Questões de Concurso
Comentadas para educador físico
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Considere o trecho a seguir, para responder às questões 04, 05 e 06.
“Pessoas que já vivenciaram um terremoto costumam ter lembranças claras dessa experiência: o solo vibra, treme, fica abaulado e se desloca; o ar se enche de estrondos; abrem-se rachaduras; e vidros se estilhaçam; armários se abrem; livros, pratos e bugigangas caem das prateleiras” (l. 01 - 04).
Assinale a opção em que o termo destacado desempenha a mesma função sintática da palavra “que”, no trecho: “Pessoas que já vivenciaram um terremoto costumam ter lembranças claras dessa experiência: ...”.
Considere o trecho a seguir, para responder às questões 04, 05 e 06.
“Pessoas que já vivenciaram um terremoto costumam ter lembranças claras dessa experiência: o solo vibra, treme, fica abaulado e se desloca; o ar se enche de estrondos; abrem-se rachaduras; e vidros se estilhaçam; armários se abrem; livros, pratos e bugigangas caem das prateleiras” (l. 01 - 04).
Quanto ao sentido, textualmente, a palavra “bugigangas” equivale a:
Considere o trecho a seguir, para responder às questões 04, 05 e 06.
“Pessoas que já vivenciaram um terremoto costumam ter lembranças claras dessa experiência: o solo vibra, treme, fica abaulado e se desloca; o ar se enche de estrondos; abrem-se rachaduras; e vidros se estilhaçam; armários se abrem; livros, pratos e bugigangas caem das prateleiras” (l. 01 - 04).
Analise as opções abaixo e assinale aquela que contém uma informação INCORRETA, quanto ao emprego de palavras, expressões e estruturas linguísticas.
Decifrando códigos
01 Pessoas que já vivenciaram um terremoto costumam ter lembranças claras dessa
02 experiência: o solo vibra, treme, fica abaulado e se desloca; o ar se enche de estrondos; abrem-se
03 rachaduras; e vidros se estilhaçam; armários se abrem; livros, pratos e bugigangas caem das
04 prateleiras. Esses episódios são lembrados com notável clareza mesmo anos depois, porque nosso
05 cérebro evoluiu para fazer isto: extrair informação de eventos relevantes e tal conhecimento para
06 guiar nossa resposta a situações semelhantes no futuro. A capacidade de aprender com
07 experiências anteriores permite a todos os animais se adaptar a um mundo que é complexo e está em
08 constante mutação.
09 Por décadas, neurocientistas tentaram descobrir como o cérebro produz lembranças.
10 Agora, combinando um conjunto de novos experimentos a análises matemáticas poderosas e à
11 capacidade de gravar simultaneamente a atividade de 200 neurônios em camundongos despertos,
12 meus colegas e eu descobrimos o que acreditamos ser o mecanismo básico usado pelo cérebro
13 para extrair informação vital das experiências e transformá-las em lembranças.
14 As conclusões às quais chegamos se somam a trabalhos cada vez mais numerosos e
15 indicam que o fluxo linear de sinais de neurônio a neurônio não é suficiente para explicar como o
16 cérebro representa percepções e reminiscências. Essas representações demandam atividade
17 coordenada de grandes populações de neurônios.
(...)
(Revista Mente Cérebro – Duetto Editorial - Número 27 – Por Joe Z. Tsien, p. 30)
Assinale a opção em que, no trecho apresentado, o destaque NÃO verifica qualquer referência à idéia de tempo.
Decifrando códigos
01 Pessoas que já vivenciaram um terremoto costumam ter lembranças claras dessa
02 experiência: o solo vibra, treme, fica abaulado e se desloca; o ar se enche de estrondos; abrem-se
03 rachaduras; e vidros se estilhaçam; armários se abrem; livros, pratos e bugigangas caem das
04 prateleiras. Esses episódios são lembrados com notável clareza mesmo anos depois, porque nosso
05 cérebro evoluiu para fazer isto: extrair informação de eventos relevantes e tal conhecimento para
06 guiar nossa resposta a situações semelhantes no futuro. A capacidade de aprender com
07 experiências anteriores permite a todos os animais se adaptar a um mundo que é complexo e está em
08 constante mutação.
09 Por décadas, neurocientistas tentaram descobrir como o cérebro produz lembranças.
10 Agora, combinando um conjunto de novos experimentos a análises matemáticas poderosas e à
11 capacidade de gravar simultaneamente a atividade de 200 neurônios em camundongos despertos,
12 meus colegas e eu descobrimos o que acreditamos ser o mecanismo básico usado pelo cérebro
13 para extrair informação vital das experiências e transformá-las em lembranças.
14 As conclusões às quais chegamos se somam a trabalhos cada vez mais numerosos e
15 indicam que o fluxo linear de sinais de neurônio a neurônio não é suficiente para explicar como o
16 cérebro representa percepções e reminiscências. Essas representações demandam atividade
17 coordenada de grandes populações de neurônios.
(...)
