Questões de Concurso Comentadas para agrônomo

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Q3375486 Português
Nem a Rosa, Nem o Cravo


        As frases perdem seu sentido, as palavras perdem sua significação costumeira, como dizer das árvores e das flores, dos teus olhos e do mar, das canoas e do cais, das borboletas nas árvores, quando as crianças são assassinadas friamente pelos nazistas? Como falar da gratuita beleza dos campos e das cidades, quando as bestas soltas no mundo ainda destroem os campos e as cidades? Já viste um loiro trigal balançando ao vento? É das coisas mais belas do mundo, mas os hitleristas e seus cães danados destruíram os trigais e os povos morrem de fome. Como falar, então, da beleza, dessa beleza simples e pura da farinha e do pão, da água da fonte, do céu azul, do teu rosto na tarde?

      Não posso falar dessas coisas de todos os dias, dessas alegrias de todos os instantes. Porque elas estão perigando, todas elas, os trigais e o pão, a farinha e a água, o céu, o mar e teu rosto. (...) Sobre toda a beleza paira a sombra da escravidão. É como u’a nuvem inesperada num céu azul e límpido. Como então encontrar palavras inocentes, doces palavras cariciosas, versos suaves e tristes? Perdi o sentido destas palavras, destas frases, elas me soam como uma traição neste momento.

      (...) Mas eu sei todas as palavras de ódio e essas, sim, têm um significado neste momento. Houve um dia em que eu falei do amor e encontrei para ele os mais doces vocábulos, as frases mais trabalhadas.

     Hoje só o ódio pode fazer com que o amor perdure sobre o mundo. Só o ódio ao fascismo, mas um ódio mortal, um ódio sem perdão, um ódio que venha do coração e que nos tome todo, que se faça dono de todas as nossas palavras, que nos impeça de ver qualquer espetáculo – desde o crepúsculo aos olhos da amada – sem que junto a ele vejamos o perigo que os cerca.

     Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança. Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor.

       Sobre toda a beleza do mundo, sobre a farinha e o pão, sobre a pura água da fonte e sobre o mar, sobre teus olhos também, se debruçaria a desonra que é o nazifascismo, se eles tivessem conseguido dominar o mundo. Não restaria nenhuma parcela de beleza, a mais mínima. Amanhã saberei de novo palavras doces e frases cariciosas. Hoje só sei palavras de ódio, palavras de morte. Não encontrarás um cravo ou uma rosa, uma flor na minha literatura. Mas encontrarás um punhal ou um fuzil, encontrarás uma arma contra os inimigos da beleza, contra aqueles que amam as trevas e a desgraça, a lama e os esgotos, contra esses restos de podridão que sonharam esmagar a poesia, o amor e a liberdade!



(AMADO, Jorge. Folha da Manhã, 22/04/1945.)
No trecho, “Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança. Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor.”, é possível apontar que o autor usa uma estratégia de construção textual para reforçar o senso de urgência e a dimensão do problema. Assinale a alternativa que indica corretamente esse recurso.
Alternativas
Q3375485 Português
Nem a Rosa, Nem o Cravo


        As frases perdem seu sentido, as palavras perdem sua significação costumeira, como dizer das árvores e das flores, dos teus olhos e do mar, das canoas e do cais, das borboletas nas árvores, quando as crianças são assassinadas friamente pelos nazistas? Como falar da gratuita beleza dos campos e das cidades, quando as bestas soltas no mundo ainda destroem os campos e as cidades? Já viste um loiro trigal balançando ao vento? É das coisas mais belas do mundo, mas os hitleristas e seus cães danados destruíram os trigais e os povos morrem de fome. Como falar, então, da beleza, dessa beleza simples e pura da farinha e do pão, da água da fonte, do céu azul, do teu rosto na tarde?

      Não posso falar dessas coisas de todos os dias, dessas alegrias de todos os instantes. Porque elas estão perigando, todas elas, os trigais e o pão, a farinha e a água, o céu, o mar e teu rosto. (...) Sobre toda a beleza paira a sombra da escravidão. É como u’a nuvem inesperada num céu azul e límpido. Como então encontrar palavras inocentes, doces palavras cariciosas, versos suaves e tristes? Perdi o sentido destas palavras, destas frases, elas me soam como uma traição neste momento.

