª parágrafo), e “decorre” (4º parágrafo), podem ser substituídos, respectivamente, sem prejuízo ao sentido global do texto, EXCETO por:
Alternativas
Q892367 Português

Leia o texto a seguir e responda a QUESTÃO.


Texto I


O padrão de beleza imposto pela mídia

    Temos vivido a era dos direitos humanos, mas por desconhecer o poder de influência que a mídia, através dos meios de comunicação, exerce em nossas vidas, em como penetra em nossa mente, não percebemos que nossos direitos jamais foram tão violados como nos dias de hoje. Temos visto um verdadeiro massacre humano, de mulheres, adolescentes se matando para atingir um inatingível padrão de beleza imposto pela mídia. Em uma sociedade democrática, as mulheres tornaram-se escravas da indústria da beleza, tão difundida pelos meios de comunicação, os quais tem dilacerado a nossa juventude, pessoas que estão perdendo o prazer de viver, tornando-se solitárias, por estarem inconformadas com sua forma física, controlam alimentos que ingerem, para não engordar; esta escravidão assassina a autoestima, produz uma guerra contra o espelho e gera uma auto rejeição terrível.
    As cobranças que as mulheres têm feito a si mesmas para atingir o padrão de beleza imposto pela mídia, tem lhes prejudicado em todos os sentidos, tanto psicológicos, como em seu corpo. A sociedade exige uma dupla ou tripla jornada de trabalho (cuidar da casa, do marido, das crianças, do emprego, do curso de especialização, do cabelo, da estética, entre outros). Diante de tudo isso, vem o stress, a não aceitação de seu corpo, as dietas malucas, distúrbios alimentares e mais tarde doenças como bulimia e anorexia nervosa.
    Os meios de comunicações têm imposto um estereotipado padrão de beleza feminina, os comerciais, desfiles, novelas, propagandas tem mostrado que para ser aceito na sociedade deve ser magra, vestir manequim 36. Nas capas das revistas, vemos belos corpos de modelos magérrimas, a pura perfeição. Diante disso, vem a cobrança de ser assim, para se sentir bonita e atraente, sexy, bem vista e aceita pela sociedade.
    O discurso da mídia decorre de uma pluralidade de produtos e avanços tecnológicos a fim de aprimorar a estética e forma física. Vemos todos os dias surgirem novos produtos de emagrecimento, são pílulas, sucos, comidas diet, light e zero, aparelhos de ginásticas, academias com uma imensidão de aparelhos, vídeos com séries de exercícios para se fazer em casa e perder medidas, revistas especializadas em perda de peso em tantos dias, cosméticos, cirurgias plásticas, redução de estômago.
    O país pode estar na maior crise financeira de todos os tempos, mas a indústria da moda não para de crescer. Para todos os lugares que se olha, se vê a influência ao culto de um corpo perfeito, uma barriga saradinha, uma constante luta contra a balança, uma conta de calorias presente em cada refeição. Os meios de comunicação apresentam diariamente o glamour da glória e do sucesso, de pessoas magras e em forma se dando bem em tudo que fazem, sem sofrer nenhum tipo de preconceito, apenas bem e com intensa ascensão social.

Fonte: adaptado de: SILVA, H. V. Cristina. Disponível em: < http://observatoriodaimprensa.com.br/diretorioacademico/_ed794_o_padrao_de_beleza_impost o_pela_midia/>. Acesso em: 8 fev. 2018.

Leia as afirmativas a seguir.


I. Em: “vemos belos corpos de modelos magérrimas, a pura perfeição” (3.º parágrafo), o sujeito da oração é oculto.

II. Em: “[...] Os meios de comunicações têm imposto um estereotipado padrão de beleza feminina [...]” (3.º parágrafo), o verbo destacado apresenta acento circunflexo, pois está conjugado na 3.ª pessoa do plural, concordando com o sujeito da oração.

III. Em: “A sociedade exige uma dupla ou tripla jornada de trabalho” (2.º parágrafo), o verbo “exige” é intransitivo, de acordo com a gramática normativa da língua.

IV. Em: “Os meios de comunicação apresentam diariamente o glamour da glória e do sucesso” (5.º parágrafo), a expressão em destaque é sujeito composto.


