Questões de Concurso Comentadas para analista judiciário - economia

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Q398658 Economia
Dados extraídos do Sistema de Contas Nacionais de uma economia hipotética em um determinado ano:

Arrecadação tributária do Governo ..............................        260.000
Produto Interno Líquido a preços de mercado ............. 1.000.000
Transferências do Governo ao Setor Privado ..............        40.000
Depreciação ................................................................                   25.000
Subsídios do Governo ao Setor Privado ......................         15.000
Impostos Diretos..........................................................                 30.000

Observação: Despreze os algarismos a partir da segunda casa decimal.


A carga tributária líquida da economia, nesse ano, correspondeu a
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Q398657 Economia
Para se obter o valor da Renda Pessoal Disponível de uma economia, é necessário, entre outros cálculos, adicionar à Renda Nacional o valor
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Q398656 Economia
A diferença de valor entre o Produto Nacional Líquido a preços de mercado e a Renda Nacional a custo de fatores corresponde ao montante, em valor absoluto,
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Q398655 Economia
Em um sistema de contas nacionais, se a receita fiscal corrente for superior aos gastos correntes do Governo em um determinado ano, pode-se afirmar que
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Q398654 Economia
Atenção: Para responder à  questão, utilize os dados extraídos das Contas Nacionais do Brasil, relativas ao ano de 2006, em milhões de reais. 

Despesa de Consumo Final..................................................  1.903.679 
Variação de Estoques ...........................................................          8.012 
Formação Bruta de Capital Fixo............................................   389.328 
Renda Nacional Bruta...........................................................    2.311.211 
Transferências Correntes Líquidas recebidas do exterior    9.366 
Saldo Externo de Bens e Serviços (positivo).........................  68.778 




A Poupança Bruta do Brasil naquele ano foi, em milhões de reais, igual a
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Q398653 Economia
Atenção: Para responder à  questão, utilize os dados extraídos das Contas Nacionais do Brasil, relativas ao ano de 2006, em milhões de reais. 

Despesa de Consumo Final..................................................  1.903.679 
Variação de Estoques ...........................................................          8.012 
Formação Bruta de Capital Fixo............................................   389.328 
Renda Nacional Bruta...........................................................    2.311.211 
Transferências Correntes Líquidas recebidas do exterior    9.366 
Saldo Externo de Bens e Serviços (positivo).........................  68.778 



A Renda Disponível Bruta do Brasil, naquele ano, equivaleu, em milhões de reais, a
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Q398652 Economia
Atenção: Para responder à  questão, utilize os dados extraídos das Contas Nacionais do Brasil, relativas ao ano de 2006, em milhões de reais. 

Despesa de Consumo Final..................................................  1.903.679
Variação de Estoques ...........................................................          8.012
Formação Bruta de Capital Fixo............................................   389.328
Renda Nacional Bruta...........................................................    2.311.211
Transferências Correntes Líquidas recebidas do exterior    9.366
Saldo Externo de Bens e Serviços (positivo).........................  68.778 

O Produto Interno Bruto do Brasil naquele ano correspondeu, em milhões de reais, a
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Q398651 Economia
Considere as afirmativas abaixo.

I. A implementação de programas de transferência de renda como o Bolsa Família visa promover sua melhor distribuição.

II. A criação de uma nova alíquota de imposto de renda superior às atualmente existentes constitui, inequivocamente, uma política de transferência de renda para as classes de menor poder aquisitivo.

III. A função estabilizadora das políticas governamentais pode ser cumprida por meio da concessão do seguro desemprego, que transfere renda de forma temporária aos trabalhadores que perderam seu emprego.

É correto o que se afirma APENAS em
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Q398650 Economia
Os fatores que contribuem para a diminuição do déficit do balanço de pagamento de um país, que permite movimentação livre de capitais externos, são:
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Q398649 Economia
Se o objetivo de um país é melhorar o saldo de sua balança comercial, além dos instrumentos de política cambial, ele poderá
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Q398648 Economia
Considere as afirmativas abaixo.

I. Países que adotam a política de câmbio fixo e estão enfrentando um déficit na balança comercial devem promover uma desvalorização cambial para alcançar o equilíbrio comercial.

II. A teoria da paridade do poder de compra propõe que a taxa nominal de câmbio deve variar em proporção tal que a taxa de câmbio real se mantenha fixa e, dessa maneira, seja possível manter a trajetória do saldo comercial do país.

III. A adoção de uma política de taxas de câmbio flexíveis é condição necessária e suficiente para garan- tir o equilíbrio da balança comercial de um país.