      (...) Mas eu sei todas as palavras de ódio e essas, sim, têm um significado neste momento. Houve um dia em que eu falei do amor e encontrei para ele os mais doces vocábulos, as frases mais trabalhadas.

     Hoje só o ódio pode fazer com que o amor perdure sobre o mundo. Só o ódio ao fascismo, mas um ódio mortal, um ódio sem perdão, um ódio que venha do coração e que nos tome todo, que se faça dono de todas as nossas palavras, que nos impeça de ver qualquer espetáculo – desde o crepúsculo aos olhos da amada – sem que junto a ele vejamos o perigo que os cerca.

     Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança. Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor.

       Sobre toda a beleza do mundo, sobre a farinha e o pão, sobre a pura água da fonte e sobre o mar, sobre teus olhos também, se debruçaria a desonra que é o nazifascismo, se eles tivessem conseguido dominar o mundo. Não restaria nenhuma parcela de beleza, a mais mínima. Amanhã saberei de novo palavras doces e frases cariciosas. Hoje só sei palavras de ódio, palavras de morte. Não encontrarás um cravo ou uma rosa, uma flor na minha literatura. Mas encontrarás um punhal ou um fuzil, encontrarás uma arma contra os inimigos da beleza, contra aqueles que amam as trevas e a desgraça, a lama e os esgotos, contra esses restos de podridão que sonharam esmagar a poesia, o amor e a liberdade!



(AMADO, Jorge. Folha da Manhã, 22/04/1945.)
Assinale a alternativa em que ambas as expressões sigam a ordem “substantivo + adjetivo”.
Alternativas
Q3375484 Português
Nem a Rosa, Nem o Cravo


        As frases perdem seu sentido, as palavras perdem sua significação costumeira, como dizer das árvores e das flores, dos teus olhos e do mar, das canoas e do cais, das borboletas nas árvores, quando as crianças são assassinadas friamente pelos nazistas? Como falar da gratuita beleza dos campos e das cidades, quando as bestas soltas no mundo ainda destroem os campos e as cidades? Já viste um loiro trigal balançando ao vento? É das coisas mais belas do mundo, mas os hitleristas e seus cães danados destruíram os trigais e os povos morrem de fome. Como falar, então, da beleza, dessa beleza simples e pura da farinha e do pão, da água da fonte, do céu azul, do teu rosto na tarde?

      Não posso falar dessas coisas de todos os dias, dessas alegrias de todos os instantes. Porque elas estão perigando, todas elas, os trigais e o pão, a farinha e a água, o céu, o mar e teu rosto. (...) Sobre toda a beleza paira a sombra da escravidão. É como u’a nuvem inesperada num céu azul e límpido. Como então encontrar palavras inocentes, doces palavras cariciosas, versos suaves e tristes? Perdi o sentido destas palavras, destas frases, elas me soam como uma traição neste momento.

      (...) Mas eu sei todas as palavras de ódio e essas, sim, têm um significado neste momento. Houve um dia em que eu falei do amor e encontrei para ele os mais doces vocábulos, as frases mais trabalhadas.

     Hoje só o ódio pode fazer com que o amor perdure sobre o mundo. Só o ódio ao fascismo, mas um ódio mortal, um ódio sem perdão, um ódio que venha do coração e que nos tome todo, que se faça dono de todas as nossas palavras, que nos impeça de ver qualquer espetáculo – desde o crepúsculo aos olhos da amada – sem que junto a ele vejamos o perigo que os cerca.

     Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança. Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor.

       Sobre toda a beleza do mundo, sobre a farinha e o pão, sobre a pura água da fonte e sobre o mar, sobre teus olhos também, se debruçaria a desonra que é o nazifascismo, se eles tivessem conseguido dominar o mundo. Não restaria nenhuma parcela de beleza, a mais mínima. Amanhã saberei de novo palavras doces e frases cariciosas. Hoje só sei palavras de ódio, palavras de morte. Não encontrarás um cravo ou uma rosa, uma flor na minha literatura. Mas encontrarás um punhal ou um fuzil, encontrarás uma arma contra os inimigos da beleza, contra aqueles que amam as trevas e a desgraça, a lama e os esgotos, contra esses restos de podridão que sonharam esmagar a poesia, o amor e a liberdade!



