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Q2917239 Português

Texto 3

bebida é água.

comida é pasto.

você tem sede de quê?

você tem fome de quê?

a gente não quer só comida,

a gente quer comida, diversão e arte.

a gente não quer só comida,

a gente quer saída para qualquer parte.

(...)

a gente não quer só dinheiro,

a gente quer dinheiro e felicidade.

a gente não quer só dinheiro,

a gente quer inteiro e não pela metade.

bebida é água.

comida é pasto.

você tem sede de quê?

você tem fome de quê?

ANTUNES, Arnaldo; FROMER, Marcelo; & BRITO, Sérgio.

Sobre os aspectos formais, aqueles relacionados ao modo como o texto está organizado, pode-se afirmar que

Alternativas
Q2917238 Português

Texto 3

bebida é água.

comida é pasto.

você tem sede de quê?

você tem fome de quê?

a gente não quer só comida,

a gente quer comida, diversão e arte.

a gente não quer só comida,

a gente quer saída para qualquer parte.

(...)

a gente não quer só dinheiro,

a gente quer dinheiro e felicidade.

a gente não quer só dinheiro,

a gente quer inteiro e não pela metade.

bebida é água.

comida é pasto.

você tem sede de quê?

você tem fome de quê?

ANTUNES, Arnaldo; FROMER, Marcelo; & BRITO, Sérgio.

Você leu um trecho de uma conhecida canção do grupo Titãs. Sobre o tema de que trata o texto, pode-se afirmar que

Alternativas
Q2917237 Português

Texto 2

Questão da jornada

No Brasil, quase metade dos trabalhadores está fora do mercado formal, mas o que está no Congresso é uma proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas. É uma forma de aumentar a criação de emprego, como dizem as centrais e o Dieese, ou de reduzir o emprego? Pode ser apenas mais uma demonstração de que os incluídos é que ditam a agenda neste tema.

A redução da jornada é o tema de preferência das centrais sindicais, mas, num mercado de trabalho tão cheio de distorções e carências, será que é essa a prioridade do trabalhador?

(...) Para o economista José Marcio de Camargo, (...) teoricamente, a redução na carga tende não a aumentar, mas a diminuir o nível de emprego. (...) A conta é feita considerando o custo por hora. Quando se reduzem as horas, aumenta o custo por trabalhador. Dessa forma, na visão de José Marcio, o empregador acaba optando por não contratar mais, mas, sim, aumentar o volume de horas extras ou de funcionários terceirizados. (...)

O Brasil precisa de mais empregos, principalmente para os jovens, grupo no qual as taxas de desemprego são assustadoramente altas. No entanto não vai criá-los se os sindicatos fortes e as centrais defenderem pautas que atendam apenas os já incluídos e se o governo continuar paralisado diante de mudanças inevitáveis. O país está precisando de uma solução que atenda quem está sendo barrado no mercado do emprego moderno.

LEITÃO, Miriam. Diario de Pernambuco. Economia.

Recife, 03 maio 2008.p. B-4. Adaptado.

Entre as duas posições discursivas que se opõem, a autora surge com um argumento que tenta desqualificar o seu oponente. Esse argumento aparece em:

Alternativas
Q2917236 Português

Texto 2

Questão da jornada

No Brasil, quase metade dos trabalhadores está fora do mercado formal, mas o que está no Congresso é uma proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas. É uma forma de aumentar a criação de emprego, como dizem as centrais e o Dieese, ou de reduzir o emprego? Pode ser apenas mais uma demonstração de que os incluídos é que ditam a agenda neste tema.

A redução da jornada é o tema de preferência das centrais sindicais, mas, num mercado de trabalho tão cheio de distorções e carências, será que é essa a prioridade do trabalhador?

(...) Para o economista José Marcio de Camargo, (...) teoricamente, a redução na carga tende não a aumentar, mas a diminuir o nível de emprego. (...) A conta é feita considerando o custo por hora. Quando se reduzem as horas, aumenta o custo por trabalhador. Dessa forma, na visão de José Marcio, o empregador acaba optando por não contratar mais, mas, sim, aumentar o volume de horas extras ou de funcionários terceirizados. (...)

