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Q725873 Português

Evoluir ou morrer

As empresas e os profissionais vivem em um ecossistema altamente mutante. Nesse cenário, quem não evolui desaparece.

A natureza sofreu, ao longo desses 4,5 bilhões de anos, que é a idade da Terra, uma imensa quantidade de mudanças. Até hoje as observamos. Mudanças climáticas, acomodação das placas da crosta terrestre, temperaturas aumentando em alguns lugares e diminuindo em outros, alterações na vegetação, florestas que viraram desertos, orlas que se transformaram em montanhas. O processo continua. Não acabou, não.

E os animais, como ficaram nessa história? Bem, aqueles que, por acaso, eram possuidores de uma estrutura genética que lhes permitiu sobreviver à mudança permaneceram. Os que não tinham essa possibilidade, azar deles, desapareceram. E foram a maioria.

Daí para frente, a estrutura orgânica que permitiu a sobrevivência de alguns foi repassada para os descendentes, e logo todos tinham essa característica. A essa incorporação de vantagens competitivas, Darwin chamou de evolucionismo.

Ora, as empresas e os profissionais também vivem em um ecossistema altamente mutante: o mercado. E todos os dias ele apresenta novidades. Novas técnicas e tecnologias, novas exigências do consumidor e, o mais grave, novos concorrentes. Nesse cenário, a empresa que não evoluir desaparecerá – é a lei da vida. Às vezes não deixa nem pegadas.

Entretanto, há uma diferença entre o evolucionismo da natureza e o das empresas. Na natureza o evolucionismo deriva da necessidade de sobrevivência e do acaso da recombinação genética. No caso da sociedade humana e suas partes – a empresa é uma dessas partes – o evolucionismo tem de derivar da decisão (e não apenas da necessidade) e da inteligência (nunca do acaso).

Evoluir significa aprimorar o que se faz, mas também quer dizer estar atento para fazer coisas novas. Ninguém sabe hoje quem fazia a melhor máquina de escrever, o carburador por mais perfeito, o melhor bico de gás para iluminação pública. Para quê? Esses objetos que foram muito úteis no passado foram substituídos por novidades tecnológicas muito mais avançadas. São apenas três exemplos, mas há milhares de outros, e não só na tecnologia, também nos serviços e na gestão.

A lição que fica é: evoluir é fundamental à sobrevivência. Parece difícil? Pode ser, mas é necessário que se compreenda esse princípio. Quem não evolui está fora do jogo. Os dinossauros corporativos tendem a desaparecer.


Revista Você S A – Edição 179 – Abril de 2013. Eugênio MussaK. vocesa.com.br

“A natureza sofreu, ao longo desses 4,5 bilhões de anos, que é a idade da Terra, uma imensa quantidade de mudanças. Até hoje as observamos”. No texto, a palavra as, destacada na frase acima refere-se:
Alternativas
Q725871 Português

Evoluir ou morrer

As empresas e os profissionais vivem em um ecossistema altamente mutante. Nesse cenário, quem não evolui desaparece.

A natureza sofreu, ao longo desses 4,5 bilhões de anos, que é a idade da Terra, uma imensa quantidade de mudanças. Até hoje as observamos. Mudanças climáticas, acomodação das placas da crosta terrestre, temperaturas aumentando em alguns lugares e diminuindo em outros, alterações na vegetação, florestas que viraram desertos, orlas que se transformaram em montanhas. O processo continua. Não acabou, não.

E os animais, como ficaram nessa história? Bem, aqueles que, por acaso, eram possuidores de uma estrutura genética que lhes permitiu sobreviver à mudança permaneceram. Os que não tinham essa possibilidade, azar deles, desapareceram. E foram a maioria.

Daí para frente, a estrutura orgânica que permitiu a sobrevivência de alguns foi repassada para os descendentes, e logo todos tinham essa característica. A essa incorporação de vantagens competitivas, Darwin chamou de evolucionismo.

