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Q3060712 Português
Doida pra escrever

Tem dia que eu acordo doida pra escrever. Não serve mais nada. Tem alguma coisa incomodando demais, dando engulhos ou fazendo cócegas. Às vezes é só um prazo mesmo, vencido, de preferência. Outras vezes, não. É assim a sensação que deve ter um vulcão ou então uma bomba. Vamos humanizar as coisas, minha gente. É a sensação que deve ter o nosso corpo, imagine aí em que circunstâncias mais variadas.
Mas já ouvi dizer de gente que nunca sente isso. Por outro lado, ouvi falar de médico que prescreve escrita pra curar doideira ou algum mal da cabeça. Talvez cure também o coração e outras vísceras. Quantas vezes senti os pulmões mais capazes depois de um belo poema. Pode nem ter sido assim tão belo, vá lá, mas foi eficaz pra dores diversas. Em relação a essa turma que não precisa da escrita pra nada só sinto duas coisas: ou inveja ou dó. Isso, dó. Desculpem aí minha intolerância (Neste mundo, é preciso ter cuidado com isso, senão dá processo). Inveja quando penso que alguém pode conseguir viver agarradinho com seus quiprocós todos, no maior love, sem precisar tirá-los a fórceps, com uma caneta ou um teclado desbotado. Quem me dera essa convivência toda. Mas tudo bem. Pode ser que a pessoa tenha outros expedientes, tipo jogar bola com os amigos, beber bastante, correr (já vi gente se curar assim), cantar, ah, cantar a beleza de ser… isso. Mas não precisar escrever é um mistério pra mim.
O outro sentimento é mais delicado. É dó, é pena, é um negócio complicado. A gente, cá do alto de nossa implicância, fica pensando “coitado desse pessoal”. Mas é que quem escreve se sente dono de um garimpo inteiro. Uma espécie de poder. Está na moda aí, aliás, uma palavra esquisita, traduzida e mal paga, que é “empoderamento”. É mais ou menos quando a gente aprende uma coisa que nos faz ficar mais potente, mais podendo, com uma espécie de “cinto de utilidades” que pode ser usado quando a gente quiser mudar algo. E aí já li bastante falarem de empoderamento em relação à leitura e à escrita. E me senti mais super-heroína do que todas: a She-Ha, a Mulher Maravilha, a… bem, são quantas mesmo?
Escrever é um ódio. Mas, depois que acontece, é uma mansidão geral, até a próxima escala. Só que tem dia que eu acordo — eu e um monte de gente que fez esta descoberta — doida pra escrever. Não me vem nem a ideia do café da manhã. É que tem bastante gente que precisa tomar café primeiro. Mas eu sou uma mineira estranha: não curto nem café, nem tropeiro, nem praia. Mas aí eu corro pro computador e piro geral. Vai que dá certo? Costuma.
A escrita é uma mistura inexplicável de força, memória, conexões, leituras, falatórios, horas de filmes bons e ruins, uma vida inteira de ações e reações, atenção, desatenção, amor e desamor, ímpetos, convicções, perdões, convenções, aulas de tudo quanto há, escola, muita escola, contenção, habilidade, um tico de tendências sadomasô, exibicionismo, em algum grau, experiência em qualquer medida, mas, fundamentalmente, desobediência. A escrita nem te suga nem nada. Você acorda doidão, corre pra máquina que for (pode ser lápis, pois ela não é muito específica), escreve, escreve, escreve, sente que secou, murchou ou brochou, e continua o dia. Não desgasta, sabe? E enche, enche tudo de novo, que nem caixa d’água (quer dizer… aí depende…).
Hoje eu acordei doida pra escrever. Note-se que nem tinha muito o que dizer. Isso também acontece. No entanto, não é bem um problema quando isso rola. Tanta gente não tem nada a dizer! Ora, bolas. Nem é preciso ter um ostentável conteúdo para escrever. Milhares e milhares de estudantes fazem isso, todos os anos, quando escrevem algumas sofridas (e sofríveis) linhas sobre o que não sabem. Já imaginou? Ter de escrever o que nunca foi pensado antes? É a tarefa mais ingrata que há. Digo sempre isso aos alunos que passam ali pelo meu quadrado: sua tarefa é a pior que há, meu caro. Depois desta, qualquer coisa funciona. Imagine o comando: Escreva aí, nesta sala bege ou verde-hospital, sem livros nem nada o que consultar, bem rapidamente, sob o olhar lancinante deste fiscal mal pago, sobre um tema que você conhecerá neste instante. OK. Está dada a largada. Se isso for possível, o resto será festa.
Não. Escritor doido pra escrever tem tempo, tem paixão, tem uns dias, uns meses, uns anos, uns livros e muita gente com quem conversar. Muitas vezes, escrever sucede a pesquisa. Pesquisa mesmo, com roteiros, leituras, entrevistas, consultas. Quem é doido por escrever costuma ter uma sala, um quarto, uma estante, uma prateleira, um computador, o que seja… mas cheios de coisas pra ler, pra olhar, pra visitar, pra levar debaixo do braço. Pensa, pensa, daí vem um ímpeto. A gente fica fogoso, um dia. Não pode nem ver uma folha de papel, uma tela em branco, que o fogo acende.
Mas vá lá. É preciso saber ficar doido pra escrever. Ligar a ignição. Tá tudo calmo e quieto, vontade alguma, só pensando no mato pra capinar ou na graxa do portão, mas chega uma demanda de escrever. Quem não entende do riscado pensa que é assim, ó: “Senta e escreve, bora lá”. E a gente faz. Aprende a riscar a faca no chão até dar faísca. Pedra com pedra. Fósforo. Lente no sol. Queima até o que não tem. Doidos pra escrever são perigosos. Acordei doida pra escrever. E nem era só um prazo expirado. Era uma energia transbordando aqui e ali. Calibrada? Níveis normais? Vamos agora ao dia, pra ter mais o que escrever, nas próximas linhas.

RIBEIRO, Ana Elisa. Doida pra escrever. In: RIBEIRO, Ana Elisa. Doida pra escrever. Belo Horizonte: Moinhos, 2021. p. 10-12. Disponível em: https://rubem.wordpress.com/2023/03/08/doida-praescrever-ana-elisa-ribeiro/.
No trecho “Escrever é um ódio. Mas, depois que acontece, é uma mansidão geral, até a próxima escala”, a autora utiliza uma antítese para expressar seus sentimentos em relação ao ato de escrever. Com base no contexto do texto, qual das afirmações abaixo melhor explica essa relação de “ódio” e “mansidão”?
Alternativas
Q3060711 Português
Doida pra escrever

Tem dia que eu acordo doida pra escrever. Não serve mais nada. Tem alguma coisa incomodando demais, dando engulhos ou fazendo cócegas. Às vezes é só um prazo mesmo, vencido, de preferência. Outras vezes, não. É assim a sensação que deve ter um vulcão ou então uma bomba. Vamos humanizar as coisas, minha gente. É a sensação que deve ter o nosso corpo, imagine aí em que circunstâncias mais variadas.
Mas já ouvi dizer de gente que nunca sente isso. Por outro lado, ouvi falar de médico que prescreve escrita pra curar doideira ou algum mal da cabeça. Talvez cure também o coração e outras vísceras. Quantas vezes senti os pulmões mais capazes depois de um belo poema. Pode nem ter sido assim tão belo, vá lá, mas foi eficaz pra dores diversas. Em relação a essa turma que não precisa da escrita pra nada só sinto duas coisas: ou inveja ou dó. Isso, dó. Desculpem aí minha intolerância (Neste mundo, é preciso ter cuidado com isso, senão dá processo). Inveja quando penso que alguém pode conseguir viver agarradinho com seus quiprocós todos, no maior love, sem precisar tirá-los a fórceps, com uma caneta ou um teclado desbotado. Quem me dera essa convivência toda. Mas tudo bem. Pode ser que a pessoa tenha outros expedientes, tipo jogar bola com os amigos, beber bastante, correr (já vi gente se curar assim), cantar, ah, cantar a beleza de ser… isso. Mas não precisar escrever é um mistério pra mim.
O outro sentimento é mais delicado. É dó, é pena, é um negócio complicado. A gente, cá do alto de nossa implicância, fica pensando “coitado desse pessoal”. Mas é que quem escreve se sente dono de um garimpo inteiro. Uma espécie de poder. Está na moda aí, aliás, uma palavra esquisita, traduzida e mal paga, que é “empoderamento”. É mais ou menos quando a gente aprende uma coisa que nos faz ficar mais potente, mais podendo, com uma espécie de “cinto de utilidades” que pode ser usado quando a gente quiser mudar algo. E aí já li bastante falarem de empoderamento em relação à leitura e à escrita. E me senti mais super-heroína do que todas: a She-Ha, a Mulher Maravilha, a… bem, são quantas mesmo?
Escrever é um ódio. Mas, depois que acontece, é uma mansidão geral, até a próxima escala. Só que tem dia que eu acordo — eu e um monte de gente que fez esta descoberta — doida pra escrever. Não me vem nem a ideia do café da manhã. É que tem bastante gente que precisa tomar café primeiro. Mas eu sou uma mineira estranha: não curto nem café, nem tropeiro, nem praia. Mas aí eu corro pro computador e piro geral. Vai que dá certo? Costuma.