O Brasil precisa de mais empregos, principalmente para os jovens, grupo no qual as taxas de desemprego são assustadoramente altas. No entanto não vai criá-los se os sindicatos fortes e as centrais defenderem pautas que atendam apenas os já incluídos e se o governo continuar paralisado diante de mudanças inevitáveis. O país está precisando de uma solução que atenda quem está sendo barrado no mercado do emprego moderno.

LEITÃO, Miriam. Diario de Pernambuco. Economia.

Recife, 03 maio 2008.p. B-4. Adaptado.

A escolha de certas palavras acentua a postura da autora, por seu conteúdo crítico. Um bom exemplo desse uso, no texto, é o termo

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Q2917234 Português

Texto 2

Questão da jornada

No Brasil, quase metade dos trabalhadores está fora do mercado formal, mas o que está no Congresso é uma proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas. É uma forma de aumentar a criação de emprego, como dizem as centrais e o Dieese, ou de reduzir o emprego? Pode ser apenas mais uma demonstração de que os incluídos é que ditam a agenda neste tema.

A redução da jornada é o tema de preferência das centrais sindicais, mas, num mercado de trabalho tão cheio de distorções e carências, será que é essa a prioridade do trabalhador?

(...) Para o economista José Marcio de Camargo, (...) teoricamente, a redução na carga tende não a aumentar, mas a diminuir o nível de emprego. (...) A conta é feita considerando o custo por hora. Quando se reduzem as horas, aumenta o custo por trabalhador. Dessa forma, na visão de José Marcio, o empregador acaba optando por não contratar mais, mas, sim, aumentar o volume de horas extras ou de funcionários terceirizados. (...)

O Brasil precisa de mais empregos, principalmente para os jovens, grupo no qual as taxas de desemprego são assustadoramente altas. No entanto não vai criá-los se os sindicatos fortes e as centrais defenderem pautas que atendam apenas os já incluídos e se o governo continuar paralisado diante de mudanças inevitáveis. O país está precisando de uma solução que atenda quem está sendo barrado no mercado do emprego moderno.

LEITÃO, Miriam. Diario de Pernambuco. Economia.

Recife, 03 maio 2008.p. B-4. Adaptado.

Para reforçar a sua linha argumentativa, a autora recorre

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Q2917233 Português

Texto 2

Questão da jornada

No Brasil, quase metade dos trabalhadores está fora do mercado formal, mas o que está no Congresso é uma proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas. É uma forma de aumentar a criação de emprego, como dizem as centrais e o Dieese, ou de reduzir o emprego? Pode ser apenas mais uma demonstração de que os incluídos é que ditam a agenda neste tema.

A redução da jornada é o tema de preferência das centrais sindicais, mas, num mercado de trabalho tão cheio de distorções e carências, será que é essa a prioridade do trabalhador?

(...) Para o economista José Marcio de Camargo, (...) teoricamente, a redução na carga tende não a aumentar, mas a diminuir o nível de emprego. (...) A conta é feita considerando o custo por hora. Quando se reduzem as horas, aumenta o custo por trabalhador. Dessa forma, na visão de José Marcio, o empregador acaba optando por não contratar mais, mas, sim, aumentar o volume de horas extras ou de funcionários terceirizados. (...)

O Brasil precisa de mais empregos, principalmente para os jovens, grupo no qual as taxas de desemprego são assustadoramente altas. No entanto não vai criá-los se os sindicatos fortes e as centrais defenderem pautas que atendam apenas os já incluídos e se o governo continuar paralisado diante de mudanças inevitáveis. O país está precisando de uma solução que atenda quem está sendo barrado no mercado do emprego moderno.

LEITÃO, Miriam. Diario de Pernambuco. Economia.

Recife, 03 maio 2008.p. B-4. Adaptado.

