Foram encontradas 7.741 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2013931 Educação Física
Em exercícios com ação muscular reversível um grupo muscular é alongado imediatamente antes de se encurtar. Um exemplo é o salto em profundidade, isto é, cair em direção ao solo a partir de uma elevação, e então saltar verticalmente imediatamente.
Nessa direção é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q2013930 Educação Física
Grandes benefícios podem ser obtidos de um programa de atividade física para as mulheres. Nesse sentido, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2013929 Educação Física
Enquanto a hipertrofia é objetivo primário dos fisiculturistas, os atletas não almejam especificamente o aumento da massa muscular. No entanto, a hipertrofia muscular é um meio importante para o aumento da força muscular.
Dentre as informações apontadas marque a alternativa CORRETA que contempla o objetivo primário do treinamento voltado para fisiculturistas.
Alternativas
Q2013928 Educação Física
Dentre os parâmetros fornecidos pelo teste de esforço cardiopulmonar, destaca-se a medida do VO2 que pode ser definido como a capacidade em captar, transportar e utilizar oxigênio em nível periférico, para oxidação dos macronutrientes (Pollock, 2012).
De acordo com a informação supracitada, marque a alternativa CORRETA em que o VO2 está diretamente associado.
Alternativas
Q2013927 Educação Física
Na maior parte das modalidades coletivas esportivas há necessidade de se desenvolver concomitantemente várias capacidades físicas, além de aspectos técnicos e táticos. De acordo com o texto acima, analise as proposições abaixo e coloque (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) No treinamento concorrente algumas capacidades físicas são consideradas poucos compatíveis ou até antagônicas.
( ) O treinamento concorrente com altas cargas de treino aeróbio pode causar efeito de interferência entre endurance e força-potência-velocidade.
( ) É seguro e eficiente manter o volume alto e intensidade alta durante toda a temporada.
( ) O alongamento estático é determinado pelo alcance de uma amplitude de movimento do grupo musculo articular.
( ) A facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP) consiste em contração e relaxamento alternadamente dos músculos agonistas e antagonistas.
Marque a alternativa que contém a resposta CORRETA.
Alternativas
Q2013926 Educação Física
Em relação à especialização precoce do treinamento e o desenvolvimento multilateral, associe a primeira coluna com a segunda.
1. Especialização precoce. 2. Desenvolvimento multilateral .
( ) rápida melhoria no desempenho . ( ) melhores desempenhos obtidos entre 15 e 16 anos . ( ) carreira atlética mais longa . ( ) desempenho consistente e progressivo em competição.
A sequência CORRETA dessa associação é
Alternativas
Q2013925 Educação Física
A carga interna consiste no estresse fisiológico como resposta à carga externa, ou seja, é o efeito que a carga externa impõe ao organismo.
Nessa direção marque a alternativa CORRETA que representa a uma variável correspondente ao monitoramento da carga interna de treinamento.
Alternativas
Q2013924 Educação Física
Em relação à função do Trato Iliotibial, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1948936 Educação Física
A Prescrição de exercício físico para reabilitação de indivíduos Pós Covid é de fundamental importância, sequelas apresentadas pelos pacientes após vencerem a fase aguda da COVID-19 como acometimento pulmonar: tosse crônica, fibrose pulmonar, bronquiectasia e doença vascular pulmonar e principalmente as queixas mais comuns como fadiga, dispneia, dor articular e dor no peito relatadas pelos pacientes. A Organização Mundial de Saúde (OMS) propõe que a “Reabilitação”, seja realizada com o objetivo de manter uma funcionalidade ideal na interação com seu ambiente, reduzindo o impacto de diversas condições de saúde. Diante do exposto, julgue as afirmativas.