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q892366 Português

Leia o texto a seguir e responda a QUESTÃO.


Texto I


O padrão de beleza imposto pela mídia

    Temos vivido a era dos direitos humanos, mas por desconhecer o poder de influência que a mídia, através dos meios de comunicação, exerce em nossas vidas, em como penetra em nossa mente, não percebemos que nossos direitos jamais foram tão violados como nos dias de hoje. Temos visto um verdadeiro massacre humano, de mulheres, adolescentes se matando para atingir um inatingível padrão de beleza imposto pela mídia. Em uma sociedade democrática, as mulheres tornaram-se escravas da indústria da beleza, tão difundida pelos meios de comunicação, os quais tem dilacerado a nossa juventude, pessoas que estão perdendo o prazer de viver, tornando-se solitárias, por estarem inconformadas com sua forma física, controlam alimentos que ingerem, para não engordar; esta escravidão assassina a autoestima, produz uma guerra contra o espelho e gera uma auto rejeição terrível.
    As cobranças que as mulheres têm feito a si mesmas para atingir o padrão de beleza imposto pela mídia, tem lhes prejudicado em todos os sentidos, tanto psicológicos, como em seu corpo. A sociedade exige uma dupla ou tripla jornada de trabalho (cuidar da casa, do marido, das crianças, do emprego, do curso de especialização, do cabelo, da estética, entre outros). Diante de tudo isso, vem o stress, a não aceitação de seu corpo, as dietas malucas, distúrbios alimentares e mais tarde doenças como bulimia e anorexia nervosa.
    Os meios de comunicações têm imposto um estereotipado padrão de beleza feminina, os comerciais, desfiles, novelas, propagandas tem mostrado que para ser aceito na sociedade deve ser magra, vestir manequim 36. Nas capas das revistas, vemos belos corpos de modelos magérrimas, a pura perfeição. Diante disso, vem a cobrança de ser assim, para se sentir bonita e atraente, sexy, bem vista e aceita pela sociedade.
    O discurso da mídia decorre de uma pluralidade de produtos e avanços tecnológicos a fim de aprimorar a estética e forma física. Vemos todos os dias surgirem novos produtos de emagrecimento, são pílulas, sucos, comidas diet, light e zero, aparelhos de ginásticas, academias com uma imensidão de aparelhos, vídeos com séries de exercícios para se fazer em casa e perder medidas, revistas especializadas em perda de peso em tantos dias, cosméticos, cirurgias plásticas, redução de estômago.
    O país pode estar na maior crise financeira de todos os tempos, mas a indústria da moda não para de crescer. Para todos os lugares que se olha, se vê a influência ao culto de um corpo perfeito, uma barriga saradinha, uma constante luta contra a balança, uma conta de calorias presente em cada refeição. Os meios de comunicação apresentam diariamente o glamour da glória e do sucesso, de pessoas magras e em forma se dando bem em tudo que fazem, sem sofrer nenhum tipo de preconceito, apenas bem e com intensa ascensão social.

Fonte: adaptado de: SILVA, H. V. Cristina. Disponível em: < http://observatoriodaimprensa.com.br/diretorioacademico/_ed794_o_padrao_de_beleza_impost o_pela_midia/>. Acesso em: 8 fev. 2018.
Releia o período a seguir: “as mulheres tornaram-se escravas”.
Assinale a alternativa CORRETA, quanto à análise gramatical dos elementos que o compõe.
Alternativas
Q892365 Português

Leia o texto a seguir e responda a QUESTÃO.


