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Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos
Das 97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de segurança e de transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240 (22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis", afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela PF." Segundo os pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil 1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança. Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128 mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho, uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige, foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns. Escoltas externas são as que usam armas longas, que interessam ao crime organizado."
Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php.
Acesso em 28 1abr 2010.
Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos
Das 97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de segurança e de transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240 (22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis", afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela PF." Segundo os pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil 1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança. Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128 mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho, uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige, foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns. Escoltas externas são as que usam armas longas, que interessam ao crime organizado."
Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php.
Acesso em 28 1abr 2010.
Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos
Das 97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de segurança e de transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240 (22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis", afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela PF." Segundo os pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil 1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança. Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128 mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho, uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige, foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns. Escoltas externas são as que usam armas longas, que interessam ao crime organizado."
Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php.
Acesso em 28 1abr 2010.
Em 6 anos, 21.240 armas de guardas privados foram para mãos de bandidos
Das 97.549 armas de fogo que foram registradas em nome de empresas de segurança e de transportes de valores em São Paulo desde 2004, 21.240 (22%) foram furtadas ou roubadas. Ou seja, uma em cada cinco armas do arsenal das empresas de segurança foi parar nas mãos de bandidos. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Sou da Paz, como parte da pesquisa Implementação do Estatuto do Desarmamento: do Papel para a Prática. As informações têm por base o Sistema de Segurança e Vigilância Privada (Sisvip) da Polícia Federal e a pesquisa traz um balanço de seis anos do Estatuto do Desarmamento. "O dado permite diferentes leituras. Uma delas é a de que o porte de armas não parece inibir a abordagem dos ladrões. Outra sugere que os seguranças podem estar sendo procurados porque diminuiu a quantidade de armas nas mãos dos civis", afirma o diretor do Sou da Paz, Denis Mizne. "Mas esses números também revelam que existem problemas no setor que devem ser investigados pela PF." Segundo os pesquisadores, há brechas na fiscalização por parte da PF. Números da CPI do Tráfico de Armas já apontavam para a gravidade do problema. Conforme dados da Polícia Civil do Rio, das 10 mil armas apreendidas com criminosos entre 1998 e 2003 no Estado, 17% pertenciam a empresas de segurança privada. Clandestinidade. Existem hoje no Brasil 1,1 milhão de vigilantes - e 350 mil trabalham em empresas de segurança. Só em São Paulo, de acordo com o sindicato patronal (Sesvesp), há 128 mil vigilantes. "Podemos dizer ainda que, para cada funcionário de empresa regularizada, existem dois em empresas irregulares", afirma o empresário Vitor Saeta, diretor do Sesvesp. "As empresas que atuam com segurança externa costumam ser as mais visadas.
Em cada ação dos ladrões, podem ser roubadas até cinco armas de uma vez", diz. Em julho, uma viatura de escolta armada da empresa Pentágono, que Saeta dirige, foi abordada por um desses grupos. A quadrilha estava em dois carros e usava armas longas e fuzis. Os vigilantes acompanhavam um caminhão que transportava um insumo industrial na Grande São Paulo. A carga foi desviada e a viatura, com os vigilantes, abandonada em Pirituba, na zona norte de São Paulo. "As armas mais usadas pelos vigilantes são os revólveres calibre 38. Quando roubadas, são usadas em crimes comuns. Escoltas externas são as que usam armas longas, que interessam ao crime organizado."
Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100429/not_imp5 44488,0.php.
Acesso em 28 1abr 2010.
Pela leitura do fragmento acima, é correto afirmar que, em sua estrutura sintática, houve supressão da expressão
1) São estruturas de dados onde cada nodo tem exatamente dois nodos filhos.
2) São estruturas de dados onde cada nodo tem no máximo dois nodos filhos.
3) São aquelas que equilibram a distância entre o nodo raiz e todos os nodos folha.
Assinale a alternativa correta.
1) “Herança” (ou generalização) é o mecanismo pelo qual uma classe (ou subclasse) pode estender outra classe (ou superclasse).
2) “Polimorfismo” é o princípio pelo qual duas ou mais classes derivadas de uma mesma superclasse podem invocar métodos que têm identificação (assinatura) diferentes, mas comportamentos iguais.
3) “Interface” é um contrato entre a classe e o mundo externo.
Assinale a alternativa correta
1) Ruído Térmico
2) Linha Cruzada
3) Ruído de Intermodulação
4) Ruído de Impulso
Correspondem a categorias de ruídos que dificultam a transmissão de dados:
1) BGP = Border Gateway Protocol
2) OSPF = Open Shortest Path First
3) IGP = Interior Gateway Protocol
4) EGP = Exterior Gateway Protocol
Qual/Quais das siglas acima corresponde(m) ao significado indicado?