A escrita é uma mistura inexplicável de força, memória, conexões, leituras, falatórios, horas de filmes bons e ruins, uma vida inteira de ações e reações, atenção, desatenção, amor e desamor, ímpetos, convicções, perdões, convenções, aulas de tudo quanto há, escola, muita escola, contenção, habilidade, um tico de tendências sadomasô, exibicionismo, em algum grau, experiência em qualquer medida, mas, fundamentalmente, desobediência. A escrita nem te suga nem nada. Você acorda doidão, corre pra máquina que for (pode ser lápis, pois ela não é muito específica), escreve, escreve, escreve, sente que secou, murchou ou brochou, e continua o dia. Não desgasta, sabe? E enche, enche tudo de novo, que nem caixa d’água (quer dizer… aí depende…).
Hoje eu acordei doida pra escrever. Note-se que nem tinha muito o que dizer. Isso também acontece. No entanto, não é bem um problema quando isso rola. Tanta gente não tem nada a dizer! Ora, bolas. Nem é preciso ter um ostentável conteúdo para escrever. Milhares e milhares de estudantes fazem isso, todos os anos, quando escrevem algumas sofridas (e sofríveis) linhas sobre o que não sabem. Já imaginou? Ter de escrever o que nunca foi pensado antes? É a tarefa mais ingrata que há. Digo sempre isso aos alunos que passam ali pelo meu quadrado: sua tarefa é a pior que há, meu caro. Depois desta, qualquer coisa funciona. Imagine o comando: Escreva aí, nesta sala bege ou verde-hospital, sem livros nem nada o que consultar, bem rapidamente, sob o olhar lancinante deste fiscal mal pago, sobre um tema que você conhecerá neste instante. OK. Está dada a largada. Se isso for possível, o resto será festa.
Não. Escritor doido pra escrever tem tempo, tem paixão, tem uns dias, uns meses, uns anos, uns livros e muita gente com quem conversar. Muitas vezes, escrever sucede a pesquisa. Pesquisa mesmo, com roteiros, leituras, entrevistas, consultas. Quem é doido por escrever costuma ter uma sala, um quarto, uma estante, uma prateleira, um computador, o que seja… mas cheios de coisas pra ler, pra olhar, pra visitar, pra levar debaixo do braço. Pensa, pensa, daí vem um ímpeto. A gente fica fogoso, um dia. Não pode nem ver uma folha de papel, uma tela em branco, que o fogo acende.
Mas vá lá. É preciso saber ficar doido pra escrever. Ligar a ignição. Tá tudo calmo e quieto, vontade alguma, só pensando no mato pra capinar ou na graxa do portão, mas chega uma demanda de escrever. Quem não entende do riscado pensa que é assim, ó: “Senta e escreve, bora lá”. E a gente faz. Aprende a riscar a faca no chão até dar faísca. Pedra com pedra. Fósforo. Lente no sol. Queima até o que não tem. Doidos pra escrever são perigosos. Acordei doida pra escrever. E nem era só um prazo expirado. Era uma energia transbordando aqui e ali. Calibrada? Níveis normais? Vamos agora ao dia, pra ter mais o que escrever, nas próximas linhas.