Texto I


O padrão de beleza imposto pela mídia

    Temos vivido a era dos direitos humanos, mas por desconhecer o poder de influência que a mídia, através dos meios de comunicação, exerce em nossas vidas, em como penetra em nossa mente, não percebemos que nossos direitos jamais foram tão violados como nos dias de hoje. Temos visto um verdadeiro massacre humano, de mulheres, adolescentes se matando para atingir um inatingível padrão de beleza imposto pela mídia. Em uma sociedade democrática, as mulheres tornaram-se escravas da indústria da beleza, tão difundida pelos meios de comunicação, os quais tem dilacerado a nossa juventude, pessoas que estão perdendo o prazer de viver, tornando-se solitárias, por estarem inconformadas com sua forma física, controlam alimentos que ingerem, para não engordar; esta escravidão assassina a autoestima, produz uma guerra contra o espelho e gera uma auto rejeição terrível.
    As cobranças que as mulheres têm feito a si mesmas para atingir o padrão de beleza imposto pela mídia, tem lhes prejudicado em todos os sentidos, tanto psicológicos, como em seu corpo. A sociedade exige uma dupla ou tripla jornada de trabalho (cuidar da casa, do marido, das crianças, do emprego, do curso de especialização, do cabelo, da estética, entre outros). Diante de tudo isso, vem o stress, a não aceitação de seu corpo, as dietas malucas, distúrbios alimentares e mais tarde doenças como bulimia e anorexia nervosa.
    Os meios de comunicações têm imposto um estereotipado padrão de beleza feminina, os comerciais, desfiles, novelas, propagandas tem mostrado que para ser aceito na sociedade deve ser magra, vestir manequim 36. Nas capas das revistas, vemos belos corpos de modelos magérrimas, a pura perfeição. Diante disso, vem a cobrança de ser assim, para se sentir bonita e atraente, sexy, bem vista e aceita pela sociedade.
    O discurso da mídia decorre de uma pluralidade de produtos e avanços tecnológicos a fim de aprimorar a estética e forma física. Vemos todos os dias surgirem novos produtos de emagrecimento, são pílulas, sucos, comidas diet, light e zero, aparelhos de ginásticas, academias com uma imensidão de aparelhos, vídeos com séries de exercícios para se fazer em casa e perder medidas, revistas especializadas em perda de peso em tantos dias, cosméticos, cirurgias plásticas, redução de estômago.
    O país pode estar na maior crise financeira de todos os tempos, mas a indústria da moda não para de crescer. Para todos os lugares que se olha, se vê a influência ao culto de um corpo perfeito, uma barriga saradinha, uma constante luta contra a balança, uma conta de calorias presente em cada refeição. Os meios de comunicação apresentam diariamente o glamour da glória e do sucesso, de pessoas magras e em forma se dando bem em tudo que fazem, sem sofrer nenhum tipo de preconceito, apenas bem e com intensa ascensão social.

Fonte: adaptado de: SILVA, H. V. Cristina. Disponível em: < http://observatoriodaimprensa.com.br/diretorioacademico/_ed794_o_padrao_de_beleza_impost o_pela_midia/>. Acesso em: 8 fev. 2018.
De acordo com o texto, a imposição de padrões de beleza pode ocasionar, EXCETO:
Alternativas
Q892364 Português

Leia o texto a seguir e responda a QUESTÃO.


Texto I


O padrão de beleza imposto pela mídia

    Temos vivido a era dos direitos humanos, mas por desconhecer o poder de influência que a mídia, através dos meios de comunicação, exerce em nossas vidas, em como penetra em nossa mente, não percebemos que nossos direitos jamais foram tão violados como nos dias de hoje. Temos visto um verdadeiro massacre humano, de mulheres, adolescentes se matando para atingir um inatingível padrão de beleza imposto pela mídia. Em uma sociedade democrática, as mulheres tornaram-se escravas da indústria da beleza, tão difundida pelos meios de comunicação, os quais tem dilacerado a nossa juventude, pessoas que estão perdendo o prazer de viver, tornando-se solitárias, por estarem inconformadas com sua forma física, controlam alimentos que ingerem, para não engordar; esta escravidão assassina a autoestima, produz uma guerra contra o espelho e gera uma auto rejeição terrível.
    As cobranças que as mulheres têm feito a si mesmas para atingir o padrão de beleza imposto pela mídia, tem lhes prejudicado em todos os sentidos, tanto psicológicos, como em seu corpo. A sociedade exige uma dupla ou tripla jornada de trabalho (cuidar da casa, do marido, das crianças, do emprego, do curso de especialização, do cabelo, da estética, entre outros). Diante de tudo isso, vem o stress, a não aceitação de seu corpo, as dietas malucas, distúrbios alimentares e mais tarde doenças como bulimia e anorexia nervosa.
    Os meios de comunicações têm imposto um estereotipado padrão de beleza feminina, os comerciais, desfiles, novelas, propagandas tem mostrado que para ser aceito na sociedade deve ser magra, vestir manequim 36. Nas capas das revistas, vemos belos corpos de modelos magérrimas, a pura perfeição. Diante disso, vem a cobrança de ser assim, para se sentir bonita e atraente, sexy, bem vista e aceita pela sociedade.
    O discurso da mídia decorre de uma pluralidade de produtos e avanços tecnológicos a fim de aprimorar a estética e forma física. Vemos todos os dias surgirem novos produtos de emagrecimento, são pílulas, sucos, comidas diet, light e zero, aparelhos de ginásticas, academias com uma imensidão de aparelhos, vídeos com séries de exercícios para se fazer em casa e perder medidas, revistas especializadas em perda de peso em tantos dias, cosméticos, cirurgias plásticas, redução de estômago.
    O país pode estar na maior crise financeira de todos os tempos, mas a indústria da moda não para de crescer. Para todos os lugares que se olha, se vê a influência ao culto de um corpo perfeito, uma barriga saradinha, uma constante luta contra a balança, uma conta de calorias presente em cada refeição. Os meios de comunicação apresentam diariamente o glamour da glória e do sucesso, de pessoas magras e em forma se dando bem em tudo que fazem, sem sofrer nenhum tipo de preconceito, apenas bem e com intensa ascensão social.