É correto o que se afirma APENAS em
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Q398647 Economia
É uma medida de política fiscal expansionista:
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Q398646 Economia
Recentemente o Governo Federal promoveu a redução da alíquota do IOF incidente sobre as operações de crédito de pessoas físicas, a redução das alíquotas de IPI incidentes sobre a produção de automóveis e a reestruturação da tabela de faixas de rendimentos e alíquotas do imposto de renda das pessoas físicas. Sabendo que todas essas medidas de política tributária foram tomadas em resposta à crise financeira internacional, é correto afirmar que
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Q398645 Economia
A crise financeira internacional também se fez sentir na economia brasileira, por meio do desaquecimento da atividade econômica, notadamente no 4º trimestre de 2008. Para tentar reverter essa tendência, o Banco Central do Brasil adotou a seguinte medida de política monetária expansionista:
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Q398644 Economia
Em uma economia fechada
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Q398641 Português
Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

Liberdade minha, liberdade tua
     Uma professora do meu tempo de ensino médio, a propósito de qualquer ato de indisciplina ocorrido em suas aulas, invocava a sabedoria da frase “A liberdade de um termina onde começa a do outro". Servia-se dessa velha máxima para nos lembrar limites de comportamento. Com o passar do tempo, esqueci-me de muita coisa da História que ela nos ensinava, mas jamais dessa frase, que naquela época me soava, ao mesmo tempo, justa e antipática. Adolescentes não costumam prezar limites, e a ideia de que a nossa (isto é, a minha...) liberdade termina em algum lugar me parecia inaceitável. Mas eu também me dava conta de que poderia invocar a mesma frase para defender aguerridamente o meu espaço, quando ameaçado pelo outro, e isso a tornava bastante justa... Por vezes invocamos a universalidade de um princípio por razões inteiramente egoístas.

    Confesso que continuo achando a frase algo perturbadora, provavelmente pelo pressuposto que ela encerra: o de que os espaços da liberdade individual estejam distribuídos e demarcados de forma inteiramente justa. Para dizer sem meias palavras: desconfio do postulado de que todos sejamos igualmente livres, ou de que todos dispomos dos mesmos meios para defender nossa liberdade. Ele parece traduzir muito mais a aspiração de um ideal do que as efetivas práticas sociais. O egoísmo do adolescente é um mal dessa idade ou, no fundo, subsiste como um atributo de todas?

     Acredito que uma das lutas mais ingentes da civilização humana é a que se desenvolve, permanentemente, contra os impulsos do egoísmo humano. A lei da sobrevivência na selva - lei do instinto mais primitivo - tem voz forte e procura resistir aos dispositivos sociais que buscam controlá-la. Naquelas aulas de História, nossa professora, para controlar a energia desbordante dos jovens alunos, demarcava seu espaço de educadora e combatia a expansão do nosso território anárquico. Estava ministrando-nos na prática, ao lembrar os limites da liberdade, uma aula sobre o mais crucial desafio da civilização.

                                                                                                                          (Valdeci Aguirra, inédito)




Atente para as afirmações abaixo.

I. No primeiro parágrafo, a última frase expressa uma verdade geral que se depreendeu da análise de uma situação particular.
II. No segundo parágrafo, a perturbação confessada pelo autor do texto advém do reconhecimento de que todos os adolescentes são egoístas.
III. No terceiro parágrafo, a lei do mais forte é invocada para explicar por que idealizamos os nossos mais primitivos instintos.

Em relação ao texto, está correto APENAS o que se afirma em :
Alternativas
Q50047 Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
As questões de números 21 a 25 referem-se ao
Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado
do Pará.

A respeito das eleições, é correto afirmar:
Alternativas
Q50046 Português
Atenção: A  questão,  baseiam-se no texto apresentado abaixo. 

                                                Acerca de Montaigne 

     Montaigne, o influente filósofo francês do século XVI, foi um conservador, mas nada teve de rígido ou estreito, muito menos de dogmático. Por temperamento, foi bem o contrário de um revolucionário; certamente faltaram-lhe a fé e a energia de um homem de ação, o idealismo ardente e a vontade. Seu conservadorismo aproxima-se, sob certos aspectos, do que no século XIX viria a ser chamado de liberalismo. 
     Na concepção política de Montaigne, o indivíduo deve ser deixado livre dentro do quadro das leis, e a autoridade do Estado deve ser a mais leve possível. Para o filósofo, o melhor governo será o que menos se fizer sentir; assegurará a ordem pública sem invadir a vida privada e sem pretender orientar os espíritos. Montaigne não escolheu as instituições sob as quais viveu, mas resolveu respeitá-las, a elas obedecendo fielmente, como achava correto num bom cidadão e súdito leal. Que não lhe pedissem mais do que o exigido pelo equilíbrio da razão e pela clareza da consciência. 