Ora, as empresas e os profissionais também vivem em um ecossistema altamente mutante: o mercado. E todos os dias ele apresenta novidades. Novas técnicas e tecnologias, novas exigências do consumidor e, o mais grave, novos concorrentes. Nesse cenário, a empresa que não evoluir desaparecerá – é a lei da vida. Às vezes não deixa nem pegadas.

Entretanto, há uma diferença entre o evolucionismo da natureza e o das empresas. Na natureza o evolucionismo deriva da necessidade de sobrevivência e do acaso da recombinação genética. No caso da sociedade humana e suas partes – a empresa é uma dessas partes – o evolucionismo tem de derivar da decisão (e não apenas da necessidade) e da inteligência (nunca do acaso).

Evoluir significa aprimorar o que se faz, mas também quer dizer estar atento para fazer coisas novas. Ninguém sabe hoje quem fazia a melhor máquina de escrever, o carburador por mais perfeito, o melhor bico de gás para iluminação pública. Para quê? Esses objetos que foram muito úteis no passado foram substituídos por novidades tecnológicas muito mais avançadas. São apenas três exemplos, mas há milhares de outros, e não só na tecnologia, também nos serviços e na gestão.

A lição que fica é: evoluir é fundamental à sobrevivência. Parece difícil? Pode ser, mas é necessário que se compreenda esse princípio. Quem não evolui está fora do jogo. Os dinossauros corporativos tendem a desaparecer.


Revista Você S A – Edição 179 – Abril de 2013. Eugênio MussaK. vocesa.com.br

“Os dinossauros corporativos tendem a desaparecer”. De acordo com o texto, qual é a lição que a frase acima apresenta?
Alternativas
Q725869 Português

Evoluir ou morrer

As empresas e os profissionais vivem em um ecossistema altamente mutante. Nesse cenário, quem não evolui desaparece.

A natureza sofreu, ao longo desses 4,5 bilhões de anos, que é a idade da Terra, uma imensa quantidade de mudanças. Até hoje as observamos. Mudanças climáticas, acomodação das placas da crosta terrestre, temperaturas aumentando em alguns lugares e diminuindo em outros, alterações na vegetação, florestas que viraram desertos, orlas que se transformaram em montanhas. O processo continua. Não acabou, não.

E os animais, como ficaram nessa história? Bem, aqueles que, por acaso, eram possuidores de uma estrutura genética que lhes permitiu sobreviver à mudança permaneceram. Os que não tinham essa possibilidade, azar deles, desapareceram. E foram a maioria.

Daí para frente, a estrutura orgânica que permitiu a sobrevivência de alguns foi repassada para os descendentes, e logo todos tinham essa característica. A essa incorporação de vantagens competitivas, Darwin chamou de evolucionismo.

Ora, as empresas e os profissionais também vivem em um ecossistema altamente mutante: o mercado. E todos os dias ele apresenta novidades. Novas técnicas e tecnologias, novas exigências do consumidor e, o mais grave, novos concorrentes. Nesse cenário, a empresa que não evoluir desaparecerá – é a lei da vida. Às vezes não deixa nem pegadas.

Entretanto, há uma diferença entre o evolucionismo da natureza e o das empresas. Na natureza o evolucionismo deriva da necessidade de sobrevivência e do acaso da recombinação genética. No caso da sociedade humana e suas partes – a empresa é uma dessas partes – o evolucionismo tem de derivar da decisão (e não apenas da necessidade) e da inteligência (nunca do acaso).

Evoluir significa aprimorar o que se faz, mas também quer dizer estar atento para fazer coisas novas. Ninguém sabe hoje quem fazia a melhor máquina de escrever, o carburador por mais perfeito, o melhor bico de gás para iluminação pública. Para quê? Esses objetos que foram muito úteis no passado foram substituídos por novidades tecnológicas muito mais avançadas. São apenas três exemplos, mas há milhares de outros, e não só na tecnologia, também nos serviços e na gestão.