(Revista Mente Cérebro – Duetto Editorial - Número 27 – Por Joe Z. Tsien, p. 30)
As ideias apresentadas no texto nos permitem afirmar, CORRETAMENTE, que:
Decifrando códigos
01 Pessoas que já vivenciaram um terremoto costumam ter lembranças claras dessa
02 experiência: o solo vibra, treme, fica abaulado e se desloca; o ar se enche de estrondos; abrem-se
03 rachaduras; e vidros se estilhaçam; armários se abrem; livros, pratos e bugigangas caem das
04 prateleiras. Esses episódios são lembrados com notável clareza mesmo anos depois, porque nosso
05 cérebro evoluiu para fazer isto: extrair informação de eventos relevantes e tal conhecimento para
06 guiar nossa resposta a situações semelhantes no futuro. A capacidade de aprender com
07 experiências anteriores permite a todos os animais se adaptar a um mundo que é complexo e está em
08 constante mutação.
09 Por décadas, neurocientistas tentaram descobrir como o cérebro produz lembranças.
10 Agora, combinando um conjunto de novos experimentos a análises matemáticas poderosas e à
11 capacidade de gravar simultaneamente a atividade de 200 neurônios em camundongos despertos,
12 meus colegas e eu descobrimos o que acreditamos ser o mecanismo básico usado pelo cérebro
13 para extrair informação vital das experiências e transformá-las em lembranças.
14 As conclusões às quais chegamos se somam a trabalhos cada vez mais numerosos e
15 indicam que o fluxo linear de sinais de neurônio a neurônio não é suficiente para explicar como o
16 cérebro representa percepções e reminiscências. Essas representações demandam atividade
17 coordenada de grandes populações de neurônios.
(...)
(Revista Mente Cérebro – Duetto Editorial - Número 27 – Por Joe Z. Tsien, p. 30)
Considerando-se as informações apresentadas no texto, é CORRETO afirmar que:
Assinale a alternativa que indica o fato que marca o início da crise.
Coluna 1
1. Estatura
2. Altura troncocefálica
3. Peso corporal
4. Comprimentos
5. Perímetros
Coluna 2
( ) Dimensão da massa corporal, ou seja, o conjunto de matéria orgânica e inorgânica que compõe os diferentes tipos de tecidos e elementos do corpo humano.
( ) Distância observada entre dois planos que tangenciam o vértex e a planta dos pés.
( ) Distância em projeção compreendida entre o plano tangencial ao vértex e as espinhas isquiáticas.
( ) Medidas circulares de segmentos específicos, obtidas no plano horizontal, perpendicularmente ao eixo longitudinal do corpo.
( ) Suas dimensões são estabelecidas por meio de antropômetros ou compassos de barra ou pelas diferenças aritméticas entre as alturas de diferentes segmentos.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo:
Em relação à localização dos ossos, assinale a alternativa que contém apenas aqueles que compõem os membros superiores:
1. O glicogênio do músculo serve como uma fonte de energia durante os primeiros minutos de exercício físico.
2. Os dois hormônios pancreáticos, insulina e glucagon, intervêm na regulação do fornecimento de energia aos músculos que estão trabalhando.
3. Durante o exercício físico a insulina acelera a entrada de glicose no interior das células e, assim, produz um aumento no nível de glicose na corrente sanguínea.
4. No indivíduo diabético insulino dependente, a quantidade da insulina não diminui durante o exercício físico, trazendo o risco de uma hiperglicemia.
5. Os alimentos baseados em carboidratos com alto conteúdo de gordura não são eficazes no tratamento rápido da hipoglicemia.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas
Coluna 1
1. Sistema ATP-CP
2. Sistema Glicolítico
3. Sistema Aeróbico
Coluna 2
( ) Todos os desportos exigem a sua utilização.
( ) Utiliza o oxigênio para gerar o ATP.
( ) Utiliza o glicogênio e os ácidos graxos como principais fontes de combustível.
( ) Representa uma fonte imediata de energia para o músculo ativo.
( ) Gera como subproduto o ácido lático, provocando fadiga muscular.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
aumento da pressão arterial e(ou) do volume cardíaco.
I- DEFINIR DE FORMA INEQUÍVOCA A RESPONSABILIDADE SANITÁRIA DE CADA INSTÂNCIA GESTORA DO SUS: federal, estadual e municipal, superando o atual processo de habilitação;
II- ESTABELECER AS DIRETRIZES PARA A GESTÃO DO SUS, com ênfase na Centralização; Regionalização; Financiamento; Programação Pactuada e Integrada; Regulação; Participação e Controle Social; Planejamento; Gestão do Trabalho e Educação na Saúde;
III- IMPLEMENTAR UM PROJETO PERMANENTE DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL COM A FINALIDADE DE: mostrar a saúde como direito de cidadania e o SUS como sistema público universal garantidor desses direitos.
De acordo com os itens da questão, marque a alternativa CORRETA:
( ) A energia liberada pela hidrólise de PC é usada para religar ADP e P para formar ATP.
( ) ATP e PC são fontes não-aeróbicas de energia das ligações fosfato.
( ) Durante uma maratona, a fonte de energia ATP-PC é utilizada.
( ) Durante o repouso, a fonte de energia ATP-PC não é utilizada.
A sequência está correta em:
O fim do mundo
A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessavam nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.
Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete. Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessara nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos, pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.
Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças?
Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.
Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.
O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos ou tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos votos de pobreza ou assaltamos os cofres públicos – além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais dos que cabe enumerar numa crônica.
Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna.
Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus – dono de todos os mundos – que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos – segundo leio – que, na Índia, lançam flores ao fogo, um rito de adoração.
Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos – insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total. Ainda há uns dias para a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês...
“Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas”. Assinale a palavra que NÃO pode substituir o termo “judiciosas”: