Questões de Concurso Comentadas para médico psiquiatra

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Ano: 2012 Banca: FCC Órgão: TRT - 6ª Região (PE) Provas: FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Área Administrativa | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Arquivologia | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Biblioteconomia | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Arquitetura | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Comunicação Social | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Engenharia Civil | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Engenharia Elétrica | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Engenharia Mecânica | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Estatística | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Contabilidade | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Odontologia | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Medicina - Psiquiátrica | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Serviço Social | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Tecnologia da Informação | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Fisioterapia | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Enfermagem | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Psicologia | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Medicina do Trabalho |
Q240349 Português
Economia religiosa 

    Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa, da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a rezar o pai-nosso em sua aula. 
    É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus programas de catequese, escolas dominicais etc. 
    A minha impressão é a de que não faltam oportunidades para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipresentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de 4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora das atividades de que o setor privado já dá conta. 
    Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece que faça muito sentido gastar recursos com professores de religião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao contrário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na esquina. 
    Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acertadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas oficiais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu alheio. 

(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
Atente para estas afirmações:

I. Ao se declarar um cidadão ao mesmo tempo ateu e liberal, o autor enaltece essa sua dupla condição pessoal valendo-se do exemplo da própria CNBB.

II. A falta de oportunidade para se acessarem mensagens religiosas poderia ser suprida, segundo o autor, pela criação de redes de comunicação voltadas para esse fim.

III. Nos dois últimos parágrafos, o autor mostra não reconhecer nem legitimidade nem prioridade para a implementação do ensino religioso na escola pública.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2012 Banca: FCC Órgão: TRT - 6ª Região (PE) Provas: FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Área Administrativa | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Arquivologia | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Biblioteconomia | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Arquitetura | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Comunicação Social | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Engenharia Civil | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Engenharia Elétrica | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Engenharia Mecânica | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Estatística | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Contabilidade | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Odontologia | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Medicina - Psiquiátrica | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Serviço Social | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Tecnologia da Informação | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Fisioterapia | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Enfermagem | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Psicologia | FCC - 2012 - TRT - 6ª Região (PE) - Analista Judiciário - Medicina do Trabalho |
Q240348 Português
Economia religiosa 

    Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa, da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a rezar o pai-nosso em sua aula. 
    É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus programas de catequese, escolas dominicais etc. 
    A minha impressão é a de que não faltam oportunidades para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipresentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de 4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora das atividades de que o setor privado já dá conta. 
    Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece que faça muito sentido gastar recursos com professores de religião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao contrário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na esquina. 
    Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acertadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas oficiais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu alheio. 

(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
No que diz respeito ao ensino religioso na escola pública, o autor mantém-se
Alternativas
Q232903 Psiquiatria
Perda temporária tanto do senso de identidade pessoal quanto da consciência plena do ambiente, sendo que em algumas ocasiões o indivíduo age como tomado por uma outra personalidade, espírito ou força descreve o transtorno de transe e possessão.

Para formalizar o diagnóstico é necessário que ocorra
Alternativas
Q232902 Psiquiatria
Perda de memória usualmente de eventos recentes importantes, a qual não é decorrente de transtorno mental orgânico e é extensa demais para ser explicada por esquecimento normal ou fadiga; geralmente centrada em eventos traumáticos sendo parcial e seletiva.

Essa descrição é compatível com
Alternativas
Q232901 Psiquiatria
Faz parte do transtorno hipercinético, EXCETO:
Alternativas
Q232900 Psiquiatria
Transtorno específico do desenvolvimento no qual a capacidade da criança de utilizar a linguagem expressiva falada está marcadamente abaixo do nível apropriado para sua idade mental, mas onde a compreensão está dentro dos limites normais, com ou sem anormalidade da articulação.