A lição que fica é: evoluir é fundamental à sobrevivência. Parece difícil? Pode ser, mas é necessário que se compreenda esse princípio. Quem não evolui está fora do jogo. Os dinossauros corporativos tendem a desaparecer.


Revista Você S A – Edição 179 – Abril de 2013. Eugênio MussaK. vocesa.com.br

De acordo com o texto, todas as alternativas abaixo apresentam transformações sofridas pela Terra ao longo de sua existência, EXCETO:
Alternativas
Q725867 Português

Evoluir ou morrer

As empresas e os profissionais vivem em um ecossistema altamente mutante. Nesse cenário, quem não evolui desaparece.

A natureza sofreu, ao longo desses 4,5 bilhões de anos, que é a idade da Terra, uma imensa quantidade de mudanças. Até hoje as observamos. Mudanças climáticas, acomodação das placas da crosta terrestre, temperaturas aumentando em alguns lugares e diminuindo em outros, alterações na vegetação, florestas que viraram desertos, orlas que se transformaram em montanhas. O processo continua. Não acabou, não.

E os animais, como ficaram nessa história? Bem, aqueles que, por acaso, eram possuidores de uma estrutura genética que lhes permitiu sobreviver à mudança permaneceram. Os que não tinham essa possibilidade, azar deles, desapareceram. E foram a maioria.

Daí para frente, a estrutura orgânica que permitiu a sobrevivência de alguns foi repassada para os descendentes, e logo todos tinham essa característica. A essa incorporação de vantagens competitivas, Darwin chamou de evolucionismo.

Ora, as empresas e os profissionais também vivem em um ecossistema altamente mutante: o mercado. E todos os dias ele apresenta novidades. Novas técnicas e tecnologias, novas exigências do consumidor e, o mais grave, novos concorrentes. Nesse cenário, a empresa que não evoluir desaparecerá – é a lei da vida. Às vezes não deixa nem pegadas.

Entretanto, há uma diferença entre o evolucionismo da natureza e o das empresas. Na natureza o evolucionismo deriva da necessidade de sobrevivência e do acaso da recombinação genética. No caso da sociedade humana e suas partes – a empresa é uma dessas partes – o evolucionismo tem de derivar da decisão (e não apenas da necessidade) e da inteligência (nunca do acaso).

Evoluir significa aprimorar o que se faz, mas também quer dizer estar atento para fazer coisas novas. Ninguém sabe hoje quem fazia a melhor máquina de escrever, o carburador por mais perfeito, o melhor bico de gás para iluminação pública. Para quê? Esses objetos que foram muito úteis no passado foram substituídos por novidades tecnológicas muito mais avançadas. São apenas três exemplos, mas há milhares de outros, e não só na tecnologia, também nos serviços e na gestão.

A lição que fica é: evoluir é fundamental à sobrevivência. Parece difícil? Pode ser, mas é necessário que se compreenda esse princípio. Quem não evolui está fora do jogo. Os dinossauros corporativos tendem a desaparecer.


Revista Você S A – Edição 179 – Abril de 2013. Eugênio MussaK. vocesa.com.br

“E todos os dias ele apresenta novidades”. No texto, a palavra destacada na frase acima refere-se:
Alternativas
Q725865 Português

Evoluir ou morrer

As empresas e os profissionais vivem em um ecossistema altamente mutante. Nesse cenário, quem não evolui desaparece.

A natureza sofreu, ao longo desses 4,5 bilhões de anos, que é a idade da Terra, uma imensa quantidade de mudanças. Até hoje as observamos. Mudanças climáticas, acomodação das placas da crosta terrestre, temperaturas aumentando em alguns lugares e diminuindo em outros, alterações na vegetação, florestas que viraram desertos, orlas que se transformaram em montanhas. O processo continua. Não acabou, não.