1) Roteador é um sistema intermediário para conectar duas LANs que utilizam protocolos de LAN semelhantes.
2) Ponte é um sistema intermediário usado para conectar duas redes que podem ou não ser semelhantes.
3) Inter-rede é uma coleção de redes de comunicação interligadas por pontes e/ ou roteadores.
4) Sub-rede refere-se a uma rede constituinte de uma inter-rede.
Assinale a alternativa correta.
1) Correio eletrônico usa o protocolo TCP.
2) Telnet usa o protocolo UDP.
3) FTP usa o protocolo TCP.
4) HTTP usa o protocolo UDP.
Assinale a alternativa correta.
Coluna I
( 1 ) Cabo caoxial
( 2 ) Canal de rádio terrestre
( 3 ) Cabo trançado
( 4 ) Fibra ótica
Coluna II
( ) É um meio delgado e flexível que conduz pulsos e luz.
( ) É constituído de dois condutores de cobre,concêntricos e não paralelos.
( ) Carrega sinais dentro do espectro eletromagnético.
( ) É constituído de dois fios de cobre isolados e enrolados em espiral.
Assinale a alternativa que apresenta a nu- meração correta da coluna II, de cima para baixo.
1) IP = Internet Protocol
2) UDP = User Datagram Protocol
3) ICMP = Internet Control Message Protocol 4) SNMP = Simple News Management Protocol
Qual/Quais das siglas acima corresponde(m) ao significado indicado?
1) A integridade referencial garante a não corrupção dos dados, de modo a não haver como existir um registro “filho” sem um registro “pai”.
2) Uma relação R está na Terceira Forma Normal, se ela estiver na Segunda Forma Normal e cada atributo não chave de R possui dependência transitiva, para cada chave candidata de R.
3) Restrições de integridade são usadas para garantir a exatidão e a consistência dos dados em um Banco de dados relacional. Existem ao todo três restrições de integridade: Integridade Referencial, Integridade da Coluna e Integridade da Relação.
Assinale a alternativa correta.
1) Uma chave estrangeira é um campo que aponta para a chave primária de outra tabela.
2) Em chaves primárias, não pode haver valores nulos nem repetição.
3) Uma tupla é a mesma coisa que uma tabela.
Assinale a alternativa correta.
1) Objeto é uma instância de uma classe.
2) Mensagem é a chamada de um método de um objeto.
3) Atributos são características de uma classe.
Assinale a alternativa correta.
1) Para implementar um tipo abstrato de dados “pilha” baseado no tipo abstrato de dados “lista”, as funções InserePilha() e RetiraPilha() podem ser implementadas usando as funções InsereComeço() e RetiraComeço(), respectivamente.
2) Para implementar um tipo abstrato de dados “fila” baseado no tipo abstrato de dados “lista”, as funções InsereFila() e RetiraFila() podem ser implementadas usando as funções InsereFim() e RetiraComeço(), respectivamente.
3) Para implementar um tipo abstrato de dados “fila” baseado no tipo abstrato de dados “lista”, as funções InsereFila() e RetiraFila() podem ser implementadas usando as funções InsereComeço() e RetiraComeço(), respectivamente.
Assinale a alternativa correta.
( 1 ) AB ( ) 1111 1111
( 2 ) 01 ( ) 1001 0000
( 3 ) FF ( ) 0000 0001
( 4 ) 90 ( ) 1010 1011
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
1) O dispositivo que conecta CPU, memória e dispositivos de entrada e saída é chamado barramento.
2) DMA é um mecanismo que permite que alguns subsistemas de hardware acessem a memória sem a interferência da CPU.
3) Barramentos de “X” bits recebem esse nome porque são capazes de transportar “X” bits - no máximo - por vez.
Assinale a alternativa correta.
1) Números inteiros negativos são representados em complemento de dois.
2) A tabela ASCII relaciona bytes e caracteres.
3) A representação ponto flutuante foi projetada para representar números reais em computador.
Assinale a alternativa correta.
1) No pipeline de instruções, as instrucões de desvio podem causar “buracos” no pipeline, diminuindo o ganho de desempenho.
2) No pipeline de instruções, é possível perder desempenho com a busca de dados na memória.
3) O ganho de desempenho obtido pelo uso de pipelines é, no máximo, proporcional ao número de estágios. Ou seja, para um pipeline de três estágios, o ganho de desempenho será, no máximo, de três.
Assinale a alternativa correta.