Fonte: adaptado de: SILVA, H. V. Cristina. Disponível em: < http://observatoriodaimprensa.com.br/diretorioacademico/_ed794_o_padrao_de_beleza_impost o_pela_midia/>. Acesso em: 8 fev. 2018.
Sobre a interpretação do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q880906 Noções de Informática
Assinale a alternativa que contém uma forma válida de obter informações sobre a versão do MS Word em uso, ao utilizar o software MS Word 2013 Home and Business 2013 em português.
Alternativas
Q880904 Português

Considere o trecho abaixo:


É como se Janus não tivesse apenas duas, mas sim infindáveis faces e expressões, assim como a humanidade tem, ou seja, não foi a internet que começou e provocou o terrorismo, mas sim o contrário: terrorismo, intolerância e desumanidade no mundo, nas culturas, nas mentes e corações humanos, por isso também se refletem nesse grande espelho que a internet de fato é. (2° parágrafo)


Assinale a alternativa correta em relação ao trecho

Alternativas
Q880903 Português

Considere o trecho abaixo em seu contexto:


Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos, e é por isso que a cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, pois são como espelhos límpidos da nossa própria face no mundo, de nossas ações e intenções, sejam elas pacifistas, terroristas, ecologistas, capitalistas e assim por diante. (2° parágrafo)


Analise as afirmativas abaixo em relação ao trecho.


1. A construção “Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos” está na voz passiva.

2. O segmento “Todos […] fundamentalistas” pode ser reescrito, sem prejuízo de significado entre as orações, como “A cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, uma vez que todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos”.

3. O vocábulo “pois” funciona como conector que introduz uma oração subordinada conclusiva.

4. O vocábulo “como” introduz uma comparação entre “terroristas fundamentalistas” e “espelhos límpidos”.

5. A palavra “sejam” expressa uma ideia de alternância entre as características atribuídas a “ações e intenções”.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q880901 Português

Como as faces de Janus


Vivemos no mundo das redes, dos computadores portáteis, da telefonia móvel, na era da informação ubíqua, da notícia instantânea, global, planetária, que percorre – num átimo– as veias e artérias de fibra óptica do planeta. Nesse contexto, a cibercultura tem um papel ambiguamente universal: ela potencializa aquilo que somos, sem fazer exceções acerca de valores morais, políticos e ideológicos. Ela, como as demais projeções de nossa própria cognição, enfim, de nossa consciência e inteligência além de nossos próprios corpos biológicos, exprime com precisão aquilo que realmente somos. Na internet, por exemplo, encontra-se absolutamente tudo, em termos de conteúdos. O que vai diferenciar a experiência é justamente o usuário e sua cognição particular, que se estende além dele através dessas redes informacionais. Num só termo, trata-se de extensões de nossa própria mente plasmadas nos objetos técnicos que concebemos e usamos. Se mergulho no ciberespaço para pesquisar algo importante, que diz respeito à minha pesquisa da crítica da tecnologia, e já tenho em mente o que procuro, minha experiência será uma, e dirá respeito a uma intenção que já trago comigo e que estendo aos tais objetos, mas se só intuo a minha busca, se saio a navegar de link em link, minha experiência será completamente diferente, e poderei chegar a lugares inimaginados, ou, também, a lugar algum, dependendo do que sejam as minhas próprias expectativas.