( )Para prescrição do treino em pacientes que tiveram a COVID 19, deve se ter primeiro a liberação médica (receita cuidados e medidas para melhorar a saúde) e do fisioterapeuta (protocolos cardiorrespiratórios e força), depois o profissional da Educação Física. Uma atuação multidisciplinar que vai depender do tempo hospitalizado, fatores individuais. Evidências científicas na literatura mostram que no caso do Covid deve ser feito primeiro o fortalecimento muscular e flexibilidade (2- 4 semanas) porque o indivíduo tem uma redução drástica da capacidade muscular, redução de força e flexibilidade, entra pra preencher essa lacuna
( )A utilização do treino intervalado como uso estratégico no aumento da aptidão aeróbica é permitido respeitando a individualidade, buscar estratégias para melhora, trabalhar com sessões curtas e não intensidade elevada. O percentual de carga pode ser relacionado com a escala perceptiva de esforço
Alternativas
Q1948935 Educação Física
A prescrição de exercícios visando o condicionamento físico e à saúde é norteada pelos princípios:
Alternativas
Q1948934 Educação Física
Ao gestor esportivo são necessários competências e habilidades relacionados à administração EXCETO em:
Alternativas
Q1948933 Educação Física
O aumento no acesso à tecnologia pelas pessoas se deu com a atual situação da pandemia, esse processo de transformação digital já era previsto. Inúmeros benefícios para as empresas são ofertados, ascensão dos sistemas de gestão, dispositivos inteligente e plataformas de gerenciamento que afetam positivamente as atividades da empresa, e juntamente com essas mudanças houve uma necessidade de pensar mais na saúde do trabalhador e as empresas tiveram que se adaptar a atual situação. Patologias específicas como LERs e DORTs acabam ocorrendo em demasia e diante disso, a ginástica laboral é uma proposta para aliviar, prevenir lesões promover a melhora do sistema cardíaco, respiratório e esquelético; aumento da consciência corporal, prevenção de doenças ocupacionais; minimiza a fadiga, o esgotamento e a monotonia, além de promover a saúde e o bem-estar. Diante do exposto, a respeito dos tipos de ginásticas laborais, relacione as afirmativas

( )Ginástica Preparatória
( )Ginástica compensatória
( )Ginástica de Relaxamento

1- É realizada durante o expediente, uma pausa ativa visando quebrar a rotina do trabalhador com exercícios que compensem seus esforços repetitivos por meio de exercícios de descontração muscular e relaxamento, pode ser praticada no próprio local onde o trabalhador executa sua atividade, mesas do escritório, junto às máquinas e eventualmente no refeitório ou em espaço livre, visando diminuir a fadiga e prevenir as enfermidades profissionais crônicas como por exemplo as mais comuns na atualidade dos profissionais de escritório/Home Office que são provenientes dos vícios posturais. Este tipo de atividade visa proporcionar a compensação e o equilíbrio funcional, assim como a recuperação ativa, de forma a aproveitar as pausas regulares durante a jornada de trabalho para exercitar os músculos correspondentes e relaxar os grupos musculares que estão em contração durante o trabalho, prevenindo a fadiga muscular.
2-É realizada antes do horário de trabalho, também chamada de fase de aquecimento, ativa e estimula os músculos e ligações que serão usados durante a jornada de trabalho. Também ajuda a equipe a despertar, por promover a circulação sanguínea e de oxigênio.
3- É realizada no fim do expediente e é baseada em exercícios de alongamento, servindo para reparar o desgaste da jornada de trabalho, automassagem, exercícios respiratórios, exercícios de flexibilidade e meditação. Tem objetivo de promover o descanso e a volta à calma, garantindo a redução do estresse, alivia as tensões, problemas em casa e no trabalho, com consequente melhoria da função.
Alternativas
Q1948932 Educação Física
Acerca do lazer e educação física julgue as afirmativas:

I- Pela perspectiva funcionalista, a força do trabalho pode ser recuperada pelo tempo de lazer, em que se trabalha com desvios das normas sociais, atendendo às necessidades do sistema vigente.
II – O lazer em um momento da história, na Constituição de 1988 passa a ser entendido como um direito social, e passa a se relacionar a outras políticas sociais.
Alternativas
Q1904204 Raciocínio Lógico
Qual dos itens abaixo corresponde aos valores lógicos (de cima para baixo) da última coluna da tabela-verdade abaixo?

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q1904202 Português
Após a leitura do texto abaixo, avalie as proposições com (V) para verdadeiras e (F) para falsas
Furtos e rapinas