E os animais, como ficaram nessa história? Bem, aqueles que, por acaso, eram possuidores de uma estrutura genética que lhes permitiu sobreviver à mudança permaneceram. Os que não tinham essa possibilidade, azar deles, desapareceram. E foram a maioria.

Daí para frente, a estrutura orgânica que permitiu a sobrevivência de alguns foi repassada para os descendentes, e logo todos tinham essa característica. A essa incorporação de vantagens competitivas, Darwin chamou de evolucionismo.

Ora, as empresas e os profissionais também vivem em um ecossistema altamente mutante: o mercado. E todos os dias ele apresenta novidades. Novas técnicas e tecnologias, novas exigências do consumidor e, o mais grave, novos concorrentes. Nesse cenário, a empresa que não evoluir desaparecerá – é a lei da vida. Às vezes não deixa nem pegadas.

Entretanto, há uma diferença entre o evolucionismo da natureza e o das empresas. Na natureza o evolucionismo deriva da necessidade de sobrevivência e do acaso da recombinação genética. No caso da sociedade humana e suas partes – a empresa é uma dessas partes – o evolucionismo tem de derivar da decisão (e não apenas da necessidade) e da inteligência (nunca do acaso).

Evoluir significa aprimorar o que se faz, mas também quer dizer estar atento para fazer coisas novas. Ninguém sabe hoje quem fazia a melhor máquina de escrever, o carburador por mais perfeito, o melhor bico de gás para iluminação pública. Para quê? Esses objetos que foram muito úteis no passado foram substituídos por novidades tecnológicas muito mais avançadas. São apenas três exemplos, mas há milhares de outros, e não só na tecnologia, também nos serviços e na gestão.

A lição que fica é: evoluir é fundamental à sobrevivência. Parece difícil? Pode ser, mas é necessário que se compreenda esse princípio. Quem não evolui está fora do jogo. Os dinossauros corporativos tendem a desaparecer.