                                                                  (Adaptado da introdução aos Ensaios, de Montaigne. Trad.
                                                                       de Sergio Milliet. S. Paulo: Abril, Os Pensadores, 1972.) 
Quando o autor afirma que Montaigne foi bem o contrário de um revolucionário, está buscando destacar
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Q50037 Português
                                    Legalidade e legitimidade

     A legalidade funda-se em um forte conceito ético, que é a legitimidade. O poder que impõe a legalidade deve ser um poder legítimo. Modernamente, não se aceita mais a legalidade como conceito meramente formal. Para que a limitação à esfera individual seja válida, deve ser o poder que a impõe legítimo.

     Os estados de regimes políticos autoritários possuem uma esfera de poder hipertrofiada em relação ao direito. Com isso, a legitimidade do poder torna-se questionável. As limitações impostas à liberdade, por conseguinte, não seriam éticas, legítimas, e, portanto, o direito fundamental estaria sendo desrespeitado. O legalismo cego e formal pode tornar-se arma para referendar abuso de poder e restrição ilegítima às liberdades individuais. Percebe-se, então, que, a despeito de ser atualmente o direito fundamental de liberdade assegurado em documentos legais ao redor do mundo, existe uma conotação ética que lhe serve de razão última e principal.

    A restrição à liberdade pela legalidade deve ser formalmente e materialmente válida: formalmente, quanto às regras preestabelecidas de formação, limites e conteúdo da lei; materialmente, quanto à legitimidade tanto das regras preestabelecidas quanto do poder que impõe as leis e que se encarrega de garantir seu cumprimento.

    O conteúdo das leis é também fonte de considerações éticas. Pode uma lei ser formalmente válida e emanada de poder legítimo, e mesmo assim ser moralmente considerada inválida, enquanto limitadora do conteúdo das liberdades. Daí concluir-se que a legitimidade do poder não é suficiente para que a legalidade seja legítima; é necessário também que o conteúdo das leis seja expressão da soberania popular.
Depreende-se da leitura do texto que a legalidade e a legitimidade
Alternativas
Q50031 Português
Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

Liberdade minha, liberdade tua
     Uma professora do meu tempo de ensino médio, a propósito de qualquer ato de indisciplina ocorrido em suas aulas, invocava a sabedoria da frase “A liberdade de um termina onde começa a do outro". Servia-se dessa velha máxima para nos lembrar limites de comportamento. Com o passar do tempo, esqueci-me de muita coisa da História que ela nos ensinava, mas jamais dessa frase, que naquela época me soava, ao mesmo tempo, justa e antipática. Adolescentes não costumam prezar limites, e a ideia de que a nossa (isto é, a minha...) liberdade termina em algum lugar me parecia inaceitável. Mas eu também me dava conta de que poderia invocar a mesma frase para defender aguerridamente o meu espaço, quando ameaçado pelo outro, e isso a tornava bastante justa... Por vezes invocamos a universalidade de um princípio por razões inteiramente egoístas.

    Confesso que continuo achando a frase algo perturbadora, provavelmente pelo pressuposto que ela encerra: o de que os espaços da liberdade individual estejam distribuídos e demarcados de forma inteiramente justa. Para dizer sem meias palavras: desconfio do postulado de que todos sejamos igualmente livres, ou de que todos dispomos dos mesmos meios para defender nossa liberdade. Ele parece traduzir muito mais a aspiração de um ideal do que as efetivas práticas sociais. O egoísmo do adolescente é um mal dessa idade ou, no fundo, subsiste como um atributo de todas?

     Acredito que uma das lutas mais ingentes da civilização humana é a que se desenvolve, permanentemente, contra os impulsos do egoísmo humano. A lei da sobrevivência na selva - lei do instinto mais primitivo - tem voz forte e procura resistir aos dispositivos sociais que buscam controlá-la. Naquelas aulas de História, nossa professora, para controlar a energia desbordante dos jovens alunos, demarcava seu espaço de educadora e combatia a expansão do nosso território anárquico. Estava ministrando-nos na prática, ao lembrar os limites da liberdade, uma aula sobre o mais crucial desafio da civilização.

                                                                                                                          (Valdeci Aguirra, inédito)




Considerando-se o contexto, a alternativa em que NÃO se traduz com equivalência de sentido uma expressão do texto é:
Alternativas
Respostas
741: D
742: B
743: A
744: C
745: D
746: E
747: C
748: C
749: D
750: B
751: A
752: E
753: A
754: B
755: C
756: A
757: B
758: A
759: C
760: E