As palavras perdem o seu sentido, enquanto perdem sua cor o mar e o céu azul, que haviam sido pintados pela gentileza das algas que jorraram oxigênio durante três bilhões de anos. E a noite perde suas estrelas. Já existem placas de protesto cravadas nas grandes cidades do mundo: Não nos deixam ver as estrelas. Assinado: As pessoas. E no firmamento apareceram muitas placas que clamam: Não nos deixam ver as pessoas. Assinado: As estrelas. 
(GALEANO, Eduardo. Bocas do tempo. Porto Alegre, RS: L&PM POCKET, 2011)
( ) O texto inicia com a apresentação de fatos que ocorrem simultaneamente: perda de sentido das palavras, de cor do mar e do céu, e das estrelas da noite, para evidenciar prejuízos nos planos da humanidade e da natureza.
( ) Em “enquanto perdem sua cor o mar verde e o céu azul”, ocorre, do ponto de vista gramatical, uma inversão na ordem dos termos da oração, em que o sujeito simples vem posposto ao verbo.
( ) No plano global, o texto se sustenta, em um paralelo, pois não só no início, mas no corpo do texto, o autor destaca fatos simultâneos, tanto que a menção aos protestos poderia assim ser parafraseada: já existem placas de protesto cravadas nas grandes cidades do mundo, assinadas pelas pessoas, enquanto apareceram muitas outras no firmamento, assinadas pelas estrelas.
( ) Há um consenso de que a linguagem é essencialmente argumentativa, porém, por se tratar de uma crônica, em que se evidencia a função emotiva, essa força argumentativa ou a função apelativa se esvai, de modo que a denúncia contra a destruição da natureza melhor se adequa a outro gênero textual.
A sequência CORRETA de preenchimento é:


Alternativas
Q1904196 Português
Alguns cuidados deve ter o autor ao escrever um texto, para que no processo interativo o leitor perceba o propósito comunicativo e a comunicação seja eficaz. Assim, leia a notícia abaixo, exposta na Folha de São Paulo (31/05/21), atentando para a organização das estruturas linguísticas.
Evasão escolar é maior em estados sem aula presencial

Fechamento prolongado deve ampliar proporção dos que deixam de estudar
   Estados, que ainda continuam sem aulas presenciais, já registravam, mesmo antes da pandemia, as mais altas taxas de adolescentes fora da escola. Em todo o país, 18% dos jovens de 16 e 17 anos estavam sem estudar em 2019. No entanto, a situação já alcançava 27% no Maranhão.    Desde o início da pandemia, especialistas alertam sobre a necessidade de ações para evitar o aumento de alunos que saem da escola. A suspensão prolongada das aulas e a perda de renda das famílias são a combinação mais perigosa para afastar os jovens dos estudos.    Passados 14 meses da crise sanitária, os estados, que já tinham a maior proporção de alunos com menor condição socioeconômica e mais jovens fora da escola, ainda não reabriram suas escolas. É o que mostram os dados do Indicador de Permanência Escolar, lançado nesta segunda (31) pelo Iede (Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional). Com informações do Censo Escolar, o instituto calculou o percentual de estudantes que passaram pela escola e a abandonaram. [....]    Os dados mostram que, enquanto, no Maranhão, 27% dos jovens de 16 e 17 anos já não estavam mais na escola. Em Santa Catarina, por exemplo, a taxa é bem menor, de 10%. Para Faria, a enorme disparidade encontrada no Brasil é reflexo de um sistema educacional que não atua de forma eficaz para promover a equidade e dar suporte aos mais vulneráveis. Dos 15 estados com taxa de jovens fora da escola mais alta do que a média do país, 11 ainda não retornaram com aulas presenciais nas redes públicas. "A pandemia atinge de forma mais cruel os mais vulneráveis. Os sistemas educacionais que já tinham problemas mais complexos, como o abandono escolar, tiveram menos capacidade de reação nesse período", diz Daniel de Bonis, diretor de políticas educacionais da Fundação Lemann. [...] Isabela Palhares

Avalie as afirmações a seguir, relativas à escritura do texto.

I- O título da matéria sinaliza que a evasão escolar não se estende da mesma forma a todos os estados. Logo, a oração adjetiva no período que inicia o primeiro parágrafo tem valor restritivo, de modo que a frase deveria assim ser reescrita: “Estados que ainda continuam sem aulas presenciais já registravam ...”.
II- No 3º parágrafo, a informação relativa a não reabertura das escolas se refere apenas aos estados cujos alunos têm menor condição econômica e que estão fora da escola. Logo, a frase assim deveria estar escrita: “os estados que já tinham a maior proporção de alunos com menor condição socioeconômica e mais jovens fora da escola ainda não reabriram suas escolas”.
III- Para destacar a divergência no número de jovens fora da escola nos estados do Maranhão e Santa Catarina, o autor, no 4º parágrafo, inicia o período com a oração principal “os dados mostram que”, intercalando uma outra oração para tratar do primeiro estado, usando o “enquanto” e, depois, apresente uma nova oração para tratar do segundo estado. Portanto, a escrita da frase atende às normas da escrita.