Revista Você S A – Edição 179 – Abril de 2013. Eugênio MussaK. vocesa.com.br

Quanto à abordagem do tema e aos recursos expressivos, esse artigo tem um caráter:
Alternativas
Q683380 Sistemas Operacionais
A implementação de políticas de grupo é uma importante ferramenta de administração de um domínio Windows Server. Um objeto recipiente do Active Directory que pode ser ligado a uma política de grupo é:
Alternativas
Q683379 Sistemas Operacionais
Durante o processo de instalação do Active Directory em um servidor Windows, são criados alguns arquivos, EXCETO:
Alternativas
Q683378 Redes de Computadores
Considere as seguintes afirmativas sobre conceitos, tipos e configurações de RAID (Redundant Array of Independent Disks): 
I – Um conjunto de 4 discos de 1 TB cada pode ser colocado em uma configuração RAID 0, gerando um volume com apenas 3 TB, mas que apresenta alta tolerância a falhas e com alta confiabilidade.
II – Um conjunto de 2 discos de 1 TB cada pode ser colocado em uma configuração de RAID 1, gerando um volume de 1 TB.
III – Um conjunto de 6 discos de 1 TB cada pode ser colocado em uma configuração RAID 5, gerando um volume de 6 TB.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q683377 Sistemas Operacionais
Considere as afirmativas a seguir acerca do sistema de arquivos NTFS utilizado em um servidor Windows Server 2012 R2:
I – Neste sistema de arquivos é possível a criação de quotas de disco que permitam monitorar e controlar o espaço em disco usado pelos usuários.
II – O NTFS suporta compressão de dados nativamente.
III – É possível montar um volume adicional em uma pasta vazia de um volume local NTFS, caso se precise de espaço adicional para uso por esta pasta.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q683376 Segurança da Informação
Um certificado digital é um documento eletrônico assinado digitalmente e que normalmente apresenta diversas informações, EXCETO:
Alternativas
Q683374 Segurança da Informação
Os métodos criptográficos, de acordo com o tipo de chave usada, podem ser divididos em duas grandes categorias: criptografia de chave simétrica e criptografia de chaves assimétricas. Um exemplo de método criptográfico que usa chaves assimétricas é o:
Alternativas
Q683373 Segurança da Informação
Um administrador de servidores deseja realizar um processo de backup que inclui a realização de uma cópia completa de todos os arquivos de um determinado volume às 06 horas da manhã, e cópias horárias entre 07 e 22 horas que contenham, cada uma delas, todos os arquivos modificados desde a cópia das 06 horas. O tipo de backup das cópias horárias deverá ser:
Alternativas
Q683372 Segurança da Informação
No Windows Server 2008 é possível criar redes virtuais privadas (VPNs, de Virtual Private Networks), que são conexões seguras ponto a ponto em redes privadas ou públicas. Para esta implementação, é possível utilizar diversos protocolos de encapsulamento, entre eles o L2TP. No ambiente Windows Server, o L2TP utiliza para serviços de criptografia o protocolo:
Alternativas
Q683371 Segurança da Informação
Acerca da utilização de um Firewall, considere as seguintes afirmativas:
I – A utilização de um Firewall pressupõe a utilização da técnica de NAT (Network Address Translation), pois somente deste modo é possível estabelecer regras de acesso.
II – Em um Firewall de filtro de pacotes, que verifica os cabeçalhos das camadas 3 e/ou 4 do modelo OSI, é possível formar regras bloqueando ou liberando endereços de rede de origem ou destino e as portas envolvidas na conexão.
III – A utilização de um Firewall de filtro de pacotes elimina a possibilidade de infecção de vírus nos computadores da rede local protegida por ele.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q683370 Redes de Computadores
No protocolo SMTP, a comunicação entre o Emissor-SMTP e o Receptor-SMTP é feita por meio de comandos formados por sequências de caracteres ASCII. Alguns destes comandos são, EXCETO:
Alternativas
Q683369 Redes de Computadores
Considere as seguintes afirmativas acerca do servidor Web IIS 7:
I – Nesta versão do IIS não é possível mais instalar e configurar o serviço FTP.
II - No IIS 7, os pools de aplicativos podem ser executados dos seguintes modos: integrado ou clássico.
III – No IIS 7, a porta padrão para servir páginas em HTTPS é a 4343.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q683368 Sistemas Operacionais
Ao configurar um servidor Apache versão 2.4 é possível criar arquivos que, contendo uma ou mais diretivas de configuração, são colocados em um diretório específico e suas diretivas se aplicam apenas àquele diretório e seus subdiretórios. Estes arquivos, que oferecem um modo de implementar mudanças de configuração por diretórios, são chamados de:
Alternativas
Q683367 Redes de Computadores
Em um servidor DNS, pode-se configurar uma zona reversa para:
Alternativas
Q683366 Redes de Computadores
Com relação aos parâmetros de configuração e funcionamento de um servidor DHCP, considere as seguintes afirmativas:
I – O serviço DHCP pode ser habilitado tanto em servidores Windows como em servidores Linux.
II – Um computador cliente de um servidor DHCP pode receber deste servidor o seu endereço IP automaticamente, desde que o administrador configure previamente de forma manual neste cliente a máscara de sub-rede e o gateway padrão.
III – O tempo de concessão de IP (lease time), configurado no servidor DHCP, especifica quanto tempo após fazer sua solicitação o computador cliente recebe do servidor DHCP o seu endereço IP.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q683365 Sistemas Operacionais
Em diversos ambientes Linux, uma conhecida ferramenta para solucionar problemas de rede é o “tcpdump”. Algumas das funções desta ferramenta são:
Alternativas
Respostas
6561: C
6562: D
6563: B
6564: E
6565: A
6566: B
6567: D
6568: C
6569: E
6570: B
6571: C
6572: B
6573: C
6574: B
6575: E
6576: C
6577: E
6578: A
6579: C
6580: A