O texto caracteriza o diagnóstico compatível com CID 10
Alternativas
Q232899 Psiquiatria
O diagnóstico compatível com CID10 F61.1 "alterações inoportunas de personalidade"
Alternativas
Q232898 Psiquiatria
Em relação aos transtornos NÃO orgânicos de sono o grupo está classificado sob o CID 10,
Alternativas
Q232896 Psiquiatria
Condição caracterizada por falhas repetidas de resistir a impulsos de roubar objetos que não são adquiridos para uso pessoal ou ganho monetário. Os objetos podem ao invés de serem jogados fora, serem presenteados ou armazenados.

A hipótese diagnóstica é de
Alternativas
Q232895 Psiquiatria
Condição que se caracteriza por um padrão anormal de relacionamento com quem cuida da criança, com início prévio aos 5 anos de idade e que envolve aspectos mal adaptativos não vistos normalmente. A condição é persistente mas reativa a alterações suficientemente marcantes no padrão de criação. A criança apresenta resposta social fortemente contraditória e ambivalente, que podem ser mais evidentes em momentos de separação e reuniões.

Trata-se de
Alternativas
Q232894 Psiquiatria
A faixa de QI padronizado e o diagnóstico da gravidade do retardo mental, segundo a CID 10, estão corretamente correlacionados em
Alternativas
Q232893 Psiquiatria
Condição caracterizada por uma seletividade marcante e emocionalmente determinada na fala, tal que a criança demonstra a sua competência de linguagem em algumas situações, mas falha em falar em outras.

A hipótese diagnóstica quando ocorre na infância é de
Alternativas
Q232892 Psiquiatria
Condição de causa ainda desconhecida, relatada até então apenas em meninas, com desenvolvimento inicial aparentemente normal ou quase normal, seguido de perda total ou parcial das habilidades manuais adquiridas e da fala, junto com uma desaceleração do crescimento do crânio, usualmente entre 7-24 meses. Características particulares envolvem estereotipias de aperto de mão, hiperventilação e perda dos movimentos propositais da mão. O desenvolvimento social e lúdico é interrompido nos primeiros 2 ou 3 anos. Na maioria dos casos, crises convulsivas ocorrem antes da idade de 8 anos.

São características da
Alternativas
Q232891 Psiquiatria
Tendência recorrente ou persistente a olhar pessoas envolvidas em comportamentos sexuais ou íntimos tais como despir-se. Isso usualmente leva à excitação sexual e masturbação e é realizado sem que a pessoa observada tenha conhecimento.

Essa descrição corresponde
Alternativas
Q232890 Psiquiatria
Em relação aos transtornos de personalidade (TP), está correto afirmar:
Alternativas
Q232889 Psiquiatria
Em relação à demência na doença de Parkinson,
Alternativas
Q232888 Psiquiatria
Paciente do sexo masculino, 38 anos, avaliado no ambulatório apresenta perda cognitiva, desequilíbrio e marcha alterada e refere incontinência urinária. A hipótese diagnóstica é
Alternativas
Q232887 Psiquiatria
Algumas medicações vêm sendo apontadas na literatura como importantes na prevenção do suicídio nos pacientes portadores de transtorno afetivo bipolar. A medicação na qual a literatura apresenta maior concordância a este respeito é
Alternativas
Q232886 Psiquiatria
Tratamento de manutenção indicado para o transtorno afetivo bipolar tipo I:
Alternativas
Q232885 Psiquiatria
Transtorno no qual o paciente queixa-se de que sua atividade mental, seu corpo e/ou seu ambiente estão alterados em sua qualidade, para tornarem-se irreais, remotos ou automatizados. Os sujeitos podem referir que não estão mais produzindo seus pensamentos, imaginação ou lembrança; que seus movimentos e comportamentos não são, de algum modo, deles próprios; que seu corpo parece sem vida, distanciado ou anômalo.

Essa descrição é compatível com
Alternativas
Respostas
13601: E
13602: C
13603: D
13604: C
13605: E
13606: B
13607: C
13608: D
13609: B
13610: C
13611: B
13612: E
13613: A
13614: D
13615: B
13616: D
13617: C
13618: A
13619: B
13620: E