É CORRETO o que se afirma em 

Alternativas
Q1904195 Português
Segue abaixo o subtítulo da matéria PORTAS ABERTAS, exposta em Veja (02/06/21). Após a leitura, indique, dentre as versões sugeridas de I a IV, qual(is) delas constitui(em) paráfrase(s) CORRETAS correspondente(s).

A União Europeia põe ordem na vacinação, diminui o contágio e já aceita turistas “seguros”, incentivando uma indústria vital. E os brasileiros? Fora da festa ainda
I- Enquanto a União Europeia põe ordem na vacinação, diminui o contágio e já aceita turistas “seguros”, incentivando uma indústria vital, os brasileiros ainda estão fora da festa.
II- A União Europeia põe ordem na vacinação, diminui o contágio e já aceita turistas “seguros”, incentivando uma indústria vital, porque os brasileiros estão fora da festa ainda.
III- A União Europeia põe ordem na vacinação, diminui o contágio e já aceita turistas “seguros”, incentivando uma indústria vital. Os brasileiros, porém, estão fora da festa ainda.
IV- Como a União Europeia põe ordem na vacinação, diminui o contágio e já aceita turistas “seguros”, incentivando uma indústria vital, os brasileiros estão ainda fora da festa.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q1904194 Português
No trecho de entrevista abaixo exposto, as lacunas devem ser preenchidas com as formas verbais devidamente flexionadas em conformidade com o tipo de sujeito com o qual cada verbo em destaque está relacionado.
Qual o impacto da má política na economia? Em meu livro, comparo o valor das empresas listadas na bolsa de valores nos últimos meses de 2012 e de 2017. Os anos de deterioração econômica e social levaram a uma perda de 700 bilhões de dólares. ______ (EXISTIR) muitas consequências que a gente não percebe. Não se ______ (ADOTAR) políticas públicas baseadas em evidências, ____-se (SOTERRAR) a transparência, _____-se (REFORÇAR) o clientelismo e ______-se (DESTRUIR) os valores éticos, morais e financeiros.
(Entrevista com Eduardo Mufarej, idealizador do RenovaBR, uma escola para políticos - VEJA, 02/06/21)

Indique a alternativa em que todos os verbos estão flexionados conforme as normas gramaticais.
Alternativas
Q1904193 Português

Após a leitura do texto abaixo, responda à questão.