De acordo com o ponto de vista da autora, a redução da jornada de trabalho

Alternativas
Q2917231 Português

Texto 2

Questão da jornada

No Brasil, quase metade dos trabalhadores está fora do mercado formal, mas o que está no Congresso é uma proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas. É uma forma de aumentar a criação de emprego, como dizem as centrais e o Dieese, ou de reduzir o emprego? Pode ser apenas mais uma demonstração de que os incluídos é que ditam a agenda neste tema.

A redução da jornada é o tema de preferência das centrais sindicais, mas, num mercado de trabalho tão cheio de distorções e carências, será que é essa a prioridade do trabalhador?

(...) Para o economista José Marcio de Camargo, (...) teoricamente, a redução na carga tende não a aumentar, mas a diminuir o nível de emprego. (...) A conta é feita considerando o custo por hora. Quando se reduzem as horas, aumenta o custo por trabalhador. Dessa forma, na visão de José Marcio, o empregador acaba optando por não contratar mais, mas, sim, aumentar o volume de horas extras ou de funcionários terceirizados. (...)

O Brasil precisa de mais empregos, principalmente para os jovens, grupo no qual as taxas de desemprego são assustadoramente altas. No entanto não vai criá-los se os sindicatos fortes e as centrais defenderem pautas que atendam apenas os já incluídos e se o governo continuar paralisado diante de mudanças inevitáveis. O país está precisando de uma solução que atenda quem está sendo barrado no mercado do emprego moderno.

LEITÃO, Miriam. Diario de Pernambuco. Economia.

Recife, 03 maio 2008.p. B-4. Adaptado.

O texto coloca em discussão, principalmente, o/a

Alternativas
Q2917217 Português

Texto 1

O cativeiro

O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.

Por que fugiram?

O macaco havia virado homem.

O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma.

(...) BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)

Em “Tudo isso é tão velho quanto Darwin”, está explicitada uma relação de:

Alternativas
Q2917214 Português

Texto 1

O cativeiro

O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.

Por que fugiram?

O macaco havia virado homem.

O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma.

(...) BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)

Em “Alemão tinha tudo isso”, o termo destacado resume:

Alternativas
Q2917211 Português

Texto 1

O cativeiro

O Zoológico de Sapucaia do Sul abrigou um dia um macaco chamado Alemão. Em um domingo de sol, Alemão conseguiu abrir o cadeado e escapou. Ele tinha o largo horizonte do mundo à sua espera. Tinha as árvores do bosque ao alcance de seus dedos. Tinha o vento sussurrando promessas em seus ouvidos. Alemão tinha tudo isso. Ele passara a vida tentando abrir aquele cadeado. Quando conseguiu, virou as costas. Em vez de mergulhar na liberdade, desconhecida e sem garantias, Alemão caminhou até o restaurante lotado de visitantes. Pegou uma cerveja e ficou bebericando no balcão. Os humanos fugiram apavorados.

Por que fugiram?

O macaco havia virado homem.

O perturbador desta história real não é a semelhança entre o homem e o macaco. Tudo isso é tão velho quanto Darwin. O aterrador é que, como homem, o macaco virou as costas para a liberdade. E foi ao bar beber uma.

(...) BRUM, Eliane. A vida que ninguém vê. Porto Alegre: Arquipélago, 2006. p. 54. (fragmento)

Constitui referência de tempo no texto:

Alternativas
Ano: 2008 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Santarém - PB
Q1237967 Conhecimentos Gerais
Em que país serão realizadas as Olimpíadas 2008?
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Santarém - PB
Q1237918 Conhecimentos Gerais
Em 18/07/2008, o índice do Risco Brasil alcançou 223 pontos. Sobre o Risco País, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Santarém - PB
Q1237759 Conhecimentos Gerais
A respeito das fontes alternativas de energia, é CORRETO afirmar que a energia proveniente da fissão do núcleo do átomo de urânio enriquecido é a energia: 
Alternativas
Respostas
1041: C
1042: E
1043: A
1044: E
1045: D
1046: A
1047: C
1048: D
1049: C
1050: B
1051: B
1052: D
1053: A