RIBEIRO, Ana Elisa. Doida pra escrever. In: RIBEIRO, Ana Elisa. Doida pra escrever. Belo Horizonte: Moinhos, 2021. p. 10-12. Disponível em: https://rubem.wordpress.com/2023/03/08/doida-praescrever-ana-elisa-ribeiro/.
No início do texto, a autora compara a necessidade de escrever a certas sensações físicas e a eventos naturais. Qual é a finalidade dessas comparações, e o que elas revelam sobre o processo de escrita para a autora?
Alternativas
Q3032402 Noções de Informática
Beatriz está criando uma apresentação de slides para uma conferência importante e deseja adicionar uma transição suave entre os slides para melhorar o fluxo da apresentação. Ela quer que a transição ocorra automaticamente após um intervalo específico de tempo. Para configurar corretamente a transição automática entre slides em sua apresentação, Beatriz deverá
Alternativas
Q3032401 Noções de Informática
Considerando os conceitos de internet, ferramentas de navegação, correio eletrônico e ferramentas de busca e pesquisa, analise o seguinte cenário:
Ana está configurando um novo sistema de gerenciamento de e-mails para sua empresa e também precisa otimizar as ferramentas de pesquisa usadas por sua equipe. Ela deseja entender melhor as tecnologias subjacentes para tomar decisões informadas sobre a integração e o uso dessas ferramentas.
Assim, para garantir que as comunicações por e-mail sejam criptografadas e que apenas os destinatários pretendidos possam acessar as mensagens; para melhorar a eficiência na busca de informações na internet, garantindo que as pesquisas sejam realizadas com a maior precisão possível; e para utilizar uma ferramenta de navegação que permita o armazenamento e o gerenciamento de senhas de forma segura e integrada, a combinação correta de conceitos e tecnologias que atende a essas necessidades é a seguinte:
Alternativas
Q3032400 Noções de Informática
Em relação ao uso básico da internet, assinale a afirmação verdadeira.
Alternativas
Q3032399 Noções de Informática
Considerando os conceitos básicos de editores de texto, analise o seguinte cenário:
Maria é uma secretária que trabalha diariamente com documentos no Microsoft Word e precisa criar, editar e formatar diversos tipos de textos. Ela utiliza frequentemente recursos como estilos de parágrafos, tabelas, e a inserção de imagens para enriquecer os documentos. No entanto, Maria deseja automatizar algumas tarefas repetitivas, como a substituição de palavras em um documento extenso e a aplicação de formatações padronizadas em múltiplas seções de texto.
Atente para as seguintes tarefas que Maria deseja realizar com os recursos do Microsoft Word:
1) substituir automaticamente uma palavra ou frase em todo o documento, garantindo que todas as ocorrências sejam modificadas ao mesmo tempo; e
2) aplicar uma formatação padronizada, como estilo de título, em várias seções do documento, sem precisar formatar manualmente cada uma delas.

Os recursos do Microsoft Word que Maria utilizará são os seguintes:
Alternativas
Q3032398 Noções de Informática
Ana está gerenciando um orçamento mensal em uma planilha eletrônica e deseja calcular a média dos gastos de cada categoria para melhor controle financeiro. Ela possui uma coluna com os valores dos gastos. Para calcular a média desses valores corretamente, Ana deverá
Alternativas
Q3032397 Noções de Informática
No Microsoft Excel e no LibreOffice Calc, os recursos indicados para inserir uma função que retorna a data e hora atual, e para organizar uma coluna de dados em ordem alfabética são, respectivamente,
Alternativas
Q3032396 Noções de Informática
José está elaborando um relatório detalhado usando um editor de texto. Ele deseja organizar a informação de forma estruturada e incluir uma lista com subitens numerados para melhor clareza. Nesse caso, a abordagem correta a ser adotada para inserir uma lista numerada e suas subcategorias em um documento utilizando um editor de texto é a seguinte:
Alternativas
Q3032395 Noções de Informática
Maria está administrando um sistema de computadores em uma pequena empresa e precisa garantir que todos os dispositivos estejam funcionando de forma sincronizada e eficiente. O sistema operacional que ela escolheu possui várias funções para gerenciar o hardware e os recursos do sistema. Assinale a opção que corresponde à função que é primordial para a administração de recursos de hardware, como memória e dispositivos de entrada e saída.
Alternativas
Q3032394 Noções de Informática
Sobre conceitos básicos de informática e sistemas operacionais, assinale a afirmação verdadeira.
Alternativas
Q3032393 Noções de Informática
Carlos está configurando um novo computador para iniciar suas atividades profissionais, que incluem o uso de softwares de edição de texto, planilhas eletrônicas e navegação na internet. Ele se depara com a necessidade de escolher o componente principal para garantir que o computador possa realizar essas tarefas de forma eficiente. Considerando os componentes de um computador, é correto afirmar que o mais crucial para assegurar que o sistema possa executar as tarefas mencionadas de maneira adequada é
Alternativas
Q3032390 Português