(AMADO, Jorge. Folha da Manhã, 22/04/1945.)
Assinale a alternativa cuja regra de acentuação destoe das demais. 
Alternativas
Q3375483 Português
Nem a Rosa, Nem o Cravo


        As frases perdem seu sentido, as palavras perdem sua significação costumeira, como dizer das árvores e das flores, dos teus olhos e do mar, das canoas e do cais, das borboletas nas árvores, quando as crianças são assassinadas friamente pelos nazistas? Como falar da gratuita beleza dos campos e das cidades, quando as bestas soltas no mundo ainda destroem os campos e as cidades? Já viste um loiro trigal balançando ao vento? É das coisas mais belas do mundo, mas os hitleristas e seus cães danados destruíram os trigais e os povos morrem de fome. Como falar, então, da beleza, dessa beleza simples e pura da farinha e do pão, da água da fonte, do céu azul, do teu rosto na tarde?

      Não posso falar dessas coisas de todos os dias, dessas alegrias de todos os instantes. Porque elas estão perigando, todas elas, os trigais e o pão, a farinha e a água, o céu, o mar e teu rosto. (...) Sobre toda a beleza paira a sombra da escravidão. É como u’a nuvem inesperada num céu azul e límpido. Como então encontrar palavras inocentes, doces palavras cariciosas, versos suaves e tristes? Perdi o sentido destas palavras, destas frases, elas me soam como uma traição neste momento.

      (...) Mas eu sei todas as palavras de ódio e essas, sim, têm um significado neste momento. Houve um dia em que eu falei do amor e encontrei para ele os mais doces vocábulos, as frases mais trabalhadas.

     Hoje só o ódio pode fazer com que o amor perdure sobre o mundo. Só o ódio ao fascismo, mas um ódio mortal, um ódio sem perdão, um ódio que venha do coração e que nos tome todo, que se faça dono de todas as nossas palavras, que nos impeça de ver qualquer espetáculo – desde o crepúsculo aos olhos da amada – sem que junto a ele vejamos o perigo que os cerca.

     Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança. Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor.

       Sobre toda a beleza do mundo, sobre a farinha e o pão, sobre a pura água da fonte e sobre o mar, sobre teus olhos também, se debruçaria a desonra que é o nazifascismo, se eles tivessem conseguido dominar o mundo. Não restaria nenhuma parcela de beleza, a mais mínima. Amanhã saberei de novo palavras doces e frases cariciosas. Hoje só sei palavras de ódio, palavras de morte. Não encontrarás um cravo ou uma rosa, uma flor na minha literatura. Mas encontrarás um punhal ou um fuzil, encontrarás uma arma contra os inimigos da beleza, contra aqueles que amam as trevas e a desgraça, a lama e os esgotos, contra esses restos de podridão que sonharam esmagar a poesia, o amor e a liberdade!



(AMADO, Jorge. Folha da Manhã, 22/04/1945.)
A respeito do trecho “como dizer das árvores e das flores, dos teus olhos e do mar, das canoas e do cais, das borboletas nas árvores, quando as crianças são assassinadas friamente pelos nazistas?”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2501075 Engenharia Agronômica (Agronomia)
As doenças fúngicas podem ocorrer com diversas sintomatologias, dentre diferentes plantas. Uma dessas doenças, começam seus sintomas como pequenos pontos brancos elevados, que com o passar do tempo são cobertas por uma massa de esporos alaranjadas. Essa doença é chamada de:
Alternativas
Q2501074 Biologia

Sobre o grupo de plantas, julgue os itens a seguir:



I. Briófitas: plantas avasculares, ou seja, que não possuem vasos condutores de seiva.


II. Pteridófitas: plantas vasculares sem sementes. Nesse grupo, observa-se ainda a dependência de água para a reprodução.


III. Gimnospermas: plantas em que há o surgimento do grão de pólen e da semente. As sementes, no entanto, são nuas, ou seja, não são envolvidas por frutos. 