O que queremos dizer é que não há nada nas tecnologias que não seja absolutamente humano. Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos, e é por isso que a cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, pois são como espelhos límpidos da nossa própria face no mundo, de nossas ações e intenções, sejam elas pacifistas, terroristas, ecologistas, capitalistas e assim por diante. Como as duas faces de Janus, a cibercultura e o ciberespaço trazem para nós que os utilizamos potencializações e reciprocidades daquilo que de fato já somos, e se por um lado podem ser usados como ferramentas educacionais, pedagógicas, humanitárias, por exemplo, de pesquisa escolar, acadêmica e científica, objetivando uma sociedade melhor, mais esclarecida e igualitária, por outro podem, também, dar suporte a fins e intenções totalmente diversos, como ensinar a fazer bombas, espalhar pelo mundo ideologias extremistas e fundamentalistas infames, coordenar ataques terroristas aqui ou alhures e assim por diante. É como se Janus não tivesse apenas duas, mas sim infindáveis faces e expressões, assim como a humanidade tem, ou seja, não foi a internet que começou e provocou o terrorismo, mas sim o contrário: há terrorismo, intolerância e desumanidade no mundo, nas culturas, nas mentes e corações humanos, por isso também se refletem nesse grande espelho que a internet de fato é.

Nota: Janus é um deus romano cuja imagem está associada a mudanças e transições. No texto, a referência a Janus indica ambiguidade.

QUARESMA, A. Ruptura e tragédia social. Sociologia. ed. 72. 2017. p. 52; 55-57.[Adaptado]

Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.
Alternativas
Q880900 Português

Como as faces de Janus


Vivemos no mundo das redes, dos computadores portáteis, da telefonia móvel, na era da informação ubíqua, da notícia instantânea, global, planetária, que percorre – num átimo– as veias e artérias de fibra óptica do planeta. Nesse contexto, a cibercultura tem um papel ambiguamente universal: ela potencializa aquilo que somos, sem fazer exceções acerca de valores morais, políticos e ideológicos. Ela, como as demais projeções de nossa própria cognição, enfim, de nossa consciência e inteligência além de nossos próprios corpos biológicos, exprime com precisão aquilo que realmente somos. Na internet, por exemplo, encontra-se absolutamente tudo, em termos de conteúdos. O que vai diferenciar a experiência é justamente o usuário e sua cognição particular, que se estende além dele através dessas redes informacionais. Num só termo, trata-se de extensões de nossa própria mente plasmadas nos objetos técnicos que concebemos e usamos. Se mergulho no ciberespaço para pesquisar algo importante, que diz respeito à minha pesquisa da crítica da tecnologia, e já tenho em mente o que procuro, minha experiência será uma, e dirá respeito a uma intenção que já trago comigo e que estendo aos tais objetos, mas se só intuo a minha busca, se saio a navegar de link em link, minha experiência será completamente diferente, e poderei chegar a lugares inimaginados, ou, também, a lugar algum, dependendo do que sejam as minhas próprias expectativas.

O que queremos dizer é que não há nada nas tecnologias que não seja absolutamente humano. Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos, e é por isso que a cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, pois são como espelhos límpidos da nossa própria face no mundo, de nossas ações e intenções, sejam elas pacifistas, terroristas, ecologistas, capitalistas e assim por diante. Como as duas faces de Janus, a cibercultura e o ciberespaço trazem para nós que os utilizamos potencializações e reciprocidades daquilo que de fato já somos, e se por um lado podem ser usados como ferramentas educacionais, pedagógicas, humanitárias, por exemplo, de pesquisa escolar, acadêmica e científica, objetivando uma sociedade melhor, mais esclarecida e igualitária, por outro podem, também, dar suporte a fins e intenções totalmente diversos, como ensinar a fazer bombas, espalhar pelo mundo ideologias extremistas e fundamentalistas infames, coordenar ataques terroristas aqui ou alhures e assim por diante. É como se Janus não tivesse apenas duas, mas sim infindáveis faces e expressões, assim como a humanidade tem, ou seja, não foi a internet que começou e provocou o terrorismo, mas sim o contrário: há terrorismo, intolerância e desumanidade no mundo, nas culturas, nas mentes e corações humanos, por isso também se refletem nesse grande espelho que a internet de fato é.