Inteligência Artificial no Mercado Editorial: Possibilidades e desafios éticos


Disponível: https://portal.fgv.br/en/node/31487. Acesso em: 15/08/2024. Adaptação.

O uso do pronome átono se em “Para quem já se esforçou intelectual e criativamente…” (linhas 34-35) é analisado como próclise. Segundo a norma-padrão da língua portuguesa, o pronome átono está corretamente colocado em
Alternativas
Q3032388 Português

Inteligência Artificial no Mercado Editorial: Possibilidades e desafios éticos


Disponível: https://portal.fgv.br/en/node/31487. Acesso em: 15/08/2024. Adaptação.

É correto afirmar que a palavra em que há apenas derivação prefixal em sua formação é
Alternativas
Q3032387 Português

Inteligência Artificial no Mercado Editorial: Possibilidades e desafios éticos


Disponível: https://portal.fgv.br/en/node/31487. Acesso em: 15/08/2024. Adaptação.

Observe as palavras que seguem:

I. algorítmica;
II. conteúdo;
III. ético;
IV. inegável;
V. técnico.

Das palavras acima apresentadas, são acentuadas pela mesma regra ortográfica somente as que constam em
Alternativas
Q3032386 Português

Inteligência Artificial no Mercado Editorial: Possibilidades e desafios éticos


Disponível: https://portal.fgv.br/en/node/31487. Acesso em: 15/08/2024. Adaptação.

A sequência que apresenta todas as palavras grafadas corretamente é:
Alternativas
Q3032385 Português

Inteligência Artificial no Mercado Editorial: Possibilidades e desafios éticos


Disponível: https://portal.fgv.br/en/node/31487. Acesso em: 15/08/2024. Adaptação.

Leia as duas construções linguísticas a seguir, retiradas do texto.

I. “Além disso, questões intrínsecas à sua construção…” (linhas 72-73).
II. “…levantam questões relacionadas à privacidade e aos problemas…” (linhas 77-78).

Sobre essas construções, é correto afirmar que
Alternativas
Q3026368 Noções de Informática
Uma empresa utiliza tanto softwares livres quanto comerciais para edição de textos, planilhas eletrônicas e apresentações. Recentemente, foi necessário criar um relatório mensal, preparar uma planilha com os dados financeiros e desenvolver uma apresentação para uma reunião de diretoria. No computador utilizado para essas tarefas, estão instalados os seguintes softwares: Microsoft Office (Word, Excel, PowerPoint) e LibreOffice (Writer, Calc, Impress). Considerando a necessidade de compatibilidade com os colegas que utilizam apenas o Microsoft Office, qual abordagem é mais adequada para realizar essas tarefas?
Alternativas
Q3026367 Programação
Em um projeto de desenvolvimento web, uma equipe está utilizando várias tecnologias para criar uma aplicação interativa e bem estilizada. A equipe decide usar PHP para o backend, MySQL para o banco de dados, e precisa definir a aparência e o layout das páginas web de forma consistente e atraente. Além disso, precisa garantir que o site seja responsivo e compatível com diferentes dispositivos e tamanhos de tela. A tecnologia a ser usada pela equipe para definir o estilo, layout e garantir a responsividade das páginas web deve ser o(a) 
Alternativas
Q3026366 Redes de Computadores
Em uma rede local, qual dispositivo é utilizado para conectar múltiplos dispositivos em um único segmento de rede, permitindo que eles se comuniquem entre si e operando na camada 2 do modelo OSI?
Alternativas
Respostas
1341: B
1342: E
1343: B
1344: B
1345: D
1346: C
1347: C
1348: D
1349: A
1350: B
1351: A
1352: D
1353: B
1354: B
1355: C
1356: D
1357: C
1358: B
1359: D
1360: B