IV. Angiospermas: plantas que possuem flores e frutos. angiospermas."



Estão corretas:

Alternativas
Q2501073 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Dentre os sintomas mais comuns associados às doenças de plantas, pode ser citado a anasarca, que consiste em:
Alternativas
Q2501072 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Os herbicidas translocados:
Alternativas
Q2501070 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Leia o trecho: Em 1970, uma nova raça do fungo (hoje denominado Bipolaris maydis), especialmente adaptada para atacar híbridos portadores de citoplasma macho-estéril, foi detectada no Estado da Florida, EUA. Em dois meses o patógeno chegou aos grandes estados produtores de Iowa e Illinois e, 15 dias depois, em todos os estados do nordeste americano, resultando na destruição de 15% da produção americana e numa grande elevação dos preços a nível mundial. O relato trata sobre o:
Alternativas
Q2501069 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Os Projetos Públicos de Irrigação poderão ser implantados:

I. Diretamente pelo poder privado. 
II. Mediante concessão de serviço público, precedida ou não de execução de obra pública, inclusive na forma de parceria público-privada.
III. Mediante autorização de serviço público.

Julgue os itens e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2501068 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A Política Nacional de Irrigação rege-se pelos seguintes princípios, exceto:
Alternativas
Q2501067 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Conjunto de todos os ecossistemas encontrados no planeta, abrangendo toda a vida existente e todos os ambientes físicos em que ela se encontra. O trecho faz referência a:
Alternativas
Q2501066 Engenharia Agronômica (Agronomia)
As Relações ecológicas são interações entre os seres vivos, podendo ser intraespecíficas ou interespecíficas. Assinale a alternativa que apresenta uma interação intraespecífica:
Alternativas
Q2501065 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A respiração aeróbica degrada a glicose em três etapas:

I. Glicólise: essa etapa ocorre no hialoplasma da célula. A glicose é decomposta em duas moléculas de ácido pirúvico, produzindo 2 ATPs.
II. Ciclo de Krebs: no Ciclo de Krebs, que acontece na matriz mitocondrial, ocorrem a descarboxilação e a desidrogenação dos compostos orgânicos, e há a síntese de mais 2 ATPs.
III. Cadeia respiratória: por fim, a cadeia respiratória dá-se nas cristas mitocondriais, onde existem as substâncias transportadoras de elétrons. Nesta fase, há síntese de 34 ATPs.

Julgue os itens e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2501064 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Os principais hormônios vegetais são:
Alternativas
Q2501063 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Os efeitos dos inseticidas podem ser:

I. Desalojante.
II. Choque.
III. Residual.

Julgue os itens e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2501062 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Sobre as técnicas de aplicação de inseticidas, analise os itens a seguir:

I. Pulverização: usando um pulverizador o inseticida é diluído em água (no tanque do pulverizador) e depois de fechado é feito o bombeamento através de uma alavanca manual que pressuriza o líquido, apertando-se o gatilho da lança a calda inseticida sai através de um bico dosador e pode ser aplicada nas superfícies ou nos locais de infestação.
II. Atomização: é quando se usa um atomizador com motor à gasolina de dois tempos ou motor elétrico.
III. Polvilhamento: usando-se uma polvilhadeira pode-se aplicar o inseticida formulado em pó seco em frestas, dutos de esgoto, etc.
IV. Aplicação de gel: essa técnica é exclusiva da formulação de inseticida em gel, que pode ser aplicado através de uma pistola aplicadora cuja regulagem é feita para que o gel saia em forma de gotas.

Estão corretos:
Alternativas
Q2501061 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Sobre a fotossíntese, está incorreto afirmar:
Alternativas
Q2493290 História e Geografia de Estados e Municípios
Leia o trecho: foi uma revolta provincial que ocorreu em Salvador, entre novembro de 1837 e março de 1838. Essa revolta foi conduzida pelas classes médias soteropolitanas insatisfeitas com o governo do Rio de Janeiro, sobretudo em virtude do enfraquecimento da pauta federalista. Sobre qual momento histório da Bahia o trecho faz referência:
Alternativas
Q2493289 Noções de Informática
Sobre os malwares, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
141: A
142: D
143: B
144: D
145: B
146: D
147: A
148: B
149: A
150: B
151: A
152: C
153: D
154: D
155: D
156: D
157: E
158: C
159: D
160: A