Nota: Janus é um deus romano cuja imagem está associada a mudanças e transições. No texto, a referência a Janus indica ambiguidade.

QUARESMA, A. Ruptura e tragédia social. Sociologia. ed. 72. 2017. p. 52; 55-57.[Adaptado]

Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto
Alternativas
Q880890 Atualidades

Ampliou-se recentemente o permanente clima de tensão na região do Oriente Médio.


Assinale a alternativa que indica o acontecimento que motivou tal acirramento.

Alternativas
Q880888 Atualidades

O desenvolvimento tecnológico cada vez mais rápido, em especial o das telecomunicações, prenuncia uma grande guinada nos meios de produção, anunciada como a 4ª Revolução Industrial.


Assinale a alternativa que identifica avanços que poderão possibilitar essa transformação.

Alternativas
Q878400 Raciocínio Lógico

Considere o seguinte argumento:


Premissa 1: [(~A) ˄ (~G)] → (~P)

Premissa 2: P

Conclusão: A ˅ G


A validade do argumento pode ser deduzida, respectivamente, a partir da aplicação das regras de inferência

Alternativas
Q878399 Raciocínio Lógico

Considere o seguinte argumento, no qual a conclusão foi omitida:


Premissa 1: p → [(~r) ˅ (~s)]

Premissa 2: [p ˅ (~q)] ˄ [q ˅ (~p)]

Premissa 3: r ˄ s

Conclusão: XXXXXXXXXX


Uma conclusão que torna o argumento acima válido é

Alternativas
Q878398 Raciocínio Lógico

Sejam p e q duas proposições lógicas simples tais que o valor lógico da implicação (~p) → (~q) é FALSO.


O valor lógico da proposição p˅(~q) é igual ao valor lógico da proposição

Alternativas
Q878397 Raciocínio Lógico

Dado um número inteiro qualquer, então, ou ele é par, ou é ímpar.


Diante dessa premissa, considere a seguinte sentença:


Se dois números inteiros são pares, então a soma desses números é um número inteiro par.


Essa sentença é logicamente equivalente à sentença

Alternativas
Q878396 Segurança da Informação

Em ambientes computacionais, muitas aplicações que oferecem funcionalidades distintas são usadas simultaneamente pelos usuários.


Para possibilitar esse uso simultâneo, sem que o usuário tenha de fazer autenticações distintas em cada uma das aplicações, os administradores podem implantar uma infraestrutura de autenticação com suporte a

Alternativas
Q878395 Segurança da Informação

A norma ISO 27002 estabelece que o objetivo da classificação das informações (atribuição de grau de confidencialidade) é a garantia de que os ativos de informação receberão um nível de proteção adequado. Ainda segundo a norma, as informações devem ser classificadas para indicar a necessidade, as prioridades e o grau de proteção.


Com base nesse objetivo, a norma estabelece diretrizes para essa classificação, entre as quais se inclui a de

Alternativas
Q878394 Segurança da Informação
Os sistemas computacionais estão sujeitos a ataques tanto passivos quanto ativos. Ataques passivos, tais como o monitoramento ou a análise de tráfego, ameaçam principalmente os requisitos de 
Alternativas
Q878393 Segurança da Informação

A Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira regula a validação de uma assinatura digital ICP-Brasil, realizada sobre um documento eletrônico, com o estabelecimento de alguns critérios.


Um desses critérios utiliza resultados hash do documento, que têm como uma de suas finalidades

Alternativas
Respostas
8641: C
8642: A
8643: D
8644: B
8645: D
8646: E
8647: B
8648: D
8649: E
8650: D
8651: C
8652: D
8653: D
8654: A
8655: E
8656: C
8657: B
8658: E
8659: A
8660: B