Brasileiros são os que mais temem violência no mundo, aponta índice



  Os brasileiros são os que mais temem a violência ao redor do globo, com 83% da população do país muito preocupada com isso, aponta o Global Peace Index 2021, que mede o nível de paz e a ausência de violência em 163 nações.
  Divulgado nesta quinta-feira (17) pelo think tank independente australiano Institute for Economics and Peace (IEP), o índice mostra que, em relação ao medo da violência, o Brasil está acima da média mundial de 60%. O problema foi visto ainda como o maior risco para a própria segurança para 64% da população, à frente de questões como saúde, mesmo no ano da pandemia do coronavírus.
   Apesar de ser o país que mais teme a violência, o Brasil não está entre aqueles em que a população mais passou por situações violentas nos últimos dois anos - índice que está em 40%, mais de 20 pontos atrás da Namíbia, líder nesse aspecto do ranking com 63%. "Possivelmente, isso [o medo da violência] pode estar relacionado ao nível de denúncia dos crimes e a várias pessoas se comunicando em redes sociais." Killelea também aponta que 58% dos brasileiros se sentem menos seguros do que há cinco anos. O indicador vai na contramão da tendência mundial, que aponta que 75% das pessoas dizem se sentir tão ou mais seguras do que há cinco anos.
   Outro ponto em que o Brasil nada contra a corrente é a taxa de homicídios, que, apesar da pandemia, cresceu no país, enquanto 116 nações reduziram seus índices desde 2008. No primeiro semestre do ano passado, 25.712 pessoas foram mortas, número 7% maior do que o registrado no mesmo período de 2019, segundo estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que compila estatísticas de criminalidade no país.
   Esses foram alguns dos fatores que levaram o Brasil a não avançar sua posição no ranking, permanecendo com um nível de paz considerado baixo. A pesquisa, realizada entre janeiro de 2020 e março de 2021, é baseada em 23 indicadores agrupados em três domínios: segurança, militarização e conflitos contínuos. O estudo mede o nível de violência física, de armamentos e de criminalidade, excluindo terror psicológico e intimidações verbais.
    No ranking geral, o Brasil permaneceu na 128ª posição, com pioras em indicadores como mortes por conflitos internos e terror político e avanços em questões como impacto do terrorismo e instabilidade política. Em 2020, o país era o 126º, mas a mudança não é considerada uma queda devido a atualizações nos dados.
   Já na América do Sul, o Brasil ocupa o 9º lugar, à frente apenas de Colômbia e Venezuela. Na região, o Uruguai segue como líder, apesar de ter registrado a maior piora em seus índices dentre os sul-americanos. Isso se deve, principalmente, à instabilidade política, aos protestos e aos crimes violentos. Por outro lado, a Argentina, na 3ª posição no continente, foi o país que mais avançou, com quedas nos índices de terror político e instabilidade política.
    Como um todo, a América do Sul foi a segunda que mais piorou seu nível de paz, atrás apenas da América do Norte. Os EUA, que avançaram sete posições no ano passado, caíram duas no ranking geral deste ano.
   Apesar de ter melhorado no indicador de impacto do terrorismo, o país norte-americano piorou nas questões de instabilidade política, conflitos internos e protestos violentos. O presidente do IEP aponta que esses fatores estão ligados à turbulenta eleição presidencial no ano passado, que culminou na invasão do Capitólio por apoiadores do ex-presidente Donald Trump no dia 6 de janeiro. Além disso, os EUA viram ainda diversas manifestações contra o racismo e a violência policial contra a população negra, que tiveram registros de violência. [...]
   Pelo lado positivo, pela primeira vez desde 2015 houve melhora do índice de conflitos permanentes, com queda nas mortes em campos de batalha e também no nível e na intensidade dos combates. [...] O estudo aponta que, se por um lado os conflitos e as crises da década passada estão diminuindo, eles devem ser substituídos "por uma nova onda de tensão e incerteza como um resultado da pandemia da Covid-19 e do aumento das tensões entre muitas das principais potências".
   O presidente do IEPvê três áreas como protagonistas dos problemas futuros. "Muito vai depender de quão bem o mundo vai se recuperar economicamente da Covid-19 nos próximos anos", diz. Nesse sentido, instabilidade política e protestos violentos são as principais preocupações, principalmente em países que não conseguirem se recuperar economicamente da pandemia, avalia Killelea. Além disso, a tendência de queda na militarização parece ter chegado ao fim e deve aumentar nos próximos anos. (Folha de Pernambuco- 17/06/21)

Nos dois períodos abaixo expostos, temos o emprego de pronomes relativos que retomam constituintes neles presentes:
I- Apesar de ser o país que mais teme a violência, o Brasil não está entre aqueles em que a população mais passou por situações violentas nos últimos dois anos [...]
II- Os EUA viram ainda diversas manifestações contra o racismo e a violência policial contra a população negra, que tiveram registros de violência. [...]
A substituição dos pronomes em I e II deve ocorrer pelas respectivas formas pronominais:
Alternativas
Q1904192 Português

Após a leitura do texto abaixo, responda à questão.


Brasileiros são os que mais temem violência no mundo, aponta índice



  Os brasileiros são os que mais temem a violência ao redor do globo, com 83% da população do país muito preocupada com isso, aponta o Global Peace Index 2021, que mede o nível de paz e a ausência de violência em 163 nações.
  Divulgado nesta quinta-feira (17) pelo think tank independente australiano Institute for Economics and Peace (IEP), o índice mostra que, em relação ao medo da violência, o Brasil está acima da média mundial de 60%. O problema foi visto ainda como o maior risco para a própria segurança para 64% da população, à frente de questões como saúde, mesmo no ano da pandemia do coronavírus.
   Apesar de ser o país que mais teme a violência, o Brasil não está entre aqueles em que a população mais passou por situações violentas nos últimos dois anos - índice que está em 40%, mais de 20 pontos atrás da Namíbia, líder nesse aspecto do ranking com 63%. "Possivelmente, isso [o medo da violência] pode estar relacionado ao nível de denúncia dos crimes e a várias pessoas se comunicando em redes sociais." Killelea também aponta que 58% dos brasileiros se sentem menos seguros do que há cinco anos. O indicador vai na contramão da tendência mundial, que aponta que 75% das pessoas dizem se sentir tão ou mais seguras do que há cinco anos.
   Outro ponto em que o Brasil nada contra a corrente é a taxa de homicídios, que, apesar da pandemia, cresceu no país, enquanto 116 nações reduziram seus índices desde 2008. No primeiro semestre do ano passado, 25.712 pessoas foram mortas, número 7% maior do que o registrado no mesmo período de 2019, segundo estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que compila estatísticas de criminalidade no país.
   Esses foram alguns dos fatores que levaram o Brasil a não avançar sua posição no ranking, permanecendo com um nível de paz considerado baixo. A pesquisa, realizada entre janeiro de 2020 e março de 2021, é baseada em 23 indicadores agrupados em três domínios: segurança, militarização e conflitos contínuos. O estudo mede o nível de violência física, de armamentos e de criminalidade, excluindo terror psicológico e intimidações verbais.
    No ranking geral, o Brasil permaneceu na 128ª posição, com pioras em indicadores como mortes por conflitos internos e terror político e avanços em questões como impacto do terrorismo e instabilidade política. Em 2020, o país era o 126º, mas a mudança não é considerada uma queda devido a atualizações nos dados.
   Já na América do Sul, o Brasil ocupa o 9º lugar, à frente apenas de Colômbia e Venezuela. Na região, o Uruguai segue como líder, apesar de ter registrado a maior piora em seus índices dentre os sul-americanos. Isso se deve, principalmente, à instabilidade política, aos protestos e aos crimes violentos. Por outro lado, a Argentina, na 3ª posição no continente, foi o país que mais avançou, com quedas nos índices de terror político e instabilidade política.
    Como um todo, a América do Sul foi a segunda que mais piorou seu nível de paz, atrás apenas da América do Norte. Os EUA, que avançaram sete posições no ano passado, caíram duas no ranking geral deste ano.
   Apesar de ter melhorado no indicador de impacto do terrorismo, o país norte-americano piorou nas questões de instabilidade política, conflitos internos e protestos violentos. O presidente do IEP aponta que esses fatores estão ligados à turbulenta eleição presidencial no ano passado, que culminou na invasão do Capitólio por apoiadores do ex-presidente Donald Trump no dia 6 de janeiro. Além disso, os EUA viram ainda diversas manifestações contra o racismo e a violência policial contra a população negra, que tiveram registros de violência. [...]
   Pelo lado positivo, pela primeira vez desde 2015 houve melhora do índice de conflitos permanentes, com queda nas mortes em campos de batalha e também no nível e na intensidade dos combates. [...] O estudo aponta que, se por um lado os conflitos e as crises da década passada estão diminuindo, eles devem ser substituídos "por uma nova onda de tensão e incerteza como um resultado da pandemia da Covid-19 e do aumento das tensões entre muitas das principais potências".
   O presidente do IEPvê três áreas como protagonistas dos problemas futuros. "Muito vai depender de quão bem o mundo vai se recuperar economicamente da Covid-19 nos próximos anos", diz. Nesse sentido, instabilidade política e protestos violentos são as principais preocupações, principalmente em países que não conseguirem se recuperar economicamente da pandemia, avalia Killelea. Além disso, a tendência de queda na militarização parece ter chegado ao fim e deve aumentar nos próximos anos. (Folha de Pernambuco- 17/06/21)

Avalie a correspondência entre o conteúdo desenvolvido no texto e os tópicos temáticos propostos na sequência, indicando (V) para verdadeiro e (F) para falso.
( ) Crescente média do Brasil no fator “medo de violência”, superando a média mundial, apesar de menos registros de situações violentas nos dois últimos anos. (Ver parágrafo: 1, 2 e 3)
( ) Aumento na taxa de homicídios no Brasil em contraposição a outras nações que apresentaram diminuição nesse aspecto a partir de 2008. (Ver parágrafo 4)
( ) Manutenção de baixo nível de paz no Brasil justificada pela piora nos indicadores “conflitos internos”, “terrorismo”, “instabilidade política”, assemelhando-se nesse ponto ao Uruguai.(Ver parágrafos 6 e 7)
( ) Queda no nível da paz da América do Sul como um todo atribuída ao baixo nível de paz no Brasil, em virtude da piora nos indicadores “conflitos internos” e “temor político”. (Ver parágrafos 6, 7 e 8)
A sequência CORRETA de preenchimento é 
Alternativas
Respostas
5501: C
5502: A
5503: C
5504: E
5505: E
5506: E
5507: A
5508: A
5509: A
5510: B
5511: A
5512: B
5513: B
5514: D
5515: B
5516: B
5517: D
5518: E
5519: A
5520: E